
Você já deve ter lido que nossos queridos representantes (os sempre atenciosos deputados) aprovaram, na chamada comissão especial de aumento reforma tributária, o (adivinhem!) aumento dos impostos sobre software. Se não sabe, leia este revoltante post do MeioBit Games.
Você já deve saber o que isso significa para nós e porquê diabos essa notícia está aqui no Continue: nosso hobby preferido vai ficar ainda mais caro. Sim, monstrinhos e monstrinhas. Se você achava caro um PS3 por R$1800,00 no Carrefour, pode esperar que vai ficar mais caro ainda. Se você esperava que com a instalação da Sony no Brasil poderia comprar jogos originais de PS2 a um preço razoável, ESQUEÇA!
O Rodrigo Flausino que deu a letra: “Estamos ferrados”.
Se esse não fosse um blog de família, eu estamparia aqui uma série de palavrões e impropérios contra esses caras que ganham uma fortuna por mês só para fornicar com o povo brasileiro.
Antes de partirmos para a nossa discussão de fim de semana propriamente dita, leia outros posts sobre o assunto aqui e aqui.
Demorou, mas este dia chegou. Foi lançado um PC mais rápido que o top de linha da Alienware: Falcon Northwest Mach V, o PC mais rápido do mundo segundo testes da Cnet. Quão rápido ele é, você se pergunta? Rápido o suficiente pra rodar Crysis a 60FPS no Very High num monitor de alta resolução! Inacreditável, não? Crysis é tão impressionante que demoraram quase dois anos para poder lançar um hardware potente o suficiente para poder aproveitá-lo em todos os seus ínfimos detalhes de sombra de grama.
Especificações da criança:
Sim, ele tem até um disco rígido menor de altíssima performance para se colocar o sistema operacional e um maior mas mais lento pra guardar tralha. Foda é o precinho, que consegue ser maior ainda do que um Alienware: 8000 dólares. Sim, dá pra comprar um Ford Ka ano 2007 com essa grana!
Com todo esse processamento, quando formos invadidos pelos Decepticons ele com certeza vai virar um Transformer fodástico!
Mas 8 mil dólares não são suficientes para essa belezura não. A pintura Vermelho-Ferrari custa 500 dólares adicionais. É, um desses, só se eu ganhasse na loteria. Deve rodar qualquer outro jogo na velocidade da luz.
Mas honestamente? Ainda prefiro o HP Blackbird 002. Só porque é mais bonito.
[via Gizmodo]
A Valve é famosa por produzir jogos de alta qualidade e por vendê-los em pacotes muito atraentes. Half-Life vinha com Counter Strike, e recentemente tivemos o The Orange Box, que, além do segundo Half-Life e seus dois primeiros episódios, trazia de lambuja Team Fortress 2 e Portal. Na época, foi classificado como “a melhor oferta dos games”, por trazer essencialmente cinco jogos pelo preço de um.
E agora, com o lançamento de Left4Dead, a Valve lançou um pacotão impressionante no seu serviço de vendas por download, o Steam. Trata-se do Valve Complete Pack que, como o nome sugere, contém TODOS os jogos do catálogo da Valve disponíveis no Steam: todas as aventuras de Gordon Freeman, o proibidão Counter Strike, TF Classic, Portal, Team Fortress 2, Peggle Extreme e, claro, Left4Dead. São 22 dois jogos pelo preço de dois lançamentos! Confira a lista completa clicando aqui, e se você não tem esses jogos e tem 99 dinheiros estadunidenses sobrando, compre sem medo de ser feliz.
Parece muito, mas é uma mega-oferta não só pela quantidade de jogos, mas pelo valor do desconto. A soma do valor de cada título, separadamente, daria 234 dólares. Descontão assim não rola todo dia.

Assim é complicado: a gente nem pode tirar férias coletivas forçadas que a TecToy já aproveita para lançar um console. Ficamos jogando WoW, Team Fortress 2 e outras tranqueiras e não pudemos noticiar em cima do lance um dos acontecimentos mais relevantes da indústria nacional em 2008. A essa altura do campeonato, outros sites já publicaram tudo o que se sabe sobre a nova plataforma e a gente ficou para trás, certo?
Errado.
Depois do Continue você confere com exclusividade mundial tudo o que não foi dito antes sobre o Zeebo.
Eu gosto dos jogos de luta da Namco desde quando passava as tardes jogando Tekken 3 no fliperama perto da faculdade. Amo Soul Calibur IV e tenho calos nos polegares para provar. Desde que o jogo chegou, a Namco vem lançando pacotes de conteúdo adicional. Armas alternativas, armas do primeiro jogo, trilha sonora e roupas extras e por aí vaí. Nada contra essas bugigangas, quem quiser que compre.
Outro fato envolvendo o jogo desde o princípio é a exclusividade dos convidados da franquia Star Wars. Ao contrário do Aprendiz, presente em ambas as versões do game, o verdinho Yoda só figura no Xbox 360 e o cabeçudo Darth Vader só aparece no PlayStation 3. Fatos da vida, plenamente aceitáveis. E como na tela de seleção há um quadrinho vazio, era de se imaginar que ou A) o personagem ausente seria desbloqueável de alguma maneira (ganhando todas as lutas de Perfect e derrotando o Bison com um Super Combo Finish, por exemplo) ou, o mais provável, B) seriam vendidos posteriormente, como conteúdo adicional.
A resposta da Namco para essa questão foi C: todas as alternativas estão mais ou menos corretas. Os personagens Yoda e Vader são destraváveis, ou seja, estão presentes nos discos tanto do PS3 quanto do Xbox 360. Sim, meu amigo, aí dentro dessa caixinha com a cara do Yoda há um Darth Vader igual ao do PlayStation 3 do seu colega. E da mesma forma, em algum lugar no fundo do Blu-Ray do seu Soul Calibur IV, um mestre Jedi adormecido há. Mas aí vem a próxima pergunta: como é que eu faço pra liberar os camaradas?
Você paga por isso. 400 MS Points ou 5,93 doletas, dependendo de qual é o seu console. A Namco quer cobrar por um conteúdo que você já tem em casa. Quando eu vi isso, fiquei muito puto. Acho totalmente errado, uma babaquice enorme e tremenda sacanagem com os fãs. E nem falo só por que sou fã de Soul Calibur nem por estar morrendo de vontade de jogar com o Vader no 360. Mas porque pra mim isso é um abuso ao consumidor e gera precedentes para outras empresas fazerem o mesmo. E é isso que quero discutir com vocês nesse fim de semana.
A Blizzcon não foi feita só de logomarcas fofas e camisetas irresistíveis. A Blizzard soltou outras surpresas durante o evento e a mais bombástica delas sem dúvida foi a revelação de que Starcraft II será dividido em três discos, vendidos separadamente.
É isso aí: O aguardado jogo de estratégia em tempo real no qual continuaremos a guerra entre os militares Terrans, os repugnantes Zerg e os Cavaleiros Jedi enigmáticos Protoss será comercializado em três discos, cada um com uma das campanhas. Quando o jogo for lançado, teremos as seguintes caixinhas nas prateleiras: Terran: Wings of Liberty, Zerg: Heart of the Swarm e Protoss: Legacy of the Void.
Foi divulgado que as campanhas serão extensas, entre 26 e 30 missões cada, tudo com muitas cut-scenes bacanas e a qualidade típica dos jogos da Blizzard. As diferenças entre cada campanha vão além das coisas óbvias como unidades e estruturas. A jogabilidade da campanha Zerg terá mais elementos de RPG, enquanto Wings of Liberty será mais belicista e a campanha Protoss envolverá o uso mais pesado de diplomacia e negociação. Vale ressaltar que em Wings of Liberty há uma mini-campanha Protoss.
Para mostrar que não está querendo arrancar todo o seu dinheiro, a produtora já avisou que cada disco terá todos os elementos do multiplayer. Ou seja, mesmo que você só tenha o disco Zerg: Heart of the Swarm, poderá jogar suas partidas online com os Protoss e Terrans. Só a campanha single-player é limitada a uma facção por disco.
Quando vi essa notícia pela primeira vez, fiquei revoltado. “Eles querem me fazer comprar o mesmo jogo três vezes! Ladrões!” foi o que pensei. Mas analisando com calma, eu acho que só caberia mesmo uma campanha em cada DVD e eles não quiseram lançar um jogo com três discos pois ficaria com o preço muito acima da média dos jogos de PC. Tanto que a faixa de preço da “trilogia” Starcraftiana não foi revelado, assim como nada foi dito sobre quando, finalmente, o novo jogo será lançado.
[via Hardgamer]
De segunda-feira para cá tivemos uma ótima resposta inicial ao Feirão de Usados do blog, com bastante gente anunciando jogos e querendo comprar outros.
Entre os novos anúncios estão God of War 2, Ninja Gaiden 2, Rock Band (sem instrumentos) e No More Heroes, entre muitos outros. Se você está com dinheirinho em mãos, dê uma passada ali e faça a festa!

Eu estou com um problema. Quero vender uns jogos que tenho aqui pra fazer dinheiro pra diminuir o baque das compras dos novos que estão para sair. Só que, no caso, este foi um problema bom, porque gerou uma idéia.
Anunciar na “frase engraçadinha” do MSN e do Google Talk não estava me levando muito a lugar nenhum, então pensei numa solução melhor e disso acabou nascendo a idéia do Feirão de Usados da comunidade do Continue.

Ela está chegando. Ela praticamente já está entre nós. A terrível maldição de fim de ano, a nós rogada pelas demoníacas e sanguessugas publishers e sua gana insaciável por separar os gamers de suas economias nos últimos três meses do ano.
Nada mais pode explicar o fato de Fable 2, Dead Space, Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, Left 4 Dead, Chrono Trigger DS, Mirror’s Edge, Prince of Persia, Fallout 3, Gears of War 2, Guitar Hero World Tour, Rock Band 2 e tantos outros games neste período tão apertado e conturbado que compreende do finalzinho de Setembro até o meio de Dezembro. E digo “tantos outros” porque aqui eu estou citando apenas os que eu pensaria em comprar se tivesse todo o dinheiro e tempo do mundo — se tivesse um PS3, poderia acrescentar com certeza LittleBigPlanet e talvez Resistance 2.
Simplesmente não há dinheiro para tudo isso — e mesmo se houvesse, não haveria tempo hábil. Nem mesmo se considerarmos o marasmo dos meses seguintes (praticamente nada de muito bom é lançado usualmente nos primeiros quatro meses do ano, a exceção foi Smash Bros Brawl este ano). Mas o que eu quero aqui não é reclamar. Se você quiser ler um bom texto sobre a estupidez deste fenômeno tão natural no nosso mercado, recomento este aqui.
O que eu quero é perguntar a você: qual é o seu plano de ação para este fim de ano? Considero óbvio que você quer mais jogos do que o seu dinheiro e/ou tempo vai permitir adquirir/aproveitar, de modo que você com certeza tem uma estratégia. “Compro primeiro este e talvez este, aí quando entrar 2009 já posso pensar em pegar este e quem sabe este”. Neste caso, qual o seu plano e quais os games que você pretende pegar assim que possível?
Acho uma boa conversa de caixa de comentários (equivalente online e não-alcoólico para conversa de mesa de bar), sem contar que me dará uma boa compreensão de quais são os jogos mais esperados pela coletividade dos leitores do Continue.
Na tentativa de ser um bom anfitrião, começo eu: gostaria de pôr as mãos em todos os citados no segundo parágrafo, mas na total impossibilidade de algo assim acontecer, arredondei as minhas prioridades para três. o novo Banjo-Kazooie, Mirror’s Edge e Fable 2. Como este último é o primeiro a sair (daqui a meras duas semanas e dois dias), espero conseguir comprá-lo o quanto antes. Depois, no meio de novembro (dias 11 e 14), saem os outros dois. Tiro dinheiro sabe-se lá de onde para comprar Mirror’s Edge e aí, se tudo der certo, o pingadinho do Google AdSense já chegou a 40 dólares (já estou com 34!! :P) e eu mando bala no Banjão. Cabou minha alegria: o AdSense só me paga quando eu tiver 100 dólares pra receber. Bom, vou guardar pra comprar Duke Nukem Forever.
Então, se a namorada achar que eu mereço mais um no natal… *pisca pisca cutuca cutuca sorri sorri*
E você, o que vai fazer?
A coletiva recente da Nintendo não teve só DSi. Falou-se bastante de Wii, também, e uma das novidades é uma linha de relançamentos batizada de “vamos ganhar dinheiro em cima daquilo que já nos deu dinheiro antes”. Não, não é o Virtual Console, é uma linha de jogos de GameCube sendo refeitos (ou relançados) para Wii. Ao menos no Japão.
Segundo o GoNintendo, alguns jogos que já estão na fila para relançamento são Metroid Prime 1 e 2, Pikmin, Donkey Kong Jungle Beat, Chibi Robo e Mario Power Tennis. O que não se sabe ainda é se eles serão simplesmente portados e vendidos com caixinha branca, mas ainda controlados com o controle de GameCube, ou se serão retrabalhados para utilizar os controles do Wii.
De qualquer modo, faz sentido, já que muitos ótimos jogos do Cubo foram subaproveitados por conta do ridículo número de pessoas que de fato possuía um fogãozinho da Nintendo para jogá-los.
[GoNintendo, via Famitsu]