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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘FAIL’ Category

Você já deve ter lido que nossos queridos representantes (os sempre atenciosos deputados) aprovaram, na chamada comissão especial de aumento reforma tributária, o (adivinhem!) aumento dos impostos sobre software. Se não sabe, leia este revoltante post do MeioBit Games.

Você já deve saber o que isso significa para nós e porquê diabos essa notícia está aqui no Continue: nosso hobby preferido vai ficar ainda mais caro. Sim, monstrinhos e monstrinhas. Se você achava caro um PS3 por R$1800,00 no Carrefour, pode esperar que vai ficar mais caro ainda. Se você esperava que com a instalação da Sony no Brasil poderia comprar jogos originais de PS2 a um preço razoável, ESQUEÇA!

O Rodrigo Flausino que deu a letra: “Estamos ferrados”.

Se esse não fosse um blog de família, eu estamparia aqui uma série de palavrões e impropérios contra esses caras que ganham uma fortuna por mês só para fornicar com o povo brasileiro.

Antes de partirmos para a nossa discussão de fim de semana propriamente dita, leia outros posts sobre o assunto aqui e aqui.

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  • Rock Revolution vende DUAS cópias no Wii!

    (Guitar Hero) [bb]

    Muitos acharam que Wii Music tinha se saído mal ao vender pouco mais de 80 mil unidades no seu mês de estréia, apontando para a saturação do gênero de jogos musicais e mimimi. Adivinhe só, eles estavam certos: foram divulgados os números de vendas norte-americanas de Rock Revolution, o Clone de Rock Band - Konami Edition, e ele se ferrou.

    Nos números originais constava que 2 cópias (não 2 mil, DUAS) da versão para Wii tinham sido vendidas, mas depois a NPD corrigiu seus dados dizendo que a edição para o console da Nintendo tinha sido adiada para o mês que vem. Infelizmente para a Konami, os números nos outros consoles não são muito mais animadores: somadas, as versões de Nintendo DS, PlayStation 3 e Xbox 360 não passaram de 3.000 unidades, caracterizando o melhor uso até então da categoria FAIL no Continue.

    Não deixa de ser uma pena que a própria criadora de Guitar Freaks — arcade que originou o conceito adaptado por Guitar Hero — tenha acabado nessa situação. Para você ver como o mundo dá voltas…

    [via Cubed3]

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  • sim-nao-graficos

    Uma coisa que eu sempre admirei muito nos blogs e sites gringos é como eles escrevem as coisas sabendo que serão lidos por quem importa. Quando a gente escreve um post falando sobre como um jogo é feio ou ruim, a gente faz pela tiração de sarro, pra desabafar etc, mas o pessoal do primeiro mundo, quando faz isso, faz porque tem a chance real de dar um toque nas pessoas que são responsáveis pelas cagadas.

    Agora, com o Zeebo sendo feito aqui no Brasil, a gente tem essa chance. Então lá vai:

    Dona Tectoy, vá com calma nos textos do site do consolinho. A gente sabe que vocês estão empolgados com a criança e que, naturalmente, querem vender o peixe, mas não, ele não é “o melhor sistema de jogos de todos os tempos”, nem tem games “com os gráficos mais incríveis já criados”. Menos, menos. Texto publicitário não precisa aumentar as qualidades do produto além da realidade.

    Só pra não dizer que a gente só critica e não ajuda, que tal “o melhor sistema de jogos já criado no Brasil” e “games com gráficos matadores”? Honestidade com o cliente é a melhor política. ;)

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  • banjo-and-the-tiny-little-text

    Depois de ter jogado a maravilhosa demo de B-K:N&B do começo ao fim quatro vezes eu não encontrei mais do que um ou dois probleminhas, dentre os quais o maior é certamente o menor: o texto é bem pequeno. O tipo de texto pequeno que, embora não tenha sido um problema na minha TV de 32” em 720p, é praticamente impossível de ler em TVs de definição padrão.

    A Rare já declarou que, apesar de não faltar vontade, não vai ser possível do ponto de vista técnico/financeiro corrigir isso, aumentando os textos para ficarem legíveis em TVs SD. O que é uma pena por vários motivos.

    Primeiro porque o roteiro foi, sem dúvida, a parte que eu mais gostei da demo. Todos os diálogos são hilários. Depois porque Banjo é um jogo com nenhuma fala e muito texto. Todos os tutoriais e instruções são passados por meio dos diálogos.

    Mas sobretudo porque é triste ver uma produtora tão talentosa quanto a Rare repetir a mesma cagada que a Capcom cometeu, dois anos atrás, com Dead Rising. Ainda mais sendo um erro tão facilmente evitável, em um jogo tão esperado (e bom) quanto esse. Mancada feia.

    [via CVG]

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  • Fallout 3 e PlayStation 3 não estão se dando bem

    fallout3-ps3issues

    Deve ser dureza a vida de dono de PS3. Embora alguns desenvolvedores digam o contrário, não faltam frases na internet falando como é desconfortável o desenvolvimento para o console da Sony. Como resultado desse fato/mito, vemos vários jogos que, em comparação com o PC ou o 360, não se saem tão bem na “grotesca lápide” (como diria o Prandoni).

    O último foi Fallout 3[bb]. Os fórums da Bethesda estão em polvorosa com usuários reclamando de slowdowns, texturas que não carregam, travadas aleatórias e coisas mais graves, como congelamento completo durante o “GOAT test” no início do jogo e pausas não intencionais sempre que uma notificação de sistema aparece no console – sendo que estes dois problemas já foram “solucionados” pela Bethesda, que aconselhou a salvar e recarregar o jogo no caso do primeiro bug e desabilitar as notificações para resolver o segundo.

    Você, dono de PS3, já experimentou algum jogo que não se saiu como deveria no PS3, enquanto jogadores em outras plataformas não tinha nada a reclamar? Ou esse é mais um caso da famosa “minoria barulhenta” da internet?

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  • genios-dsi

    Depois de serem a sensação durante o lançamento do Wii[bb] (lembra?), as maravilhosas ilustrações de segurança dos manuais de instrução da Nintendo estão de volta! Não deixe o polvo triste e veja todas na galeria do Kotaku.

    [via Nintenerds]

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  • Por que a Sega odeia tanto seu próprio passado?

    Eu tenho uma teoria sobre a Sega. Muito tempo atrás, quando eu era criança, eu não tinha um Master System ou um Megadrive. Eu jogava no outro time, aquele do Mario e do Link. Mas quando a Tectoy lançou o Megadrive no Brasil, babei muito nos comerciais da televisão e nas fotos dos jogos que saiam na Ação Games. Lembro bem que Castle of Ilusions e Shapes & Collumns eram dois que me chamavam muito a atenção. Sim, eu queria um console “next gen” pra jogar um clone de Tetris!

    Na época o Nintendinho ainda ficaria um bom tempo lá em casa, e eu me limitava a jogar no Megadrive de um amigo e de curtir os jogos mais poderosos no fliperama. Entre eles, alguns clássicos da Sega, como Golden Axe, Shadow Dancer e outras pérolas. Detonar os soldados do Death Adder na companhia dos amigos, apertar o botão de magia na hora errada… bons tempos!

    Mas voltando a minha teoria sobre a Sega: alguém que trabalha lá não tinha um Megadrive quando era criança, e não tinha amigos legais. Provavelmente, foi excluido pelos outros japonesinhos no colégio, ficou de fora das festinhas, nenhuma menina deu bola pra ele. Esse cara cresceu traumatizado e decidiu se vingar das outras crianças que não foram suas amigas. Ele foi trabalhar na Sega e cresceu dentro da organização. E lá dentro esse cara maldoso e sacana se dedica a destruir com requintes de crueldade as lembranças felizes da infância de quem curtia o 16-bits da Sega e os seus jogos mais clássicos.

    A primeira vítima foi o Sonic. Até hoje o ouriço velocista é difamado por esse funcionário maligno. Outras também sofreram, como Altered Beast. E agora chegou a vez de Golden Axe. Tive o desprazer de jogar o recém-lançado Golden Axe: Beast Rider e em pouco mais de uma hora e meia de jogo, eu já odiava aquele título que um dia me fez tão feliz. Genérico, mal feito, chato, sem graça. Com um sistema de combate enfadonho e uma defesa que não funciona. Junto com a câmera, a sua defesa é a maior arma dos vilões. Todas as vezes que morri foi por causa desse combo: dois inimigos “dentro um do outro” com ataques que exigiam defesas diferentes, preso num canto onde a câmera não me deixava ver nada.

    E nem multiplayer essa porcaria tem! Indecente, lixo mesmo. Deixo aqui o aviso: se você gosta de Golden Axe, jogue o original. Tem na Live Arcade, tem no Virtual Console e até em cartucho, se o seu Mega, assim como o meu, ainda funciona. Não deixe que o funcionário maligno da Sega destrua as suas lembranças!

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  • picoteaqui

    Prometer mais do que se pode cumprir está sendo a especialidade da Microsoft em relação à tal da New Xbox Experience. Primeiro eles adiantaram que o lance da integração com a Netflix não estaria pronto logo de cara. Até aí tudo bem, não é algo que os brasileiros sequer vão aproveitar quando for lançado.

    Depois foi a opção de assistir vídeos durante o Party Mode, podendo conversar com os amigos durante a exibição. Mesmo caso.

    E agora mandaram avisar que o Xbox Live Primetime, aquele promissor canal com game shows que você pode jogar online usando o seu avatar, também só sairá algum tempo depois.

    Alguém quer fazer um bolão sobre qual vai ser a próxima função a ser cortada? :P

    [via Forbes]

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  • LittleBigPlanet atrasado por motivo bizarro

    Ou deveria dizer “motivo estúpido”?

    Algum desocupado, que não tinha nada melhor pra fazer e que deve ter problemas de relacionamento sérios, estava jogando o beta de LittleBigPlanet e ouviu duas frases em uma das músicas do jogo que lhe pareceram familiares. Acontece que o desocupado falava árabe e as frases eram em árabe.

    Acontece que as frases eram duas citações do Corão, o livro sagrado da fé Islâmica.

    Acontece que o desocupado supracitado resolveu escrever no fórum da Sony que considerava ofensivo o fato de seu livro sagrado ser citado em uma música.

    Acontece que a Sony agora vai retirar a música do jogo, e com isso o lançamento do jogo foi atrasado em uma semana.

    É… eu vejo tudo e não morro.

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  • deadrisingwii-lagrimas

    Um dia o Continue estará em Tóquio cobrindo a TGS do jeito certo, mas enquanto esse dia não vem a gente se limita a reportar as descobertas de quem está lá. E o Kotaku descobriu que Dead Rising: Chop Till You Drop, para Wii, é uma porcaria bem fedorenta.

    A opinião do Luke Plunkett se resume naquilo que eu disse logo quando o jogo foi anunciado: a graça de Dead Rising era o número insano de zumbis para matar/fugir. No Wii esse número teve que ser drasticamente reduzido (Luke disse que o máximo de zumbis que ele viu na tela ao mesmo tempo foi SEIS), tornando o jogo chato e sem sentido.

    Mesmo os gráficos sendo bons (especialmente nas cutscenes, segundo ele), todo o resto é sem graça e a jogabilidade “simplesmente não funciona [do jeito que deveria]”.

    Alguém aí tinha vontade de pegar o jogo e se decepcionou?

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