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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘É foda...’ Category

Fiquem tranquilos, eu nunca vou fazer isso com vocês

Postzinho nada a ver, só pra deixar uma coisa bem clara. Clique neste link e veja o cúmulo da mendicância na internet. O Gizmodo britânico, mesmo sendo um blog grande, com um nome reconhecido, apela para a única coisa que eu me recuso terminantemente a fazer, agora e sempre: tacar publicidade dentro do template do post. Já vi isso em vários outros blogs e nunca achei digno de falar porque normalmente são blogs pequenos e anúncios pequenos. Mas nesse caso não. É um blog de alto escalão, e é um anúncio gigantesco, composto de dois blocos, que interrompe completamente o fluxo de leitura!

A gente nunca pode dizer “dessa água não beberei”, eu sei, mas mesmo que um dia o Continue venha a ter três ou quatro vezes mais propaganda do que tem hoje (e isso é bem possível), eu asseguro a você que você nunca vai ver nenhuma propaganda intrusiva no espaço que se inicia na primeira letra do título do post e vai até a última letra do conteúdo do mesmo. Esse é o meu compromisso com você, que vem aqui pra se informar, passar o tempo, e não pra ter que desviar de propagandas.

Acho isso um desrespeito.

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  • América Latina: HOT or NOT?

    Saiu um belo artigo no site da revista EDGE (que eu tô louco pra assinar, mas sai quase 250 reais por ano!) falando sobre a “importância cada vez mais importante” da América Latina para o mercado de games mundial. É interessante ler um texto desses, escrito por e para as pessoas de fora, pra ver mesmo como a gente não existe.

    Está no próprio texto: “É simples assim, as fabricantes e publishers third-party não têm representação oficial do México para baixo”. Apesar de ser um certo exagero — afinal, a Microsoft tem representação oficial no Brasil e em outros países aqui nas adjacências continentais –, na prática é isso mesmo. O problema dos altos impostos do Brasil foi citado explicitamente, o que é sempre bom:

    “Quando eu estava [trabalhando] na Lik Sang, nós éramos bem reconhecidos nos círculos gamers brasileiros. Mas isso nunca se traduziu em vendas semelhantes às de, digamos, algum país da Europa Ocidental (eu não estou comparando com mercados como Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Sudeste Asiático ou Europa Ocidental porque não faria o menor sentido). A razão principal era simples: quando um brasileiro encomendava algo eletrônico de Hong Kong, ele podia contar com uma mordida de 60% do leão dos impostos mais tarde no processo. Dos 105 países para os quais a Lik Sang já entregou, as costas sul-americanas eram um dos destinos mais caros para que os nossos carregamentos chegassem.

    O autor ainda comenta sobre o problema da pirataria e até mesmo dá idéias para as empresas tirarem vantagem dele. Ele tem um argumento muito bom e um tanto óbvio: a pirataria desenfreada nos países pobres dá a marcas como PlayStation um marketing gratuito massivo, fazendo com que a Sony praticamente não precise se focar em propaganda e ações para introduzir e apresentar a marca aos consumidores, mesmo que seja uma marca que nunca esteve realmente naquela região. É como se eles já estivessem presentes lá, mas sem gastar nenhum tostão (e sem ganhar também, claro).

    É uma leitura muito interessante e recomendada para o povo brasileiro, especialmente para o pessoal de Brasília.

    Falaí, pessoal de Brasília! Eu sei que vocês lêem o Continue, então, ó, tá na hora de ficar esperto e diminuir esses impostos, hein? Aposto como vocês querem o progresso do Brasil, né?

    Né?

    [EDGE Online - Gaming in Latin America]

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  • O homem da imagem acima tem um desejo: chutar bundas no Brasil. Mas há uma bunda que nem mesmo ele pode chutar — a do governo. Em entrevista exclusiva ao UOL Jogos, no evento NEX (Nintendo Experience), no Panamá, o presidente da Nintendo of America foi o mais mais claro possível:

    Graças à estrutura tributária, que transforma um produto viável em qualquer lugar do mundo em algo muito caro, nosso negócio é muito pequeno no Brasil.

    Sentar e reclamar dos impostos, no entanto, não é o que a Nintendo faz. Há milhões a serem lucrados neste país selvagem, e a empresa os quer e está se esforçando para tê-los.

    Estamos discutindo com alguns membros do governo brasileiro mudanças nos impostos e, obviamente, ainda não funcionou. Vamos continuar com tais esforços e parte do que estamos compartilhando [com eles] é, primeiro, que o mercado de videogames é enorme e vibrante, (…) e, em segundo lugar, que é algo que pode gerar emprego para milhares de pessoas, mas enquanto os impostos não mudarem isso não vai acontecer.

    Aí está, gurizada. A Nintendo quer entrar no Brasil, mas quer fazer a coisa direito. O nosso governo, por mais [insira o adjetivo pejorativo de sua preferência] que seja — e É –, não vai deixar de apoiar empresas gigantescas como a Nintendo e a Microsoft por muito tempo. E está escrita a receita de um futuro com games mais baratos e impostos que não sejam dignos de se bater com a cabeça na parede em descrença.

    O único problema é que ninguém sabe quando esse diabo de futuro vai chegar.

    [via UOL Jogos -- leia ou assista à entrevista completa]

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  • Impensável! Ultrajante! Anormal! Anomalia! Xbox vende mais do que PS3 no Japão!

    E não é qualquer mais, é praticamente o triplo. O motivo, claro, é um JRPG, o que me faz questionar:

    OS MALDITOS JAPONESES NÃO SABEM JOGAR OUTRA COISA?!

    Tipo, putaquepariu! Tem tanta coisa boa no mundo pra se jogar, e os japoneses só compram os malditos RPGs! Monster Hunter, Phantasy Star Universe Portable, Fire Emblem, Dragon Quest V, qualquer remake de qualquer Final Fantasy para qualquer plataforma… É de se admirar que inclusive jogos de outros gêneros sejam sequer lançados por lá. Pra quê? Todo mundo vai estar matando o mesmo monstrinho da semana passada, aumentando level cegamente pra matar um chefão apelão cujo objetivo é justamente fazer os jogadores terem que passar uma semana matando o mesmo monstrinho pra fazer level.

    E o pior é que os caras, além de só jogarem RPG, só jogam os mesmos!! Quando sai um diferentão, por mais legal que seja (meu exemplo é The World Ends With You), encalha nas malditas prateleiras! Fico puto!

    Fiquem com os números da NPD enquanto eu vou lá tomar um chá de camomila:

    » HARDWARE
    01. DS Lite 60,434
    02. PSP 58,501
    03. Wii 38,506
    04. Xbox 360 24,962
    05. PS3 9,673
    06. PS2 8,503

    » SOFTWARE
    01. [PSP] Phantasy Star Universe Prtbl. (SEGA) 148,000 / 490,000
    02. [NDS] Fire Emblem: New Drk Drgn &…(Nintendo) 145,000 / NEW
    03. [NDS] Rythem Tengoku Gold (Nintendo) 130,000 / 343,000
    04. [360] Tales of Vesperia (Namco Bandai) 108,000 / NEW
    05. [NDS] Dragon Quest V (Square Enix) 73,000 / 1,019,000
    06. [NDS] Sangokushi Taisen Ten (SEGA) 33,000 / NEW
    07. [NDS] Summon Night 2 (Namco Bandai) 30,000 / NEW
    08. [WII] Wii Fit (Nintendo) 27,000 / 2,470,000
    09. [WII] Mario Kart Wii (Nintendo) 23,000 / 1,656,000
    10. [PS3] Soul Calibur 4 (Namco Bandai) 23,000 / 97,000

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  • Braid sairá para PC e PS3, mas não para o Wii

    Aos 49 do segundo tempo, um post para a sua terça-feira não passar em branco. Pedimos desculpas pelo sumiço, amanhã voltamos a programação normal - Pablo Raphael

    Jonathan Blow, criador do clássico instântaneo Braid, em entrevista ao site Game Focus, comentou sobre as possibilidades do jogo sair para outras plataformas além do Xbox 360, onde é vendido pela rede Xbox Live Arcade.

    “É uma exclusividade limitada, então se eu quiser fazer uma versão para PlayStation 3 ou Wii Ware, terei que esperar um pouco. (A versão para) PlayStation 3 vai acontecer no futuro. O que vai acontecer com certeza esse ano é um lançamento para PC.”

    A razão pela qual o jogo ainda não foi lançado ainda é que, segundo Blow, ele quer trabalhar uma plataforma de cada vez. Questionado sobre o Nintendo Wii, o designer disse o seguinte:

    “Esse jogo não vai acontecer no Wii Ware. Braid é muito grande para ser baixado pelo Wii Ware e ser armazenado no Wii de alguém. O jogo consumiria 140 dos 512 MB disponíveis no console da Nintendo.”

    Uma pena, pois Braid com seu estilo de jogo e traços artísticos, assim como as várias referências a clássicos da Big N, cairía muito bem no Nintendo Wii.

    [via UOL Jogos]

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  • Na semana passada o Ministério da Saúde da Tailândia divulgou uma relação com os seus 10 jogos preferidos jogos mais perigosos. O ministro responsável pela infame lista ficou mundialmente conhecido pelo gosto exótico e por conhecer títulos hardcore, como “Killer7” do produtor Suda 51.

    Mas minha avó já dizia: mentira tem perna curta! O ministro hardcore é fake! O top 10 tailândes é plágio de uma lista do mesmo teor feita em dezembro por um incauto promotor de justiça de Detroit, nos Estados Unidos, que na época culpava os mesmos jogos pelos crimes que assolavam sua cidade, quando todo mundo sabe que a culpa era da OCP. Confira a lista do ministro e a do promotor, e tire suas próprias conclusões.

    Parecem idênticas pra você tambem? Então. Em um golpe que deixaria M.Bison orgulhoso, o governo da Tailândia encontrou a relação na Internet, copiou, modificou a grafia de dois títulos (”Grand Theft Auto” virou GTA e “Hitman Blood Money” foi encurtado para “Hitman”) e pronto, publicou sua própria lista. Belo exemplo para as criancinhas tailandesas, Sagat!

    [via gamepolitics]

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  • MK vs DC pau a pau com SF4… Se é que você me entende

    Lembram da rivalidade entre Street Fighter 2 e Mortal Kombat nos anos 90? Parece que com novos jogos de ambas as séries vindo aí, a rixa também será revivida. Muita gente comenta o design dos personagens de Street Fighter IV, com pés exagerados e a mão bizarra e masculina da Chun Li em algumas ilustrações.

    Para mostrar que não vai ficar por fora da disputa, a sempre foto-realista franquia Mortal Kombat adotou traços exagerados e de gosto (ainda mais) duvidoso em seus personagens. Confiram a imagem acima e vocês vão entender o que eu quero dizer. E não venha me dizer que isso aí é kriptonita!

    [via Destructoid]

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  • No começo da semana a Tailândia, terra conhecida dos gamers por seus habitantes ilustres como Sagat, Adon e M. Bison, foi palco de um crime estúpido e revoltante que colocou mais polêmica no currículo da série GTA. Um jovem de lá assassinou um taxista “para ver se era tão fácil quanto em Grand Theft Auto IV”. Como a culpa é CLARAMENTE do jogo em questão, e não da cabeça cheia de merda do jovem sociopata, o jogo foi banido das lojas pelo governo local. O rapaz descobriu que fugir da polícia não é tão fácil quando no GTA e foi preso.

    Agora o Ministro da Saúde da Tailândia divulgou a super necessária lista com os 10 jogos mais perigosos. Confira:

    01 » Grand Theft Auto (série)
    02 » Manhunt
    03 » Scarface: The World is Yours
    04 » 50 Cent: Bulletproof
    05 » 300: The Game (March to Glory)
    06 » The Godfather
    07 » Killer 7
    08 » Resident Evil 4
    09 » God of War
    10 » Hitman: Blood Money

    Repetindo: estes jogos são PERIGOSOS. Os jogos são PERIGOSOS! Não as pessoas, os jogos! Se você encontrar qualquer um deles na rua (especialmente o número 4), saia correndo, tranque-se em casa com seu kit de sobrevivência e chame uma autoridade.

    Toda lista é polêmica, mas, embora algumas escolhas do ministro tailândes sejam óbvias, me espantei com a presença de dois jogos aí: o primeiro é “300: March to Glory“, adaptação tosca do filme 300, para o PSP. Acho que é a primeira vez que vejo uma notícia relacionada ao jogo desde que ele foi lançado e em seguida rapidamente esquecido.

    O outro jogo que me chamou a atenção é Killer 7, jogo do mesmo criador de No More Heroes, Suda 51. Sensacional! O ministro deve jogar muito! Queria que um dia um político brasileiro conseguisse citar um jogo desse naipe e não “Pac Man”, “Doom” e “Counter Strike”. Ou não.

    [via Hardgamer]

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  • Pra quem ainda não sabia, a Nintendo juntou-se a mais 54 empresas de software — entre as quais figuram Arc System Works, SNK, Capcom, Koei, Jaleco, Square Enix, Sega, Taito, Tecmo, Hudson, Bandai Namco Games, The Pokémon Company e Level Five — em uma ação legal contra empresas que importam o famoso R4 Revolution, equipamento que possibilita o uso de jogos baixados pela internet no Nintendo DS, sem necessidade de desbloquear o aparelho. Como se você já não conhecesse. ;)

    As empresas alegam competição desleal e requisitam a interrupção das vendas, marketing e importação do acessório. Com razão.

    O problema é que uma ação dessas causa duas impressões: a de se estar assistindo a uma batalha perdida (tipo Cicarelli versus YouTube) e, paradoxalmente ao mesmo tempo, um senso de urgência em quem queria comprar um R4 e ainda não o havia feito. O resultado, obviamente, foi um estrondoso aumento na procura pelo treco.

    Tudo isso no apenas Japão, claro, ou você achou que o Brasil tem alguma importância pra esse monte de gente?

    Embora a Nintendo e as suas colegas de auditório estejam completamente em seus direitos legais de lutar contra esse tipo de coisa, todo mundo sabe que não adianta: cada vez que a Nintendo anuncia que X unidades foram apreendidas, como se isso fosse grande coisa, o mundo pensa por dois segundos e chega à conclusão de que ainda existem 10.000.000X unidades de R4 à solta pelas lojas de todo o planeta Terra.

    As únicas maneiras realmente efeitivas que as fabricantes de consoles têm para lutar contra a pirataria são 1) investir muito mais em métodos de validação de software, ou então usar mídias estranhas como os discos proprietários do antigo GameCube, ou 2) fazer como a Microsoft fez com a Xbox Live: desenvolver uma série de serviços bacanas que envolvam autenticação de hardware no servidor, bloqueando o acesso a quem for pego usando equipamento modificado para rodar pirata.

    É igual treinar gato. Não adianta dizer “NÃO!!” toda vez que ele fizer algo que você não quer. A única coisa que funciona é mostrar pra ele como ele vai ter mais vantagens ou diversão sempre que fazer a coisa certa. Funciona.

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  • Fusão com Activision coloca em risco jogos da Vivendi

    As fusões entre grandes empresas podem render bons e maus frutos. O aumento do poder ecônomico e a capacidade de produção andam lado a lado com as demissões em massa e a perda da criatividade.

    Como resultado da fusão recente com a Activision, os projetos futuros da Vivendi estão ameaçados. A Activision Publishing anunciou hoje que distribuirá jogos ligados à somente cinco franquias da Vivendi Games. São elas: Crash Bandicoot, Spyro the Dragon, Ice Age, Prototype e um título ainda não revelado.

    Assim, jogos de peso como Ghostbusters: The Videogame e Brütal Legend, e mesmo outros, como os novos Riddick e Leisure Suit Larry, têm um destino incerto. Podem ser interrompidos temporariamente, cancelados ou remanejados para outros braços da companhia, como a Blizzard ou a Activision Value.

    Como consequência direta da fusão, o estúdio Swordfish, que produz 50 Cent: Blood on the Sand poderá ser vendido ou mesmo extinto. Como eu dizia, fusões às vezes resultam em coisas boas também!

    [via Gamespot]

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