
[Atualização: Não foi desta vez. Pelo visto, colar artworks de tamanho aleatório foi só um jeito bizarro de "dar ênfase à plataforma" que, conforme um representante da NIS contou ao Joystiq, é o DS que todos conhecemos. ]
A imagem acima apareceu na última edição da revista Nintendo Power. Seria uma propaganda normal do simpático jogo Disgaea, junto com outros da produtora NIS, se não fosse por um único detalhe: as telas do DS estão ligeiramente deformadas. Maiores. Wide. Apesar de não me parcer verossímil o suficiente para ser um novo design a ser apresentado na E3, fico me perguntando por que/como/de onde fizeram isso e, mais importante ainda… como foi parar na revista oficial da Nintendo.
Fake? Erro? Piada? Preguiça de cortar a imagem pra caber na telinha do portátil? Um novo modelo “DS Wide”? Seja como for, a Nintendo já se pronunciou sobre esse rumor, negando. A negativa deles foi o simples “this is purely rumour and speculation”, resposta que se torna interessantíssima a partir do momento que lembramos que foi exatamente que a empresa disse sobre os rumores do DS Lite exatamente uma semana antes de anunciá-lo. De fato, o rumor parecia muito mais absurdo antes da Nintendo negá-lo.
Só o tempo dirá. Seis dias, mais precisamente.
[via GoNintendo]

[Apenas um avisinho antes de começarmos a nossa segunda viagem pelo passado da feira cujo futuro estaremos presenciando na semana que vem. Algumas pessoas perguntaram "Por que começar por 2000, se a primeira E3 aconteceu bem antes disso?". A resposta é: porque nós queríamos fechar uma semana -- não mais, não menos -- e queríamos terminar essa semana no ano de 2007, pra entrar 2008 com tudo fresquinho na memória!]
Dois mil e um foi um ano estranho. Em janeiro daquele ano a SEGA fez o histórico anúncio de que abandonaria o mercado dos consoles. O Dreamcast, que tinha muitos fãs e nem sequer parecia estar com um desempenho tão fraco assim, subitamente não teria mais um sucessor. Ele ainda receberia jogos e suporte por algum tempo, mas estava oficialmente respirando por aparelhos. Milhões de fãs pelo mundo todo estavam inconsoláveis. Enquanto isso, a Microsoft preparava o seu Xbox, que, apesar de ter sido anunciado no ano anterior, ainda não havia sido mostrado ao mundo. Uma empresa querida e veterana “falira”, enquanto outra, que não gozava da simpatia da maior parte do mundo, entrava no jogo. Sabe quando aquele ator carismático e tradicional sai de uma série de TV depois de várias temporadas, sendo substituído por outro que não tem nada a ver? Era assim que o mundo dos games se sentia no início de 2001.
Mas para boa parte dos gamers, essa sensação de vazio só duraria até maio, mês em que ocorreu uma das mais memoráveis E3 da década. Não apenas pela revelação da Caixa X da empresinha do tio Bill, mas também — e mais ainda! — pela revelação do Dolphin. Dolphin? Sim, o sucessor do Nintendo 64, que era aguardado com ansiedade por turbas de Nintendistas sedentos pela reparação dos erros cometidos pela Nintendo com o seu console de 64 bits. É claro que, assim como o Revolution mudou de nome para Wii, o Dolphin chegou sob outra alcunha: GameCube.
No outro canto da arena, a gigante Sony nunca fora tão grande. Descansando sobre os louros do próprio sucesso merecido, mas não dormindo no ponto (como faz hoje em dia, se me permitem a justa alfinetada), a dona do PS2 mostrou um grande arsenal de pesos pesados, que garantiriam que todo gamer que tivesse um mínimo de respeito próprio acabasse adquirindo um dos seus consoles.
Após o continue você embarca com a gente em mais uma viagem pelo passado. Quais jogos foram mostrados pela Sony? Como foi a recepção do GameCube? Duke Nukem Forever apareceu de novo? As Booth Babes foram mais gostosas que as do ano anterior? Essas respostas e outras estão a um clique de distância (ou uma linha, caso você esteja lendo no feed).

[Você já está sentindo, no ar, essa vibração característica? Estamos a exatamente uma semana do início da E3 2008! Segredos revelados! Novidades divulgadas! Overdose de informação! Ah, eu adoro. Eu e toda a equipe do Continue, que se juntou para fazer uma aquecimento barra restrospectiva dessa feira que é a cara da indústria mundial de games. O texto abaixo é de Pablo Raphael, e os fatos após o continue são da equipe como um todo. E amanhã tem mais.]
Los Angeles, maio de 2000. A última Electronic Entertainment Expo do século XX começou no dia 11 e se estendeu até o dia 13, deixando um rastro de números impressionantes. Mais de 62 mil pessoas estiveram lá para conferir aproximadamente 2500 games expostos em 450 estandes. Na prática, boa parte desses jogos jamais chegariam aos jogadores. Mas quem se importa?
É a E3, o paraíso dos gamers, uma espécie de Woodstock nerd. Todos conhecemos, todos amamos, todos acompanhamos a cada ano. Os semideuses da indústria estão logo ali, virando o corredor. A festa é comandada pelos estandes com performances de DJs e performances como a de Space Channel 5, da Sega. Há jornalistas do mundo todo, cuja presença massiva no evento é um bom lembrete do quanto os videogames se tornaram uma cultura globalizada. E do lado de fora, claro, estão também os jogadores, acompanhando tudo à distância de alguns cliques (hoje em dia, porque no início da feira o negócio era esperar ansiosamente a revista favorita do mês seguinte).
Em 2000 boa parte das atenções estava voltada para os jogos de PC - quanta diferença para os dias atuais! Warcraft 3, Commandos 2, Black & White (que merecidamente ganhou alguns prêmios de “Best of the Show”), Baldurs Gate 2: Shadows of Ann, Neverwinter Nights, Dungeon Siege… os PCs estavam com tudo. Até retornaríamos ao Castelo Wolfenstein depois daquela E3!
Mas não pense que os consoles ficaram de fora da festa, muito pelo contrário. Na E3 2000 tivemos o anúncio fantástico de uma nova máquina: o Xbox da Microsoft, empresa que até então nunca havia dado pistas de querer entrar no mercado de games além-PC. Ele foi recebido com desprezo e piadas sobre “tela azul da morte”, mas hoje em dia… bom, você sabe. O 2000 foi também o ano em que Max Payne e, principalmente, Halo deram as caras. Quem poderia imaginar que os soldadinhos do jogo da Bungie fariam tanto sucesso no futuro?
A SEGA ainda era uma competidora na arena dos consoles e tentava vender o seu Dreamcast como máquina para se jogar online, apostando as fichas em Phantasy Star Online. Mal sabiam os gamers que menos de um ano depois a empresa soltaria um dos mais importantes comunicados à imprensa da história desta indústria: seu afastamento do mercado de consoles.
E isso é só o início! Saiba mais sobre o que rolou nessa E3 tão, tão distante depois do continue.

Bola dentro total da Digerati: em parceria com a Rádio Metropolitana de São Paulo, estão organizando um evento que tem tudo pra ser divertidaço. É o RockPlay, um campeonato de Guitar Hero III com algo a mais.
Você se inscreve e então vai para o Inferno Club, uma casa de shows aqui na capital, colocar as suas habilidades roqueirísticas em batalha contra as de outros 383 roqueiros de guitarra de plástico nos dias 30 e 31 de Agosto, em frente a uma platéia livre. Depois de classificado (assumindo que um noob como você vai se classificar), você volta no fim de semana seguinte para a grande final, tocando no palco, com iluminação, fumaça, platéia formada apenas por VIPs convidados e tudo que um rockstar merece (exceto groupies, porque além de noob você é feio).
Depois de coroado o vencedor, ainda vai rolar um show com uma das melhores bandas de rock brasileiras na opinião pessoal, particular e irrelevante deste blogueiro: os Autoramas. Sério, não consigo pensar em uma banda mais apropriada para o evento. O som dos caras é puro rock sem frescuras, as letras são geniais e eles têm uns riffs bem loucos. Se houvesse um Guitar Hero só com bandas brasileiras, ia ter Autoramas pra cacete, certeza.
O prêmio ainda não foi divulgado, mas as minhas fontes dentro da Digerati me informaram a seguinte frase: “pode-se esperar uma boa premiação”. Vago e previsível, mas já é alguma coisa.
E aí, você vai se inscrever? Eu não vou. Sou noob (e feio) no Guitar Hero.

[Atualização: Como se uma imagem ocupando metade de página não fosse suficiente, a Official Nintendo Magazine confirmou em seu blog que Animal Crossing Wii será mesmo revelado na conferência da Nintendo na E3 deste ano. \o/ ]
Essas revistas oficiais da Nintendo adoram fazer um doce. Depois da Nintendo Power com o caso de Kingdom Hearts 3, é a vez da britânica Official Nintendo Magazine dar dicas em sua última edição. E não estamos falando de dicas como “vidas infinitas” ou algo assim.
Sutil como um brontossauro, a publicação pôs uma artwork de Animal Crossing com os seguintes dizeres, em legenda:
Já faz um tempo! Está na hora de revisitar um velho amigo. Como sua vila tem andado nesses últimos dias?
A minha já está cheia de ervas daninhas. Definitivamente, já passou da hora de criar uma nova. E alguma coisa me diz que o novo lar dos crossers começa com W e termina com ii. Afinal, convenhamos: o Wii foi feito com Animal Crossing em mente, talvez no mesmo nível em que o N64 foi criado para Mario 64 e o DS para Brain Age. Pensa só: recursos como Mii, Message Board, Virtual Console e até mesmo os gifts do Shop Channel já existiam em um disco do Cube muito antes de sequer se falar em controle revolucionário. Se você reparar, no próprio manual de instruções do Wii tem uma imagem que mostra a Message Board do console exibindo uma mensagem com o clássico ícone da folhinha do Tom Nook. E com o remote, tarefas como pescar, caçar, escavar e até escrever ficarão muito menos enfadonhas. Alguém mais tá animado?
Ah, e no resto da página, a revista promete trazer na próxima edição todas as novidades reveladas pela Big N na E3 deste ano (”expect gaming gold!”) e ainda dois novos títulos de ação para Wii. Por mim, pode vir!
[via Wii Brasil]
Sobre a minha ausência: eu ainda não morri. Estava apenas sofrendo da ressaca pós-Checkpoint, que, por sinal, foi bem bacana. O nível caótico da brincadeira não me permitiu nem pensar em tirar fotos, mas algumas pessoas legais se encarregaram disso. Rolou até um vídeo bem bacana que resume bem o evento. Vejo vocês no próximo!

Os caras da Polyphony Digital levam muito a sério o slogan “The real driving simulator” dos jogos Gran Turismo. O grau de realismo na pilotagem dos carros em GT é elevado e essa é uma das razões do sucesso da franquia automobílistica, literalmente um dos carros-chefe dos videogames da Sony.
E eles estão prontos para aumentar ainda mais o grau de seriedade da coisa.
A partir da semana que vem começa a competição GT Academy na PSN. Segundo o press-release da Sony, o evento vai “unir os mundos real e virtual de corrida para tornar realidade os sonhos dos aspirantes a corredores”.
Vai funcionar da seguinte forma: serão sete semanas de competição na PSN, começando no dia 02 de junho, também conhecido como segunda-feira que vem. Os competidores devem registrar suas PlayStation ID no site GTAcademy.eu (viu só, Konami, não precisamos criar outra ID pra isso!) e, a partir daí, poderão correr no “GT Academy Time Trial” disputando os melhores tempos no circuito Eiger Nordwand, com um Nissan Fairlady 350z.
A segunda fase do torneio, “National Final”, vai rolar em julho e será disputada pelos vinte melhores pilotos virtuais de cada país, em modo versus. Da National Final sairão três pilotos por país. E é aí que a coisa fica real: Os pilotos finalistas vão para Silverstone, a Meca automobílistica da Inglaterra. Após testes físicos e mentais, os participantes vão competir pelo melhor tempo no famoso circuito inglês, mostrando suas habilidades de pilotagem a bordo de um Nissan GT-R.
Depois dessa última peneira, os dois melhores pilotos participarão de um programa de treinamento com duração de 04 meses, a tal GT Academy. Depois do curso, ganham suas carteiras de habilitação para competir como pilotos profissionais e participarão de uma corrida pra valer, guiando um Nissan 350z preparado para competição. A corrida será em Dubai, aquela ilha-shopping center no Oriente Médio e vai rolar em janeiro de 2009.
Completamente sensacional, não acham? Como nem tudo é perfeito, a competição esse ano está limitada aos donos de PlayStation 3 europeus.
[via Finalboss]

Trocadilhos infames à parte, estou passando por aqui para justificar a minha escassez de posts atualmente: estou organizando um evento de videogames!
Ooohhh!
O Checkpoint vai acontecer no Rio de Janeiro no dia 15 de junho e, acredite, vai ter muita coisa legal. Além da presença do membro mais simpático da equipe do Continue — este que vos escreve –, haverá diversos campeonatos (inclusive Brawl, para os pouco viciados leitores deste blog), freeplay dos mais variados consoles (com Rock Band!!1! \m/), concurso de cosplay, show com uma banda carioca de gamemusic, palestras de gente que entende, estandes, cardgames, campeonatos de portáteis e muuuuito mais! =D
É claro, todos os leitores do Continue, cariocas ou não, estão convidados. Realmente adoraria encontrá-los por lá. E aqueles que se apresentarem como tal no ato da compra do ingresso ainda ganharão de brinde um adorável… aperto de mão!
Parece que Tommy Tallarico, Jack Wall e companhia gostaram mesmo do Brasil. Eles vieram e fizeram show no Rio e em São Paulo em 2006, e em 2007 aumentaram ainda mais a extensão da turnê tupiniquim para Brasília. Como se não fosse suficiente, o Video Games Live retornará ao país mais uma vez em 2008! \o/
Por enquanto, a única cidade que consta na página de datas do site oficial é o Rio de Janeiro (chupem, paulistas! =D), mas seguindo a lógica dos anos anteriores é bem provável que eles agendem ainda mais espetáculos desta vez. [Nota do Bracht: precisam fazer um em Porto Alegre, no Theatro São Pedro.]
A mim, só interessa saber que modificações eles farão no setlist para justificar o interesse daqueles que já assistiram ao show duas vezes. Shadow of the Colossus, alguém?

Quem não se lembra da apresentação da Nintendo na E3 2006, hein? Foi o ano em que ela mostrou o Wii jogável pela primeira vez, causando o subsequente aparecimento de vários vídeos mostrando hordas de jornalistas descontrolados passando reto pelos estande da concorrência, em direção às cabines de teste do novo console. Foi o ano em que Miyamoto abriu a conferência regendo uma orquestra de Miis com o Wii Remote. Foi o ano em que todo mundo estava empolgado com Red Steel, sem saber que acabaria sendo uma grande decepção. Eu lembro muito bem de tudo isso porque naquela época eu era ainda mais fanboy da Nintendo do que sou hoje.
Enfim, tudo isso aconteceu no ano em que a conferência da Nintendo foi no grandioso Kodak Theatre, em Los Angeles, um dos maiores espaços para conferências e apresentações dos EUA. É lá que ocorre a cerimônia de entrega do Oscar, inclusive. Depois de uma E3 2007 totalmente sem sal e sem espetáculo, a Nintendo anunciou essa semana que voltará a realizar a sua conferência neste espaço em 2008. Grandes lugares pedem grandes anúncios, certo?
Definitivamente, só nos resta esperar. Dia 15 de Julho saberemos.
[via GoNintendo]

Uns tempos atrás, disse ao Bracht que não escreveria mais sobre Guns of the Patriots aqui no Continue até que o jogo estivesse nas lojas. Por ser o jogo exclusivo mais badalado do PS3 nesse ano, em alguns dias eu cogitava aqui com meu teclado porquê esse console não se chamava “KojimaStation”. Acredite, não é tão fácil achar notícias sobre outros jogos relevantes antes do lançamento do último episódio da série Metal Gear.
O fato é que com a proximidade do dia 12 de junho, os olhos do mundo gamer se voltam para o jogo que promete encerrar a saga do espião Solid Snake e mostrar tudo o que o PlayStation 3 é realmente capaz de fazer.
Nos últimos dias têm surgido algumas novidades bacanas e outras curiosas, e decidi que o jogo merecia um derradeiro post antes de chegar às prateleiras das lojas e às bandejas dos afortunados que vão jogá-lo em junho.
Pra começar, que tal conferir depois do continue a quantas anda a hype com o lançamento? Temos um monte de novidades bacanas.