Após aparecer em Metal Gear Solid 4 e ser transformado em coelho psicótico, é a vez do herói arroz-de-festa Altaïr, de Assassin’s Creed, dar as caras nas telas surreais do novo Prince of Persia.
Não é pegadinha nem personagem extra. Trata-se apenas de uma skin para o Príncipe. E o legal é que é super simples liberar o agrado: basta cadastrar-se no site oficial de Prince of Persia e criar uma conta Ubisoft.com, associada à seu nome de usuário da Xbox Live ou da PlayStation Network. Quando você começar a jogar, a partir de dezembro, a nova roupitcha estará disponível. De graça.
O presentinho especial da Ubisoft pode ser considerado tosco por alguns, legal por outros mas para mim apenas confirma a vocação do taciturno Altair para ser o Mario da Ubisoft. Só falta sair o jogo de Tênis do encapuzado!
Mais uma imagenzinha após o continue.
Collin McRae DiRT foi um dos primeiros games de corrida do Xbox 360 e PlayStation 3 e marcou a entrada da franquia de rally da britânica Codemasters na nova geração, com jogabilidade balanceada entre a simulação off-road e corridas arcade, além de gráficos belíssimos que até hoje, com vários concorrentes de peso no mercado, enchem os olhos dos fãs de games de direção. E claro, tem menus e telas de loading simplesmente matadores.
A Codemasters anunciou recentemente que a sequência, Collin McRae DiRT 2, já está em produção e deve ser lançada em algum momento de 2009, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo Wii e os portáteis PSP e Nintendo DS. O jogo fará uso da EGO Engine, motor gráfico do primeiro game e que foi bastante aprimorado em Racedriver Race Driver GRiD, outro título de corrida da Codemasters. Assim como em GRiD, o novo DiRT tem o “i” grafado em minúscula e terá um sistema de Replay durante as corridas. Os produtores afirmam que veremos uma EGO Engine ainda melhor do que aquilo que foi mostrado em GRiD.
O elemento mais fraco de DiRT era seu multiplayer online, que se resumia a Time Trials para dois jogadores, aonde nem sequer os dois competidores corriam juntos. A equipe de desenvolvimento já avisou que teremos vários outros modos de jogo em DiRT 2. Agora é esperar a hora de enfiar o pé no acelerador e o parachoque na lama. Ou numa árvore.
[via IGN]
Já que o pessoal anda reclamando que o Zeebo é feio, que o controle do Zeebo é feio, que os jogos do Zeebo… (não, disso ainda não reclamaram), fui buscar alguma coisa um pouco mais bonitinha para postar por aqui. O site PS3life.nl publicou umas fotos bastante — ahem — interessantes da modelo Alison Carroll, também conhecida como Lara Croft fake.
A moçoila de 23 anos anda por aí promovendo os jogos da personagem em feiras de games pelo mundo, e já anunciou que quer, sim, estrelar um filme (quem sabe terminar a trilogia?).
O estranho é o pessoal do videogaming247 reclamar que ela não sorri em nenhuma foto… Eu, hein, que coisa para se reclamar.
[via videogaming247]

Assim é complicado: a gente nem pode tirar férias coletivas forçadas que a TecToy já aproveita para lançar um console. Ficamos jogando WoW, Team Fortress 2 e outras tranqueiras e não pudemos noticiar em cima do lance um dos acontecimentos mais relevantes da indústria nacional em 2008. A essa altura do campeonato, outros sites já publicaram tudo o que se sabe sobre a nova plataforma e a gente ficou para trás, certo?
Errado.
Depois do Continue você confere com exclusividade mundial tudo o que não foi dito antes sobre o Zeebo.
Quando a Ubisoft lançou aquele jogo baseado em Lost, eu nem dei bola. Não acompanhava a série e já sabia que o jogo não prestaria nem para fazer jangada. [Nota do Bracht: Eu joguei a demo no 360 e atesto esse fato. O jogo fede imensamente.] Mas estava esperançoso com uma informação que costumava circular em paralelo às prévias do adventure Lost: Via Domus: que depois dele, a Ubisoft produziria um jogo inspirado na série Heroes. Fazia todo sentido do mundo. Os franceses já haviam produzido games de CSI, estavam lançando Lost, Heroes estava no auge de sua inigualável primeira temporada. E eu queria muito viajar no tempo com o Hiro Nakamura. Ok, é mentira. Eu queria jogar com o Sylar e passar o dia todo rasgando a Claire só pra ver ela se regenerar.
O fato é que eu, como fã doente, queria jogar Heroes, mesmo se fosse ruim… e nas mãos certas daria um bom game de ação-aventura ou até mesmo um RPGzinho. Droga, eu jogaria até mesmo um Heroes nos moldes de Ultimate Alliance, com o Nathan no lugar do Homem de Ferro e a Niki em vez do Capitão América.
Mas o tempo passou, Lost e CSI afundaram nas críticas e nas vendas. Somando isso com a queda de qualidade da crônica dos superseres da NBC (não confundir com a da Record) e o baixo interesse do público pela terceira temporada, a Ubisoft declarou ao blog MTV Multiplayer que não vai mais produzir o jogo de Heroes e os direitos de produção voltaram para o estúdio de televisão NBC. A Ubi largou de mão, mas algum outro produtor pode licenciar a marca e criar o jogo de Heroes. Alguém se habilita? Alguém?
Da série “idéias geniais são coisa de gênio”: o Pong Clock.
Não, não é um relógio que você pode usar para jogar Pong (embora você possa). É mais que isso. É um jogo de Pong que se comporta como um relógio. O jogo está rolando o tempo todo, e o placar vai sempre mostrar a hora. Como? Simples: o jogo está programado para deixar o negocinho da direita marcar um ponto por minuto, enquanto o negocinho da esquerda só pontua a cada hora cheia.
Por mais que você tenha grana e queira um desses AGORA, pode esquecer. Só foram feitas 400 unidades para uma feira de design em Tóquio, e não sobrou nenhuma. sad_face.jpg
[via Game|Life]
Nem eu nem você moramos nos Estados Unidos, portanto o que quer que aconteça lá não nos afeta tanto quanto a eles. Mas a cultura dos games é global (ou melhor: a americana é a que vale em boa parte do mundo, inclusive aqui), então neste caso específico é válido darmos uma olhada nas possíveis implicações da eleição do primeiro presidente a usar a internet, os celulares e os games como plataformas primárias de campanha.
O 1UP escreveu um artigo bacana sobre isso. Talvez o mais interessante sobre Obama seja o fato de que ele não é gamer, não joga nada, nem mesmo o todo-popular Wii (ele declarou durante a campanha que o último jogo que jogou foi Pong, há 30 anos), mas mesmo assim enxerga a nossa indústria, mercado e cultura como algo importante, normal. Ele não tem uma visão errada, estereotipada dos gamers. Ao que parece, nós nunca o veremos dizer que GTA é um “simulador de crimes” ou algo assim.
Isso é provado não apenas pelo fato dele ter sido o primeiro candidato a presidente a colocar publicidade dentro dos games, mas também pelo comercial exibido antes da eleição, chamando as pessoas a comparecerem às urnas. No comercial, a frase “você não constrói a história daqui” aparece associada a um sofá, uma mesa de escritório e… um Wii Remote. O intuito era dizer que, no dia da eleição, as pessoas não deveriam ficar em casa ou no trabalho, mas sim deveriam ir votar. Pode parecer uma frase negativa aos games (“largue esse Wii Remote e vá fazer algo de útil”), mas somente o fato de colocar um Wii Remote em vez de uma revista, uma bola de baseball, uma sala de cinema ou qualquer outro item de lazer já indica que os jogadores de videogame são considerados pelo político uma fatia importante da população. É uma forma de consideração.
Eu estava torcendo pelo Obama, acho que ele representa uma mudança de postura dos EUA em relação ao mundo. Ao mundo dos games, inclusive.

Não sei você, mas eu sempre tive calafrios de raiva e indignação sempre que algum personagem de filme ou seriado aparecia jogando videogame enquanto barulhinhos aleatórios de Atari eram tocados e o personagem se mexia na cadeira e apertava botões histericamente. Por muitos anos a situação foi essa, porque os produtores simplesmente não tinham a menor de noção de como se jogava videogame. A menor noção!
Mas aos poucos isso tem mudado. Em How I Met You Mother, por exemplo, houve um episódio em que dois personagens passavam uma cena inteira jogando Wii e, embora a imagem do jogo não aparecesse em momento algum, dava para perceber que eles estavam jogando mesmo, e não fingindo. Ou pelo menos fingindo muito bem. (Veja a cena.)
Mas, ah, Wii qualquer um, né? Pois é. O lance é que essa última temporada das séries americanas que eu acompanho me trouxe ótimas surpresas além dessa.

Depois de serem a sensação durante o lançamento do Wii (lembra?), as maravilhosas ilustrações de segurança dos manuais de instrução da Nintendo estão de volta! Não deixe o polvo triste e veja todas na galeria do Kotaku.
[via Nintenerds]
…é um piá vestido de pijama, correndo e pulando em uma rua qualquer.
Esse vídeo um pedaço da história dos games. É a referência que Jordan Mechner, o criador de Prince of Persia (o original, de 1989), usou para animar o personagem que maravilharia o mundo justamente pela sua animação super realista e fluida, nunca antes vista em um videogame.
Naquela época as tecnologias de captura de movimento engatinhavam (desculpem o trocadilho), e se um cara queria fazer bonito, tinha que se virar. Mechner colocou um moleque vestido com um pijama branco correndo e pulando na frente de sua câmera, e depois usou esse filme como referência para animar o Príncipe.
Eu, honestamente, espero que o Sr. Mechner esteja muito rico hoje, e humildemente peço desculpas por ter jogado seu jogo em versão pirata.
PS: Um remake do jogo original, em full HD e com gráficos 3D redesenhados estreou na PSN essa semana, mas aparentemente ninguém deu muita bola… Uma pena que a gente aqui não possa comprar nada na PSN. Sony, quando sai a PSN Brasil? Junto com o PS2 nacional, será? Hein? Hein?
[via 1Up]