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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘É foda!’ Category

Wario detona YouTube

Marketing viral é fácil. Marketing viral bem feito é outra história. E foi isso que a Nintendo conseguiu com a campanha de Wario Land: Shake It! no YouTube. Eu até poderia dar um embed aqui na página, mas esse merece o redirecionamento!

[dica do meu amigo Naka -- valeu!]

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  • A minha paixão por videogames não começou quando comprei o meu primeiro console, um N64 com Super Mario 64, muito embora eu tenha ficado maravilhado com as possibilidades do novo universo 3D (e meio confuso com a alavanca analógica, praticamente o Wii Remote de dez anos atrás). Tampouco durante as tardes em que eu passava jogando PSX com meus vizinhos, mesmo que essas fossem deveras divertidas (aposto que ninguém nunca aproveitou o multiplayer de Medal of Honor como nós). O verdadeiro estalo só veio mesmo aos meus 9 anos, quando fui à banca e tomei coragem para gastar minhas preciosas economias na tal revista chamada Nintendo World. Eu não sabia — e estou correndo o risco de soar de piegas demais — mas essa decisão, bem à la Efeito Borboleta, desencadearia uma série de acontecimentos no meu insignificante futuro.

    Isso, caros leitores, foi para dizer que há cerca de 10 anos estava nascendo aquela que ficaria marcada como uma das maiores e mais duradouras publicações de games do país. Como mal tinha saído das fraldas, não posso dissertar sobre a ruptura que a revista causou no mercado editorial nacional ou como ela veio para elevar o nível de profissionalismo no meio da imprensa de videogame, mas eu sei que foi lendo aquelas páginas que descobri algumas coisas em mim; a fascinação pela indústria dos games, a vontade de ganhar a vida escrevendo sobre coisas que eu gosto, e a admiração por caras como Pablo Miyazawa são apenas algumas delas.

    É claro, os tempos mudaram. Hoje em dia a NW (assim como as publicações impressas em geral, para minha infelicidade) podem não possuir a mesma relevância de 10 anos atrás, e boa parte daqueles que ajudaram a construir o nome da revista já seguiram em frente, mas é inegável sua importância para boa parte daqueles que lêem o Continue e compõem boa parte da blogosfera gamer nacional. Por isso, deixo aqui registradas minhas insifgnificantes congratulações a todos que fizeram e fazem parte desta história de alguma forma. E como esse já é o post mais puxa-saco da história do blog, convido você a fazer o mesmo.

    [Nota do Bracht: a minha vida também mudou quando eu peguei aquela edição 13 na banca e li o detonado de Pokémon Red/Blue "por: Pablo Miyazawa". Deixo aqui os meus parabéns a todos os editores, redatores, colaboradores e todos em geral que contribuíram de alguma forma com esses 10 anos de história. Orlandão, continua tocando esse barco aí em velocidade máxima!]

    E vida longa à Nintendo World! \o/

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  • Unanimidade: o maior defeito de Portal é que ele acaba. E rápido. Você termina e fica naquelas de querer jogar mais e mais e mais e mais, mas não tem. Claro, eventualmente teremos uma sequência oficial, mas enquanto isso a gente se vira com mods… que surpreendentemente não vieram em grandes quantidades. Quer dizer, o único map pack do qual eu ouvi falar foi aquele que convertia os níveis do Portal: The Flash Version para 3D.

    Quem também notou essa “lerdeza” foi Nicolas Grevet, um francês com vontade de brincar de GLaDOS. Era Janeiro deste ano quando ele olhou pela janela, o dia estava bonito, e de repente reparou que, apesar das ferramentas existirem, ninguém estava fazendo nada muito fodão em termos de mod para Portal. Arregaçou as manguinhos e pôs-se a trabalhar em Portal: Prelude, que só viria a anunciar oito meses depois. Er… essa semana. 

    Prelude não é um simples pacote de fases novas. Ele tem uma história, que se passa antes do primeiro — em um tempo em que a inteligência artificial maníaca-homicida que todos amamos ainda era um projeto de otimização da Aperture Science –, e esta história, junto com as 19 novas câmaras de teste, acaba sendo maior do que a do primeiro jogo. 

    O download aind não está disponível, mas quando estiver você pode pegá-lo aqui. E depois do continue, um trailer. Huge Sucess!

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  • Fable 2 vai punir os trapaceiros sem-vergonhas?

    Essa eu quero só ver! Em entrevista ao IGN, o nosso amigo Pedrinho Molinete disse algo que, se for verdade, eu vou respeitar profundamente: que o bug no Fable 2 Pub Games foi intencional e que os jogadores que fizeram uso dele para enriquecer “não perdem por esperar”. 

    Pra quem não tá sabendo da história, um tempo atrás foi lançado na Xbox Live Arcade o Pub Games, um joguinho estilo cassino ambientado no mundo do vindouro Fable 2. O jogo em si é péssimo, mas a graça dele é que todo ouro que você ganhar pode ser transferido depois para o seu personagem de Fable 2, quando o jogo sair. Só que logo foi descoberto um bug que aumentava — e muito — os ganhos de quem usasse. A imprensa reportou, os jogadores se esbaldaram, a Lionhead corrigiu (quer dizer, corrigiu? Eu não sei)… E agora vem o Molyneux falando isso?

    Caso este “bug” tenha sido realmente intencional, e o Fable 2 tenha um mecanismo que identifique o jogador que chegou com um saco cheio de ouro como um ladrão, ladrão, ladrãozinho e reaja a este fato, esta será uma das melhores idéias já concebidas para um jogo. 

    Sim, ninguém pode garantir que o bug não foi somente isso mesmo, um bug acidental, e toda essa história de reconhecer os cheaters foi implementada no jogo final depois da merda feita. Mas dada a proximidade do lançamento, eu tendo a acreditar que não. E mesmo que sim, continua sendo genial. 

    [via Game|Life]

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  • Assim que passamos da fase da desconfiança, entramos na fase de curtir a nostalgia de Mega Man 9. Um jogo old-school até os ossos, mas com um probleminha: seria vendido por distribuição digital. Nada nesse mundo pode ser menos old-school do que distribuição digital, hoje em dia. Seria muito legal se um jogo como MM9 pudesse ser vendido em sua forma “verdadeira”: um cartucho de NES, com boxart tosquera e descrição clichê na contra-capa. 

    Aí entra a Capcom. Eles são deuses. Eles fizeram exatamente isso

    Bom, não exatamente. Por conta de problemas legais e aquela parada toda, o cartucho de NES não pôde vir com o jogo em si dentro dele. Mas ele vem com um CD cheio de coisas bacanas sobre o jogo, além de um vale-download do jogo. 

    A má notícia é que por enquanto essa é uma novidade exclusiva para os membros da imprensa (ei, Capcom, eu meio que, de certa forma, sou um membro da imprensa, sabia? :D). Depois eles vão fazer uma edição limitadíssima, só com 200 unidades, para vender na Capcom Store. Tudo bem, pelo menos eles fizeram!

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    [Qual retro-jogo o nosso camarada André Breder vai trazer hoje para nossa apreciação? Ei, volte aqui! Leia o parágrafo direito! Não adianta, esses fãs de Final Fantasy VII são muito ávidos para ler um simples parágrafo de introdução...]

    O jogo que marcou o fim do elo, que antes parecia inquebrável, entre a Nintendo e a Square: Final Fantasy VII. De acordo com a criadora da série isso ocorreu por causa da insistência da Nintendo em continuar usando cartuchos no então próximo console da empresa, o Nintendo 64. Qualquer um que já tenha jogado Final Fantasy VII sabe que o game, cheios de vídeos em CG, não conseguiria ter todo o seu conteúdo em um mero cartucho. A mídia CD é muito maior que o hoje aposentado cartucho, e mesmo assim, Final Fantasy VII teve que ser dividido em três CDs, pois o jogo era realmente enorme…

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  • Quem não quer ter um produto da Apple? Como se não bastasse ter o computador mais estiloso de todos os tempos, ela também criou o notebook, o MP3, o MP4 e o celular mais estilosos de todos os tempos. E, ao que tudo indica, pode ter em mãos também o videogame portátil mais estiloso.

    Em um evento promovido esta semana para a imprensa, a empresa anunciou (além de novos modelos do iPod, é claro) que o seu novo canal de aplicativos promoveu, menos de um mês depois do lançamento, mais de 60 milhões de downloads — sendo 300 mil destes apenas do jogo Super Monkey Ball. E dando grande destaque aos videogames em sua conferência, com direito a montagem em vídeo de featured titles e tudo mais, o chefão Steve Jobs declarou que considera o iPod Touch como “o melhor dispositivo portátil para games”.

    E não é só a Apple: várias produtoras estão apostando no sucesso do pequeno aparelho como plataforma de games, inclusive a EA — que além de ter lançado Spore Origins junto com a versão de PC, anunciou semana passada o desenvolvimento de mais nove jogos para o aparelho, incluindo versões de The Sims 3, Need for Speed: Undercover, Monopoly e Tiger Woods.

    Então queremos saber de você, leitor: devemos apostar no sucesso da Apple nessa nova empreitada? Acha que podemos chegar a ver grandes lançamentos exclusivos para os iPods? A interface do iPhone, com uma única touch screen, lhe parece apropriada para jogos? O Continue deve dar mais atenção aos jogos anunciados para o iPod? E, mais importante: você compraria um portátil da Apple para jogar?

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  • Veja aqui a bateria de Rock Band 2 que você e eu nunca teremos

    Objeto preto em fundo escuro FTW!

    Trezentos dólares por uma bateria eletrônica que funciona com o Rock Band 2, pesa oito toneladas (é oito toneladas mesmo, leia os comentários) e só é vendida por encomenda. Além da ION Drum Rocker, essa é a perfeita descrição de algo que a maioria dos brasileiros jamais terá ou sequer conseguirá pôr os olhos em. Mas tudo bem, afinal, o que os olhos não vêem, o coração não sente (inveja). 

    Tudo bem nada, porque agora seus olhos já viram! O Ars Technica ainda não pôde falar com detalhes sobre o jogo, por causa do embargo sobre RB2, mas isso não os impediu de postar duas fotinhos reveladoras do hardware mais profissional que qualquer jogo já teve. 

    A primeira imagem, que você vê acima, mostra o quanto ela é gigante perto da bateria normal do jogo. Os pratos podem ser colocados na altura e ângulo que você quiser, mas o pedal não é fixo ao hardware, como na bateria padrão. 

    Eu já pude tocar algumas músicas com o set premium, e até agora estou achando incrível. Mais silenciosa do que estou acostumado, pesada pra caramba e capaz de aguentar muita porrada. A única coisa que começou a me incomodar um pouco é que o pedal, sem estar fixo a nada, começa a deslizar um pouco no meu piso de madeira. O conjunto vem com velcro para aliviar este problema, mas eu não sou fã dessa coisa de velcro.

    Veja a segunda foto (da bateria desmontada) depois do continue.

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  • A notícia mais interessante que já publicamos em muito tempo aqui no Continue, sem dúvidas, foi quando ficamos sabendo sobre o Pier Solar, um jogo completamente novo e inédito às portas do lançamento, 20 anos depois da estréia do velho console da SEGA (que também calha de ser o videogame que mais causa nostalgia a este blogueiro). 

    Como o jogo está sendo capitaneado por um brasileiro, corri atrás de tentar um contato com ele para que respondesse algumas perguntas. Muito simpático, o Tulio Adriano respondeu com detalhes todas as minhas perguntas. E o resultado do bate-papo você confere agora.

    » Pra começar, fale um pouco sobre o projeto. Como começou? Quando, onde e de quem surgiu a idéia?

    Há sete anos eu frequento um site chamado Eidolon’s Inn, que conheci no tempo onde achar emuladores e ROMs era extremamente difícil. Este site é frequentado por grandes mentes da emulação, especialmente relacionado à Sega. Em 2004 surgiu um tópico no fórum deste site, chamado The Tavern, onde alguns membros propunham juntar os conhecimentos e fazer um jogo para Mega Drive ou Sega CD. Eu tomei frente e escrevi um roteiro como se fosse um trailer do jogo… o pessoal adorou este roteiro (embora a história atual do jogo já não tenha mais nada a ver com este trailer) e me encorajaram a escrever a trama do jogo. Então algumas pessoas começaram a oferecer ajuda, dentre eles o Fonzie, um francês com excepcional habilidade para programar para Mega Drive… e ele começou a escrever a engine enquanto eu escrevia a história. Nomeamos o projeto Tavern RPG, por ter surgido no fórum do Eidolon’s Inn.

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  • Deu no UOL Jogos: o Conselho de Administração da SUFRAMA (Superintêndencia da Zona Franca de Manaus) aprovou a fabricação de consoles PlayStation 2 nas instalações da Sony Brasil no Pólo Industrial de Manaus.

    A Sony Brasil não divulgou muitas informações ainda, exceto por um pequeno comunicado oficial:

    A Sony Brasil submeteu, recentemente, um projeto à SUFRAMA para assegurar a possibilidade de investimento no Pólo Industrial de Manaus, caso decida-se pela comercialização da linha PlayStation no Brasil. No momento adequado, a imprensa será notificada e informada sobre a decisão da empresa.

    A acessoria de imprensa da SUFRAMA deu com a língua nos dentes foi mais clara e confirmou que o projeto envolve um investimento total de 8,8 milhões de Reais e que a produção prevista para o primeiro ano de operação é de 450 mil unidades, chegando à 520 mil consoles no terceiro ano. Serão gerados 74 novos empregos diretos, mas não foi divulgado quando o videogame começará a ser produzido.

    Segundo o UOL Jogos, os DVDs dos jogos de PlayStation 2 também serão prensados no Brasil, o que pode significar uma redução significativa nos preços atuais, uma vez que os discos originais que encontramos nas lojas são importados. Eu acredito que o preço ficará perto do que existe hoje nos jogos de PC. No entanto, a Sony DADC, responsável pela produção de CDs e DVDs da Sony no Brasil, não emitiu nenhuma informação sobre o assunto. Porém, a SUFRAMA já havia comunicado em seu site uma nota sobre investimentos globais para a diversificação da área de eletroeletrônicos que entre outros projetos, inclui a “produção de telejogos PlayStation 2, da Sony Brasil”. [Nota do Bracht: "Telejogos"? Sério? =/]

    Com certeza muitos estão se perguntando: por que não o PSP ou PlayStation 3? Na verdade, a estratégia da Sony para a América do Sul, como eles mesmo explicaram depois da E3 desse ano, é começar com o PlayStation 2, um produto mais barato e amplamente aceito em todo o mundo. Só no Brasil, entre consoles vendidos oficialmente e no paralelo, são aproximadamente 8 milhões de videogames, a maior base instalada no país, de acordo com a Abragames. E a entrada da Sony no mercado é mais um passo rumo ao fortalecimento de nossa indústria e a inclusão do Brasil no mercado mundial dos jogos eletrônicos.

    Pode não parecer tanto, mas é uma notícia muito positiva para o mercado nacional, ainda mais quando colocada em contraste com as outras conquistas desbloqueadas () pelo país nos últimos anos, como a vinda oficial do Xbox 360, a abertura de um estúdio da Ubisoft e mesmo a simples declaração de Reggie Fils-Aime de que os impostos são a única coisa que impede o Brasil de ser o maior mercado de games da América Latina. Comemoremos!

    [via UOL Jogos]

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