[Com Street Fighter IV cada vez mais real, e os jogos de luta voltando aos holofotes, nada mais natural do que relembrar os bons tempos de pancadaria do maior clássico do gênero. Com vocês, André Breder em mais uma edição do Retroatividade!]
Não é surpresa para ninguém: Street Fighter 2 - The World Warrior foi sucesso absoluto! Lançado originalmente para os fliperamas no ano de 1989, este jogo se tornou um vício coletivo entre os jogadores do mundo inteiro, que chegavam a fazer filas pela oportunidade de jogar! Quem nunca ouviu falar em Street Fighter 2 simplesmente não é desse planeta, ou morreu antes que o jogo fosse lançado!
Após o estrondoso sucesso nos fliperamas, a Capcom tratou de fazer mais dinheiro ainda lançado o seu maior sucesso de todos os tempos para os consoles caseiros, que era um mercado que a cada ano se tornava maior e mais lucrativo. E o primeiro console doméstico a ser escolhido para ter uma versão do fantástico Street Fighter 2 - The World Warrior foi o Super NES! Para se ter uma idéia da importância deste jogo de luta da Capcom na época, basta saber que sua ida para o Super NES foi um dos principais motivos da derrota da SEGA (e seu Mega Drive) na batalha no mundo dos 16 bits! Para azar da SEGA, seu console só foi ter uma versão da série Street Fighter tardiamente, e sem obter o mesmo sucesso de qualquer versão lançada para o Super NES.
Sendo um jogo simplesmente revolucionário, Street Fighter 2 - The World Warrior trouxe para os gamemaníacos caseiros todo o prazer e diversão obtida nos fliperamas. A conversão da versão arcade para o Super NES foi ótima, e fez com que milhões de cópias do jogo fossem vendidas em todo o globo.
Sabe o Lukaz, do Covil do Dragão? Ele vive comentando aqui e tal. Sim, sim, ele mesmo! Lembrou, né? Sabia que ele é um cara muito bacana? Pensando em todos os fãs de Diablo III que podem não ser tão proficientes na língua americana, ele juntou alguns os seus amigos do Battlenerds e legendou junto com eles os vídeos que mostram a jogabilidade do jogo recém-anunciado pela Blizzard. Em português. Do Brasil!
O mais legal é que ele mandou pro Continue primeiro, se declarando “fã do blog”. Pô, valeu. A gente não merece. Ainda mais depois de ter esquecido de publicar nos últimos dois dias!
Como antes tarde do que nunca, ali em cima você confere a parte um do vídeo. Depois do continue, a continuação. (Rá!)
E quero aproveitar pra pedir um favorzinho a você, leitor esperto. Me explica por que exatamente Diablo é tão legal assim? Eu nunca joguei, mas me parece tão… “anda, clica pra bater, usa magia pra curar, repete”. Tão Ragnarok Online. Deve ser divertido, mas não entendo como algumas pessoas podem ser tão apaixonadas. Quero entender.

[O jogo desta semana na coluna Retroatividade não poderia ser outro senão o grande Metal Gear Solid, clássico absoluto do PSOne! André Breder põe todos os seus retrônios para funcionare nos entrega o seu maior texto até hoje. Não deixe de ler, afinal, você provavelmente ainda não tem MGS4 para jogar!]
A série Metal Gear, do gênio Hideo Kojima, já havia feito um certo sucesso nos computadores MSX e até mesmo no NES, mas foi mesmo no PlayStation que a série se tornou famosa no mundo inteiro, graças ao lançamento daquele que é considerado por muitos como o melhor jogo já feito para o console de 32 bits da Sony: Metal Gear Solid, um jogo surpreendente para a época em que foi lançado (1998), com ótimos gráficos 3D, trilha sonora excelente e com um enredo criativo maravilhosamente escrito. Em um adjetivo: cinematográfico.
O modo de jogo de Metal Gear Solid não era novidade para os fãs mais veterenos do trabalho de Hideo Kojima, mas para uma enorme quantidade de pessoas que só foram ter contato com um jogo da série a partir deste lançamento para o PlayStation, o esquema “ação/espionagem” seria uma grata surpresa.
[André Breder, o homem-nostalgia, nos traz mais um texto sobre um jogo que marcou época. O que será que ele vai aprontar na semana que vem?]
Em 1986, o primeiro jogo da série Castlevania lançado surge para o mundo no Famicon Disk System japonês, sendo portado para o NES americano no ano seguinte e logo se tornaria um dos jogos mais populares na época entre os viciados no 8 bits da Nintendo. Por causa da popularidade crescente do NES, muitos até pensam que Castlevania foi o legítimo primeiro jogo da série, mas antes dele a Konami havia lançado o jogo Vampire Killer para o computador doméstico MSX, no ano de 1986. [Nota do editor: Isso no Brasil e na Europa; no Japão Vampire Killer foi lançado alguns dias depois de Castlevania.]

Lembra do nosso amigo Daniel Trezub, que foi ao Canadá comprar o seu PS3 com Metal Gear Solid 4 e resolveu mandar notícias do front? Pois é, ele mandou notícias de novo, dessa vez contando como foi, de fato, entrar na loja e comprar o tão esperado jogo.
Se você alguma vez já imaginou como deve ser a experiência, a tensão e o sofrimento de acampar na frente de uma loja antes que ela abra, mesmo sem saber se vai sobrar uma unidade do que você quer para você, precisa ler esse texto. Sem contar que ficou muito divertido.
Então leia, depois do continue.

[André Breder, que, pra quem não sabe, também publica seus textos em sites como o Retrobits e o NES Archive, traz mais uma pastilha de nostalgia para os "velhos" e conhecimento para a nova geração de jogadores. Curta mais este inspirado texto do rapaz, porque depois só na segunda que vem!]
Na metade dos anos 80 a SEGA apresentou ao mundo o personagem que passaria então a ser seu mascote, até ser “destronado” por Sonic em 1991. Trata-se de Alex Kidd, um jovem treinado em artes marcias e que possui grande força em seus punhos, sendo capaz de destruir rochas com um único golpe. Numa época em que o mundo havia ficado maravilhado com o encanador da Nintendo, Alex Kidd teve a difícil missão de suprir as necessidades dos usuários do Master System em relação a um jogo de igual qualidade, originalidade e diversão.
Após Super Mario Bros, era comum que grande parte dos jogos que seguissem o gênero Ação/Plataforma fossem quase que um mera cópia da grande obra de Shigeru Miyamoto. Mas o produtores de Alex Kidd in Miracle World não pretendiam copiar Mario, e sim criar um jogo que fosse original e que trouxesse boas novidades aos jogadores. E eles conseguiram isso, criando um jogo com uma jogabilidade totalmente diferente de Mario, “power ups” próprios e estágios bem diversificados e originais.
Até a história do jogo é bacana! Após algum tempo afastado de sua terra natal, o príncipe Alex descobre que um terrível vilão chamado Janken The Great sequestrou seu irmão gêmeo e está causando sérios problemas em seu reino. Como um verdadeiro herói, Alex deve passar por diversos perigos até poder enfrentar Janken e vencê-lo, salvando sua família e seu povo.

Ontem eu estava super “desconectado” da internet quando o nosso leitor Magaiver me chamou no Google Talk oferecendo um treco para sortear no Continue. Que treco?, perguntei eu, cheio de pressa. Ah, umas keys para entrar no beta teste do Top Speed, um MMO. Então tá, me manda por email.
Nunca tinha ouvido falar desse Top Speed, mas fui dar uma pesquisadinha agora e até parece ser simpático, viu? É de corrida de kart, e se tem uma fórmula difícil de estragar é a inventada por Mario Kart. Por mais que seja genérico, sempre dá pra se divertir. O site oficial é esse aqui, e tem trailer pra quem se interessar. A versão YouTube do trailer, você encontra aqui. E o endereço para download do jogo é este.
MAS eu não acho que você vá ter tempo de ver o trailer. Porque as beta keys estão aí depois do continue e são de quem pegar primeiro. Ah, me parece também que elas só funcionam durante esse fim de semana, ou essa semana. Não sei. Magaiver, diz aí pra gente!

[Nesta semana, André Breder traz novamente o sabor dos 16 bits à coluna Retroatividade, embora ele seja um fã confesso da era 8 bits. Como a estréia da coluna na semana passada foi com o ouriço Sonic, mascote-mór da SEGA, ele quis afirmar logo de cara que não nutre "ismo" algum, mandando ver um texto sobre um dos maiores clássicos da empresa rival.]
Super Mario World, a tão esperada continuação de Super Mario Bros 3! Foi um dos primeiros jogos produzidos para o Super NES e é até hoje considerado um dos melhores já lançados para o console de 16 bits da Nintendo. Como não podia ser diferente, a dupla de gênios Shigeru Miyamoto e Koji Kondo trazia ao mundo mais um jogo fantástico da série Super Mario, que só ajudaria a popularizar ainda mais o encanador mundo afora!
A história do jogo é batida, mas quem se importa: Mario, Luigi e a Princesa Toadstool foram tirar férias na Ilha dos Dinossauros. Mas, durante as férias, a Princesa Toadstool acaba sendo raptada mais uma vez pelo infame Bowser. O vilão cascudo, desta vez, além de seu vício em seqüestrar a nossa pobre princesa, deseja também se apoderar da Ilha dos Dinossauros, e para isso acabou aprisionando seus habitantes em ovos mágicos, que são guardados fielmente pelos seus sete filhos. Diante disso, Mario e Luigi irão se aventurar por sete mundos cheios de inimigos e desafios, até poder finalmente encarar o maldito Bowser e salvar a Princesa, junto com todos os habitantes da Ilha dos Dinossauros.

Sabe o Daniel Trezub, o jovem talento que estava mandando ver na série de posts Os Incansáveis aqui do blog? Ele parou de escrever temporariamente porque foi tirar umas férias na gelada nação canadense, de onde pretende voltar com um PS3 e Metal Gear Solid 4. E mesmo em meio aos pontos turísticos, aos passeios e às EBGames, ele arranjou um tempinho pra dar notícias e mandar umas fotos interessantes pra gente.
Recebi o seguinte email dele ontem, e publico aqui:
Assunto: Propagandas de rua do GTA IV
Salve, Fabio!
Como sei que vocês andam todos com saudades de mim, tirei essas fotos nos metrôs de Toronto. Posta lá.
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Viver em uma cultura gamer é outra história. Você entra nas lojas e os jogos têm um preço que dá pra pagar. Numa das lojas que fui, uma promoção anunciava: na compra de seis jogos de PSP, o console saía por $29,90. E olha que os jogos decentes custam em média $50 a $60. Só não comprei mesmo porque estou guardando a minha grana para o dia 12.
Nintendo Wii não se acha em parte alguma. Se você quiser, tem que fazer reserva, e ninguém sabe quando chega. O preço dele por aqui é $269,90, mas geralmente você tem que comprar um acessório ou um jogo para poder levar o console (se tivesse, claro). Os jogos giram todos em torno de $59.
Em todas as lojas e até mesmo em mercados grandes tem pré-venda do MGS4. Já o console com o bundle está mais complicado. Ninguém está fazendo reserva porque ninguém sabe quantos vão vir. Nem na loja da própria Sony. Fui lá e o vendedor me disse que vão receber apenas três ou quatro unidades. Se tivesse 50 ou 60 venderia todas no mesmo dia, disse ele, porque a procura está grande.
Porém, aqui no Canadá as lojas não fazem essa coisa de abrir à meia-noite do dia do lançamento. O que fazem é abrir mais cedo pela manhã, mesmo (às 8 ao invés das 10). Então não vou precisar dormir na frente da loja para garantir o meu (eu espero).
Um abraço,
Daniel
Retribuimos o abraço, Daniel!
As outras duas fotos que ele mandou estão depois do continue.

A Microsoft Brasil está com uma promoção que pode interessar a muitos de vocês. Ela se chama “O Segredo” e é mais uma gingana do que uma promoção, a meu ver (por isso é legal).
O site é este aqui e tem todas as informações, mas em resumo é o seguinte: há quatro cofres da Microsoft em quatro Shoppings pelo país (um em São Paulo, um em Porto Alegre, um em Belo Horizonte e outro no Rio de Janeiro) e a sua missão é descobrir a senha deles e ir até eles para abrí-los. Para isso, você faz um cadastro no site e escolhe um dos cofres, aí passa a receber tarefas. Cada tarefa vale um caratere da senha, fora de ordem. E no fim da promoção vai rolar um Quiz cuja resposta é a ordem correta dos carateres.
Entre os prêmios, temos Kits Nacionais do Xbox 360, cópias Age of Empires III para PC, Notebooks e até um carro. Ou seja, os prêmios provavelmente justificam o esforço. Não pra mim, porque eu não tenho paciência com esse tipo de promoção, apesar de adorar a idéia.
Antes que eu me esqueça: não, eu não recebi nada da Microsoft para escrever sobre essa promoção. O que eu recebi foi um email do leitor Alvaro Cavalcanti, do GamerBrasilis, falando da promoção e dizendo que poderia ser interessante para os leitores, já que dava um Xbox 360. Eu curto promoções criativas e diferentonas, então resolvi postar. Já pensou que legal um leitor do Continue ganhar um carro por causa de um post nosso? ![]()