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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘É foda!’ Category

(Spore) [bb] Sabe a Versão Galáctica do Spore? É, aquele sonho de consumo que vem com DVD de Making of, Manual Premium, pôster, artbook e mais um monte de doçuras. Aqui no Brasil-il-il ele custa 139 reaus[bb]. Sabe quanto custa lá na terra do Tio Sam? Oitenta doletinhas! Sim, U$80.00! O que, convertendo rapidamente para reais segundo a cotação de hoje, dá exatamente… er… 128 reais.

Ok, isso ainda é um pouco mais barato do que a gente vai pagar, mas… pô, tá ótimo! Dez reais de diferença! O dia que os jogos de console custarem o mesmo que os de PC nesse país, não vai ter espaço na minha estante pra tanto jogo!

[via Game|Life]

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  • [Resenha] Wii Fit

    (Wii Fit) [bb]

    Dando prosseguimento à sua missão de transformar todo mundo e as suas respectivas mamãezinhas em jogadores de videogame (ou pelo menos em seres sem medo do botão Power do Wii), a Nintendo lança a coisa mais improvável do mundo: um videogame de se exercitar. Seja para o bem ou para o mal, seja amando ou odiando, não dá pra negar que a idéia em si é originalíssima e cheia de potencial.

    Mas será que a execução esbanja saúde como as fotos promocionais nos fazem acreditar? Ou o Wii Fit precisaria de uma temporada num spa até perder os quilinhos extras e voltar com força total em uma suposta segunda versão? E a Balance Board, é mesmo um acessório revolucionário ou não passa de uma balança de banheiro metida a besta?

    Saiba depois do continue.

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  • O Argus me enchia o saco pra eu baixar o Criador de Criaturas do Spore. Eu não queria. Sei lá, achava basteira perder tempo baixando e instalando um pedaço de um jogo que eu provavelmente já iria comprar inteiro de qualquer jeito. Mas como eu não resisto a uma boa interface, no fim cedi, baixei. E fiquei me achando o maior paspalho depois, por quase ter perdido toda essa diversão. Mas quem iria adivinhar que simplesmente ficar criando uns bichos esquisitos renderia tanto entretenimento?

    Depois do continue eu falo mais sobre o que achei do “jogo” e você ainda aproveita para conhecer a edição especial que vai chegar ao Brasil (caso ainda não tenha ficado sabendo).

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  • [O texto que você lê a seguir é um dos mais geniais, inusitados e engraçados que eu li nos últimos tempos. Foi publicado originalmente ontem, dia 18/06/2008, no Destructoid pelo "Reverend" Anthony Burch. Eu entrei em contato com ele a fim de traduzir o texto e publicar aqui, e ele autorizou numa boa, acrescentando a seguinte mensagem à comunidade gamer brasileira: "Hello, Brazilian gaming community. I know at least one of your members. His name is Ulisses Gurgel. If you see him, please cause him bodily harm". Simpático. :) ]

    Como publicada originalmente no Destructoid

    Você acha que eu estou brincando.

    Você acha que eu estou sendo convencido ou irônico quando digo que Mr. Resetti, a toupeira do Animal Crossing representada na figura acima, é o mais heróico personagem de videogame da história. Você riu das suas fanfarronices quando ele gritou com você, o jogador, por ter resetado o jogo sem salvar. Você esbravejou contra ele quando ele apareceu como um Assist Trophy em Brawl. Você acha que eu estou tirando um barato.

    A verdade é que você não tem idéia do quão heróico é o Mr. Resetti. Você já parou para pensar que ele é a única pessoa — a única pessoa — protegendo o universo inteiro de Animal Crossing da destruição? Que ele é o auto-nomeado defensor da vila inteira, frequentemente desafiando um poder (que seria você, jogador) que ele não pode nem sequer ter esperanças de um dia verdadeiramente dominar? Que esta simples e pequena toupeira luta eternamente em uma batalha perdida contra o próprio Deus a fim de proteger as vidas dos seus amigos?

    Depois do continue eu explicarei melhor.

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  • It\'s all I waaaaaaant!!

    A caveira flamejante cartunizada acima serviu de estampa para uma camiseta que eu usei de maneira quase ininterrupta por uns três anos na minha adolescência. Sério, o pessoal cumprimentava a minha camiseta primeiro, depois a mim. Um dos meus melhores amigos eu só fiz por causa da tal camiseta. Sem contar que o Offspring foi a primeira banda de rock que eu virei fã quando moleque.

    Com o tempo eu fui conhecendo coisas novas, expandindo os horizontes, e hoje a banda nem mais figuraria em um possível Top 3 ou Top 5 Melhores Bandas que eu fosse fazer, mas quem virar pra mim e disser que The Kids Aren’t Alright ou All I Want não são dois puta rockões fudidos e nervosos não merece o meu respeito.

    Pois esses dois puta rockões fudidos e nervosos são apenas parte das seis faixas dessa gloriosa banda do meu passado (e preferida do nosso amigo Prandoni também) a figurar em uma atualização futura do fenomenal Rock Band — que acaba de se tornar, mais do que nunca, um jogo a ser comprado por mim com urgência máxima.

    Acompanhando as duas faixas já citadas, teremos os hinos Come Out and Play (Keep’em Separated), Self Esteem e Gone Away, além da divertida, mas não tão legal, Pretty Fly (For a White Guy). Tudo isso sem contar a absolutamente excelente Hammerhead (quer ouvir?), melhor música do CD novo (lançado ontem mesmo, na verdade), que ficou recentemente disponível. As faixas novas não têm data, constam apenas como “Coming Soon” no site oficial da banda.

    Hoje eu vou sonhar que estou cantando Gone Away no Rock Band. E no sonho eu vou ter uma voz tão foda quanto a do Dexter Holland.

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  • Seguindo o sucesso de seu mega-boga jogo World of Warcraft, Blizzard Entertainment descobriu um novo nicho de jogadores e lançou nesta semana sua mais nova empreitada: World of World of Warcraft.

    Como você pode ver acima no vídeo gentilmente cedido pelos profisionais sem papas na língua do The Onion, nele você controla um jogador de World of Warcraft enquanto ele joga World of Warcraft, tendo todos os desafios que a classe traz. Sobreviver à base de miojo e Hot Pockets, ligar para o seu provedor de internet xingando quando a conexão cai… as possibilidades são infinitas e a jogabilidade é super imersiva e realista.

    Esse com certeza está na minha lista de compras pro próximo MMO… e vocês, o que acharam do conceito? ;)

    (Antes que venham falando alguma coisa: eu sei que é fake, tá?)

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  • A MacGyver Industries CamSpace, uma pequena empresa israelense (na verdade é basicamente um cara trabalhando no próprio apartamento) anunciou recentemente uma nova tecnologia chamada CamTrax. O que ela faz? Ela transforma qualquer coisa em um controle de videogame.

    Qualquer coisa.

    Tudo que você precisa é um computador com uma webcam e um jogo instalado. E um objeto. Eu tenho aqui na minha mesa, por exemplo, um envelope quadrado de CD virgem. Daqueles feitos de papel-cartão mais resistente. Com o CamTrax instalado, eu poderia acionar o software, mostrar a embalagem do CD para a webcam e aí rodar um Need For Speed e usar aquilo como volante e acelerador. Da mesma forma, eu poderia usar esse pacote de Passatempo, o meu Goomba de pelúcia ou o estojo da máquina fotográfica.

    Quando você mostra um objeto para o programa, através da sua webcam, o CamTrax registra uma posição neutra para ele e, a partir daí, pode perceber variações em todos os eixos. Se você girar como um volante, ele vê quantos graus você girou, e para que lado. Assim você pode substituir o comando de direção por esse dado que o CamTrax enxerga e manda para o jogo. Mas por que se contentar apenas com dirigir? Já que o CamTrax também percebe e calcula a distância, você pode, em tese, configurar o jogo para entender uma aproximação do objeto em direção à tela como aceleração. E um distanciamento como redução ou freio. Ou um tranco para baixo como freio de mão.

    Mas um objeto só é pouco. Eu tenho aqui na minha mesa também um microfone daqueles com haste flexível. Posso colocá-lo sobre a coxa ou sobre a mesa com a haste apontada para o teto e mandar o CamTrax registrar. Aí posso configurar o programa para entender que, se eu empurrar a haste para frente, estou aumentando uma marcha. E para trás, reduzindo. O CamTrax consegue dar conta de até quatro objetos ao mesmo tempo, e consegue enxergar até objetos de menos de um centímetro.

    As possibilidades são enormes. No vídeo acima, caso você ainda não tenha visto, há um cara que colou um band-aid colorido no dedo do meio (aquele que você usa para mandar os seus desafetos para o inferno) e, segurando a mão no ar como se estivesse segurando uma arma, registrou o movimento de puxar o gatilho imaginário. Com esse movimento, ele dispara a arma no FPS que está jogando.

    Roi Carthy, do blog de tecnologia TechCrunch, tem isso a dizer:

    Eu tive a oportunidade de brincar com a tecnologia do CamTrax em várias ocasiões e funciona como mágica. Mesmo em ambientes com iluminação baixa ou instável — falo isso baseado em experiência própria. É realmente difícil não ficar impressionado com a tecnologia, especialmente considerando que ela ainda está em versão Alpha.

    Todos sabemos que tecnologia não é nada sem aplicação. Por enquanto o CamTrax é apenas um tech demo, uma demonstração do que é possível fazer. O processo parece ser trabalhoso — liga o software, registra objeto, configura movimento, atribui a algum comando do jogo, repita se necessário, jogue — e parece-me que muitos jogos ainda não são  compatíveis. Mas imagine as idéias que uma grande softwarehouse não teria para isso em algum jogo com orçamento decente? A Microsoft já usa razoavelmente bem a sua câmera Xbox Vision, esse parece ser um ótimo caminho inclusive para que ela entre no mercado casual que tanto inveja a Nintendo por ter.

    É claro que pode não dar em nada, mas é uma tecnologia muito promissora para não ser aproveitada. Eu acho que ainda veremos muito disso no futuro. O próximo Wii Sports pode ser com raquetes de verdade, que tal?

    [via TechCrunch]

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  • PS3

    [Jabá Mode ON] O título desse post já diz tudo: PlayStation 3 por aproximadamente R$1300,00 à venda no Carrefour. E você pode parcelar no seu (ou da sua mãe, esposa, sogra) cartão Carrefour em até 12 vezes. Assim, parece que não paga a última parcela. Com mais 40 reais, vêm junto 2 anos de garantia.

    Porém! O modelo da promoção é o PS3 de 40GB, região 5 (chinês). Acompanha os cabos e um controle Sixaxis. Nada de MotorStorm ou Blu-Ray do Homem Aranha. Por ser região 5,  não vai ler alguns filmes. Mas quem se importa? [Jabá Mode OFF]

    Demorei para postar isso porque tive sérias dificuldades para confirmar a informação. Quem me passou a notícia foi o colega e camiseteiro Gilsomar Livramento, que afirma ter visto a promoção em um comercial do Carrefour ontem a noite, na Globo. A princípio, não se sabia se era do Carrefour ou das Casas Bahia mas logo foi confirmada que a oferta era do grupo de  supermercados francês.

    Esse intérprido jornalista que mora lá onde Solid Snake perdeu as botas e precisaria ir até Brasília para chegar ao Carrefour mais próximo, decidiu averiguar a informação. Entrei em contato com o SAC via atendimento online e ninguém sabia de nada. Suspeitei que a Leila, a operadora com quem falei, pudesse ter digitado PlayStation incorretamente no seu banco de dados e decidi fazer um contato telefônico. Misteriosamente, ninguém sabia de nada também. Só sabiam das propagandas de verduras que tinham passado ontem a noite. “É um joguinho, né?”, me perguntou a moça do SAC. Sempre isso.

    Quando já estava para desistir, descobri que os colegas André “HardGamer” Forte e Renato “Freeko” Bueno haviam comprado seus PS3 recentemente. Onde? No Carrefour. Falei com El Fuerte e ele me passou essas informações lá do começo. Mesmo assim, se por acaso algum de vocês leitores viu o anúncio, comente aí embaixo. Se tiver gravado, coloque no YouTube e passe o link para nós. O Continue agradece.

    Preciso dizer mais alguma coisa? Lançamento oficial de MGS4 amanhã. Não esperem mais posts meus hoje, porque eu vou para o Carrefour comprar meu “joguinho”!

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  • Metal Gear Solid 4 chega mais cedo!

    Imagens diferentes

    Pro inferno com o “não postarás mais sobre MGS4 até o lançamento”! Desde sábado estão pipocando na internet vídeos do jogo, com os primeiros minutos de gameplay, menus e coisas do tipo. Antes que os mais apressados pensem que chiparam o PlayStation 3 e o jogo está bombando nos torrents mundo afora vamos à conclusão mais lógica: alguns lojistas afobados já estão vendendo o glorioso Metal Gear Solid 4. Ou eles mesmo estão jogando.

    E para não passar vontade sozinho, é claro que eu trouxe para vocês alguns dos vídeos que estão circulando. Esse é um continue que você vai ter que clicar!

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  • EGMQuando vi as manchetes “EGM refuses to review MGS4″, eu logo pensei mal da revista, lembrando daquele caso tosco de quando eles se recusaram a resenhar Endless Ocean do Wii porque não consideraram um “jogo”. Só que dessa vez o motivo é outro e, se naquele a revista mereceu umas vaias, nesse ela merece aplausos: o motivo para terem se recusado a fazer um review do maior lançamento do ano para PS3 foram as restrições impostas pela Konami para os jornalistas.

    Segundo relatos de jornalistas, havia vários tópicos proibidos. Ninguém podia falar, por exemplo, do tamanho da instalação que o jogo exige (4.6GB), nem sobre a duração de algumas cutscenes (90 minutos). Ambos pontos negativos que a Konami sentiu que podia abafar, sabendo que os grandes veículos precisam de um review de MGS4 o quanto antes e a maioria faria o necessário para conseguir ser um dos primeiros a analisar. Me informei aqui com o pessoal de algumas revistas brasileiras de games, e parece que essa restrição não rolou por aqui.

    Enquanto alguns, como o IGN, entraram nas regras do jogo, a EGM gringa mostrou que é macho e que não se dobra aos caprichos de ninguém. Em vez de um review tradicional, os caras fizeram uma mesa redonda por escrito, discutindo o jogo. Como não é um review, tecnicamente, eles puderam falar sobre o que dessa na telha. Uma solução criativa para os leitores e um belo recado para a Konami. Não é papel das empresas darem ordem para a imprensa.

    [via Destructoid]

    » Atualização: Mestre Prandoni foi rápido em apontar a resposta da Kojima Productions ao caso. Eles dizem que a instrução não era não falar sobre o tamanho das cutscenes, mas sim não dizer quais eram longas, de modo a não estragar a surpresa do jogador. Ele explicou várias outras restrições, e a razão de ser da maioria delas era justamente essa: evitar spoilers. Beleza, aí eu me pergunto, “precisa?”. Eu acho que ainda assim eles fizeram errado em dar “instruções” aos jornalistas sobre como avaliar o jogo. Nenhum jornalista que se preze inclui spoilers no seu review, logo, ninguém precisa da Konami, ou seja lá quem for, ensinando o padre a rezar a missa.

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