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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Enviados por leitor’ Category

Daltonismo

[Só para não perder o costume, o nosso leitor mais produtivo, o AyPyCy, lança mais um ótimo texto sobre um assunto relevante. Na verdade este foi o primeiro que ele me mandou, mas acabou ficando por último, pois já tínhamos assunto para as Discussões dos Fins de Semanas anteriores. Aproveitem!]

Acessibilidade, conforme a Wikipédia, significa não apenas permitir que pessoas com deficiências participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população.

Sou daltônico, o que, resumidamente, significa que tenho limitações com cores. No meu caso a deficiência é bem leve, confundo algumas tonalidades, mas mesmo assim ela existe. Há casos mais extremos onde o indivíduo não consegue identificar nenhuma cor… Enfim, este é um distúrbio que atinge cerca de 8% da população mundial (estatisticamente, das 402 pessoas que estão lendo isso via RSS, 32 devem ser daltônicas), sendo que afeta principalmente os do sexo masculino. Que conhecidamente são os maiores usuários de games.

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  • [Os Incansáveis #04] Starcraft

    Starcraft

    [Acho que não precisamos mais de apresentações, né? Com vocês... Daniel Trezub, o homem dos jogos Incansáveis!]

    Esse já é o quarto artigo sobre os nossos queridos jogos antigos. Estou há um mês escrevendo sobre eles. Depois de Transport Tycoon, Tetris e Age of Empires 2: The Age of Kings, creio que a escolha natural para hoje seja Starcraft.

    No texto da semana passada, escrevi que existem vários bons jogos RTS, mas Age2 continua tendo seu charme. Agora, escrevendo sobre Starcraft, entendo porque não mencionei o RTS espacial da Blizzard semana passada. Starcraft é outra coisa.

    Age é RTS. Starcraft é RTS. Mas qualquer um que já tenha jogado os dois vai concordar comigo que são coisas completamente diferentes. A experiência de jogar Age of Empires e de jogar Starcraft é diversa, apesar do gênero ser o mesmo. A atmosfera é diferente, sei lá. Na minha cabeça, Starcraft e Age não cabem na mesma caixa.

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  • [Os Incansáveis #03] Age of Empires 2

    Age2

    [Será que está rolando uma competição pelo melhor texto entre os nossos leitores-participativos? Na semana em que o AyPyCy se superou com o texto sobre pirataria, o Daniel Trezub ataca com esta que é, na minha opinião, a melhor edição da série Os Incansáveis até agora. Se eles estão mesmo competindo eu não sei, mas quem está ganhando é a gente!]

    Os jogadores encontram-se numa sala. Alguns se conhecem, outros nunca se viram antes. O host esclarece algumas regras simples para aquela partida. Um engraçadinho digita o número 7 e tecla enter. Uma risada abobada e quase insana enche o recinto. Outro responde digitando 14 e o coro grita “Start the game already”! Enquanto isso os demais jogadores discutem os times a serem formados, quantos computadores jogarão contra eles e em que nível.

    Aí 14, de novo. Alguém responde com um 31, e você nota que havia esquecido da existência dos padrecos. “Uoh-lo-loooo”. Enquanto divaga sobre o grau de sacanagem que esses padres carregam consigo, você nem percebe que só falta você clicar no “I’m Ready”. “Start the game already” ecoa várias e várias vezes em seu fone de ouvido. Envergonhado, você clica no “I’m ready” e a mensagem “Waiting for other players” aparece.

    Manda um dos peões catar comida, o outro pedras e o terceiro, madeira. Se você deu sorte de jogar com os chineses, tem mais peões à sua disposição. Assim que possível, você clica no scout à espera perto dos peões e marca waypoints ao redor deles, em uma espiral crescente, para fazer o reconhecimento do terreno. Um moinho, um barracks e logo seu exército está pronto para o primeiro raid. Torres, talvez, em locais estratégicos. Em último caso, cercas, que depois serão transformadas em muros.

    Então, enquanto você ordena que um dos novos peões comece a derrubar mais árvores (esse não é um jogo muito ecológico), o terrível, inconfundível e inexorável som de sirene toca. A primeira reação é olhar no mapa, no canto inferior direito. Um clique é o suficiente para ver sua população ser dizimada por um bando de bárbaros armados com clavas e lanças. O barulho de aço batendo, os gritos dos peões, e só resta tocar o sino para tentar salvar alguma coisa e rechaçar o ataque. Se você der sorte, pode ser que um peão consiga escapar e construir outro Town Center, mas aí as suas chances de sobrevivência serão remotas.

    Provavelmente sua civilização não chegará a ver outras eras, com castelos, cavaleiros em brilhantes armaduras e armas de fogo. Provavelmente essa partida de Age of Empires II: The Age of Kings estará perdida. Mas sempre há uma próxima.

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  • Pirataria, um texto a respeito

    Ovelhas

    [Adivinha só de quem é este texto? Do AyPyCy, o nosso já quase redator-honorário! Agora sério: eu sei que muitos de vocês já viram a cara ao se depararem com "mais um texto sobre pirataria", mas este vale muito a pena ser lido. Eu fiquei realmente muito surpreso e impressionado com a qualidade do trabalho do nosso leitor dos três "y", e considero este o melhor dos textos que ele já me mandou. Ajeite-se na cadeira, porque o texto é longo, e vamos nessa.]

    Antes de iniciar o texto gostaria de deixar bem claro que o objetivo dele não é criar polêmica, acusar alguém, nem discutir o preço das coisas. O objetivo é explicar o que é a pirataria (principalmente em conteúdo digital - games, música e filmes) e como ela nos afeta, diretamente ou indiretamente. Você pode concordar com o texto ou discordar dele, mas quero reforçar que o que está escrito abaixo não é simplesmente minha opinião, mas fatos provenientes de estudos e leituras.

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  • [Brawleando #03] Meta Knight

    Brawleando #03 - Meta Knight

    [Os leitores estão efetivamente tomando conta do Continue! Até a coluna Brawleando foi invadida! O texto de hoje é de autoria de Argus, fã da série Kirby, que demonstra por A+B que realmente entende do assunto e sabe controlar o nêmesis da bolota rosada. Aproveitem, prestigiem! E mandem os seus textos também, oras... Por que não?]

    O jogador novato, ao tentar usar Meta Knight pela primeira vez, poderá pensar (a) “Nossa, que legal, uma bolota espadachim”, (b) “Nossa, legal, ele é rápido”, (c) “Nossa, legal, fácil de usar!” ou (d) “Nossa, que fraco”. De fato, todos os pensamentos são compreensíveis, mas devemos deixar claro que apenas a primeira afirmação está cem por cento correta.

    Prós: para começar, o maior cavaleiro de Dream Land é um personagem de velocidade razoável e que ataca muito rapidamente. Ao contrário de Sonic, que é veloz mas tem ataques que precisam ser “calculados”, Meta Knight é muito mais agressivo. Ele, nas mãos de um jogador com bons reflexos, pode fazer qualquer um sofrer na lâmina dourada de Master (ou Galaxia, se você prefere o anime), mesmo ela geralmente causando pouco dano. Além disso, sua recuperação é uma das melhores do jogo, se não a melhor, superando até mesmo monstros como Pit ou ambas as formas da guerreira Samus.

    Contras: Em contraposição, como supracitado, os ataques de Meta Knight causam, em geral, pouco dano, e você precisará atingir o oponente múltiplas vezes se quiser ser efetivo. Também é um personagem extremamente leve, assim como Kirby, que pode ser mandado longe beirando os 70%. Óbvio que nas mãos de um jogador que saiba se esquivar bem, tanto em terra quanto no ar, isso pode ser evitado, mas não para sempre.

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  • O fim dos finais

    Awesome Ninja Skills

    [Parece que o AyPyCy gostou da brincadeira de ter texto publicado no Continue. Depois do mão-na-roda Guia de Importações, ele resolveu discutir os finais dos jogos com a gente. Spoiler alert: esse texto não contém nenhum spoiler.]

    Quando li a notícia de que o Fallout 3 teria cerca de 200 finais diferentes a primeira coisa que me veio à cabeça foi: “preferia que fosse um só, mas bem feito.”

    Não sei se todos têm esta percepção, mas sinto que não é mais tão divertido chegar ao final de um jogo. Claro que jogar o jogo todo, na maioria das vezes, é divertido, mas quando se passa a última fase você normalmente acaba vendo… Créditos! No máximo um gancho para uma possível continuação.

    Voltando no tempo, na época do Telejogo e Atari, normalmente os jogos não tinham finais, você lutava por pontos no placar, na tentativa de fazê-lo zerar e começar a contar de novo (alguns jogos congelavam com pontuação 1,000,000). Missile Command, Enduro, River Raid, Pitfall, eram praticamente infinitos, apesar de na época existirem muitos boatos do tipo “meu primo conseguiu terminar River Raid, o avião pousa em um aeroporto”. (!)

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  • [Avisinho] Você também já teve comentários engolidos?

    SPAMUm aviso rápido: fui informado pelo leitor (e meu amigo) JP Nogueira de que alguns comentários dele não apareciam aqui no blog por nada desse mundo. Não havia mensagem de erro, nem de “seu comentário está esperando moderação”, nem nada disso. Depois da gente quebrar um pouquinho a cabeça, ele se ligou de uma coincidência: todos os posts que foram bloqueados continham links. Batata, foi o anti-spam.Não só achei os comentários dele quanto os de mais gente também, que tinha usado links nos comentários. Todos restaurados.

    Sempre achei que o Akismet fosse um anti-spam com uma margem de erro ridícula (e no 16-BIT ele era mesmo), mas agora não posso mais confiar. Vou ter que dar uma de babá de anti-spam também.

    Então fiquem tranquilos: podem comentar à vontade com links, que eu me comprometo a olhar os comentários identificados como Spam umas duas ou três vezes por dia, pra evitar esse tipo de coisa. Só espero que o Akismet pelo menos “aprenda” a não bloquear mais os comentários de pessoas que eu vivo marcando como “Not Spam”.

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  • [Os Incansáveis #02] Tetris

    Tetris!

    [Em mais uma edição da sua série extraordinária de posts sobre jogos que resistiram à maldição do tempo, Daniel Trezub nos fala um pouco mais sobre este que é, provavelmente, o maior clássico da história dos games.]

    Diferente do jogo anterior (Transport Tycoon Deluxe), o dessa semana pode ser encontrado em qualquer lugar. Para você ter uma idéia, até a minha TV da sala tem uma versão dele instalada de fábrica. Mesmo se você achar que não tem versão alguma por perto que possa jogar, é só dar uma procurada no seu computador que é bem provável que encontre. No uTorrent, por exemplo, se você teclar T enquanto olha para a tela de About, ele aparece para comer preciosos minutos do seu dia enquanto você espera seus downloads terminarem.

    Eu arriscaria dizer que Tetris (1988) é um dos maiores sucessos do mundo dos games até hoje. Meu pai tinha um daqueles aparelhinhos do Paraguai com mais de não sei quantas variações do jogo. Praticamente todos os videogames do universo têm um port de Tetris para seus sistemas. Celulares, televisões, agendas eletrônicas, geladeiras e qualquer outra coisa que tenha uma tela, teve, tem ou terá uma versão de Tetris. Isso é uma lei imutável do universo dos jogos eletrônicos.

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  • $$$

    [O seguinte texto é fruto da mente generosa e altruísta do leitor conhecido pela estilosa alcunha de AyPyCy. Kudos para ele!]

    Com o recente anúncio do preço do GTAIV para o Xbox 360 (R$229,90 pela Synergex) um velho assunto volta à tona: “E se eu importar o jogo, sai mais barato?”O objetivo deste texto não é discutir se o preço cobrado pela Synergex é justo ou não, e sim descrever o que pode acontecer com quem quiser se aventurar na importação como pessoa física.

    Este é um assunto que vai muito de pessoa para pessoa, já que alguns já tentaram e foram mal sucedidos enquanto outros praticamente só compram via importação, então vou me basear na minha experiência. Eu já fiz 15 compras pela CDUniverse.com (incluindo jogos, CDs musicais e DVDs), então vou usar este site como base do exemplo e vou usar a taxa de R$1.70 para o dólar.

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  • [Os Incansáveis #01] Transport Tycoon Deluxe

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    Esses dias eu recebi um email do André Sirangelo, meu camarada e colega do Prandoni no Hadouken, contando sobre o novo blog dele no site da SuperInteressante, o Ultra (que, aliás, está incrível como tudo que eu já vi o Sira fazer). Eu dei os parabéns e, no interesse da expansão deste pequeno blog, soltei um “vê se dá um link pro Continue lá, qualquer hora!”. A resposta dele foi esta: “Claro, e você também. Os leitores de alto nível de Continue são sempre bem-vindos”. Viram? Leitores de alto nível. Ele elogiou vocês, e foi merecido.

    Por que eu digo isso agora? Não é puxação de saco gratuita, não, é que eu quero apresentar a nova série do Continue, idealizada e escrita pelo leitor Daniel Trezub, do blog Cabide. Vou deixar ele explicar melhor depois do continue, mas em resumo trata-se de uma série sobre os jogos antigos que se recusam a morrer, e continuam com uma comunidade grande e ativa de jogadores. O Daniel já tem uma lista de jogos que se encaixam nesta descrição, e vai abordar um deles por semana; se Deus quiser. :P

    E por que eu chamo isso de série, e não de coluna como todos os outros posts temáticos que entram uma vez por semana? Porque este tem hora pra acabar (assim que acabarem os jogos na lista do cara), enquanto as colunas duram pelo tempo em que o autor estiver interessado em escrevê-las. Então vamos lá!

    Ah! Aguardem mais textos enviados pelos nossos leitores de alto nível para breve. Provavelmente, ainda esta semana. Se bobear, ainda hoje.

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