Com vocês, Doug Lombardi, da Valve:
“Vai levar mais tempo para você jogar como Gordon de novo do que o tempo que levou entre Half-Live 2 e Episode One, e também entre Episode One e Episode Two.”
Left 4 Dead vem aí, eles estão trabalhando em uma “prequência” oficial para Portal, e tudo isso é bão dimais… mas acaba atrasando a continuação da saga do nosso salvador.
O pessoal do Ars Technica estima que estejamos falando de 2010. Mas isso em Valve Time pode ser qualquer período entre 2013 e 2019. Por mim tudo bem, eu ainda vou estar ocupado com Team Fortress 2.
[via Ars Technica]
Um dia o Continue estará em Tóquio cobrindo a TGS do jeito certo, mas enquanto esse dia não vem a gente se limita a reportar as descobertas de quem está lá. E o Kotaku descobriu que Dead Rising: Chop Till You Drop, para Wii, é uma porcaria bem fedorenta.
A opinião do Luke Plunkett se resume naquilo que eu disse logo quando o jogo foi anunciado: a graça de Dead Rising era o número insano de zumbis para matar/fugir. No Wii esse número teve que ser drasticamente reduzido (Luke disse que o máximo de zumbis que ele viu na tela ao mesmo tempo foi SEIS), tornando o jogo chato e sem sentido.
Mesmo os gráficos sendo bons (especialmente nas cutscenes, segundo ele), todo o resto é sem graça e a jogabilidade “simplesmente não funciona [do jeito que deveria]”.
Alguém aí tinha vontade de pegar o jogo e se decepcionou?
Revelado timidamente há alguns meses e rapidamente jogado para baixo do tapete da memória dos gamers (o lugar onde vai tudo aquilo com que a gente prefere não ter que lidar no momento), Sonic and The Black Knight finalmente ganhou um trailer por ocasião da TGS 2008. Tem Sonic, correndo, espada na mão e um vilão menos carismático que o Master Chief disfarçado de Didi Mocó.
E sabe mesmo assim não parece tão ruim? A música, principalmente, está bem bacana aos meus ouvidos.
Mas daí ao jogo ser bom é outro Spin Dash, né…

Ela está chegando. Ela praticamente já está entre nós. A terrível maldição de fim de ano, a nós rogada pelas demoníacas e sanguessugas publishers e sua gana insaciável por separar os gamers de suas economias nos últimos três meses do ano.
Nada mais pode explicar o fato de Fable 2, Dead Space, Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, Left 4 Dead, Chrono Trigger DS, Mirror’s Edge, Prince of Persia, Fallout 3, Gears of War 2, Guitar Hero World Tour, Rock Band 2 e tantos outros games neste período tão apertado e conturbado que compreende do finalzinho de Setembro até o meio de Dezembro. E digo “tantos outros” porque aqui eu estou citando apenas os que eu pensaria em comprar se tivesse todo o dinheiro e tempo do mundo — se tivesse um PS3, poderia acrescentar com certeza LittleBigPlanet e talvez Resistance 2.
Simplesmente não há dinheiro para tudo isso — e mesmo se houvesse, não haveria tempo hábil. Nem mesmo se considerarmos o marasmo dos meses seguintes (praticamente nada de muito bom é lançado usualmente nos primeiros quatro meses do ano, a exceção foi Smash Bros Brawl este ano). Mas o que eu quero aqui não é reclamar. Se você quiser ler um bom texto sobre a estupidez deste fenômeno tão natural no nosso mercado, recomento este aqui.
O que eu quero é perguntar a você: qual é o seu plano de ação para este fim de ano? Considero óbvio que você quer mais jogos do que o seu dinheiro e/ou tempo vai permitir adquirir/aproveitar, de modo que você com certeza tem uma estratégia. “Compro primeiro este e talvez este, aí quando entrar 2009 já posso pensar em pegar este e quem sabe este”. Neste caso, qual o seu plano e quais os games que você pretende pegar assim que possível?
Acho uma boa conversa de caixa de comentários (equivalente online e não-alcoólico para conversa de mesa de bar), sem contar que me dará uma boa compreensão de quais são os jogos mais esperados pela coletividade dos leitores do Continue.
Na tentativa de ser um bom anfitrião, começo eu: gostaria de pôr as mãos em todos os citados no segundo parágrafo, mas na total impossibilidade de algo assim acontecer, arredondei as minhas prioridades para três. o novo Banjo-Kazooie, Mirror’s Edge e Fable 2. Como este último é o primeiro a sair (daqui a meras duas semanas e dois dias), espero conseguir comprá-lo o quanto antes. Depois, no meio de novembro (dias 11 e 14), saem os outros dois. Tiro dinheiro sabe-se lá de onde para comprar Mirror’s Edge e aí, se tudo der certo, o pingadinho do Google AdSense já chegou a 40 dólares (já estou com 34!! :P) e eu mando bala no Banjão. Cabou minha alegria: o AdSense só me paga quando eu tiver 100 dólares pra receber. Bom, vou guardar pra comprar Duke Nukem Forever.
Então, se a namorada achar que eu mereço mais um no natal… *pisca pisca cutuca cutuca sorri sorri*
E você, o que vai fazer?

Perto de 9 bilhões de dólares, pra ser mais claro, lá em 2013, de acordo com dados da Parks Associates e do gráfico sem-graça acima.
Mas não no Brasil, é claro.
Engraçado eu cair nessa notícia justamente hoje, algumas horas depois de tentar — em vão — comprar o maldito Mega Man 9 na PSN.
Nunca havia tentado comprar nada por lá, apesar de já ter considerado seriamente o PixelJunk Eden. Ontem à noite, enquanto aguardava a atualização da PSN que disponibilizaria o Mega Man 9, resolvi dar uma olhada em como funciona esse esquema de compra online de conteúdo baixável.
Entrei na minha conta da PSN, e lembrei que ela está cadastrada como canadense. “Sem problemas” — pensei. “O que importa é a grana, dinheiro, bufunfa, tutu, os dados do cartão de crédito”. Ledo engano. Os dados do endereço do cartão de crédito devem bater com os dados da conta do PSN. Ou seja: preciso ter um cartão de crédito que esteja cadastrado com um endereço canadense.
“Bom, então vou mudar minha conta pro Brasil”. Ahan, sei. Obviamente que na lista de países do cadastro da PSN não existe Brasil. Eu já sabia disso desde quando havia feito a conta, mas nunca achei que fosse ter alguma importância.
Na minha cabeça não tem sentido algum essa história de venda de conteúdo baixável se você não pode usar de qualquer lugar do mundo. É a Sony invertendo e destruindo toda a lógica da facilidade da internet e do e-commerce.
Se alguém souber como dar uma volta nessa história, por favor avise nos comentários. Mas uma coisa: Entropay não funciona mais, tá?
[via videogame247]

Não é segredo para ninguém que os jogos da Valve só estão em casa se estiverem no PC, no conforto do Steam, e Team Fortress 2 é o maior exemplo disso. Enquanto os usuários do jogo no PC já receberam três updates MASSIVOS, com novas armas, mapas e modos de jogo, tudo de graça, os donos do jogo 360 ainda estão esperando por elas, e conformados com o fato de que terão que pagar.
Mas, como diz o ditado, “por mais que você esteja fodido, sempre tem alguém pior do que você”. E estes são os donos de PS3. Como a Valve não tem nenhuma equipe de desenvolvimento interna que trabalhe com PS3 (o próprio Orange Box só saiu para o console da Sony porque a EA, publisher do jogo, colocou um time temporário para fazer o port), o recado está dado: nem pagando, nem de graça, update de TF2 para PS3 não vai acontecer.
Boohoo.
[via Destructoid]

Eu adoro dar boas notícias. Sério, gosto mesmo. Gosto de ver o sorriso no rosto das pessoas quando chego e sou o portador de uma notícia que vai deixar todo mundo feliz.
Infelizmente, esse não é o caso.
Apesar do nosso amigo Pablo ter noticiado que o jogo do rapper 50-Cent havia sido cancelado, hoje essa notícia foi cancelada. E eu não podia perder esse trocadilho…
O pessoal do GamesIndustry disse que a prima do cunhado do marido da tia do café da redação revelou que o jogo está próximo de ser terminado, e que vai ser lançado antes do natal. A equipe está fazendo bug-testing e acredita que tem um futuro promissor na indústria de games.
Aguardemos mais alguns dias. Vai que o pessoal melhora da bebedeira (sabe como é, hoje é segunda) e cancela de volta o jogo?
[via GamesIndustry]

Sabe quando você olha um anúncio de lançamento de jogo lááá no futuro, tipo pra daqui uns seis meses, mas mesmo assim os caras já estão fazendo pre-order, e você pergunta “Mas que diabos eu ganho dando meu dinheiro pros caras agora?”
Pois é, parece que os caras em questão estão ouvindo essa pergunta muitas vezes. Tanto é que, geralmente, o pre-order vem acompanhado de alguma bobeira para te dar a impressão de que vale a pena deixar seu rico dinheirinho parado na mão dos produtores de jogos. LittleBigPlanet, por exemplo, está dando personagens super-legais para você baixar quando chegar seu jogo, entre outras coisas.
A EA entrou nessa e anunciou que quem já comprou Mirror’s Edge (cuja data de lançamento foi confirmada para 11 de Novembro — marquem aí nos seus Google Calendars) vai receber um código para destravar o modo time trial no demo do jogo.
Destravar um modo de jogo no DEMO? Ah, faça-me o favor…
Isso é motivo suficiente para fazer você comprar o jogo antes de sair? Pra mim, não é.
[via PS3Fanboy]

Uma das (boas) impressões que eu tenho sobre desenvolvedores japoneses é que eles não se deixam levar por conceitos levianos e não ficam dando ouvidos a todo tipo de conselho que os fanboys malditos ou a mídia norte-americanizada dispara internet afora. Conseqüentemente, isso leva a games mais particulares com experiências mais únicas, baseadas em conceitos completos que, antes do título ir às plateleiras, só pode ser visualizado em sua totalidade pelos criadores — tal qual a jogabilidade limitada de Resident Evil 4 (e todos os outros, na verdade), que ajuda a aumentar a sensação de desespero e urgência. Infelizmente, a Capcom parece estar seguindo na contramão com Resident Evil 5, dando um passo que, na minha opinião, o leva em direção de se transformar em mais um shooter genérico.
Talvez eu esteja exagerando, mas o fato é que depois de muitas reclamações sobre a jogabilidade travada e comparações com Gears of War 2, no qual o jogador pode atirar e andar ao mesmo tempo, o produtor Jun Takeuchi deu pra trás. Ele anunciou que o novo capítulo da série de survival horror da Capcom terá seus controles reformulados na nova versão a ser apresentada na próxima Tokyo Game Show, que acontece a partir do próximo dia 09 em, er… Tokyo.
A nós, só resta esperar, torcer, e observar as novas imagens reveladas aqui.
[via Destructoid]
Um jogo como Battlefield Heroes, que tem o calibre da marca Battlefield, gráficos bacanas e diferentes, multiplayer online, e ainda por cima é GRÁTIS, é a fórmula perfeita pra atrair o interesse de milhões de gamers do mundo todo. Um lançamento stealth em modo beta fechado é fórmula perfeita pra passar a perna nesses milhares de gamers interessados.
É isso mesmo: a EA/DICE já colocou o jogo para funcionar, e já tem bastante gente jogando. Mas se você quiser participar, precisa rebolar. Em vez de apenas ir até o site, baixar o jogo, instalar e começar o fragfest, você precisa ficar de olho lá na página, esperando que a bondade divina se manifeste nos caras e eles distribuam uma mixaria de convites. E aí contar com a sorte de chegar a tempo de pegar um.
Sei lá, pra mim dá a impressão de que eles não estão fazendo questão que eu jogue. E se eles não fazem questão, eu também não faço. Minha esperança é que alguém tenha saco de acampar no site pra pegar um convite e depois possa me colocar pra dentro. Mas se não rolar nada disso, eu espero pacientemente até eles lançarem essa budega direito. Tenho bastante o que jogar até lá.
Essa mania de beta já foi longe demais.