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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘É foda...’ Category

Finish Him! Mortal Kombat Kollection no PS2

Alguém aí conhece o Beettlejuice, aquela assombração bizarra do longa metragem “Os Fantasmas se Divertem“? Lembram que para ele aparecer, bastava repetir o nome do coisa-ruim três vezes? Começo a acreditar que o mesmo vale para outras assombrações, como por exemplo, Mortal Kombat.

Eu falava do jogo com o Fábio ontem a tarde e quando vou dar uma olhada nas notícias no fim do dia, eis que me aparece esse “lançamento” da Midway. Mortal Kombat: Kollection - não devia ser Kollektion? - é um box com três jogos da franquia para o PlayStation 2. São eles: Mortal Kombat: Deception (2004), Mortal Kombat: Shaolin Monks (2005) e Mortal Kombat: Armageddon (2006). Dos jogos lançados originalmente no PS2, o único que nem a Midway teve coragem de incluir aí foi MK: Deadly Alliance (2002).

Dos três jogos, eu acho que Deception é inútil nessa coletânea, uma vez que todos seus personagens e boa parte de seus cenários também aparecem em Armageddon. Bastava incluir os minigames Chess e Puzzle Kombat que acompanham o jogo e pronto. Dava na mesma. Shaolin Monks é o melhorzinho: por um lado é uma aventura estilo Double Dragon com Liu Kang e seu amigo de chapéu, Kung Lao, o que é legal, para quem gosta desse tipo de jogo. Mas na moral, só vale a pena por ter Mortal Kombat 2 como extra.

MK: Kollection é um caça-níqueis da Midway para financiar o desenvolvimento de Mortal Kombat VS DC Universe e deve chegar às lojas norte-americanas em setembro.

[via UOL Jogos]

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  • [E3 2008] Capcom, a pior conferência da E3

    (Lost Planet) [bb]

    A Capcom foi para a E3 2008 com um arsenal de grandes títulos: Street Fighter IV, Mega Man 9, Bionic Comando, o festejado Resident Evil 5… só para citar alguns. Mesmo soltando alguns demos jogáveis e trailers inéditos durante o dia, muita gente esperava com antecipação a conferência da produtora nipônica.

    Chega a noite e depois de consideráveis 20 minutos de atraso, teve início a apresentação. O palco, vale ressaltar, era uma mesa redonda, como essas dos programas esportivos. Entre outras pessoas, estavam lá o senhor Inafune, pai de Mega Man e David Hayter. Sim, Solid Snake, em pessoa cordas vocais. E também roteirista dos filmes dos X-men.

    Eles falaram sobre o novo projeto da Capcom, o filme de Lost Planet[bb]. Comentam como é bom trabalhar um com o outro. Rasgam seda durante um bom tempo. O produtor do filme também aparece. Hayter elogia o jogo, fala sobre o roteiro que vão escrever. Não há nada para mostrar. Comentam sobre o longa metragem em CG Resident Evil Degenaration, outro projeto cinematográfico da Capcom. Falam sobre como é legal que o David Hayter fala japonês e que isso vai facilitar o trabalho.

    Quando o assunto se esgota, eis que o presidente da Capcom surge e agradece os dois, agradece o público presente e encerra a apresentação.

    Acabou. Fim.

    Sério. Nenhum hadouken. Nenhum mísero zumbi.

    Definitivamente, o pior da E3 2008. Ou de todos os tempos. O pior da minha vida!

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  • Uma das palavras mais ditas pelos executivos da Nintendo hoje no palco de sua conferência (sem contar “sales”) foi “smile”. Eles falaram e repetiram que a empresa deles é a que traz mais sorrisos aos rostos das pessoas, e que o objetivo deles é continuar trazendo estes sorrisos a todos. Bem, Nintendo, you FAIL.

    Enquanto vocês falavam de vendas e de como o DS[bb] e o Wii[bb] imprimem dinheiro, nós só queríamos saber de novidades. Alguns de nós queriam ver um modelo novo do portátil, outros queriam Pikmin 3, outros (eu!) queriam Pilotwings Wii, um novo Zelda (um que seja realmente de Wii, dessa vez), Kid Icarus ou mesmo mais detalhes sobre alguns jogos que vocês prometeram e se calaram a respeito, como Disaster: Day of Crisis.

    Muitos de nós tinham praticamente certeza de que ao menos uma solução para o problema de armazenamento vocês ofereceriam — nós achamos que a Nintendo não era burra o suficiente para não anunciar algo tão necessário e reinvindicado quanto isso. Uma outra parcela ainda tinha fortes esperanças (e motivos para tê-las) de que Kingdom Hearts 3 fosse anunciado.

    Mas todos nós estávamos errados. E agora não estamos sorrindo.

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  • Shit (really) happens

    Zica, azar, má sorte, infortúnio. Contando ninguém acredita — eu mesmo demorei uns bons quinze minutos para aceitar a verdade –, mas aconteceu: a menos de 48 horas do início da E3 e com ainda três posts do Aquecimento E3 2008 a serem escritos, a fonte do meu computador queimou.

    É.

    Pô, se ainda tivesse sido ontem à tarde, dava tempo de comprar uma[bb] e trocar, mas hoje é sábado! Amanhã é domingo! Não tem nada aberto e eu preciso terminar várias coisas pra me ver livre nos dias da E3.

    Isso porque eu estou sendo otimista. Pode ter sido a placa-mãe. Se foi a placa, posso me considerar sem o meu computador por uns bons dias.

    A notícia boa é que tem outro computador aqui em casa que eu posso usar (esse mesmo de onde digito isso); a ruim é que não tem Photoshop nem os plugins do Firefox que eu uso. Mas veremos o que rola. Talvez eu aproveite esse sinal divino pra me enfiar em mais uma dívida e comprar um computador novo[bb]. Aquele já tinha PASSADO da hora de trocar de trocar, mesmo. Faz tempo.

    Enfim. Esse post é pra avisar que, por conta disso, as últimas retrospectivas (que eu ia postar hoje, amanhã e segunda) serão adiadas pra depois da E3. A cobertura do evento provavelmente não será prejudicada.

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  • Amém!

    Religião é um assunto complicado. Você tem a sua, eu tenho a minha, e cada um tem o direito de ter uma e de não ver ninguém tentando diminuir outra em favor da própria. Mas é impossível não tirar um barato, não morrer de rir, disso. Religião é uma coisa, babaquice é outra.

    Trata-se de uma página falando sobre games sob o ponto de vista religioso. Claro, porque a igreja tem que ir até onde o jovem está, senão ele é que não vai ir até a igreja, certo? É a mesma história daquelas igrejas que colocavam Halo 3 pra gurizada jogar, só pra fazê-los entrar na roda espiritual.

    Na primeira metade da página, além de umas enquetes hilárias, têm uns textinhos sobre jogos inofensivos, que podem ser jogados livremente sem medo de estar cometendo algum pecado. Mas o que tem na segunda metade chega a pôr em dúvida a seriedade do negócio. São mini-reviews de jogos “seculares“, ou seja, DUMAL, MANO. Jogos do demo, por assim dizer. :P

    Como todo bom religioso bitolado, Kyle Goldman (o religioso bitolado que escreve a página) não hesita em exagerar fatos, extrapolar detalhes e achar significados ocultos em tudo. E o melhor é que ele nem joga muitos muitos dos jogos que ele “analisa”, sob a justificativa de que têm “classificação M e, por isso, não são permitido no campus”.

    Não vou ficar colocando aqui tudo que foi escrito lá. Já dei o link e você sabe clicar. Mas não dá pra deixar passar algumas frases mais infelizes. Dessas eu faço um apressado Top 5 depois do Continue.

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  • Sobre os novos Prince of Persia e Castlevania

    Depois do Mega Man, eu ia reclamar aqui sobre o novo Prince of Persia e o novo Castlevania. Mas, sinceramente, o Lucas Patrício escreveu exatamente o que eu queria, melhor do que eu poderia.

    Não acho o Prince tão catastrófico assim, na verdade, mas o Castlevania… aiaiai. Ainda bem que eu não acompanho muito nenhuma das duas séries.

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  • Você já deve ter lido por aí. Mega Man 9, o novo jogo da série principal de um dos mais tradicionais e adorados personagens de videogame de todos os tempos, só terá de “novo” o número, porque os gráficos… serão ao estilo Nintendinho de ser. Sim, um jogo de 8 bits será lançado em 2008! As scans da Nintendo Power (que deu o furo e deve ter adorado) e mais algumas screenshots estão no site Rockman Perfect Memories.

    Em uma jogada surpreendente, a Capcom resolveu apostar no retrô (e no moderno ao mesmo tempo: o jogo vai ser vendido exclusivamente por meio de distribuição digital, no WiiWare). Em um primeiro momento, fiquei estupefato com a ousadia da empresa de fazer isso. Um jogo com cheiro de mofo em plena era da High Definition?! Mas depois de pensar um pouco, a suposta ousadia foi ficando mais e mais com jeito de preguiça ou falta de criatividade.

    Mas o que eu estou falando? Eu nem joguei algum Mega Man anterior ao X na época certa! Definitivamente, não tenho propriedade para opinar sobre isso. Mas conheço quem tem, e fiz uma pesquisa de opinião com o pessoal mais oldschool que eu conheço. Perguntei o que eles acharam dessa surpreendente decisão, e as opiniões foram as mais diversas e surpreendentes possíveis. Tudo o que me disseram está a um clique de distância. Depois do continue, como sempre.

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  • Nintendo descobre como fazer 2MB caberem em 1MB

    Atente para a frase do diretor de marketing da Nintendo da Europa, Laurent Fischer, sobre a questão do espaço interno no Wii — ou falta dele –, logo após dizer que a empresa está “trabalhando em uma solução”:

    Definitivamente não há planos para lançar um hardware [para aumentar o espaço], mas nós sabemos que temos um problema nesta área. É muito óbvio e nós estamos perfeitamente cientes, mas não há nada que possamos dizer além disso.

    Corrijam-me se eu estiver errado e perdoem a minha ignorância, mas até onde eu sei, a única maneira de aumentar a memória física de um aparelho é colocando/aumentando/trocando o hardware que armazena os dados, seja ele um Hard Disk, um cartão de memória ou seja lá o que os chineses já inventaram de ontem pra hoje nessa área. Se não for assim, só posso concluir uma coisa: a Nintendo descobriu como fazer dois (ou mais) MegaBytes caberem em um.

    Primeiro foi a declaração de que só “geeks e otakus” estão preocupados com isso (declaração dada, inclusive, pelo mesmo cidadão), agora isso. Estará a Nintendo estrando pelo mesmo caminho da arrogância e das declarações infelizes que Sony vinha trilhando?

    [via Game|Life]

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  • Taikodom

    Não estarei mentindo quando digo que Taikodom, o MMO da empresa catarinense Hoplon Infotainment, me chamou atenção desde que foi anunciado, já há alguns anos. Tenho este post do meu antigo blog para comprovar. A começar pelo fato dele ser um jogo massivo online espacial, e não mais um MMO genérico de fantasia medieval.

    Depois, e mais importante, vinha o fato dele se autodenominar um Massive Social Game, em vez de um MMORPG ou simplesmente MMO. Dois diferenciais que eu fiquei sabendo e me empolgaram de sobremaneira foram o fato da habilidade do jogador ser medida de fato por quão bem ele sabe jogar, não pelo nível de experiência ou pela qualidade dos seus equipamentos, e a presença de classes cujo foco não era o combate, mas o transporte, negociação e outras atividades que não envolviam tiros. Na época falava-se até da classe Jornalista, veja só.

    Com essas características fora do comum, fora-da-caixa, e uma boa execução, na minha opinião o Taikodom teria potencial para ser uma grande bandeira brasileira fincada na indústria de games mundial.

    Essa semana eu pude experimentar o beta do jogo. Que pena que tudo isso que me empolgou no início não passa de teoria.

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  • EGMQuando vi as manchetes “EGM refuses to review MGS4″, eu logo pensei mal da revista, lembrando daquele caso tosco de quando eles se recusaram a resenhar Endless Ocean do Wii porque não consideraram um “jogo”. Só que dessa vez o motivo é outro e, se naquele a revista mereceu umas vaias, nesse ela merece aplausos: o motivo para terem se recusado a fazer um review do maior lançamento do ano para PS3 foram as restrições impostas pela Konami para os jornalistas.

    Segundo relatos de jornalistas, havia vários tópicos proibidos. Ninguém podia falar, por exemplo, do tamanho da instalação que o jogo exige (4.6GB), nem sobre a duração de algumas cutscenes (90 minutos). Ambos pontos negativos que a Konami sentiu que podia abafar, sabendo que os grandes veículos precisam de um review de MGS4 o quanto antes e a maioria faria o necessário para conseguir ser um dos primeiros a analisar. Me informei aqui com o pessoal de algumas revistas brasileiras de games, e parece que essa restrição não rolou por aqui.

    Enquanto alguns, como o IGN, entraram nas regras do jogo, a EGM gringa mostrou que é macho e que não se dobra aos caprichos de ninguém. Em vez de um review tradicional, os caras fizeram uma mesa redonda por escrito, discutindo o jogo. Como não é um review, tecnicamente, eles puderam falar sobre o que dessa na telha. Uma solução criativa para os leitores e um belo recado para a Konami. Não é papel das empresas darem ordem para a imprensa.

    [via Destructoid]

    » Atualização: Mestre Prandoni foi rápido em apontar a resposta da Kojima Productions ao caso. Eles dizem que a instrução não era não falar sobre o tamanho das cutscenes, mas sim não dizer quais eram longas, de modo a não estragar a surpresa do jogador. Ele explicou várias outras restrições, e a razão de ser da maioria delas era justamente essa: evitar spoilers. Beleza, aí eu me pergunto, “precisa?”. Eu acho que ainda assim eles fizeram errado em dar “instruções” aos jornalistas sobre como avaliar o jogo. Nenhum jornalista que se preze inclui spoilers no seu review, logo, ninguém precisa da Konami, ou seja lá quem for, ensinando o padre a rezar a missa.

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