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A Beatles song. Ends with “…terday”. Yes or No?

Archive for the ‘Enviados por leitor’ Category

Monday
Jun 9,2008

Retroatividade #02 - Super Mario World

[Nesta semana, André Breder traz novamente o sabor dos 16 bits à coluna Retroatividade, embora ele seja um fã confesso da era 8 bits. Como a estréia da coluna na semana passada foi com o ouriço Sonic, mascote-mór da SEGA, ele quis afirmar logo de cara que não nutre "ismo" algum, mandando ver um texto sobre um dos maiores clássicos da empresa rival.]

Super Mario World, a tão esperada continuação de Super Mario Bros 3! Foi um dos primeiros jogos produzidos para o Super NES e é até hoje considerado um dos melhores já lançados para o console de 16 bits da Nintendo. Como não podia ser diferente, a dupla de gênios Shigeru Miyamoto e Koji Kondo trazia ao mundo mais um jogo fantástico da série Super Mario, que só ajudaria a popularizar ainda mais o encanador mundo afora!

A história do jogo é batida, mas quem se importa: Mario, Luigi e a Princesa Toadstool foram tirar férias na Ilha dos Dinossauros. Mas, durante as férias, a Princesa Toadstool acaba sendo raptada mais uma vez pelo infame Bowser. O vilão cascudo, desta vez, além de seu vício em seqüestrar a nossa pobre princesa, deseja também se apoderar da Ilha dos Dinossauros, e para isso acabou aprisionando seus habitantes em ovos mágicos, que são guardados fielmente pelos seus sete filhos. Diante disso, Mario e Luigi irão se aventurar por sete mundos cheios de inimigos e desafios, até poder finalmente encarar o maldito Bowser e salvar a Princesa, junto com todos os habitantes da Ilha dos Dinossauros.

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  • Friday
    Jun 6,2008

    GTA no Metrô

    Sabe o Daniel Trezub, o jovem talento que estava mandando ver na série de posts Os Incansáveis aqui do blog? Ele parou de escrever temporariamente porque foi tirar umas férias na gelada nação canadense, de onde pretende voltar com um PS3 e Metal Gear Solid 4. E mesmo em meio aos pontos turísticos, aos passeios e às EBGames, ele arranjou um tempinho pra dar notícias e mandar umas fotos interessantes pra gente.

    Recebi o seguinte email dele ontem, e publico aqui:

    Assunto: Propagandas de rua do GTA IV

    Salve, Fabio!

    Como sei que vocês andam todos com saudades de mim, tirei essas fotos nos metrôs de Toronto. Posta lá. :)

    Viver em uma cultura gamer é outra história. Você entra nas lojas e os jogos têm um preço que dá pra pagar. Numa das lojas que fui, uma promoção anunciava: na compra de seis jogos de PSP, o console saía por $29,90. E olha que os jogos decentes custam em média $50 a $60. Só não comprei mesmo porque estou guardando a minha grana para o dia 12.

    Nintendo Wii não se acha em parte alguma. Se você quiser, tem que fazer reserva, e ninguém sabe quando chega. O preço dele por aqui é $269,90, mas geralmente você tem que comprar um acessório ou um jogo para poder levar o console (se tivesse, claro). Os jogos giram todos em torno de $59.

    Em todas as lojas e até mesmo em mercados grandes tem pré-venda do MGS4. Já o console com o bundle está mais complicado. Ninguém está fazendo reserva porque ninguém sabe quantos vão vir. Nem na loja da própria Sony. Fui lá e o vendedor me disse que vão receber apenas três ou quatro unidades. Se tivesse 50 ou 60 venderia todas no mesmo dia, disse ele, porque a procura está grande.

    Porém, aqui no Canadá as lojas não fazem essa coisa de abrir à meia-noite do dia do lançamento. O que fazem é abrir mais cedo pela manhã, mesmo (às 8 ao invés das 10). Então não vou precisar dormir na frente da loja para garantir o meu (eu espero).

    Um abraço,

    Daniel

    Retribuimos o abraço, Daniel! :)

    As outras duas fotos que ele mandou estão depois do continue.

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  • Tuesday
    Jun 3,2008

    O Segredo

    A Microsoft Brasil está com uma promoção que pode interessar a muitos de vocês. Ela se chama “O Segredo” e é mais uma gingana do que uma promoção, a meu ver (por isso é legal).

    O site é este aqui e tem todas as informações, mas em resumo é o seguinte: há quatro cofres da Microsoft em quatro Shoppings pelo país (um em São Paulo, um em Porto Alegre, um em Belo Horizonte e outro no Rio de Janeiro) e a sua missão é descobrir a senha deles e ir até eles para abrí-los. Para isso, você faz um cadastro no site e escolhe um dos cofres, aí passa a receber tarefas. Cada tarefa vale um caratere da senha, fora de ordem. E no fim da promoção vai rolar um Quiz cuja resposta é a ordem correta dos carateres.

    Entre os prêmios, temos Kits Nacionais do Xbox 360, cópias Age of Empires III para PC, Notebooks e até um carro. Ou seja, os prêmios provavelmente justificam o esforço. Não pra mim, porque eu não tenho paciência com esse tipo de promoção, apesar de adorar a idéia.

    Antes que eu me esqueça: não, eu não recebi nada da Microsoft para escrever sobre essa promoção. O que eu recebi foi um email do leitor Alvaro Cavalcanti, do GamerBrasilis, falando da promoção e dizendo que poderia ser interessante para os leitores, já que dava um Xbox 360. Eu curto promoções criativas e diferentonas, então resolvi postar. Já pensou que legal um leitor do Continue ganhar um carro por causa de um post nosso? :D

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  • Monday
    Jun 2,2008

    Sonic The Hedgehog

    [Parte resenha, parte documentário, parte fanboyismo, mas 100% retrô. São assim os textos do nosso leitor André Breder Rodrigues, que ficou de assumir uma coluna sobre os fabulosos jogos que eram hardcore há anos e anos. Começamos com o ouriço Sonic, e sabe Deus onde iremos parar. Que seja a primeira de muitas!]

    Quem testemunhou a “briga” entre a Nintendo e SEGA nas décadas de 80 e 90, lembra muito bem o quão legal foi essa época. Foi uma disputa onde o principal ganhador era o jogador, já que as duas empresas sempre “lutavam” para conquistar os gamemaníacos, criando jogos que até hoje são inesquecíveis. Durante o período de 1985 e 1989, a Nintendo reinava praticamente absoluta no mundo dos games, com seu console NES, que realmente dava uma surra no seu concorrente, o Master System. O principal fator que garantia a vitória do console de 8 bits da Nintendo sobre o rival era a grande quantidade de jogos que este possuía, além do fato de que muitas empresas tinham contratos de exclusivade com a Nintendo, ou seja, havia muitas séries que já começavam a ser tornar consagradas (Mega Man, Castlevania, Contra, etc) que só poderiam ser jogadas no NES.

    Vendo que não havia como disputar com o NES, a SEGA resolveu então apostar em um novo console, que seria bem superior ao da concorrente. No quarto trimestre de 1989 o mundo então conhecia o Sega Genesis (que ficou conhecido por aqui e no Japão como Mega Drive), o primeiro console doméstico de 16 bits. Com seu novo console, a SEGA conseguiu enfraquecer de forma considerável a antes soberana Nintendo, mas no final do mesmo ano seria lançado o Super NES junto do excelente jogo Super Mario World. A Nintendo então voltava com força total para travar mais uma “briga” das boas. Para superar Mario era necessário que a SEGA criasse um mascote de peso para o Mega Drive. E ela conseguiu isso, com a criação do, hoje, ouriço mais famoso do planeta: Sonic.

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  • Thursday
    May 15,2008

    CS_Italy

    [Daniel Trezub é O CARA. Depois desse texto você vai concordar comigo.]

    “Por que você tem que ser sempre pobre? Com essa grana mal dá pra comprar uma Desert Eagle com munição e alguma proteção decente! Ah, mas isso vai mudar, com certeza! Me vê uma Desert Eagle, munição, um capacete e, se sobrar troco, pode ser em granada mesmo. Aceita essa USP como parte do pagamento? Ah tá, sempre achei essa arma uma porcaria mesmo, então vai pro lixo”.

    À sua frente, apenas uma bifurcação em Y, em um lugar que, pelo briefing, você sabe ser a Itália. Uma vila simpática, não fosse por esses seqüestradores malditos!

    “Go, go, go!” - grita um de seus companheiros.

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    May 13,2008

    Zero Suit Samus

    [A coluna Brawleando está definitivamente se tornando um negócio bem colaborativo. Inicialmente era pra ser só eu e o mestre Prandoni atualizando, mas aí o pessoal começou a mostrar interesse em mandar seus próprios textos falando sobre os seus personagens favoritos... e deu nisso! Hoje a coluna é do Marcus Oliveira (exceto a parte da Arena lá no fim), e semana que vem, quem se habilita? Escrevendo bem, é só mandar!]

    Ela é uma caçadora de recompensas que já lutou contra piratas espaciais, gelatinas sanguessugas, substâncias radiotivas, vírus-mímicos, cérebros em conserva e mais uma infinidade de bizarrices. Ela sabe se contorcer até virar uma bolinha pouco maior do que a própria cabeça, pular infinitamente e explodir os inimigos no ar. Ela foi a primeira grande personagem feminina do mundo dos games e com certeza te fez proferir um sonoro “OMFGWTF?!” quando você jogou Metroid pela primeira vez e descobriu que por trás daquela pesada armadura que foi fonte de cópia inspiração para o Master Chief não havia um macho parrudo fedendo a suor, mas uma legítima ‘femme fatale’…

    Sim, ‘femme fatale’ é um termo adequado para definir Samus Aran, personagem mais do que veterana na série Super Smash Brothers. E agora, que podemos escolher usar sua versão sem armadura, é que realmente descobrimos o quão fatal ela pode ser.

    Jogar com Zero Suit Samus (ou ZSS, como iremos chamá-la) não é fácil, pois para utilizar seus golpes com maestria é preciso muito treinamento e paciência. Mas o sacrifício é bem recompensado pois, quando bem utilizada, ela é sem sombra de dúvidas uma das personagens mais cheias de recursos e cartas nas mangas. O que eu vou fazer aqui é explorar de modo geral esse imenso leque de possibilidades.

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  • Tuesday
    May 13,2008

    Max by Argus

    Ei, olha só que legal! O nosso leitor Argus, depois de ter sido premiado na primeira promoção do Continue, teve a oportunidade de jogar pela primeira vez um jogo da série Sam & Max. Aparentemente ele gostou tanto que que resolveu agradecer de uma maneira bem autêntica: fez um desenho em homenagem a este blog!

    O desenho não poderia ser mais apropriado: o Max ostentando o logo do Continue em uma camiseta. Só não é mais perfeito porque o Max, bem, digamos apenas que ele é adepto do estilo de vida naturista.

    Em todo o caso… valeu, Argus! Vê se dá chance para alguém ganhar na próxima promoção! ;)

    PS.: Tu achou mesmo que eu não ia postar? :P

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    May 10,2008

    Daltonismo

    [Só para não perder o costume, o nosso leitor mais produtivo, o AyPyCy, lança mais um ótimo texto sobre um assunto relevante. Na verdade este foi o primeiro que ele me mandou, mas acabou ficando por último, pois já tínhamos assunto para as Discussões dos Fins de Semanas anteriores. Aproveitem!]

    Acessibilidade, conforme a Wikipédia, significa não apenas permitir que pessoas com deficiências participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população.

    Sou daltônico, o que, resumidamente, significa que tenho limitações com cores. No meu caso a deficiência é bem leve, confundo algumas tonalidades, mas mesmo assim ela existe. Há casos mais extremos onde o indivíduo não consegue identificar nenhuma cor… Enfim, este é um distúrbio que atinge cerca de 8% da população mundial (estatisticamente, das 402 pessoas que estão lendo isso via RSS, 32 devem ser daltônicas), sendo que afeta principalmente os do sexo masculino. Que conhecidamente são os maiores usuários de games.

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  • Friday
    May 9,2008

    Starcraft

    [Acho que não precisamos mais de apresentações, né? Com vocês... Daniel Trezub, o homem dos jogos Incansáveis!]

    Esse já é o quarto artigo sobre os nossos queridos jogos antigos. Estou há um mês escrevendo sobre eles. Depois de Transport Tycoon, Tetris e Age of Empires 2: The Age of Kings, creio que a escolha natural para hoje seja Starcraft.

    No texto da semana passada, escrevi que existem vários bons jogos RTS, mas Age2 continua tendo seu charme. Agora, escrevendo sobre Starcraft, entendo porque não mencionei o RTS espacial da Blizzard semana passada. Starcraft é outra coisa.

    Age é RTS. Starcraft é RTS. Mas qualquer um que já tenha jogado os dois vai concordar comigo que são coisas completamente diferentes. A experiência de jogar Age of Empires e de jogar Starcraft é diversa, apesar do gênero ser o mesmo. A atmosfera é diferente, sei lá. Na minha cabeça, Starcraft e Age não cabem na mesma caixa.

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  • Thursday
    May 1,2008

    Age2

    [Será que está rolando uma competição pelo melhor texto entre os nossos leitores-participativos? Na semana em que o AyPyCy se superou com o texto sobre pirataria, o Daniel Trezub ataca com esta que é, na minha opinião, a melhor edição da série Os Incansáveis até agora. Se eles estão mesmo competindo eu não sei, mas quem está ganhando é a gente!]

    Os jogadores encontram-se numa sala. Alguns se conhecem, outros nunca se viram antes. O host esclarece algumas regras simples para aquela partida. Um engraçadinho digita o número 7 e tecla enter. Uma risada abobada e quase insana enche o recinto. Outro responde digitando 14 e o coro grita “Start the game already”! Enquanto isso os demais jogadores discutem os times a serem formados, quantos computadores jogarão contra eles e em que nível.

    Aí 14, de novo. Alguém responde com um 31, e você nota que havia esquecido da existência dos padrecos. “Uoh-lo-loooo”. Enquanto divaga sobre o grau de sacanagem que esses padres carregam consigo, você nem percebe que só falta você clicar no “I’m Ready”. “Start the game already” ecoa várias e várias vezes em seu fone de ouvido. Envergonhado, você clica no “I’m ready” e a mensagem “Waiting for other players” aparece.

    Manda um dos peões catar comida, o outro pedras e o terceiro, madeira. Se você deu sorte de jogar com os chineses, tem mais peões à sua disposição. Assim que possível, você clica no scout à espera perto dos peões e marca waypoints ao redor deles, em uma espiral crescente, para fazer o reconhecimento do terreno. Um moinho, um barracks e logo seu exército está pronto para o primeiro raid. Torres, talvez, em locais estratégicos. Em último caso, cercas, que depois serão transformadas em muros.

    Então, enquanto você ordena que um dos novos peões comece a derrubar mais árvores (esse não é um jogo muito ecológico), o terrível, inconfundível e inexorável som de sirene toca. A primeira reação é olhar no mapa, no canto inferior direito. Um clique é o suficiente para ver sua população ser dizimada por um bando de bárbaros armados com clavas e lanças. O barulho de aço batendo, os gritos dos peões, e só resta tocar o sino para tentar salvar alguma coisa e rechaçar o ataque. Se você der sorte, pode ser que um peão consiga escapar e construir outro Town Center, mas aí as suas chances de sobrevivência serão remotas.

    Provavelmente sua civilização não chegará a ver outras eras, com castelos, cavaleiros em brilhantes armaduras e armas de fogo. Provavelmente essa partida de Age of Empires II: The Age of Kings estará perdida. Mas sempre há uma próxima.

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