
Unanimidade: o maior defeito de Portal é que ele acaba. E rápido. Você termina e fica naquelas de querer jogar mais e mais e mais e mais, mas não tem. Claro, eventualmente teremos uma sequência oficial, mas enquanto isso a gente se vira com mods… que surpreendentemente não vieram em grandes quantidades. Quer dizer, o único map pack do qual eu ouvi falar foi aquele que convertia os níveis do Portal: The Flash Version para 3D.
Quem também notou essa “lerdeza” foi Nicolas Grevet, um francês com vontade de brincar de GLaDOS. Era Janeiro deste ano quando ele olhou pela janela, o dia estava bonito, e de repente reparou que, apesar das ferramentas existirem, ninguém estava fazendo nada muito fodão em termos de mod para Portal. Arregaçou as manguinhos e pôs-se a trabalhar em Portal: Prelude, que só viria a anunciar oito meses depois. Er… essa semana.
Prelude não é um simples pacote de fases novas. Ele tem uma história, que se passa antes do primeiro — em um tempo em que a inteligência artificial maníaca-homicida que todos amamos ainda era um projeto de otimização da Aperture Science –, e esta história, junto com as 19 novas câmaras de teste, acaba sendo maior do que a do primeiro jogo.
O download aind não está disponível, mas quando estiver você pode pegá-lo aqui. E depois do continue, um trailer. Huge Sucess!

Sabe o que chegou à Xbox Live hoje? Um pacote com 225 novas fases para N+, sendo 150 de single player. Por 200 Microsoft Points. Sendo que eu tenho 400 sobrando da última compra que fiz.
Pra que vida, né?

Eu tenho uma boa e uma má notícia. A má é que, como comprovado pelos inúmeros filmes, séries, livros e games sobre o assunto, o Grande Acelerador de Partículas está fadado ao fracasso, trazendo caos e destruição ao planeta Terra.
A boa é que os bons cidadãos do site americano Reddit tomaram à frente e já fizeram a sua parte para ajudar na futura salvação da humanidade. Enviaram ao local de testes, na Suíça, o pacote mais importante que a FedEx jamais vai entregar (pena que eles não sabem): um pé-de-cabra, um detonado de Half-Life e um bilhete:
Entregue isto a Gordon Freeman.
Ele saberá o que fazer.
A humanidade agradece.
Em um belíssimo post do OitoBits (sério, Vinícius, ficou até pequeno para o Continue), descobri que o Mega Drive vai ganhar um jogo novo 20 anos depois do seu lançamento — inclusive o jogo é comemorativo desta data.
O nome da criança tardia é Pier Solar - And The Great Architects e seu gênero é, como classificado por mim mesmo, “autêntico RPG 2D old-school all the way to the home”. No belíssimo site oficial há algumas telas, um trailer, descrição dos personagens, do enredo e até mesmo uma demo beta para você baixar e rodar em emulador!
Caso você ainda não tenha assimilado a realidade (eu sei que eu demorei), esse jogo está sendo PRODUZIDO DE VERDADE, será vendido em cartucho físico, DE VERDADE, igualzinho aos jogos que a sua mãe comprava para você em 1993. Tem até uma versão de colecionador, limitada em 500 cópias, que custa 50 dólares — em vez dos 35 da versão normal — e vem com um pôster e um CD com trilha sonora em alta qualidade, que pode ser executada junto com o jogo se você tiver um SEGA CD.
Mas espere, não é só isso! Fazendo seu pedido da edição especial até o dia 28 de Outubro, você pode escolher algumas palavras para serem gravadas no manual de instruções e nos créditos do jogo! Não, é sério.
Ah, se eu ainda tivesse um Mega Drive…
PS.: O chefe do projeto Pier Solar é o brasileiro Tulio Adriano. Prova de que a gente não desiste nunca, mesmo.
Parabéns para essa galera.

Antes que me chamem de fanboy da Microsoft por causa do título, deixo claro: não sou fanboy da Xbox Live; sou fanboy de Meteos!
Meteos é um dos meus jogos favoritos do DS, se não for *O* favorito. Com certeza é o melhor puzzle do estilo “junte X peças da mesma cor” que eu conheço. E agora a Q Entertainment anunciou a chegada de Meteos Wars para Xbox Live Arcade japonesa em breve. E breve, aqui, significa mês que vem. Não foi falado nada sobre lançar aqui, mas eles vão. Eles têm que lançar. Por mim!
De diferente, o remake vai trazer batalhas multiplayer e algumas besteirinhas como possibilidade de personalizar um avatar no jogo. Nada que se compare à simples glória de jogar Meteos numa TV grande, em alta definição.
Dando uma olhada nos comentários internéticos à essa notícia, vi que um número considerável de gente está demonstrando preocupação quanto à jogabilidade, que era tão dependente da tela de toque. Uma parte de mim compartilha desse medo, mas outra (bem maior) confia cegamente nos gênios da Q. Eles nunca me decepcionaram.
[via Destructoid e 1UP]

Eu nunca tinha ouvido falar da Singing Mountain antes (mau fã! Mau fã!). Descobri há pouco tempo que trata-se de uma dungeon da época pré-histórica do jogo que ficou praticamente pronta para o original do SNES mas acabou sendo cortada. A Square-Enix já anunciou que Chrono Trigger DS terá novas dungeons. Somando dois mais dois, podemos estar vendo uma parte desse conteúdo inédito que teremos em mãos no dia 25 de Novembro. A dungeon contém, além dessa parte externa, uma caverna com cachoeiras de lava. Lava é sempre legal.
Mesmo não tendo nada a ver com essa história de dungeons novas, eu li também uma teoria interessantíssima no Siliconera. Segundo eles, a S-E registrou a marca Echoes of Time durante a E3 desse ano. Isso passou batido pelo meu radar, mas todo mundo que ficou sabendo já concluiu automaticamente que seria um subtítulo para o remake. “Chrono Trigger: Echoes of Time”. Soa legal, né?
É, mas a Square em nenhum momento disse que Chrono Trigger DS seria um título provisório, e há poucos dias saiu a boxart final que você vê acima… e o nome não mudou mesmo. Então por que a Square registou esse nome tão nada a ver? Aqui que a teoria fica interessante.
Há alguns anos havia uma outra série da Square que não ganhava muita atenção: Valkyrie Profile. O que ela fez foi lançar um remake da versão original de PS1 para o PSP, seguido de perto por Valkyrie Profile 2: Silmeria, uma sequência super bem recebida e avaliada. Já pensou se a Square estiver usando esse “plano de revitalização” em Chrono também? Eu morro.

[Hoje a coluna Retroatividade, excepcionalmente, não foi escrita pelo nosso incansável leitor André Breder. Se você gostar deste texto, pode parabenizar o esforçado Adney Luís, pois a "culpa" é toda dele! E mais: se quiser ter o seu texto publicado aqui, é só entrar em contato e a gente vê se rola!]
Lançado para o Super Nintendo em 1994, Super Metroid revolucionava a série iniciada no NES. O terceiro capítulo da série (sucessor de Metroid II – Return of Samus, lançado para Game Boy) trazia ótimos gráficos, uma jogabilidade bastante fluida e, principalmente, trazia como grande inovação um imenso mundo a ser explorado nos seus mínimos detalhes.
Todas essas qualidades apresentadas resultaram em milhões de vendas dos cartuchos, aparições nas mais variadas listas de melhores jogos de todos os tempos e, o mais importante, a consolidação da série (e da sua personagem principal) no panteão da “Tríade de Ouro” da Nintendo, composta também por Mario e Link.
Um dos meus joguinhos favoritos de Wii vai ganhar continuação! Confira aqui em cima o primeiro trailer de Kororinpa 2!
Kororinpa: Marble Mania não é nada de especial, na verdade, mas eu simplesmente adoro o modo como o sensor de movimentos foi lindamente implementado. Pra quem não conhece, trata-se de um daqueles joguinhos estilo Monkey Ball, no qual você controla a inclinação do cenário para rolar uma bolinha por um percurso até chegar ao final dele. Mesmo sem Wii MotionPlus, o jogo consegue transportar os movimentos do Wii Remote praticamente em proporção 1:1 para o que acontece na tela.
Que eu saiba, Kororinpa não fez lá muito sucesso, nem no Japão nem no ocidente, por isso me surpreende a notícia de que teremos uma continuação. Mas ao mesmo tempo que me surpreende, me faz rir como uma colegial de trancinhas. Hihihihi!
Como diziam lá no Fórum NGM, na época que eu participava: “esse é cofre!”
[via GoNintendo]
Tem um grupo chamado TheSpeedGamers que, pelo que eu entendi, faz umas maratonas de games com objetivo de ajudar instituições de caridade. Eles jogam por um período longo de horas e transmitem ao vivo pela internet junto com um chat, onde dão instruções para as pessoas fazerem doações para a causa.
A última deles foi o anúncio de uma maratona de EarthBound. A partir do dia 28 de Agosto eles vão passar 55 horas jogando EarthBound 1, 2 e Mother 3. Só que, além do caráter de caridade, esse evento vai ter algo mais: junto com o pessoal do Starmen.net, que só pode ser o grupo de fãs mais leais que o mundo dos games já viu, vão promover a atividade do PK Call’n.
Se você clicou no link, já sacou: o lance é conseguir que muitas pessoas façam uma ligação rápida para a Nintendo perguntando sobre Mother 3, demonstrando interesse, ou simplesmente para falar qualquer coisa sobre a série. Essa “atividade” já está sendo feita há algum tempo, mas com a maratona eles esperam conseguir mais gente e mais vozes.
Diante de coisas assim (que não são novidade, em se tratando do Starmen.net), eu simplesmente não consigo entender por qual motivo a Nintendo ignora a série Mother no ocidente. Sorte para eles!
[via GoNintendo]

Fique à vontade para roer as unhas com God of War 3, Resistance 2, MAG ou qualquer outro jogo de PS3. Para mim, nenhum jogo do console chega sequer perto da expectativa que LittleBigPlanet causa. Qualquer coisinha nova que alguém tenha a dizer sobre o jogo, para mim é como uma garrafa de Guaraná Kuat com Laranja no deserto (não recebi nada pra escrever isso, mas, pessoal do marketing, entre em contato que a gente conversa
).
E o Kotaku, que deu uma jogadinha em LBP lá na E3, trouxe mais algumas gotículas de informação:
Sede saciada! Por enquanto.