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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘É foda...’ Category

Impostos

Quando rolou aquela entrevista com o Marco Túlio sobre o projeto de lei para normalizar (não falo diminuir porque eles são irreais de tão altos) os impostos que jogam os preços dos nossos consoles e games nas alturas, eu fiquei, e tenho certeza que vocês também ficaram, muito triste em saber que o processo todo até a aprovação da lei ainda poderia levar um bom par de anos, no mínimo.

Porém, saiu hoje no MeioBit Games uma notícia potencialmente animadora, vinda de um lugar improvável: o 9º Fórum Brasil – Mercado Internacional de Televisão, que começou ontem e vai até amanhã. Segundo um dos agentes secretos do blog de games mais lido do Brasil (um dia a gente chega lá, embora já sejamos o 3º), que está presente no evento, isto foi o que aconteceu:

Sílvio Da-Rin, secretário de audiovisual do Ministério da Cultura, disse que já estão negociando com a área de Comércio Exterior para reduzir os impostos dos consoles no país. Eles também estão trabalhando no projeto de um laboratório de novas mídias, que tem como um dos objetivos criar demos jogáveis.

Não entendidi a segunda parte — demos jogáveis? De quê? Pra quê? –, mas a primeira é potencialmente animadora. Digo potencialmente porque já tivemos a nossa cota de políticos falando groselha sobre o mercado de games no Brasil, e nunca é demais ter um pé atrás nesses casos. E outra: como bem nos explicou o nosso amigo Marco Túlio, na entrevista linkada lá em cima, o negócio não ia demorar mais um par de primaveras pra acontecer? A não ser que estejamos falando de uma liminar, ou medida provisória, ou seja lá como eles chamam esse processo de colocar uma lei em vigor antes que ela seja realmente aprovada. Mas só eu acho isso extremamente improvável?

Também tem a possibilidade do Deus Ex Machina do tal lobby das grandes empresas de games (Sony, Nintendo, Microsoft, EA etc), que supostamente estariam fazendo pressão no governo há tempos, já, com o objetivo de tornar o Brasil um mercado propício para as suas entradas oficiais. Essa história do lobby rola desde nem lembro quando, e nunca foi confirmada ou desmentida.

Enfim… Veremos! Eu espero notícias boas, mas não vou me decepcionar se for fogo de palha. Otimismo cauteloso.

[valeu pela dica, Dori Prata!]

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  • Loja oficial da Sony no Brasil não vende videogames

     Sony Style

    Foi inaugurada a primeira loja Sony Style no Brasil. Trata-se do ponto de venda oficial da Sony e fica no novo shopping paulistano Cidade Jardins, voltado para o consumidor AAA ou, como aprendi no MBA, “pessoas não-sensíveis ao preço”. A Sony fez um investimento total de dois milhões de reais que resultou em um belo espaço de 700 metros quadrados, divididos em dois andares: um para comercialização e outro para treinamentos e serviços especializados ao cliente.

    Embora a Sony Style tenha o PlayStation 3 em exposição, ela não vende o console. Não vende nenhum console. Nada de videogames por lá. Imagino que lá você encontre televisores Bravia ultra-mega-fodões ou Notebooks Sony Vaio iguais ao do James Bond. Deve ter câmeras fotográficas, walkmans e outras quinquilharias chiquérrimas. Mas por algum motivo, o PS3 não é vendido na loja. Nem como leitor de blu-ray.

    Deve ser uma estratégia para que jovens nerds desarrumados não infestem a loja e assustem os engomados clientes AAA. Supostamente, pessoas super-ricas não sensíveis aos preços não jogam videogames. Nem os filhos delas.

    De qualquer forma, dá pra encontrar um PlayStation 3 por aí por uns R$1600,00 hoje em dia. Se viesse oficialmente, não custaria menos de três mil e ficaria encalhado na loja. Mas ainda assim parece uma oportunidade desperdiçada. Quem sabe nos próximos meses, os caras do marketing da Sony se lembrem de colocar o PS3 e uns jogos à venda por lá?

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  • [Trailer] Pare o que estiver fazendo e veja isso

    Ok, pára tudo. Pára, zit, stop, HALT! Assista ao trailer acima e me responda: sem contar a moda dos anos 80, essa não é a coisa mais ridícula que você já viu?

    [via Kotaku]

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  • Boua!

    Saiu no Nintenerds na semana passada e eu só vi (e fiquei de boca aberta) hoje: segundo um dos leitores do blog, o Tiago Pádua, um amigo dele comprou um Wii bonitinho, original e pãns, do Submarino, pagou R$1.700,00 e recebeu uma grande caixa de incomodações. Sei lá se é verdade mesmo, mas como estamos longe do primeiro de Abril, resolvi acreditar.

    Você pode ver as fotos do produto clicando no link que inicia esse post, e segundo o texto enviado pelo Tiago Pádua ao Nintenerds, a coisa foi feia mesmo. O Wii:

    • Era o modelo japonês, com menus e manuais na língua nipônica;
    • Estava “chipado” (eles tentaram rodar um jogo americano original e foi de boa);
    • Estava em estado deplorável, cheio de riscos arranhões e com borrachinhas de base trocadas;
    • Veio com Wii Sports pirata, facilmente reconhecível pelo adesivo redondo “impresso em casa” que foi colado no disco;

    Eu obviamente me recuso a acreditar que o Submarino tenha qualquer culpa nessa história. É claro que esse Wii foi adulterado antes de chegar ao estoque do site e tal, mas duas coisas não dá pra negar. A primeira é que alguém deveria ter notado que a caixa já havia sido aberta (por mais que tenham lacrado de novo, duvido que não dê pra perceber) e a segunda e mais importante é que o serviço de atendimento ao consumidor do Submarino tem uma missão especial nas mãos. Eles precisam resolver este problema de maneira exemplar, senão a coisa vai ficar feia pro lado deles sob a ótica do mercado gamer. Segundo relatos da vítima, não é isso que está acontecendo, e é por isso que é importante espalhar o fato em blogs e sites por aí.

    O mais impressionante é que essa não é a primeira vez que isso acontece. Há não muito tempo, um carinha comprou um PS3 no mesmo Submarino e recebeu um tijolo rebocado. E não foi tão bem atendido.

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  • Daltonismo

    [Só para não perder o costume, o nosso leitor mais produtivo, o AyPyCy, lança mais um ótimo texto sobre um assunto relevante. Na verdade este foi o primeiro que ele me mandou, mas acabou ficando por último, pois já tínhamos assunto para as Discussões dos Fins de Semanas anteriores. Aproveitem!]

    Acessibilidade, conforme a Wikipédia, significa não apenas permitir que pessoas com deficiências participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população.

    Sou daltônico, o que, resumidamente, significa que tenho limitações com cores. No meu caso a deficiência é bem leve, confundo algumas tonalidades, mas mesmo assim ela existe. Há casos mais extremos onde o indivíduo não consegue identificar nenhuma cor… Enfim, este é um distúrbio que atinge cerca de 8% da população mundial (estatisticamente, das 402 pessoas que estão lendo isso via RSS, 32 devem ser daltônicas), sendo que afeta principalmente os do sexo masculino. Que conhecidamente são os maiores usuários de games.

    Continue lendo!

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  • 84764-sambadetail_2.jpg

    Nada contra os leitores sambistas (puta mau gosto, hein? =P) ou apreciadores de qualquer que seja o estilo de música apresentado neste jogo. Não sei porquê, mas isso não me parece lá muito com o samba brasileiro. Talvez seja pela ausência de mulheres nuas ou pelos acessórios mexicanos e as maracas estranhas que esse macaco com expressão psicopata está usando. Mas o que importa é que eu estou revoltado. COMO ASSIM Samba de Amigo vai ter conteúdo para download enquanto Rock Band E Guitar Hero III não?!?

    (Aliás, já notou que eles sempre “De” com letra maiúscula nos sites estrangeiros? =D)

    Para quem não entendeu, tudo indica que esse símbolo que aparece no lugar reservado ao da Wi-Fi Connection seja o do inédito “serviço” da Nintendo anunciado há alguns meses (e brevemente citado por nós aqui), o Pay to Play, usado em jogos que cobram pela jogatina online. Ou pelo download de conteúdo adicional, como parece ser o casa do nosso Amigo. Agora me diz: se eles até se deram ao luxo de criar um logotipo para jogos do tipo, por que diabos excluir justamente Rock Band? =(

    [imagem via Destructoid]

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  • [Atualização: Para saber mais sobre a série Jake Hunter, que, afinal, não é uma imitação de Phoenix Wright, leia o comentário do nosso leitor GladiadorBR ali abaixo. Sério, vale a pena!]

    Gente, saca só que cara de pau dos caras da Arc System Works (quem?) em fazerem esse jogo. Phoenix Wright deve estar se remexendo na cova no tribunal! Esse lance de um jogo bem sucedido dar origem a vários clones não é nenhuma novidade (basta ver no que as prateleiras de jogos de DS se transformaram depois de Nintendogs), mas eu sempre fico meio pasmo. The nerve of you people!

    Em sua defesa, o jogo mostra lá pela metade do trailer que tem uma novidade em relação à série Ace Attorney: combates. E que combates! “O inimigo está na sua frente!”, aí você escolhe “Murro”, “Chute” ou “Correr”. É um RPG sem pontos de luta, armadura, HP, tudo. Quer dizer, nada.

    E esse protagonista? Ou melhor, e esse CABELO do protagonista?!

    Sem contar o cigarro. Cara, eu odeio personagens que fumam só pra parecerem cool, blasé, moderninho, essas coisas. Odeio pessoas que fazem isso também, mas aí já não vem ao caso.

    Aff, chega. Deixa eu curtir meu feriado.

    Só pra constar: Jake Hunter: Detective Chronicles é para Nintendo DS e tem lançamento previsto para 10 de Junho.

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  • [Avisinho] Você também já teve comentários engolidos?

    SPAMUm aviso rápido: fui informado pelo leitor (e meu amigo) JP Nogueira de que alguns comentários dele não apareciam aqui no blog por nada desse mundo. Não havia mensagem de erro, nem de “seu comentário está esperando moderação”, nem nada disso. Depois da gente quebrar um pouquinho a cabeça, ele se ligou de uma coincidência: todos os posts que foram bloqueados continham links. Batata, foi o anti-spam.Não só achei os comentários dele quanto os de mais gente também, que tinha usado links nos comentários. Todos restaurados.

    Sempre achei que o Akismet fosse um anti-spam com uma margem de erro ridícula (e no 16-BIT ele era mesmo), mas agora não posso mais confiar. Vou ter que dar uma de babá de anti-spam também.

    Então fiquem tranquilos: podem comentar à vontade com links, que eu me comprometo a olhar os comentários identificados como Spam umas duas ou três vezes por dia, pra evitar esse tipo de coisa. Só espero que o Akismet pelo menos “aprenda” a não bloquear mais os comentários de pessoas que eu vivo marcando como “Not Spam”.

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  • Advercover!

    Em mais um dos prováveis últimos suspiros do mercado de revistas de games como o conhecemos hoje, a Official Xbox Magazine teve a brilhante idéia de vender a capa inteira para publicidade. Sim, as páginas de publicidade em uma revista são geralmente as mais importantes para quem faz a revista, mas e o leitores? Ninguém pensa neles?

    Quem vê a revista na banca não enxerga as chamadas de capa, não sabe o conteúdo, não sabe nem qual é o jogo em destaque da edição. Tudo que vê é o que você acima: o logo da revista e uma mega-propaganda do Rainbow Six: Vegas 2.

    Sim, depois de comprar a revista você pode arrancar o anúncio e jogá-lo no seu devido lugar (o lixo), e então verá que existe, sim, uma capa real por baixo, mostrando o muito mais interessante Fallout 3. Mas aí já virou notícia na internet.

    Opiniões?

    [via Kotaku]

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  • Link externo para o vídeo

    Eu caio, morro, uso Phoenix Down, morro de novo… e ainda não vejo tudo!

    Fiquei sabendo hoje de uma pequena “série” do canal americano Spike TV, a Hot Chicks With Cheat Codes. De vez em quando eles passam clipes de cerca de um minuto nos intervalos da programação, onde uma moça em trajes sumários dá uma dica (também conhecida como “macete” ou “manha” em alguns lugares desse país gigantesco) de algum jogo.

    É o cúmulo da vergonha alheia: a coitada fica fazendo aquela voz sexy para falar sobre uma coisa que não excitaria nem o mais bizarro dos fetichistas, e o pior: ela fica com o olhar apontado sempre para um canto, onde duvido que não exista uma cartolina de onde ela lê a dica. (Teleprompter? Pra quê gastar um com isso?) Ha-ha!

    Saca só ali em cima o vídeo onde uma das modelos dá uma dica que eu nem sei se funciona para o genial Portal (incluindo piadinhas de duplo sentido com o nome do jogo). E vamos todos mandar emails para a PlayTV sugerindo que adotem este incrível formato na televisão brasileira também!

    (E depois ninguém sabe porquê mulher gamer é tão raro…)

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