
Essa eu quero só ver! Em entrevista ao IGN, o nosso amigo Pedrinho Molinete disse algo que, se for verdade, eu vou respeitar profundamente: que o bug no Fable 2 Pub Games foi intencional e que os jogadores que fizeram uso dele para enriquecer “não perdem por esperar”.
Pra quem não tá sabendo da história, um tempo atrás foi lançado na Xbox Live Arcade o Pub Games, um joguinho estilo cassino ambientado no mundo do vindouro Fable 2. O jogo em si é péssimo, mas a graça dele é que todo ouro que você ganhar pode ser transferido depois para o seu personagem de Fable 2, quando o jogo sair. Só que logo foi descoberto um bug que aumentava — e muito — os ganhos de quem usasse. A imprensa reportou, os jogadores se esbaldaram, a Lionhead corrigiu (quer dizer, corrigiu? Eu não sei)… E agora vem o Molyneux falando isso?
Caso este “bug” tenha sido realmente intencional, e o Fable 2 tenha um mecanismo que identifique o jogador que chegou com um saco cheio de ouro como um ladrão, ladrão, ladrãozinho e reaja a este fato, esta será uma das melhores idéias já concebidas para um jogo.
Sim, ninguém pode garantir que o bug não foi somente isso mesmo, um bug acidental, e toda essa história de reconhecer os cheaters foi implementada no jogo final depois da merda feita. Mas dada a proximidade do lançamento, eu tendo a acreditar que não. E mesmo que sim, continua sendo genial.
[via Game|Life]

Assim que passamos da fase da desconfiança, entramos na fase de curtir a nostalgia de Mega Man 9. Um jogo old-school até os ossos, mas com um probleminha: seria vendido por distribuição digital. Nada nesse mundo pode ser menos old-school do que distribuição digital, hoje em dia. Seria muito legal se um jogo como MM9 pudesse ser vendido em sua forma “verdadeira”: um cartucho de NES, com boxart tosquera e descrição clichê na contra-capa.
Aí entra a Capcom. Eles são deuses. Eles fizeram exatamente isso.
Bom, não exatamente. Por conta de problemas legais e aquela parada toda, o cartucho de NES não pôde vir com o jogo em si dentro dele. Mas ele vem com um CD cheio de coisas bacanas sobre o jogo, além de um vale-download do jogo.
A má notícia é que por enquanto essa é uma novidade exclusiva para os membros da imprensa (ei, Capcom, eu meio que, de certa forma, sou um membro da imprensa, sabia? :D). Depois eles vão fazer uma edição limitadíssima, só com 200 unidades, para vender na Capcom Store. Tudo bem, pelo menos eles fizeram!

[Qual retro-jogo o nosso camarada André Breder vai trazer hoje para nossa apreciação? Ei, volte aqui! Leia o parágrafo direito! Não adianta, esses fãs de Final Fantasy VII são muito ávidos para ler um simples parágrafo de introdução...]
O jogo que marcou o fim do elo, que antes parecia inquebrável, entre a Nintendo e a Square: Final Fantasy VII. De acordo com a criadora da série isso ocorreu por causa da insistência da Nintendo em continuar usando cartuchos no então próximo console da empresa, o Nintendo 64. Qualquer um que já tenha jogado Final Fantasy VII sabe que o game, cheios de vídeos em CG, não conseguiria ter todo o seu conteúdo em um mero cartucho. A mídia CD é muito maior que o hoje aposentado cartucho, e mesmo assim, Final Fantasy VII teve que ser dividido em três CDs, pois o jogo era realmente enorme…

Quem não quer ter um produto da Apple? Como se não bastasse ter o computador mais estiloso de todos os tempos, ela também criou o notebook, o MP3, o MP4 e o celular mais estilosos de todos os tempos. E, ao que tudo indica, pode ter em mãos também o videogame portátil mais estiloso.
Em um evento promovido esta semana para a imprensa, a empresa anunciou (além de novos modelos do iPod, é claro) que o seu novo canal de aplicativos promoveu, menos de um mês depois do lançamento, mais de 60 milhões de downloads — sendo 300 mil destes apenas do jogo Super Monkey Ball. E dando grande destaque aos videogames em sua conferência, com direito a montagem em vídeo de featured titles e tudo mais, o chefão Steve Jobs declarou que considera o iPod Touch como “o melhor dispositivo portátil para games”.
E não é só a Apple: várias produtoras estão apostando no sucesso do pequeno aparelho como plataforma de games, inclusive a EA — que além de ter lançado Spore Origins junto com a versão de PC, anunciou semana passada o desenvolvimento de mais nove jogos para o aparelho, incluindo versões de The Sims 3, Need for Speed: Undercover, Monopoly e Tiger Woods.
Então queremos saber de você, leitor: devemos apostar no sucesso da Apple nessa nova empreitada? Acha que podemos chegar a ver grandes lançamentos exclusivos para os iPods? A interface do iPhone, com uma única touch screen, lhe parece apropriada para jogos? O Continue deve dar mais atenção aos jogos anunciados para o iPod? E, mais importante: você compraria um portátil da Apple para jogar?

Trezentos dólares por uma bateria eletrônica que funciona com o Rock Band 2, pesa oito toneladas (é oito toneladas mesmo, leia os comentários) e só é vendida por encomenda. Além da ION Drum Rocker, essa é a perfeita descrição de algo que a maioria dos brasileiros jamais terá ou sequer conseguirá pôr os olhos em. Mas tudo bem, afinal, o que os olhos não vêem, o coração não sente (inveja).
Tudo bem nada, porque agora seus olhos já viram! O Ars Technica ainda não pôde falar com detalhes sobre o jogo, por causa do embargo sobre RB2, mas isso não os impediu de postar duas fotinhos reveladoras do hardware mais profissional que qualquer jogo já teve.
A primeira imagem, que você vê acima, mostra o quanto ela é gigante perto da bateria normal do jogo. Os pratos podem ser colocados na altura e ângulo que você quiser, mas o pedal não é fixo ao hardware, como na bateria padrão.
Eu já pude tocar algumas músicas com o set premium, e até agora estou achando incrível. Mais silenciosa do que estou acostumado, pesada pra caramba e capaz de aguentar muita porrada. A única coisa que começou a me incomodar um pouco é que o pedal, sem estar fixo a nada, começa a deslizar um pouco no meu piso de madeira. O conjunto vem com velcro para aliviar este problema, mas eu não sou fã dessa coisa de velcro.
Veja a segunda foto (da bateria desmontada) depois do continue.
A notícia mais interessante que já publicamos em muito tempo aqui no Continue, sem dúvidas, foi quando ficamos sabendo sobre o Pier Solar, um jogo completamente novo e inédito às portas do lançamento, 20 anos depois da estréia do velho console da SEGA (que também calha de ser o videogame que mais causa nostalgia a este blogueiro).
Como o jogo está sendo capitaneado por um brasileiro, corri atrás de tentar um contato com ele para que respondesse algumas perguntas. Muito simpático, o Tulio Adriano respondeu com detalhes todas as minhas perguntas. E o resultado do bate-papo você confere agora.
Há sete anos eu frequento um site chamado Eidolon’s Inn, que conheci no tempo onde achar emuladores e ROMs era extremamente difícil. Este site é frequentado por grandes mentes da emulação, especialmente relacionado à Sega. Em 2004 surgiu um tópico no fórum deste site, chamado The Tavern, onde alguns membros propunham juntar os conhecimentos e fazer um jogo para Mega Drive ou Sega CD. Eu tomei frente e escrevi um roteiro como se fosse um trailer do jogo… o pessoal adorou este roteiro (embora a história atual do jogo já não tenha mais nada a ver com este trailer) e me encorajaram a escrever a trama do jogo. Então algumas pessoas começaram a oferecer ajuda, dentre eles o Fonzie, um francês com excepcional habilidade para programar para Mega Drive… e ele começou a escrever a engine enquanto eu escrevia a história. Nomeamos o projeto Tavern RPG, por ter surgido no fórum do Eidolon’s Inn.

Deu no UOL Jogos: o Conselho de Administração da SUFRAMA (Superintêndencia da Zona Franca de Manaus) aprovou a fabricação de consoles PlayStation 2 nas instalações da Sony Brasil no Pólo Industrial de Manaus.
A Sony Brasil não divulgou muitas informações ainda, exceto por um pequeno comunicado oficial:
A Sony Brasil submeteu, recentemente, um projeto à SUFRAMA para assegurar a possibilidade de investimento no Pólo Industrial de Manaus, caso decida-se pela comercialização da linha PlayStation no Brasil. No momento adequado, a imprensa será notificada e informada sobre a decisão da empresa.
A acessoria de imprensa da SUFRAMA deu com a língua nos dentes foi mais clara e confirmou que o projeto envolve um investimento total de 8,8 milhões de Reais e que a produção prevista para o primeiro ano de operação é de 450 mil unidades, chegando à 520 mil consoles no terceiro ano. Serão gerados 74 novos empregos diretos, mas não foi divulgado quando o videogame começará a ser produzido.
Segundo o UOL Jogos, os DVDs dos jogos de PlayStation 2 também serão prensados no Brasil, o que pode significar uma redução significativa nos preços atuais, uma vez que os discos originais que encontramos nas lojas são importados. Eu acredito que o preço ficará perto do que existe hoje nos jogos de PC. No entanto, a Sony DADC, responsável pela produção de CDs e DVDs da Sony no Brasil, não emitiu nenhuma informação sobre o assunto. Porém, a SUFRAMA já havia comunicado em seu site uma nota sobre investimentos globais para a diversificação da área de eletroeletrônicos que entre outros projetos, inclui a “produção de telejogos PlayStation 2, da Sony Brasil”. [Nota do Bracht: "Telejogos"? Sério? =/]
Com certeza muitos estão se perguntando: por que não o PSP ou PlayStation 3? Na verdade, a estratégia da Sony para a América do Sul, como eles mesmo explicaram depois da E3 desse ano, é começar com o PlayStation 2, um produto mais barato e amplamente aceito em todo o mundo. Só no Brasil, entre consoles vendidos oficialmente e no paralelo, são aproximadamente 8 milhões de videogames, a maior base instalada no país, de acordo com a Abragames. E a entrada da Sony no mercado é mais um passo rumo ao fortalecimento de nossa indústria e a inclusão do Brasil no mercado mundial dos jogos eletrônicos.
Pode não parecer tanto, mas é uma notícia muito positiva para o mercado nacional, ainda mais quando colocada em contraste com as outras conquistas desbloqueadas (
) pelo país nos últimos anos, como a vinda oficial do Xbox 360, a abertura de um estúdio da Ubisoft e mesmo a simples declaração de Reggie Fils-Aime de que os impostos são a única coisa que impede o Brasil de ser o maior mercado de games da América Latina. Comemoremos!
[via UOL Jogos]
Em um belíssimo post do OitoBits (sério, Vinícius, ficou até pequeno para o Continue), descobri que o Mega Drive vai ganhar um jogo novo 20 anos depois do seu lançamento — inclusive o jogo é comemorativo desta data.
O nome da criança tardia é Pier Solar - And The Great Architects e seu gênero é, como classificado por mim mesmo, “autêntico RPG 2D old-school all the way to the home”. No belíssimo site oficial há algumas telas, um trailer, descrição dos personagens, do enredo e até mesmo uma demo beta para você baixar e rodar em emulador!
Caso você ainda não tenha assimilado a realidade (eu sei que eu demorei), esse jogo está sendo PRODUZIDO DE VERDADE, será vendido em cartucho físico, DE VERDADE, igualzinho aos jogos que a sua mãe comprava para você em 1993. Tem até uma versão de colecionador, limitada em 500 cópias, que custa 50 dólares — em vez dos 35 da versão normal — e vem com um pôster e um CD com trilha sonora em alta qualidade, que pode ser executada junto com o jogo se você tiver um SEGA CD.
Mas espere, não é só isso! Fazendo seu pedido da edição especial até o dia 28 de Outubro, você pode escolher algumas palavras para serem gravadas no manual de instruções e nos créditos do jogo! Não, é sério.
Ah, se eu ainda tivesse um Mega Drive…
PS.: O chefe do projeto Pier Solar é o brasileiro Tulio Adriano. Prova de que a gente não desiste nunca, mesmo.
Parabéns para essa galera.

Desde a segunda semana do lançamento do WiiWare que eu não olho mais para o conteúdo online da Nintendo. Primeiro porque eu, correndo o risco de parece esnobe, me acostumei com a Xbox Live (e o Steam, em menor escala) e não tenho mais saco para aturar aquela interface lenta e tosca. Segundo porque, em minhas andanças pela internet uma padrão tem se repetido às segundas:
- Hm, vamos ver o que saiu de novo no WiiWare/Virtual Console.
- Hm, ok, é isso.
E cinco minutos depois a minha mente nem se lembra mais de tão importantes títulos. (Eu sei que saiu Ys I & II, que é pra ser kind of a big deal, mas minha recente repulsa por RPG que não seja Chrono Trigger entrou em ação).
Mas essa semana a Nintendo resolveu se fazer notar de novo e lançou um dos jogos mais esperados do mundo para o Virtual Console: Super Mario RPG: Legend of The Seven Stars!
Pra quem não conhece: é o último jogo do Mario que saiu para o SNES; é da Square em parceria com a Nintendo; tem personagens que nunca mais foram vistos pelo reino dos cogumelos, mas que não saem da memória de quem jogou (Geno!); tem um grupo de vilões formado por cinco componentes com roupas de cores diferentes; foi uma das primeiras vezes, senão a primeirona, que o Bowser se aliou ao Mario em um objetivo comum; é engraçadão; é foda.
Se estiver querendo um grande clássico dos games e tiver aí uns 10 ou 15 dólares disponíveis, baixe já.

Antes que me chamem de fanboy da Microsoft por causa do título, deixo claro: não sou fanboy da Xbox Live; sou fanboy de Meteos!
Meteos é um dos meus jogos favoritos do DS, se não for *O* favorito. Com certeza é o melhor puzzle do estilo “junte X peças da mesma cor” que eu conheço. E agora a Q Entertainment anunciou a chegada de Meteos Wars para Xbox Live Arcade japonesa em breve. E breve, aqui, significa mês que vem. Não foi falado nada sobre lançar aqui, mas eles vão. Eles têm que lançar. Por mim!
De diferente, o remake vai trazer batalhas multiplayer e algumas besteirinhas como possibilidade de personalizar um avatar no jogo. Nada que se compare à simples glória de jogar Meteos numa TV grande, em alta definição.
Dando uma olhada nos comentários internéticos à essa notícia, vi que um número considerável de gente está demonstrando preocupação quanto à jogabilidade, que era tão dependente da tela de toque. Uma parte de mim compartilha desse medo, mas outra (bem maior) confia cegamente nos gênios da Q. Eles nunca me decepcionaram.
[via Destructoid e 1UP]