Desde que começou essa modinha de lançar jogos musicais temáticos de bandas, nenhum deles me empolgou. Aerosmith? Metallica? Van Halen? Nada disso atiça minhas glândulas de rock. Nem mesmo Beatles, que é uma puta banda legal e que eu até gosto de ouvir, me deu vontade. Sei lá, parece meio sem energia.
Mas Green Day… ah, amigo, Green Day! Mesmo eles sendo agora uns velhos emos pseudo-políticos e cheios de si mesmos, isso não muda o fato de que seis dos oito discos dos caras são puro punk rock sem frescuras e pretenções estratosféricas. Se o jogo tiver (e vai ter) sucessos como She, When I Come Around, Welcome to Paradise, Good Riddance, Minority, Basket Case, Redundant, Nice Guys Finish Last, Macy’s Day Parade e Warning (pra ficar só nos singles mais famosos), já será uma baita experiência. Por mais músicas do 21st Century Breakdown eles resolverem colocar.
Tanta demora pra sair um mísero pack de DLC com três músicas de uma banda tão popular era um forte indicativo de que um jogo dedicado a ela apareceria em algum momento, então não dá pra chamar o anúncio desse jogo de surpreendente, mas eu com certeza curti e comprarei. Até porque — atentem para um detalhe importante –, ao contrário do que acontece com Beatles Rock Band, as músicas serão completamente (e gratuitamente, ao que me consta) gratuitas de se transferir para o Rock Band 1 ou 2. O disco acaba sendo “apenas” um pacote de DLC, se assim você quiser.
E que comece, nos comentários, a guerra dos que não se importam contra os que se empolgam!

Cosplay é um troço geralmente deprimente. Mas nem sempre. Às vezes cosplay é muito legal. Às vezes cosplay é muito fofo. Principalmente nas vezes que um incrível casal de pais veste suas filhas como dois personagens de Team Fortress 2.
Na verdade isso nem é cosplay, é fantasia de halloween, mas como a gente não tem halloween por aqui, fica sendo cosplay. E não importa o nome que se dê, é impossível não achar o máximo da fofura uma menininha de 4 anos correndo por aí de Medic, e uma de um aninho de Heavy.
Aqui tem um vídeo, e aqui você vê mais um punhado de fotos. Agora dá licença que eu vou no hospital perguntar porque é que o meu instinto paterno resolveu se manifestar justo agora.
Danke, Ihr tollen Eltern!
[via Ubercharged]

Em uma recente entrevista, Dhani Harrison (filho de George Harrison, ex-Beatle) revelou três coisas:
1. Rock Band 3 está em produção;
2. Ele está participando dessa produção;
3. A participação dele consiste em “deixar a jogabilidade mais real para que você aprenda a tocar as músicas de verdade enquanto joga”.
Luke Plunkett, do Kotaku, levantou timidamente a bola dessa discussão, e eu agora chuto a gol: será que isso é bom?

Resumindo: um carinha aí, leitor do Kotaku, tem um amigo francês chamado Nicolas Girard que ia voltar para o seu país de origem para comer croissant e camembert. Antes de deixar o Canadá, porém, ele pegou um NES e construiu em cima dele o mais fantástico joystick que eu já vi. Nasceu o NEStickle.
Ele é compatível com o 360, o PS3, o PS2 e qualquer computador rodando Windows XP pra cima (ou seja, qualquer um), Linux e Mac, tudo via um cabo USB que se conecta nas portas que costumavam ser as entradas dos controles do NES. Ironicamente, no site do dono do controle, o Wii não é listado.
Vocês podem ver mais imagens dessa maravilha no site linkado aí em cima. Com um desses, eu até comprava uns jogos tipo Super Street Fighter IV para conquistar vitória épica, e com sorte vencer Sheng Long para ter uma chance.

Falar de concursos com prêmios é praticamente chutar cachorro morto, considerando a grande quantidade deles por aí. Mas esse não podia escapar!
O Penny Arcade quer Katamaris. Sim, Katamaris. A melhor que você for capaz de criar. Pode ser desenho, pintura, escultura… fique à vontade. Recomendo começar com uma bola de isopor e fazer a festa no quarto do seu irmão menor e capturar desde Barbies até Hot-Wheels. Estou louca pra ver se alguém vai colocar umas coisas tipo vacas e kombis em alguma katamari!
As melhores ganharão um cachecol feito por Keita Takahashi, o maluco que criou Katamari Damacy! Além de ser um cachecol super diferente, ele tem o formato e as cores do Noby-Noby Boy, que pode ser um jogo meio tosco mas tem um mascote suuuuper cachecol. Fora o CD com a trilha sonora japonesa de Katamari Forever e uma cópia do jogo, que eu acho muito menos legais que o cachecol.
O dia limite para entrega da promoção é 6 de novembro, então já comece a criar sua futura estrela. E se achar o cachecol brega ou colorido demais e quiser participar só pelo jogo + OST, eu aceito o cachecol como presente.
[via Penny Arcade]
[tweetmeme]O G1, portal de notícias da Globo, fez um testezinho em Flash muito bacana sobre Game Music. Você entra lá, ouve as músicas e clica no nome do jogo onde cada uma delas é tocada. São 20 músicas.
Por ser de um veículo não-gamer, eu automaticamente pensei que seria mamão com açúcar. Apostei com meu amigo Thiago, que tinha me passado o link, que se eu não acertasse 18 ou mais, o Continue era dele (acontece que tecnicamente o registro do domínio já está no nome dele, então whatever.
). Não vou dizer quantas eu acertei por pura vergonha, mas não chegou nem perto de 18.
Nesse tom, desafio o Maestro Alexei, grão-mestre e autoridade máxima em game music na blogosfera gamer brasileira, com a mesma aposta, mas um “prêmio” diferente. Se ele acertar (ou já tiver acertado) 18 ou mais músicas, eu escreverei um post para o seu Hadouken sobre um tema à escolha da equipe deles. O teste é casga grossa.
Quanto a você, leitor… se acertar mais de 10, pode dizer que manja mais que eu. É, só acertei 10. Vergonha. =/

Diz aí: você se interessa pela World Cyber Games, e-sports, o mundo dos jogadores profissionais e tudo mais? Se sim, não deixe de ficar ligado no Continue durante este fim de semana, já que eu estarei lá, junto com o nosso amigo Caio Corraini, cobrindo e trazendo novidades do evento.
Preciso confessar: se fosse por interesse próprio, provavelmente não iríamos. Com tantos lançamentos saindo, Tokyo Game Show rolando, isso e aquilo, e-sports não estava em posição muito alta na nossa lista de interesses e prioridades. Mas acho que a Samsung quer mesmo é capturar a atenção de gente como a gente, que curte games mas não fica de olho no mundo das competições profissionais, por isso convidou o Continue para estar lá, fazendo uma cobertura do evento sob o nosso olhar.
Pode esperar pelo menos alguma coisinha diferente do que estamos acostumados a ver em termos de cobertura da WCG (aquele post estilo press-release, só falando quem venceu em qual categoria, manja?). Como o Caio vai estar lá, provavelmente teremos alguma espécie de vídeo também. E se você tiver alguma sugestão para a nossa cobertura, pode deixar registrada aqui nos comentários. Se você estivesse lá, inserido num evento como esse, que tipo de coisas gostaria de ver, saber, descobrir e apurar?
Até lá, então!
PS.: O evento é no Shopping Eldorado, aberto ao público e a entrada é franca. Se quiser, aparece lá pra bater um papo com a gente (ou jogar um Guitar Hero no freeplay)! Mais informações no site oficial.

[tweetmeme]Vocês conhecem o blog Quack? Eu também não conhecia, mas eles mandaram um email aqui para o Continue atrás de alguma divulgação ou parceria, ao que eu visitei o site e me deparei com uma foto da Fernanda Takai no cabeçalho um conteúdo bem bacana e divertido. Entre esse conteúdo, um post específico me chamou bastante a atenção.
O nome do post é “Vá aprender inglês, preula“, e eu, apesar de não estar bem certo do significado da palavra preula, me identifiquei com a mensagem. No texto, o autor conta toda a história de como aprendeu inglês por causa e através dos games, e como isso o ajudou não só a aproveitar melhor os jogos, mas também a vida. A história é bem parecida com a minha (inclusive eu aprendi muito com os jogos específicos citados no texto). Recomendo a leitura a todos os que curtem games e sempre tiveram preguiça de aprender inglês, sempre pulam as cutscenes e terminaram BioShock sem saber quem é Andrew Ryan e por que ele construiu aquela utopia submersa.
Outra coisa que eu recomendo é que os blogs que mandam email pra cá tentando parcerias tenham um conteúdo bacana para mostrar. Nós não fazemos troca de links pura e simplesmente. Nós damos links para aquilo que achamos interessante — se acharmos alguma coisa no seu blog que seja interessante e diferente, provavelmente faremos um post como este. Que é mais interessante que um linkzinho escondido no layout, não acha?
Nossa, que título tosco.
Enfim, dizia eu que hoje é oficialmente o Dia de Falar Como um Pirata, um feriado inventado por uns desocupados por aí. A ideia é que todo dia 19 de setembro todos imitem piratas, o que eu tenho certeza que é extremamente divertido em inglês, mas nem tanto em português. Não dá pra enfiar a palavra “rum” em todas as frases.
Para que o dia seja ainda mais legal para os anglófonos (e ao menos um pouco legal para nós), a Telltale Games resolveu dar o primeiro episódio de Tales of Monkey Island, a nova série episódica inspirada no clássico point-and-click adventure da LucasArts. Sim, dar. Do verbo não precisa pagar. É só clicar aqui e fazer o download. Mas só hoje, e só até o fim da tarde/início da noite, quando vira o dia no fuso horário dos caras.
Falando na Ilha do Macaco, a Valve não ficou para trás e inventou o melhor Weekend Deal dos sete mares: 50% de desconto no já baratíssimo remake The Secret of Monkey Island: Special Edition. Um puta remake responsa de um dos jogos mais engraçados da história (segundo dizem) por cinco dolarezinhos.
Ou-hôu-hôu, essa promoção é melhor que uma garrafa de rum! Arrrrr!
(Falei que em português não fica bom.)
Algumas das principais pautas são um jogo do Michael Jackson para Mega Drive, um clássico RPG do Super NES, a coleção de remakes e adaptações recebidos por Super Street Fighter II, uma entrevista com o garoto propaganda do Sega Saturn, um dossiê das atividades da Atari no Brasil e uma lista bem humorada com 25 razões para se odiar (e duas para se amar) Yo! Noid, um jogo de NES. Ou seja, nada que tenha acontecido nos últimos dez, talvez quinze anos.
E mesmo assim a Old!Gamer, nova revista de games da Editora Europa a chegar nas bancas do Brasil, é muito provavelmente a mais moderna publicação impressa de games que você pode sair de casa agora mesmo e comprar na banca enquanto faz de conta que não está olhando de canto de olho para as capas das revistas pornográficas da prateleira de cima.