por P. F. Paiva
No texto anterior, falamos sobre como é importante ter referências, jogar bastante, pra que possamos usar esse conhecimento em nossos próprios projetos. Falamos também sobre a importância do auto-questionamento, que resulta na auto-crítica, assim como a importância de perguntar aos outros o que acham de nossos projetos. Agora vamos falar um pouco sobre incrementar o seu projeto já em desenvolvimento, etapa na qual costumam acontecer muitos erros.
Quando o jogo está tomando forma, é comum chegarmos num momento em que não sabemos qual deve ser o próximo passo. Já temos uma idéia básica, já começamos a produzir material, mas não sabemos o que fazer agora. Nesses momentos, incrementar pode ser uma má ideia. Muitas vezes, e mesmo sem saber, o incremento é um recurso que o desenvolvedor utiliza para disfarçar problemas básicos do jogo. Você pensa que está agregando valor ao seu jogo, quando na verdade está caindo numa ilusão. Já vimos muitos exemplos disso, mesmo em jogos comerciais famosos.
Todos estamos acostumados a discutir as últimas notícias, apostar sobre os rumores mais quentes e defender os nossos títulos preferidos nas polemicas do dia-a-dia. Somos gamers, é isto o que fazemos. Geralmente.
Mas eu gostaria de convidar vocês para algo novo desta vez. Ficção.
Esta é um conto criado a partir daquele que é, na minha humilde opinião, um dos melhores universos fictícios entre os disponíveis para os consoles atuais: o de Killzone 2 .
Espero que vocês se divirtam e me acompanhem até o final dessa história. O espaço de comentários, como sempre, é de vocês para críticas e sugestões. Valeu.
Dia desses fizemos um post sobre Team Fortress, promoções do Steam, ou algo assim. Não lembro. Só lembro que, nos comentários, fiquei impressionado com o pedido de um leitor: ele queria entender o que era o Steam, o programa/loja/gerenciador de jogos da Valve.
Foi algo que me abriu os olhos. Só porque eu e a maioria das pessoas com quem eu tenho contato conhece o Steam como as palmas das suas mãos peludas, isso não significa que todo mundo nasça sabendo.
Por isso eu achei por bem atender ao pedido do nosso leitor e escrevi este guia completo sobre o Steam. Um detonado, por que não? Palavras não foram poupadas para que você possa aprender exatamente o que é e como usá-lo se ainda não conhece, ou talvez até descobrir uma ou outra coisa nova mesmo se já for usuário.
Este é o último post da série 7 Testers. Nos últimos dois ou três meses eu fiz o possível para mostrar algumas das facetas do novo Windows 7 mais interessantes aos gamers. Nem sempre com sucesso em capturar o interesse de vocês, mas sempre com boa intenção. Agora é hora de terminar mais ou menos como começamos – com um apanhado geral do sistema em questão.
Conforme eu já tinha dito, o Windows 7 é mesmo a junção de tudo que era bom no XP com versões corrigidas de tudo que falhou no Vista, com uma camada de novidades para acompanhar.
Para exemplificar melhor, acho que nada vai ser tão bem-sucedido quanto uma listinha das coisas que eu mais gosto no sistema. Vamos lá.

Se eu te perguntasse qual é o jogo eletrônico mais jogado no mundo inteiro, talvez você pensasse, sei lá, em Super Mario World ou Tetris. Mas na verdade estaríamos muito provavelmente falando de Paciência. Sim, Paciência. Aquele joguinho que você sempre vê os atendentes de repartições públicas jogando em vez de te atender.
No post passado da série 7 Testers, falei um pouquinho sobre uma das características do Windows 7 mais úteis para os gamers, a atualização automática de drivers através do Windows Update. Com ela, você é poupado da peregrinação aos sites dos fabricantes a cada vez que um componente do computador se comporta de maneira errada e trava o seu jogo, ou até mesmo o sistema inteiro.
Acima, você vê um pequeno passo a passo sobre como funciona isso (útil para quem ainda não utilizou o sistema), e a seguir você lê as respostas oficiais da Microsoft para algumas dúvidas que me surgiram sobre essa funcionalidade.

Eu tenho jogado muito Super Mario Galaxy. Depois de meses encostado, um dia resolvi pegar só mais uma estrelinha e não consegui mais parar. Já peguei todas elas duas vezes (uma com o Mario e outra com o Luigi — que é equivalente ao modo Hard), e agora me ocupo assistindo ou ajudando enquanto a minha namorada pega as suas pela primeira vez. Ela já está com 36.
Nisso, cheguei a uma conclusão sobre esse jogo. Meses distante de qualquer tipo de hype que recaia sobre ele e me altere a visão, eu posso afirmar com total certeza que Super Mario Galaxy é um dos melhores jogos já criados, e possivelmente o melhor jogo de videogame dessa geração.
Aí está o seu motivo para esperar ansiosamente por Super Mario Galaxy 2. Agora, se você quiser que eu me explique um pouco melhor sobre a afirmação do parágrafo acima, vou precisar mais do que um motivo apenas…
Apesar de ser unanimamente considerado um sistema operacional bem à frente dos seus predecessores, o Windows 7 não incluiu muitas funções para benefício exclusivo da comunidade gamer. Até mesmo o Vista foi melhor nesse aspecto, trazendo as polêmicas novidades Games For Windows (aquele arremedo de Xbox Live para PCs) e Game Manager (aquela janela para gerenciar os jogos dentro do Windows, que eu não conheço ninguém que usa).
Mas o Windows 7 trouxe ao menos uma novidade interessante para os gamers: atualização automática de driver de vídeo. É algo bem menos chamativo comparado às novidades trazidas pelo Vista, mas, ao contrário do que muitos podem dizer delas, é genuinamente útil.

Infelizmente, nós aqui do Continue não temos o equipamento necessário para realizar testes pesados no Windows 7 voltado para games. Segundo as opiniões gerais das pessoas na internet (inclusive vocês), chega-se a um consenso de que a performance costuma ser melhor no Windows 7 do que no Vista, e muitas vezes melhor do que no XP, mas para medir isso com algum grau de precisão, nós teríamos que ter no mínimo duas máquinas com configurações iguais para instalar sistemas diferentes e rodar os jogos.
Como não é o caso, o que podemos fazer é passar pra vocês os resultados de um benchmarking bem claro e direto publicados por usuário do fórum Overclock.net (uma comunidade focada apens nisso — extrair performance de suas máquinas). Os testes são um pouco antigos, e ainda foram feitos usando a versão RC 7000 do Windows 7, mas os resultados são claros e, segundo fontes que eu consultei, refletem os resultados que seriam obtidos por uma versão mais atual.

Gráficos de vender TV na loja, história complexa e emocionante, mecânicas novas ou consagradas, multiplayer infinito e competitivo. Todos esses, e muitos outros, são motivos que levam as pessoas a comprarem um jogo. E, se você olhar as prateleiras de uma boa loja de games hoje, verá que há uma boa oferta de jogos que atendem a cada um desses interesses.
Eu, no entanto, tenho um interesse que é atendido por uma parcela mínima de jogos: o humor. Humor puro, simples, bobo e escancarado. Mas também inteligente e, principalmente, engraçado. Cadê os jogos assim?
O humor é tão ausente dos games que eu não consigo nem mesmo achar muita coisa no Google sobre o assunto. Como disse Stephen Totilo neste artigo de 2004 (percebe-se que o problema não é de hoje, nem mesmo desta geração), se as lojas de games organizassem os jogos por gênero como as locadoras fazem, não haveria uma prateleira de comédia.