Eu caio, morro, uso Phoenix Down, morro de novo… e ainda não vejo tudo!
Fiquei sabendo hoje de uma pequena “série” do canal americano Spike TV, a Hot Chicks With Cheat Codes. De vez em quando eles passam clipes de cerca de um minuto nos intervalos da programação, onde uma moça em trajes sumários dá uma dica (também conhecida como “macete” ou “manha” em alguns lugares desse país gigantesco) de algum jogo.
É o cúmulo da vergonha alheia: a coitada fica fazendo aquela voz sexy para falar sobre uma coisa que não excitaria nem o mais bizarro dos fetichistas, e o pior: ela fica com o olhar apontado sempre para um canto, onde duvido que não exista uma cartolina de onde ela lê a dica. (Teleprompter? Pra quê gastar um com isso?) Ha-ha!
Saca só ali em cima o vídeo onde uma das modelos dá uma dica que eu nem sei se funciona para o genial Portal (incluindo piadinhas de duplo sentido com o nome do jogo). E vamos todos mandar emails para a PlayTV sugerindo que adotem este incrível formato na televisão brasileira também!
(E depois ninguém sabe porquê mulher gamer é tão raro…)

Eu declarei aqui esses dias, não lembro agora exatamente em qual post, a minha predileção pelos ninjas em vez dos piratas na eterna batalha informal travada entre as duas classes pelos gamers do mundo. Tenho que admitir que metade dessa predileção se deve ao honorável Joe Musashi, mas não é mentira que uma boa parte também pode ser atribuída ao ninja anônimo de N, o freeware mais amado (e citado, e linkado, e recomendado) por este blogueiro que vos escreve.
Quando eu baixei o jogo original para PC, há alguns meses, não sabia em que estava me metendo. Logo me tornei escravo do jogo, um autêntico platformer no sentido original da palavra: apenas você, plataformas, inimigos invencíveis e a sua suposta habilidade para passar por todos eles e ainda chegar à saída da fase usando a sua única arma: o pulo (e suas variações, como pulo oblíquo em rampas e wall jump).

Hoje é um dia de grande emoção para a minha pessoa, por causa desta notícia do GameSpot. Um ano depois de lançado o último episódio da primeira temporada para PC, Sam e Max terão finalmente a oportunidade de serem sugados em forma de DVD pelo seu Wii, cujo neon azul do slot de disco eu tenho certeza que brilhará mais forte do que o normal, para demonstrar tamanha felicidade.
Sério, eu nem sei bem o que dizer. Sam & Max era engraçadíssimo em 1993, quando a última aventura da dupla havia saído, ainda na era de ouro dos adventures da LucasArts. Mas em 2006 a Telltale elevou o nível. Eu posso dizer sem sombra de dúvida que, durante o ano passado inteiro, o momento em que eu mais casquei de rir de um jogo de videogame foi durante o episódio Reality 2.0 — acho que o penúltimo da temporada.
E sabe o que é mais legal? Esse lançamento tem dedo nosso, dos jogadores. Segundo o GameSpot:
Os representantes da Telltale disseram que o lançamento do jogo no Wii se deve em grande parte à demanda dos fãs, em particular uma campanha de emails lançada ainda antes da estréia da série episódica de Sam & Max no PC. Rumores e especulações sobre uma versão para Wii ajudaram a despertar o interesse da distribuidora em trazer a série à plataforma da Nintendo.
Sobre a data de lançamento, só disseram que vai ser “neste outono”. O outono dos caras é mais ou menos entre Julho e Outubro a partir de Setembro, então tá aí. Nem vai demorar muito.
Tipo… esqueçam Okami e guardem os seus dinheiros para o coelho mais psicopaticamente genial dos games.

Quem não concorda que Still Alive é a melhor música do mundo é porque nunca terminou Portal e não conhece o irresistível charme robótico da sociopata inteligência artificial GLaDOS. Isso é fato. Outro fato é que, embora isso já seja praticamente notícia velha, a supracitada canção já está disponível como download inacreditavelmente gratuito para os afortunados donos de Rock Band para o 360. Os (ainda mais afortunados) que jogam no PS3 terão que esperar até o dia 17 desse mês.
E eu vou ter que esperar até ter um Rock Band. Ou seja… só quando estiver saindo Portal 3.
[via Destructoid]
Hoje é de dia de tomar cuidado com o que se vê e o que se lê na internet. Enquanto a maioria dos sites tenta fazer aquela clássica pegadinha que realmente engana as pessoas, o sempre genial Destructoid resoveu avacalhar de vez: mudou de nove para Foxtoid News e mudou toda a home page, imitando a da Fox News, o site/canal de TV que protagonizou os piores ataques à cultura gamer da história recente (lembram do caso Mass Effect e das discussões provocadas por ele?).
Todas as notícias hoje são histórias sensacionalistas e preconceitusas sobre games, ridicularizando a linha editorial da Fox News. Mas é tudo engraçado! Alguns títulos dos posts de hoje: BREAKING REPORT: All horse-based videogames tied to Scientology, Barack Opedophile? Shocking videogame child porn presidential race scandal black, SCANDAL! Photographic evidence of Joseph Leray’s filthy videogame addiction e Man confesses to sexing picnic table, God of War videogame is clearly to blame.
Não sei vocês, mas eu achei muito foda. Pago muito pau pro Destructoid. Se um dia o Continue for meio DToid, eu serei um cara feliz e realizado. Ano que vem eu apronto alguma coisa de 1º de abril.
Aproveito a deixa: o que vocês viram de legal hoje, em termos de mentira e games?
Sabe o que separa os meninos dos homens, no quesito perícia em entendimento da língua inglesa? O Zero Punctuation. A série de vídeo-reviews “diferentes” da The Escapist é produzida e apresentada por Ben “Yahtzee” Croshaw, um inglês que fala bizarramente rápido e critica os games sem dó nem piedade (mas ele também demonstra gostar muito de alguns, como Psychonauts e Portal).
Sei que a maioria de vocês já deve conhecer, mas faço questão de apresentar aos dois ou três que possam ainda estar vivendo na ignorância.
Mas por que agora?, pergunta o curioso leitor. Porque ele acabou de fazer um sobre Zack & Wiki: Quest For Barbaros’ Treasure. Viu ali em cima? Yahtzee gosta. Eu também. E você deveria.
Aproveito para perguntar: quanto do que ele fala, mais ou menos, vocês conseguem entender? Eu diria que pego uns 65%, no máximo.

[Este texto é uma republicação. Ele saiu originalmente no meu blog anterior, o 16-BIT, no dia 09/02/2007, sob o título "Quando eu for multimilionário". Mas casa tão bem com o tema desta coluna sem periodicidade que eu achei apropriado postar novamente e ver o que vocês acham da idéia.]
Jogando Rogue Galaxy, eu finalmente dicidi o que eu vou fazer no dia em que eu me tornar um multimilionário excêntrico: eu vou fazer uma rápida pesquisa no Google, descobrir exatamente o quanto foi gasto na produção de games como Final Fantasy XII, Dragon Quest VIII, Blue Dragon e do próprio Rogue Galaxy, aí vou pegar esse valor, multiplicar por dois (talvez até por três ou por quatro, dependendo do quão multimilinário — e do quão excêntrico — eu for) e vou DOAR para a Level 5 e para a SquareEnix. Mas com uma condição: elas vão ter que usar essa grana para fazer um remake de Chrono Trigger.
Mas não vai ser um remake qualquer. Não, porque eu vou ser o co-diretor. Eu vou comprar uma casa próxima ao estúdio onde o remake será feito e vou ficar lá do início ao fim da produção. E vou dar idéias, muitas idéias, que terão que ser seguidas. Eu já tenho até uma lista do que vou exigir:

Lembra daquele carinha que tinha um Xbox 360 todo autografado, único, de estimação mesmo, e que acabou recebendo ele completamente limpo e “despersonalizado” quando mandou para a assistência técnica por causa de 3RL? Então. Você não vai acreditar em como essa história acabou bem.
Segundo noticiado pelo Joystiq, a Bungie ficou sabendo da história e “tomou as dores” do garoto, enviando a ele um pacotão de coisas com as quais a gente só poderia sonhar. Camiseta, jaqueta, CD de trilha sonora, controles wireless de edição limitada… e a cereja do bolo: um capacete da Legendary Edition do Halo 3, completamente autografado pela equipe.
E não acabou por aí. O garoto perdeu um console, e parece que alguém decidiu que então o mais apropriado seria ele ganhar um console novo. Alguns dias depois do pacotão da Bungie, chega para ele um Xbox 360 novinho, coberto de assinaturas do pessoal da Microsoft e (de novo) da Bungie. Mais impressionante ainda, esse novo Xbox tem um desenho feito à mão pelo mesmo artista que havia desenhado no antigo console dele, agora arruinado, e… tchanananã… uma assinatura do Bill Gates.
O próprio Bill Gates, dono da Microsoft. Não que eu ame o cara, mas… pô, se eu tivesse um autógrafo do Bill Gates no meu 360! Sério, o que mais esse moleque poderia querer?

Agora vai, gurizada! AGORA VAI!!
Os blogs do mundo todo estão em polvorosa, cada um postando a primeira coisa que vier à cabeça, acompanhado do vídeo e do link para as imagens que saíram do novo jogo do ouriço azul mais amado/odiado/ridicularizado dos games: Sonic Unleashed!
Se você não está empolgado, fique. Porque o jogo parece ser a síntese de tudo aquilo que os fãs clamavam enquanto xingavam os jogos passados na franquia, pelo menos os em 3D. A impressão que dá é que o Sonic Team finalmente fez o dever de casa. Entrou no Google, procurou todas as frases que comecem com “I think Sonic Team should…” e “Sonic Team messed up when…” e então anotou todas as boas dicas que nós vínhamos dando a eles há anos, especialmente depois que resolveram colocar uma bendita pistola na mão do Shadow.
Já se sabem alguns detalhes sobre o jogo (que segundo me consta ainda nem foi oficialmente anunciado de maneira oficial e oficializada), mas eis os mais importantes: jogabilidade em 2D (oldschool sidescrolling EXTRAVAGANZA!) e apenas três personagens jogáveis. Adivinha quem? Sonic, Tails e Knuckles. Sem Blaze, sem Cream, sem Silver, sem Shadow, sem Rouge e sem toda aquela fauna bizarra que só servia pra tirar o brilho do borrão azul da SEGA.
(Borrão brilha?)
Por isso, meus amigos, eu jogo a compostura no lixo e já dou nota máxima pro jogo logo de cara. Sim, eu sei que é empolgação desmedida, mas DEIXA EU, VÁ! E, claro, obviamente, sem dúvida nós faremos um review de verdade quando o jogo finalmente sair (dizem as más línguas que em já em novembro desse ano, para Wii e X360).
Depois do continue, o primeiro e incrível vídeo do jogo, a galeria com as imagens e todos os detalhes que já foram descobertos sobre Sonic Unleashed, o futuro melhor jogo da franquia desde Sonic Adventure.

Vocês têm noção do tipo de maluco que escreve os textos que vocês lêem aqui neste blog? Quanto aos outros eu não falo nada, mas eu, Fabio Bracht, sou o tipo de maluco que adora menus. Sim, menus, aquelas coisas desprezíveis e desprezadas que só servem pra escolher as opções. Mas eu gosto!
Um menu bonito, caprichado, uma interface bem resolvida, é sinônimo de jogo que não foi feito nas coxas. Se a produtora teve tempo de se dedicar até a esse aspecto tão esquecido, é porque claramente o jogo foi feito com o carinho e a atenção que todo jogo deveria merecer.
Depois do continue, confira a minha lista dos cinco menus mais tchubirubas que eu consigo me lembrar. E atenção: eu evidentemente não joguei nem 5% de todos os jogos do mundo, muitos dos quais devem ter menus legais pra caralho, e mesmo entre todos os que eu joguei, nem fodendo que eu vou me lembrar de todos. Então essa é uma lista bem superficial mesmo. Fiz porque achei que seria divertido.
Todos os comentários — especialmente os que lembrarem de menus legais que eu esqueci — serão bem-vindos!
Continue lendo!