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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘É foda...’ Category

[Tecneiras PC-ônicas #4] Os humanos estão mortos

Vou lhes contar a minha situação: ontem fiquei até 10 horas da noite no trampo pra conseguir fechar o pacote de celulares para os quais estamos portando um jogo. Não rolou, aí hoje acordei tarde, chego atrasada e já tem 4 celulares na minha mesa. Pra vocês terem uma idéia, normalmente se testa uns 4~6 celulares por dia. Hoje vou ter que fazer esses 4 só na parte da manhã, ou seja, até meio dia.

Vim aqui para duas coisas:

  • Avisar que a PC-ônicas vai atrasar. Sai hoje, mas vai dar uma atrasada.
  • Mostrar esse vídeo muito absurdamente bom do Flight of the Conchords. Pra quem jogou Sam & Max, sim eles dublaram alguns personagens, mais especificamente um dos computadores.

Peço desculpa a todos esses leitores fofos e gente boa, mas tá foda! Semana que vem eu volto com força total porque facul = fazer nada. Mas eu juro, a coluna sai hoje.

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  • Roupa de Noob

    Imagina você, com suas 500 horas de Final Fantasy blá guardadas no seu precioso memory card. Você deu a vida pelo save, matou cada bichinho, pegou cada arma especial, cada matéria, cada chocobo. De repente esse save some! Como você se sente?

    Ontem os administradores do jogo Shadowbane, MMO da Ubisoft, anunciaram que iriam apertar o botão de reset. Isso mesmo, depois de cinco anos de existência, eles irão resetar tudo o que os jogadores já fizeram, já mataram e já juntaram. Segundo os desenvolvedores, Shadowbane tem problemas de balanceamento tão pesados e profundos que só é possível resolvê-los com um master reset. “Será melhor para a longevidade”, atestam.

    O mais incrível é que, mesmo apesar da iminente perda de cinco anos de esforços gay-místicos, os jogadores estão reagindo muito bem a tudo isso; estão felizes pelos desenvolvedores estarem levando o balanceamento tão a sério. Interessante é pensar se outros MMOs maiores sobreviveriam a um golpe desses, mas talvez Shadowbane possa provar que um MMO pode manter seus fiéis seguidores mesmo fazendo-os começar tudo de novo.

    [via Massively]

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  • Dejà vu: Nintendo não consegue suprir demanda de Brawl

    Mario - I’m Big in Japan

    Sim, é possível: Super Smash Bros. Brawl praticamente nem foi lançado no Japão e já está esgotado. As lojas já estão avisando aos consumidores que reservaram uma cópia na pré-venda que não vão receber unidades suficientes da Nintendo, graças a problemas de fabricação inesperados.

    Oh, grande novidade! Como se a Nintendo conseguisse suprir a demanda de alguma coisa. Sinceramente, não sei se o problema é com o sistema de fabricação de produtos da empresa (céus, desde quando é tão difícil prensar um DVD de jogo assim!?!) ou com essas pessoas doentes que não param de comprar produtos da casa do Mario. *Olha para o Wii com culpa*

    Enfim, só nos resta esperar (não é só isso que fazemos mesmo?) que até o jogo chegar por essas águas a Nintendo já tenho conseguido normalizar a produção. Porque depois de umas e outras, até eu estou ansioso por este maldito joguinho.

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  • Como é? Tem um casal trepando na imagem de cabeçalho???

    Os dois de vocês que lêem meu blog - o No Controle, mantido juntamente com Gui Stadler - sabem: não foram poucas as vezes em que eu bati nessa tecla, e também não foram poucos os comentários que eu comecei com “não vou entrar na questão da violência nos jogos porque tenho que fazer um post só pra isso”. Nunca cheguei a escrever algo mais elaborado sobre o assunto, porque preferia ganhar um pouco de credibilidade antes de postar um texto polêmico desses. Acontece que o Fabio sugeriu que eu escrevesse uma Discussão de Fim de Semana tangenciando a recente polêmica sobre Mass Effect.

    Então tá aí, finalmente eu exponho minha opinião, e depois abro espaço para que vocês comentem, discordem ou me chamem de lindo nos comentários. Tenham em mente que a discussão pode se tornar mais política que gamer, então se você fica facilmente ofendido por sangue, sexo ou teorias acerca do Tio Sam, não continue lendo.

    Continue lendo!

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  • Parece que não é só no Brasil que temos jornalistas tendenciosos e muita ignorância sobre os videogames. A diferença é que os gringos estão um pouco mais atualizados. Foi ao ar alguns dias atrás uma reportagem no canal americano FOX NEWS em que vários “especialistas” discutiam sobre as cenas de sexo que aparecem em Mass Effect. Primeiro, eles chamam Geoff Keighley, da SpikeTV, para defender o lado dos gamers, ao mesmo tempo em que uma psicóloga “super entendida” mete o pau no jogo. Depois, para eliminar amenizar a discussão, a apresentadora decide simplesmente encerrar o debate e falar com os demais “super entendidos” que estão no estúdio.

    O pior é que a tal psicóloga e apresentadora disparam absurdos do naipe de “as mulheres são simplesmente cultuadas pelos seus corpos, vistas como objetos de desejo” e “infelizmente, você ainda precisa estar envolvido com o que seus filhos estão olhando… o trabalho dos pais está cada vez mais difícil!”. Pois é… tudo culpa dos videogames. Eu até teceria alguns comentários irônicos agora, mas prefiro deixá-los para os comentários.

    E a EA (mais nova dona da BioWare) se pronunciou a respeito, mandando uma carta para o canal pedindo por uma correção e explicando que muita coisa foi deturpada na reportagem. Depois de negar que o jogo possua nudez frontal ou esteja sendo vendido para crianças ou adolescentes, a EA faz uma comparação assaz interessante.

    Vocês assistem o canal Fox? Vocês assistem Family Guy? Vocês já viram The OC? Vocês acham que as situações de sexo em Mass Effect são mais explícitas do que as cenas freqüentemente exibidas nesses programas? Vocês honestamente acreditam que jovens são mais expostos em Mass Effect do que nesses programas de horário nobre?

    Isto não é uma ameaça legal; é um apelo para o seu senso se justiça. Pedimos ao FNC para corrigir a reportagem sobre Mass Effect.

    O canal, é claro, respondeu dizendo que já convidou representantes da EA para aparecem no programa, mas até agora não recebeu resposta. Independente disso, seria interessante ter uma instituição mais presente e potente aqui no Brasil para tomar atitudes como esta naquele caso do banimento, não? É possível que tudo tivesse se desenrolado de forma diferente…

    [via Kotaku]

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  • Tag Cloud Jeff Gerstmann

    Não foi bem ontem que rolou toda a treta Jeff Gerstmann vs. GameSpot/CNET. Já faz um tempinho. A poeira já estava começando a baixar, o mundo já estava começando a esquecer… mas aí um cara chamado Sam Kennedy, que trabalha no 1UP, reacendeu todo o papo com o maior e melhor texto sobre o caso até agora.

    Ele dissecou o episódio por completo, e o que era para ser apenas um post no blog dele acabou se tornando digno de ser exibido como matéria de capa no site (o que não aconteceu). Portanto, se você ainda tem alguma dúvida sobre o que exatamente aconteceu e o que tudo aquilo significou para o mundo dos games, especialmente para a imprensa, não deixe de ler GameSpot’s Sad State of Affairs.

    É um texto longo, mas eu definitivamente recomendo.

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  • Atualização: como eu não entendo absolutamente nada de como funciona a lei e os trâmites dela (vivo bem mais feliz assim), o post do Daniel Trezub veio bem a calhar ao apontar os erros factuais deste e de vários outros posts sobre o assunto. Aconselho a leitura.

    * * * * *

    Agora é oficial, minha gente. Vivemos em um país de merda. Peguem os pandeiros, os tamborins, façam umas fantasias de burro e escrevam “Ignorância e Regresso” na bandeira do Brasil. Depois peguem tudo isso, montem um bloco de carnaval e vamos cair na folia! Porque este ano não há tema melhor para samba-enredo do que este:

    Em cumprimento de decisão judicial proferida pelo Juízo da 17a Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais, válida em todo o território nacional, nos autos da Ação Civil Pública n° 2002.38.00.046529-6, o PROCON/GO está apreendendo no Estado de Goiás os jogos virtuais de vídeo-games e computadores: “Counter-Strike” e “Everquest”, que foram considerados impróprios para o consumo, na medida em que são nocivos à saúde dos consumidores, em ofensa ao disposto nos artigos 6, I, 8, 10 e 39, IV, todos do Código de Proteção e Defesa do Consumidor. (Site do PROCON de Goiás)

    Não deve ser difícil trocar umas palavrinhas aqui e ali e fazer isso rimar. Vai ser 10 na avenida, com certeza. Pra quem está se perguntando qual o motivo de se proibir dois jogos já tão antigos quando se tem carne nova para atacar (Manhunt 2, alguém? Pelo menos ninguém ia sentir falta), eis motivo oficial, publicado no site:

    O jogo “Counter Strike” (reféns, bomba, fuga, assassinato, armas, técnicas de guerra, táticas de guerrilha) reproduz a guerra entre bandidos e policiais e impressiona pelo realismo. O jogo foi criado nos Estados Unidos e adaptado para o Brasil. No vídeo-game, traficantes do Rio de Janeiro seqüestram e levam para um morro três representantes da Organização das Nações Unidas. A polícia invade o local e é recebida a tiros.

    O participante pode escolher o lado do crime: virar bandido para defender a favela sob seu domínio. Quanto mais PM´s matar, mais pontos. A trilha sonora é um funk proibido. Nessa escala de violência, cada um escolhe suas armas: pistolas, fuzis e granadas. Na visão de especialistas, o jogo ensina técnicas de guerra, haja vista o jogador deve ter conhecimento sobre táticas de esconderijo, como se estivesse numa guerrilha.

    O jogo “Everquest” leva o jogador ao total desvirtuamento e conflitos psicológicos “pesados”; pois as tarefas que este recebe, podem ser boas ou más. As más vão de mentiras, subornos e até assassinatos, que muitas vezes depois de executados, o jogador fica sabendo (ou não) que era apenas uma armadilha para ser testado para entrar em um clã (grupo).

    Os jogos violentos ou que tragam a tônica da violência são capazes de formar indivíduos agressivos, sobressaindo evidente que é forte o seu poder de influência sobre o psiquismo, reforçando atitudes agressivas em certos indivíduos e grupos sociais.

    Aviso de amigo, Procon: com quase dez anos de estrada, não há um jovem que ainda não tenha jogado CS e recebido “treinamento de guerrilha”. Vocês estão mais atrasados que relógio de camelô com bateria xingling. Outro aviso: joguem Portal. Tem uma cena terrível onde o jogador deve atirar no incinerador o seu melhor amigo, assassinando-o de maneira repulsiva e fria. Vocês vão querer proibir este também.

    Conforme o texto no site, os cidadãos de Goiás já estão sendo instruídos a reportar qualquer ocorrência de comercialização destes jogos às autoridades responsáveis. Mas esta é uma medida que afeta o país inteiro.

    Agora é a hora que você espera que eu brade palavras de ordem para que todos divulguem, reclamem publicamente, façam suas vozes serem ouvidas, mandem emails para os resposáveis etc. Ok, façam isso se quiserem. Mas eu pessoalmente não acredito que resultará em qualquer efeito positivo. O povo, como vocês bem sabem, só serve para duas coisas: votar e pagar imposto. A única maneira dessa situação ser revertida é com a intervenção de gente que tem grana, porque grana é igual a voz. A Electronic Arts, que é quem publica os jogos da Valve no Brasil, seria a mais indicada, já que isso diz respeito diretamente a um dos produtos dela. A Microsoft também. Apesar de não ter à primeira vista nada a ver com a história, esta decisão do Procon é prejudicial ao mercado de games no Brasil, onde a Microsoft é a big player, está investindo pesado e quer ver retorno e prosperidade. Um retrocesso não vai ser nada bom para ela também.

    Sem contar que a qualquer momento um funcionário do Procon pode chegar em casa e ver o filho serrando alguém ao meio em Gears of War, aí já viu.

    É, amigos. No país do carnaval, quem dança somos nós.

    [Valeu ao Gil, ao GUS e aos leitores que enviaram pelo formulário de contato antes que eu visse essa notícia em algum outro lugar. E valeu ao Lef também, que já tinha começado a escrever este post quando eu tiranamente disse que eu queria escrevê-lo.]

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  • Dica: mais um blog IMPERDÍVEL na praça

    [ATUALIZAÇÃO 17/01: Já era. Depois de ameaçado juridicamente pelo Lucas do GoLuck (eu preferi só dar risada da situação), o guri apagou os posts e fez que ia começar a "se comportar". Mas aí lembrou que o nome e a marca que ele tava usando como sendo dele também são registrados, então apagou o blog. Tomara que comece logo outro! :D ]

    Hoje a internet ganhou mais um blog bacaníssimo de games. Estou falando do maravilhoso Supergamepower. Não sei nem por onde começar a comentar tamanha genialidade em forma de blog.

    Sei sim, pensando bem. Pelo nome! Onde vocês já viram um nome tão original e criativo? Ele me soa familiar, por algum motivo, mas estou certo que é um daqueles casos de um nome tão estupendamente incrível que a gente meio que se recusa a acreditar que nunca foi usado antes.

    E o que falar da tagline? “Os super games se encontranTão sutil, tão ácido, tão crítico… e em Comic Sans!! Quem dera ter sido eu o criador…

    Mas nada disso supera a supremacia incontestável do conteúdo. O blog já tem três posts! Um é o obrigatório “Hello world!” (o quê? Vocês apagam o de vocês quando criam um blog? Heresia!), e os outros dois são uma importante denúncia e uma pertinente discussão sobre hype. Ih, errei os links… Quem são esses dois aí, o Continue e o GoLuck? Devem ter copiados os posts do SGP, bando de sanguessugas de conteúdo! Um dia no ar e o SGP já teve dois posts copiados, deve ser um recorde!

    Pra terminar: reparem que o link para o meu nome no post sobre o hype foi pertinentemente alterado para apontar para o post de hoje deste blog sobre um cara que tem 46% do cérebro ocupado por memórias relativas à Nintendo, como quem me acusa de ser nintendista (o que eu não nego ser, apenas nego que influencie na minha capacidade de ser imparcial). É claro que o anônimo dono de tão sensacional blog tem todo o direito de linkar o meu nome para onde ele quiser, mas eu tenho quase certeza de que, na fictícia hipótese daquele post já ter sido publicado em outro lugar, o link apontaria para o meu perfil no Facebook.

    Está dada a dica. Entrem no blog e comentem. Comentem MUITO, porque esse aí merece. Vocês sabem que tipo de comentários, não sabem? ;)

    E ficam meus parabéns a quem sabe criar em vez de copiar.

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  • http://thegamerag.nathansmart.com/pics/hsucash.jpgNada como uma grande marca estadunidense e um editor que não tem papas na língua. Dan Hsu, editor-chefe da Electronic Gaming Monthly lá de fora, fez um editorial bastante interessante na última edição da publicação. Eu ainda não tive a oportunidade de ler, mas de acordo com o site VGM Watch, Shoe lista os nomes de três empresas que baniram a EGM de fazer qualquer tipo de cobertura de seus futuros jogos, graças à reviews muito rigorosos. São elas a Ubisoft, a divisão de esportes da Sony, e o time de desenvolvimento de Mortal Kombat da Midway.

    O assunto já virou recorrente na indústria. Depois do caso do Kotaku contra a Sony e da demissão do Jeff Gerstmann da Gamespot, cada vez mais se especula sobre a credibilidade dos veículos da mídia especializada de grande e (principalmente) médio porte. E o problema não é nem sobre os casos que vêm a público - afinal, se em cada um desses veículos alguém se manifestou, é porque há integridade em pelo menos uma das partes. O perigo mora nas situações onde tudo se mantém por baixo dos panos, geralmente por medo do site/revista em perder o material exclusivo de algum grande jogo ou produtora importante.

    Com bem disse o sábio (?!) Bracht, o principal patrimônio de um veículo de informação é a confiança dos seus leitores. E é claro que nos enchemos de repulsa toda vez que vem à tona algum caso de falta de integridade- geralmente não por parte da imprensa, mas da própria indústria, que ainda precisa amadurecer bastante para chegar no patamar esperado pelos jogadores.

    Enquanto isso, fico me perguntando com que freqüência coisas assim acontecem no mundinho da imprensa especializada brasileira, sem nunca chegar ao conhecimento do público. Não que faltem colhões, mas são poucos que têm a moral de um Dan Hsu e ainda uma marca de tamanho porte por trás para apoiar. Em contrapartida, há o argumento de que os nossos reviews não são assim tão relevantes quanto os de um Gamespot da vida. Ou são?

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  • A produtora Activision e a fabricante de brinquedos Jada anunciaram a mais nova “versão” de Guitar Hero. É o Guitar Hero: Air Guitar Rocker, que, como o sugestivo nome já entrega, possui uma diferença essencial: não é um simulador de guitarra, mas sim de air guitar. E você não precisa nem de um videogame, muito menos do controle: basta usar a sua imaginação!

    (Ah, e um pequeno aparelho de 30 dólares que vai estar disponível a partir de 1º de março nos EUA.)

    O funcionamento do tal acessório é bastante curioso, mas igualmente inútil. É só ver como a mágica acontece no vídeo. E apesar de pensar em alguém usando isso para mostrar aos amigos ser bem ridículo, você pode querer saber que o tal do Air Guitar Rocker vem com diferentes riffs de músicas famosas da série Guitar Hero e até algumas inéditas.

    Pelo menos é mais fácil de carregar…

    [via Destructoid]

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