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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Especiais’ Category

nfsundercover

[Mais leitores participando dessa nossa nova série de posts! Desta vez é o Frederico Lohmann que nos relata a sua paixão pela série Need For Speed[bb]” /><script src= como o motivo pela sua ansiedade pelo novo NFS: Undercover. Participe você também!]

1994, uma locadora de games, um console que havia acabado de chegar, um jogo com nome sugestivo. Assim fui apresentado a Road & Track Presents: The Need for Speed, no 3DO. Foi paixão imediata. Um jogo onde eu podia pilotar vários de meus idolatrados sonhos, mas com uma imersão superior a outras séries. Muitas horas, notas e moedas foram consumidas por este êxtase em forma de jogo. Um amor eterno estava nascendo.

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  • hl3tosco

    [Sabe quem mal pode esperar por Half-Life 2: Episode 3? É o Ilton Alberto Jr., outro fã da Valve, que nos mandou este texto. Eu particularmente compartilho dessa expectativa, então faço minhas as palavras dele! E você, mal pode esperar por algum jogo? Escreva um texto contando qual é esse jogo e o porquê da sua expectativa e participe do Continue!]

    Já faz um bom tempo que eu conheci Half-Life. Desde o HL1, que eu zerei várias vezes, percebendo que aquilo era revolucionário. A Valve também percebeu. Então, em 2004, chega ao mundo Half-Life 2, que foi a pérola da Valve. Então, foi criado a trilogia do HL2, com seus episódios. O último, Episode 2, foi lançado ano passado, quando emocionou muitos com seu final sombrio e emocionante. Agora o que eu e todo o resto do mundo pede à Valve (sem contar com Left4Dead) é Half-Life 2: Episode 3.

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  • [Porquê mal posso esperar por...] Guitar Hero: World Tour

    (Guitar Hero) [bb]

    Tá bom, a verdade é que ele já foi lançado lá nos States, mas adicione alguns fatores intrínsecos ao fato de eu ser brasileiro (como a demora para o jogo ser importado, os impostos abusivos e falta de “tempo”) que fica fácil descobrir porque ainda devo continuar esperando um bocado por World Tour. 

    Mas se o kit completo com bateria, microfone e guitarra custa lá seus US$ 200, pelo menos sonhar é de graça. E enumero a seguir alguns motivos do porquê você — que provavelmente não é nem tão viciado nem tão bom quanto eu — também deveria estar sonhando com o novo Guitar Hero.

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  • [Porquê mal posso esperar por…] Left 4 Dead

    left4dead

    [Depois que eu babei ovo do Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, o PR confessou sua ansiedade por Fallout 3 e o Daniel Trezub explicou porquê mal pode esperar por LittleBigPlanet, o nosso leitor Felipe Nanni, de Salvador, ligou o Fanboy Mode e resolveu botar para fora toda a sua vontade de jogar Left 4 Dead. Quer participar também? Escreva um texto explicando porquê mal pode esperar por algum jogo e envie para nós!]

    Já faz um bom tempo em que a primeira coisa que faço quando chego a casa é ligar o computador e procurar informações sobre UM jogo. Um único jogo, que já me fez acordar de madrugada com pesadelos, antes mesmo de jogá-lo… E este jogo é Left 4 Dead. Deus, até o nome é perfeito!

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  • [Porquê eu mal posso esperar por...] LittleBigPlanet


    • Nas categorias: Especiais

    [Faz tempo que a gente não tem uma série de posts especiais aqui no Continue, né? Pois bem, agora temos! A enxuta equipe deste blog está escrevendo textos bem pessoais sobre os jogos que mais esperam. De gamer para gamer, como a gente gosta. E se você está esperando ansiosamente por algum jogo e quer explicar ao Brasil o porquê disso, fique à vontade para nos enviar a sua contribuição!]

    LittleBigPlanet é um daqueles jogos que só poderiam ter nascido na família PlayStation. Eu já falei sobre isso várias vezes, com várias pessoas: simplesmente porque nunca alguém da MS apostaria numa idéia dessas.

    Aliás, eu nem sei direito qual é a idéia por trás de LittleBigPlanet. É um jogo de plataforma? Pode ser. É um jogo multiplayer? Pode ser. É a evolução do PowerPoint? Pode ser. O que eu sei é que ele nos trouxe um dos personagens mais carismáticos dos últimos tempos: Sackboy.

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  • bknb

    [Faz tempo que a gente não tem uma série de posts especiais aqui no Continue, né? Pois bem, agora temos! A enxuta equipe deste blog está escrevendo textos bem pessoais sobre os jogos que mais esperam. De gamer para gamer, como a gente gosta. E se você está esperando ansiosamente por algum jogo e quer explicar ao Brasil o porquê disso, fique à vontade para nos enviar a sua contribuição!]

    Sabe o que eu estava fazendo minutos antes de começar a escrever este post? Comprando um cartão de assinatura da Live Gold. A minha assinatura havia expirado há quase dois meses, e eu não fiz questão nenhuma de renovar – minha jogatina online foi transferida para Team Fortress 2 no PC e os demos que saíam no 360 não justificavam o dinheiro da assinatura. Até hoje, porque hoje saiu o demo de Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts.

    Enquanto os cerca de 1200MB do demo se transferem para o meu apertadíssimo HD de 20GB, eu tiro estes últimos minutos de expectativa para explicar porquê eu espero tanto por este jogo.

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  • Locadora online: vale a pena? Testamos a Game em Casa

    Há alguns meses publicamos uma série especial aqui no Continue, falando sobre as locadoras online (é só procurar por “Locadoras 2.0″ ali no campo de busca). Sites que, mediante o pagamento de uma mensalidade, enviam e retiram games na sua casa, sendo que você pode ficar com eles o tempo que desejar. Os serviços pareciam promissores, mas os nossos posts não foram baseados em experiências próprias, limitando-se apenas ao que conseguimos na ocasião: entrevistas com os responsáveis pelos três maiores players desse novo mercado.

    Mas recentemente tive a oportunidade de conferir por dentro o funcionamento de um destes serviços, a Game em Casa (confira aqui a entrevista que o presidente Alex Levorin concedeu para nós à época). O site ofereceu um mês de teste grátis para mim, em troca de um post a respeito. Uma verdadeira situação onde todo mundo ganha, certo? Eu faturo um mês grátis, você se informa sobre o assunto e eles ganham  visibilidade e recebem um feedback honesto.

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  • (psp) [bb]

    A E3 é o evento não-competitivo mais competitivo do mundo. Assim que termina a última das três maiores conferências do ano, todo mundo (imprensa inclusive) se põe a apontar o “vencedor”, aquele que mostrou mais e mostrou melhor. Aquele que empolgou mais. Na E3 2004 este vencedor não ficou muito claro.

    Boa parte das pessoas declarou como vencedora a Sony, a exemplo do ano anterior. O PSP, já previamente anunciado, foi finalmente demonstrado no palco por Kaz Hirai, e impressionou o mundo. Com uma tela daquele tamanho e gráficos como aqueles, era literalmente como ter um PS2 na palma da mão. Além do mais, a Sony já era a líder mesmo, então estava mais cotada para ser vencedora da E3.

    A Nintendo mostrou aquilo que todo mundo queria ver: Miyamoto empunhando ridiculamente uma espada e um escudo de brinquedo o primeiro trailer daquele Zelda “adulto” que todo mundo esperava desde 2001, e mais ainda depois do anúncio do Zelda cartunizado para GameCube. A empresa também deixou todo mundo de boca aberta com o anúncio do seu contra-ataque ao PSP — um portátil bem feio e com cara de brinquedo, mas lotado de idéias diferentes (sensores de toque, microfone, canetinha stylus, duas telas) que que poderiam torná-lo um sucesso ou o novo Virtual Boy. O nome “Revolution” foi citado pela primeira vez, mas ninguém teria a mínima idéia do que ele significaria pelos próximos vários meses.

    A Microsoft teve a apresentação mais previsível das três, mas também mostrou — e mostrou bem — o que se esperava: vários minutos in-game de Halo 2. Só isso já foi suficiente para acalmar os fãs, que pela primeira vez tiveram certeza absoluta que a série que salvou o Xbox da irrelevância estava evoluindo a contento.

    O PC, depois de alguns anos de bolas dentro, teve alguns jogos interessantes mas ficou mesmo em segundo plano.

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  • (Half Life 2) [bb]

    Se eu não gostasse tanto da E3, acho que lançaria a eguinte idéia: que se faça a feira somente em anos de anúncio ou demonstração de consoles novos. Os períodos de entressafra costumam (ou costumavam) ser bastante chatos, e, assim como 2002, 2003 não fugiu à regra.

    Enquanto Sony e principalmente Microsoft levantavam a bandeira do online e abraçavam este novo “modo de jogo” como um dos principais pilares do futuro dos games, a Nintendo veio à festa com sua venda e seus tapa-ouvidos, falando sozinha sobre “conectividade” — o que pra eles significava empurrar mais um cabo para os jogadores, com o único propósito de realizar a “maravilhosa” ligação entre o GBA e o LameCube. Lindo, Nintendo. Aliás, sei que isso é algo que eu deveria ter feito há cinco anos, mas queria propôr uma salva de palmas para esse brilhante momento da sua história.


    (Eu SEMPRE quis achar um pretexto pra publicar essa imagem.)

    No lado verde da Força as novidades eram poucas, mas boas. Novas funções para a Xbox Live (coisas que hoje são padrão ou nem existem mais) e alguns ótimos jogos novos fizeram parte do menu, que saciou muita gente.

    Mas banquete quem deu mesmo foi a Sony. A guerra já estava ganha, mas isso não a impediu de carregar um pente novinho, cheio de munição. Chutar cachorro morto foi com ela mesmo em 2003.

    E ainda teve o N-Gage. (risos)

    Saiba mais detalhes sobre tudo isso e mais um pouco, como sempre, depois do continue.

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  • Com todos os consoles na praça e o Dreamcast já morto e enterrado, na E3 2002 o foco das empresas foi em consolidar suas máquinas. Portanto, há de se admitir que foi um ano meio sem graça para a E3, ainda mais se comparado com os dois anos anteriores. Não tem jeito: os melhores anos da feira são sempre aqueles em que algum console novo é revelado.

    Seguindo esta intenção de fortalecer seus consoles, Nintendo, Sony e Microsoft tentaram ir além do básico e não se limitaram a mostrar apenas jogos. O 2002 foi o ano dos acessórios na E3. A Sony introduziu a sua EyeToy, a Nintendo mostrou o e-Reader e a conexão GBA/GameCube, enquanto a Microsoft mostrava visão de futuro e apostava na Xbox Live.

    No entanto, a feira foi boa mesmo para quem tinha acabado de (ou estava pensando em) fazer aquele upgrade bacana no PC. Entre os muitos jogos bacanas para a plataforma, um se destacou e acabou sendo o grande nome da E3 naquele ano: DOOM 3.

    Saiba mais sobre os principais jogos anunciados depois do continue.

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