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History is written by the victor

Archive for the ‘Enviados por leitor’ Category

A era dos games nas nuvens


  • Nas categorias: Enviados por leitor

Por Pedro Hassan

A tecnologia de Cloud Computing é algo em que grandes empresas como Apple, Microsoft e Google estão investindo já faz algum tempo. Através dela, dificuldades como armazenamento de dados, compatibilidade de hardware e sincronia de informação começam a desaparecer. Como essa tecnologia pode ser aplicada no mundo dos games?

Durante a GDC deste ano, a Valve anunciou que vai trazer sua plataforma de distribuição de games, o Steam, para o Mac. O serviço chega para fãs da maçã em Abril já com alguns games da produtora disponíveis. Uma novidade é o Steam Play, serviço que irá possibilitar ter o game nas duas plataformas (Mac e PC) sem a necessidade de uma licença adicional.

A cereja do bolo é que esse mesmo serviço permite servidores multiplayer integrados, além do sistema de save online. Na prática você pode começar a jogar Portal 2 no PC, terminar no Mac e depois jogar Left for Dead 2 com usuários das duas plataformas. Outro serviço do Steam é o Steam Cloud, que armazena as suas preferências de cada jogo, e às vezes até os seus arquivos de save, fora do sue computador, para que seja possível acessar esses dados não importando em qual computador você esteja jogando na hora.

Mas o Steam e a Valve são só o começo desse papo.

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por Daniel Rodisanski

Essa é a história de como perdi o evento de lançamento do Final Fantasy XIII em Londres. Quando games enormes como BioShock ou Modern Warfare 2 são lançados aqui, a publicidade não se limita aos sites especializados. No caso do Final Fantasy, por exemplo, a loja Game tratou de estampar nos tradicionais ônibus vermelhinhos a capa do jogo, a rede de super mercados Tesco anunciou no jornal o lançamento à meia-noite e a HMV, junto com a Square-Enix, anunciaram um evento de lançamento na loja da Oxford St.

Dizia o anúncio: “Special guests will include Yoshinori Kitase, the producer of the game, and Isamu Kamikokuryo, the game’s art director, who will be available to sign games and answer questions. Also attending will be DJ and TV presenter Alex Zane who will be entertaining fans as the MC for the event.The first 50 fans to attend the signing dressed in Final Fantasy costumes will be given a free Final Fantasy XIII soundtrack and everyone who attends the launch will have the chance to win prizes.” Era impossível ignorar que o que iria acontecer no dia 9.

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[Cérebro] Incrementando — ou não — o seu projeto

por P. F. Paiva

No texto anterior, falamos sobre como é importante ter referências, jogar bastante, pra que possamos usar esse conhecimento em nossos próprios projetos. Falamos também sobre a importância do auto-questionamento, que resulta na auto-crítica, assim como a importância de perguntar aos outros o que acham de nossos projetos. Agora vamos falar um pouco sobre incrementar o seu projeto já em desenvolvimento, etapa na qual costumam acontecer muitos erros.

Quando o jogo está tomando forma, é comum chegarmos num momento em que não sabemos qual deve ser o próximo passo. Já temos uma idéia básica, já começamos a produzir material, mas não sabemos o que fazer agora. Nesses momentos, incrementar pode ser uma má ideia. Muitas vezes, e mesmo sem saber, o incremento é um recurso que o desenvolvedor utiliza para disfarçar problemas básicos do jogo. Você pensa que está agregando valor ao seu jogo, quando na verdade está caindo numa ilusão. Já vimos muitos exemplos disso, mesmo em jogos comerciais famosos.

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[Post do leitor] O futuro dos consoles portáteis

por Henrique Barbosa

[Você sabia que pode enviar posts para cá através da página de contato? Se forem interessantes, a gente publica! Assim como este post estilo futurologia do leitor Henrique Barbosa. Ele dá uma bela viajada, mas no final das contas o post serve para aquilo que este blog mais gosta de fazer: provocar discussões nos comentários. Leia e opine!]

O futuro das plataformas portáteis de video game, na minha opinião, pode ser resumido em uma característica: interação com o mundo real.

A jogabilidade móvel vem caminhando nesse sentido desde o lançamento do Nintendo DS, e a tendência é só inovar, a ponto de um dia talvez fazermos gestos na frente de um handheld (como já meio que fazemos em WarioWare: Snapped!).

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[Cérebro] Tendo e desenvolvendo ideias

por P. F. Paiva

Sou P. F. Paiva, desenvolvedor de jogos independente. Pedi pro Fabio Bracht um espaço aqui no Continue para mostrar algumas matérias que escrevi, sobre o processo de desenvolvimento de um jogo, e também pra falar um pouco sobre a situação da comunidade desenvolvedora independente, e da iniciativa Cérebro.

Os leitores fiéis do blog devem se lembrar de um post que falava da falta de ambição dos brasileiros na hora de fazer jogos. Sempre o mesmo joguinho do RPG Maker, sempre a mesma toscaria sem imaginação. Certamente ele contava com a compreensão de vocês quando postou isso no blog. Se postou, é porque achou que vocês entenderiam e até concordariam. É contando com essa compreensão que pedi esse espaço pra mostrar as minhas matérias. Não são técnicas, falam de conceitos que qualquer um que esteja familiarizado com os jogos eletrônicos pode entender. E é provável que vocês entendam essas matérias melhor do que muitos pretensos desenvolvedores, afinal, são leitores desse blog. Devem jogar bastante e conviver bastante com esses conceitos.

É por isso que quero que leiam, talvez dê para despertar algum desenvolvedor adormecido dentro de vocês. Quem sabe um de vocês não tem uma ótima idéia mas não sabe como executar? Tá aí a oportunidade e o convite. Vocês podem me encontrar no meu blog e no Cérebro, um fórum aberto recentemente com a proposta de sair desse marasmo e fortalecer a comunidade desenvolvedora com novas idéias. Os jogos independentes são, me arrisco a dizer, um movimento cultural lá fora. Por que não pode ser aqui? Se quiser apoiar essa iniciativa, dê uma passada no Cérebro, talvez valha a pena.

Agora vamos ao artigo!

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[Resenha de Leitor] Call of Duty: Modern Warfare Mobilized (DS)

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[A resenha a seguir foi escrita e enviada pelo nosso leitor e amigo Giancarlo "Zero". Agradecemos imensamente a colaboração, mas reiteramos que a resenha não reflete necessariamente a opinião do blog a respeito do jogo.]

Eu não sou lá muito fã de jogos de tiro em primeira pessoa, seja qual for o console ou plataforma. Nunca fui dotado de uma coordenação motora excepcional, digna dos mais épicos headshots de CS nas lan houses próximas da minha casa (o que é estranho, já que quando eu era mais novo, jogava Quake 3 Arena até dizer chega). Sempre apanhei pra caramba no Team Fortress 2 (o Fabio Bracht que o diga), por exemplo. Esses detalhezinhos e muitos outros contribuíram para que o gênero FPS fosse aquele que menos atraía a minha atenção na hora de escolher o que jogar.

Mas não dá pra negar a popularidade do gênero. Por isso que quando um jogo como Modern Warfare 2 é lançado é sempre esse alvoroço. E jogos de temática bem diferenciada como o já citado Team Fortress 2 proporcionam uma diversão excepcional. Geralmente é esse tipo de FPS que acaba me fazendo tentar novamente.

Os portáteis, apesar de não funcionarem tão bem para esse tipo de experiência, também têm vez na brincadeira. O Nintendo DS sempre teve vários títulos de FPS, que eu costumo dividir em três tipos. Em order crescente de qualidade: os ruins, os bons e Metroid Prime: Hunters. Mas a série Call of Duty, distribuida pela Activision e criada para o DS pela n-Space, sempre se destacou no portátil da Big N. Aproveitando o sucesso de seu primo rico Modern Warfare 2, a Activision lança Call of Duty: Modern Warfare Mobilized.

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e-games

[Este post foi escrito por Rodrigo van Kampen, do blog Peixe Fresco -- mas que também se aventura por game design e fez parte da equipe vencedora do concurso e-Games com o jogo Corra Jonas. Parabéns!]

Rolou na semana passada a final do e-Games, um concurso de jogos digitais em XNA promovido pelo Senac. Por ser uma primeira edição, foi um concurso sem grande divulgação (leia-se: praticamente escondido), mas que mesmo assim contou com pouco mais de 60 equipes inscritas, segundo a organização do evento.

Eu estava lá como um dos finalistas e fiz uma cobertura simples, falando um pouquinho com os criadores de vários jogos:

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nfsundercover

[Mais leitores participando dessa nossa nova série de posts! Desta vez é o Frederico Lohmann que nos relata a sua paixão pela série Need For Speed[bb]” /><script src= como o motivo pela sua ansiedade pelo novo NFS: Undercover. Participe você também!]

1994, uma locadora de games, um console que havia acabado de chegar, um jogo com nome sugestivo. Assim fui apresentado a Road & Track Presents: The Need for Speed, no 3DO. Foi paixão imediata. Um jogo onde eu podia pilotar vários de meus idolatrados sonhos, mas com uma imersão superior a outras séries. Muitas horas, notas e moedas foram consumidas por este êxtase em forma de jogo. Um amor eterno estava nascendo.

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hl3tosco

[Sabe quem mal pode esperar por Half-Life 2: Episode 3? É o Ilton Alberto Jr., outro fã da Valve, que nos mandou este texto. Eu particularmente compartilho dessa expectativa, então faço minhas as palavras dele! E você, mal pode esperar por algum jogo? Escreva um texto contando qual é esse jogo e o porquê da sua expectativa e participe do Continue!]

Já faz um bom tempo que eu conheci Half-Life. Desde o HL1, que eu zerei várias vezes, percebendo que aquilo era revolucionário. A Valve também percebeu. Então, em 2004, chega ao mundo Half-Life 2, que foi a pérola da Valve. Então, foi criado a trilogia do HL2, com seus episódios. O último, Episode 2, foi lançado ano passado, quando emocionou muitos com seu final sombrio e emocionante. Agora o que eu e todo o resto do mundo pede à Valve (sem contar com Left4Dead) é Half-Life 2: Episode 3.

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[Porquê mal posso esperar por…] Left 4 Dead

left4dead

[Depois que eu babei ovo do Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, o PR confessou sua ansiedade por Fallout 3 e o Daniel Trezub explicou porquê mal pode esperar por LittleBigPlanet, o nosso leitor Felipe Nanni, de Salvador, ligou o Fanboy Mode e resolveu botar para fora toda a sua vontade de jogar Left 4 Dead. Quer participar também? Escreva um texto explicando porquê mal pode esperar por algum jogo e envie para nós!]

Já faz um bom tempo em que a primeira coisa que faço quando chego a casa é ligar o computador e procurar informações sobre UM jogo. Um único jogo, que já me fez acordar de madrugada com pesadelos, antes mesmo de jogá-lo… E este jogo é Left 4 Dead. Deus, até o nome é perfeito!

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Apture


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Qual deveria ser o critério de escolha para os jogos que recebem resenha aqui no Continue?

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