Continue »

Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes

Archive for the ‘Entrevistas’ Category

Você consegue tocar Mr. Crowley no expert com 99%? O carinha aí de cima consegue. E além de tudo é super gente boa, e nos deu uma das mais divertidas entrevistas que fizemos lá na WCG.

Dando play aí em cima você descobre quem é a namorada dele, quais bandas ele conheceu através do Guitar Hero (a resposta vai escandalizar qualquer um mais velho que o Argus) e qual é a da temível entidade conhecida como “americanada”.

[Este vídeo faz parte da Cobertura Patrocinada Samsung+Continue para a WCG 2009]

Enquanto a WCG dava seus passos finais na noite de domingo, puxamos Rodrigo Moretz, o maior envolvido com a organização do evento, e fizemos algumas perguntas para ele ali mesmo, em cima do palco. Falamos sobre e-sports e sobre a participação da Samsung neste universo, mas também falamos sobre cultura gamer, as razões de um jogo ruim tosco velho defasado como Counter Strike ainda figurar na competição, entre outras coisas.

Antes que você aponte o óbvio: sim, eu estava nervoso; não, eu não tenho desenvoltura com a câmera; sim, o Caio entrevista melhor que eu; não, eu não sou “gatinho” como ele.

[Este vídeo faz parte da Cobertura Patrocinada Samsung+Continue da WCG 2009]

[Vídeo] Caio entrevista… Sonic?!

E não é que tinha um cidadão rondando por aí com uma touca do Sonic — vulgo “personagem querido que o Caio diz odiar só porque gosta de uma polêmica” — aqui na WCG? Quando descobrimos que ele ainda por cima era um competidor de Guitar Hero World Tour, não pensei duas vezes antes de armar esta entrevista.

Neste que é o primeiro vídeo em HD que a gente fez (embora você só consiga ver em HD no Vimeo, e não no embed desta página), você fica sabendo o que um competidor de Guitar Hero acha sobre Rock Band, qual personagem ele deveria usar na cabeça e mais.

[Este post faz parte da Cobertura Patrocinada Samsung+Continue para a WCG 2009]

Sony: a PSN não corre mais atrás da Live

psn-vs-live

Em uma grande entrevista ao IndustryGamers, Eric Lampel, diretor de operações da PSN, falou sobre várias coisas, incluindo distribuição digital, a PSN hoje, o PSPGo e outras.

Quando questionado sobre a comparação entre a PSN e a Live, Eric respondeu:

Essa seria uma pergunta completamente diferente há dois anos atrás e eu teria uma resposta completamente diferente, mas a essa altura, quando olho para a PSN e tudo que oferecemos eu acho que estamos em grande forma. Não acho que estejamos mais correndo atrás da Live. Em alguns casos acho que temos mais, e temos algumas coisas que eles não tem. Em termos de destaques, obviamente ainda somos de graça, e estamos oferecendo muita coisa de graça. E não é apenas partidas online, mas temos a Home, que é uma comunidade massiva e uma aplicação que é totalmente grátis. Nosso serviço de download de vídeo também é um pouco diferente, já que nós vendemos filmes além de alugar, daí que os consumidores que querem guardar essa mídia digital ou colocá-la em um HD externo podem fazê-lo. Acho que há muito que fazemos e eles não fazem, e não vejo muita coisa que eles façam que nós não.

Além disso, Eric afirmou que o número de títulos do PSOne disponíveis na PSN deve pelo menos dobrar até o fim do ano, e que, como já dissemos por aqui, a ideia é que todos os títulos do PSP estejam disponíveis para download, eventualmente (por causa do Go, claro).

Como não poderia deixar de ser, as redes sociais entraram na roda. Como ele veria essa crescente integração entre Facebook, Xbox e Nintendo? Com uma alfinetada: “Bom, você pode acessar o Facebook via browser do PS3, coisa que eles não podem, então estamos à frente”. Mais ou menos, senhor Eric. Eu ia achar legal uma integração de verdade entre minha conta da PSN e o Facebook, por exemplo. Ou o Twiter avisando que ganhei mais um troféu.

E vocês? Que features da Live gostariam de ver na PSN? E vice-versa?

[via GamersIndustry]

Abragames esclarece detalhes sobre o concurso BRGames

brgames

Não faz muitos dias, divulgamos aqui no Continue o concurso BRGAMES, que visa fortalecer a indústria de jogos eletrônicos no Brasil, fomentar a participação da pesquisa e desenvolvimento na área de jogos de computador e entretenimento digital da América Latina e estimular a criação de ambientes de mercado no Brasil e no exterior. Muita gente ficou com dúvidas e/ou raiva do tal concurso, achando que é pouco, é muito, que tá confuso…

O pessoal do Hardgamer procurou o André Penha, VP de Relações Públicas da Abragames, para perguntar mais detalhes sobre esse concurso tão polêmico. André Penha explicou na entrevista o porquê do formato e de ser mais fechado para a indústria, os critérios de escolha dos classificados e ainda contou um detalhe que não sabíamos: os vencedores irão levar as demos prontas à GDC 2010 para tentar vendê-las para um publisher e assim transformar num jogo completo. Agora sim faz muito mais sentido!

A entrevista completa você confere aqui nesse link bonito; sane suas dúvidas e, se quiser, opine aí embaixo.

[Entrevista] GamesTown responde as SUAS perguntas

entrevistagamestown

Sábado passado a gente gravou o Dreamcast #2 (nosso podcast, pra quem ainda não foi apresentado), que a qualquer momento entra no ar, e era pra ter havido a participação de um representante da GamesTown, para uma sabatina de perguntas e respostas na lata. Como são vocês os maiores interessados, eu fiz um post aqui pedindo que vocês mesmos enviassem perguntas pro cara responder. As perguntas foram poucas, mas ótimas, variando desde a questão dos preços até a disponibilidade dos lançamentos, passando por distribuição digital e venda de jogos usados.

Pena que acabou sucedendo um problema técnico daqueles que acontecem com todo mundo (o Speedy deixou o cara sem internet ¬¬), e não rolou a participação no podcast. Mas eu enviei as perguntas para ele e aí estão as respostas. Confiram depois do continue! Continue lendo!

[ATUALIZADO!] Quer perguntar alguma coisa pro povo da GamesTown?

megafonePost rapidão. É o seguinte: se tudo der certo, amanhã teremos a gravação do Dreamcast #2. Se tudo der mais certo ainda, teremos a participação de um dos caras lá da GamesTown, a nova loja online de games que pretende ser “nossa amiga”. Minha intenção é submeter o cara a uma sabatina de perguntas, entrevistão ao vivo mesmo, e é aí que você entra. Deixe alguma pergunta aí nos comentários que amanhã a gente faz e vê o que eles respondem.

Aproveitem a oportunidade. Se eles querem brincar de mídia social e interação mais direta com o consumidor, é bom irem se acostumando às nossas vontades. ;)

[ATUALIZAÇÃO] Rolou um desencontro e a entrevista não aconteceu durante o podcast, mas já enviei as perguntas para o pessoal da loja. As respostas aparecerão em um post essa semana, como uma entrevista convencional (mas com perguntas feitas por vocês!).

[Entrevista/Prévia] Shadow of Light: o novo MMORPG brasileiro

shadowoflight

Não é todo dia que recebemos um release de uma produção 100% brasileira tão ambiciosa quanto Shadow of Light. Se não podemos salientar a originalidade de mais um MMORPG com visual de animes e temática medieval (sem falar no nome, meio clichê), pelo menos devemos lhe dar crédito pela coragem de bater de frente com os gigantes orientais. E a equipe da Make Wish Entertainment parece confiante ao dizer que você certamente vai querer jogar Shadow of Light.

Como nós não fazemos serviço pela metade, tratamos de correr atrás de uma entrevista com o pessoal por trás da mais nova grande promessa nacional.

Para participar de nossa entrevista — que no final ficou mais parecendo uma mesa redonda, já que boa parte da nossa equipe também estava lá –, eles chamaram nada menos que quatro dos principais encabeçados pelo projeto:

Heitor Valente – Game Designer e líder do projeto
Julio Ferraz – Lead interface designer
Marcos Eduardo – Lead programmer
Rafael Sales – Lead animator

» Luiz Eduardo: Para começar, conte-nos sobre a proposta de Shadow of Light.

Heitor: A proposta é alavancar o mercado de jogos no Brasil, pois ele tem uma forte tendência a crescer, visto o grande mercado internacional. Este produto deve atingir não só os jogadores, como também incentivar outros pequenos desenvolvedores, e provar que temos qualidade de equipe e projeto para competir com o mercado internacional.

Continue lendo!

ubisoft-southlogic

A crise tá comendo cabeças mundo afora, e não é só no nosso mundo de games. A EA anunciou um prejuízo de 641 milhões de dólares (sim, mais de meio bilhão!), o fechamento de 12 estúdios e a redução de pessoal em 11% – resultando em 1100 pessoas na rua. Diversos estúdios estão caindo como moscas… mas pra Ubisoft a coisa parece um pouquinho diferente.

Teorias da conspiração? Vamos recapitular: 

Primeiro, em novembro, a Ubisoft adquiriu a Massive Entertainment, produtora de World in Conflict, com o objetivo de criar jogos MMO “leves”; desses que usam o modelo “grátis para jogar, mas custoso para se equipar”. Depois, há poucos dias, foi noticiada nova compra da tia Ubi: dessa vez foi o Southlogic, estúdio brasileiro localizado em Porto Alegre e responsável por diversos títulos casuais, como o Imagine: Wedding Designer. Ficou no ar a pergunta: serão eles a nova EA, que sai comprando pra desmantelar?

Agora eles compraram também o estúdio Action Pants, localizado em Vancouver e especializado em jogos de ação, junto de um jogo para Wii ainda não anunciado. 

Uau! Haja ânimo no meio da crise para faturar novos negócios, não?

Para dar uma opinião mais profunda sobre a crise e essas novas aquisições, procurei alguém com mais experiência no ramo da indústria: eu e Pablo Raphael batemos um papo com Tiago Tex Pine, sócio-fundador do estúdio Interama de Vitória – ES, produtor da Tectoy Digital e blogueiro.

Continue lendo!

A notícia mais interessante que já publicamos em muito tempo aqui no Continue, sem dúvidas, foi quando ficamos sabendo sobre o Pier Solar, um jogo completamente novo e inédito às portas do lançamento, 20 anos depois da estréia do velho console da SEGA (que também calha de ser o videogame que mais causa nostalgia a este blogueiro). 

Como o jogo está sendo capitaneado por um brasileiro, corri atrás de tentar um contato com ele para que respondesse algumas perguntas. Muito simpático, o Tulio Adriano respondeu com detalhes todas as minhas perguntas. E o resultado do bate-papo você confere agora.

» Pra começar, fale um pouco sobre o projeto. Como começou? Quando, onde e de quem surgiu a idéia?

Há sete anos eu frequento um site chamado Eidolon’s Inn, que conheci no tempo onde achar emuladores e ROMs era extremamente difícil. Este site é frequentado por grandes mentes da emulação, especialmente relacionado à Sega. Em 2004 surgiu um tópico no fórum deste site, chamado The Tavern, onde alguns membros propunham juntar os conhecimentos e fazer um jogo para Mega Drive ou Sega CD. Eu tomei frente e escrevi um roteiro como se fosse um trailer do jogo… o pessoal adorou este roteiro (embora a história atual do jogo já não tenha mais nada a ver com este trailer) e me encorajaram a escrever a trama do jogo. Então algumas pessoas começaram a oferecer ajuda, dentre eles o Fonzie, um francês com excepcional habilidade para programar para Mega Drive… e ele começou a escrever a engine enquanto eu escrevia a história. Nomeamos o projeto Tavern RPG, por ter surgido no fórum do Eidolon’s Inn.

Continue lendo!

Apture


Patrocínio


Últimas resenhas


Mass Effect (PC)


Assassin's Creed II (X360)


Uncharted: Drake's Fortune (PS3)

Clique para ver a lista com todas as resenhas


Continue pergunta

Qual deveria ser o critério de escolha para os jogos que recebem resenha aqui no Continue?

View Results

Loading ... Loading ...