Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes
Todos estamos acostumados a discutir as últimas notícias, apostar sobre os rumores mais quentes e defender os nossos títulos preferidos nas polemicas do dia-a-dia. Somos gamers, é isto o que fazemos. Geralmente.
Mas eu gostaria de convidar vocês para algo novo desta vez. Ficção.
Esta é um conto criado a partir daquele que é, na minha humilde opinião, um dos melhores universos fictícios entre os disponíveis para os consoles atuais: o de Killzone 2 .
Espero que vocês se divirtam e me acompanhem até o final dessa história. O espaço de comentários, como sempre, é de vocês para críticas e sugestões. Valeu.
Você consegue tocar Mr. Crowley no expert com 99%? O carinha aí de cima consegue. E além de tudo é super gente boa, e nos deu uma das mais divertidas entrevistas que fizemos lá na WCG.
Dando play aí em cima você descobre quem é a namorada dele, quais bandas ele conheceu através do Guitar Hero (a resposta vai escandalizar qualquer um mais velho que o Argus) e qual é a da temível entidade conhecida como “americanada”.
[Este vídeo faz parte da Cobertura Patrocinada Samsung+Continue para a WCG 2009]
Título alternativo: [Tube do Dia] Vergonha Alheia Edition.
Eu não vou nem me pronunciar depois dessa.
PS: Nenhum instrumento foi ferido durante as gravações.

Lembra quando sua mãe ficava mandando você largar o videogame e ir estudar? Então, ela provavelmente tinha toda a razão. Mas hoje em dia os viciados gamers têm em suas mãos um novo trunfo que promete unir o útil ao agradável: os jogos educacionais.
Quero dizer, pelo menos na teoria. Na prática, ainda estamos para ver alguma investida no gênero que seja de fato interessante. Não ajudam muito os calafrios que a maioria de nós tem quando ouve a palvavra “educativo” associada a videogames, mas a verdade é que não têm acontecido muitos investimentos nesse sentido.
Pelo menos até agora.

Sábado passado a gente gravou o Dreamcast #2 (nosso podcast, pra quem ainda não foi apresentado), que a qualquer momento entra no ar, e era pra ter havido a participação de um representante da GamesTown, para uma sabatina de perguntas e respostas na lata. Como são vocês os maiores interessados, eu fiz um post aqui pedindo que vocês mesmos enviassem perguntas pro cara responder. As perguntas foram poucas, mas ótimas, variando desde a questão dos preços até a disponibilidade dos lançamentos, passando por distribuição digital e venda de jogos usados.
Pena que acabou sucedendo um problema técnico daqueles que acontecem com todo mundo (o Speedy deixou o cara sem internet ¬¬), e não rolou a participação no podcast. Mas eu enviei as perguntas para ele e aí estão as respostas. Confiram depois do continue! Continue lendo!

Há poucas horas o meu ríspido colega Trezub foi enfático em dizer que o filme baseado em Shadow of The Colossus, anunciado essa semana, “vai ser uma bomba”.
“Não adianta. Vai ser ruim. Ponto”, disse ele.
Eu não estou aqui para concordar (embora eu concorde). Estou aqui para ir além: vou provar por A+B que diretor nenhum conseguiria a façanha de fazer um filme sobre Shadow of the Colossus que preste. Simplesmente não é possível.
Acompanhe. (E esteja avisado: SPOILERS À FRENTE!)

Não é todo dia que recebemos um release de uma produção 100% brasileira tão ambiciosa quanto Shadow of Light. Se não podemos salientar a originalidade de mais um MMORPG com visual de animes e temática medieval (sem falar no nome, meio clichê), pelo menos devemos lhe dar crédito pela coragem de bater de frente com os gigantes orientais. E a equipe da Make Wish Entertainment parece confiante ao dizer que você certamente vai querer jogar Shadow of Light.
Como nós não fazemos serviço pela metade, tratamos de correr atrás de uma entrevista com o pessoal por trás da mais nova grande promessa nacional.
Para participar de nossa entrevista — que no final ficou mais parecendo uma mesa redonda, já que boa parte da nossa equipe também estava lá –, eles chamaram nada menos que quatro dos principais encabeçados pelo projeto:
Heitor Valente – Game Designer e líder do projeto
Julio Ferraz – Lead interface designer
Marcos Eduardo – Lead programmer
Rafael Sales – Lead animator
» Luiz Eduardo: Para começar, conte-nos sobre a proposta de Shadow of Light.
Heitor: A proposta é alavancar o mercado de jogos no Brasil, pois ele tem uma forte tendência a crescer, visto o grande mercado internacional. Este produto deve atingir não só os jogadores, como também incentivar outros pequenos desenvolvedores, e provar que temos qualidade de equipe e projeto para competir com o mercado internacional.

A crise tá comendo cabeças mundo afora, e não é só no nosso mundo de games. A EA anunciou um prejuízo de 641 milhões de dólares (sim, mais de meio bilhão!), o fechamento de 12 estúdios e a redução de pessoal em 11% – resultando em 1100 pessoas na rua. Diversos estúdios estão caindo como moscas… mas pra Ubisoft a coisa parece um pouquinho diferente.
Teorias da conspiração? Vamos recapitular:
Primeiro, em novembro, a Ubisoft adquiriu a Massive Entertainment, produtora de World in Conflict, com o objetivo de criar jogos MMO “leves”; desses que usam o modelo “grátis para jogar, mas custoso para se equipar”. Depois, há poucos dias, foi noticiada nova compra da tia Ubi: dessa vez foi o Southlogic, estúdio brasileiro localizado em Porto Alegre e responsável por diversos títulos casuais, como o Imagine: Wedding Designer. Ficou no ar a pergunta: serão eles a nova EA, que sai comprando pra desmantelar?
Agora eles compraram também o estúdio Action Pants, localizado em Vancouver e especializado em jogos de ação, junto de um jogo para Wii ainda não anunciado.
Uau! Haja ânimo no meio da crise para faturar novos negócios, não?
Para dar uma opinião mais profunda sobre a crise e essas novas aquisições, procurei alguém com mais experiência no ramo da indústria: eu e Pablo Raphael batemos um papo com Tiago Tex Pine, sócio-fundador do estúdio Interama de Vitória – ES, produtor da Tectoy Digital e blogueiro.
Yay, o primeiro rumor exclusivo do Continue! Eu poderia enrolar um monte sobre isso, mas vou direto ao assunto: segundo uma fonte anônima que eu julgo ser confiável, quem fez pré-compra do The Sims 3 – cuja data de lançamento consta nos sites de venda online como 20/02 – basicamente fodeu-se, porque o jogo será adiado por seis meses.
Ainda segundo o rumor, um anúncio oficial desse atraso será feito provavelmente essa semana, e haverá algum tipo de “brinde de consolação” para quem já fez a pré-compra e vai ter que esperar mais (o que me lembra: hora de fazer a minha).
Será verdade? Eu não sei, só estou reportando o que fiquei sabendo. De qualquer forma, em breve saberemos se o primeiro rumor exclusivo do Continue teve procedência. Estarei na torcida… só não sei ainda pra quê.