por Daniel Rodisanski
Essa é a história de como perdi o evento de lançamento do Final Fantasy XIII em Londres. Quando games enormes como BioShock ou Modern Warfare 2 são lançados aqui, a publicidade não se limita aos sites especializados. No caso do Final Fantasy, por exemplo, a loja Game tratou de estampar nos tradicionais ônibus vermelhinhos a capa do jogo, a rede de super mercados Tesco anunciou no jornal o lançamento à meia-noite e a HMV, junto com a Square-Enix, anunciaram um evento de lançamento na loja da Oxford St.
Dizia o anúncio: “Special guests will include Yoshinori Kitase, the producer of the game, and Isamu Kamikokuryo, the game’s art director, who will be available to sign games and answer questions. Also attending will be DJ and TV presenter Alex Zane who will be entertaining fans as the MC for the event.The first 50 fans to attend the signing dressed in Final Fantasy costumes will be given a free Final Fantasy XIII soundtrack and everyone who attends the launch will have the chance to win prizes.” Era impossível ignorar que o que iria acontecer no dia 9.
Quando eu ando pela rua, sempre procuro referências gamers nas fachadas das lojas, nas pichações e grafittis dos muros e em todo lugar imaginável. Aqui perto de casa tem (ou tinha, acho que já fechou) uma pizzaria cujo mascote era um Toad, montado numa moto e com uma caixa de pizza na mão. Eu adoro saber que há pessoas que enfiam os ícones do nosso hobby favorito em lugares aleatórios sabendo que muita gente nem vai reconhecê-los, mas que causarão um sorriso em quem reconhecer.
Agora imaginem se eu achasse um muro como esse, na cidade americana de Denver.
[via ALBOTAS]
Anunciado na última E3, ModNation Racers é uma clara mistura da jogabilidade consagrada de Mario Kart e TrackMania com a filosofia “crie, jogue, compartilhe” de LittleBigPlanet. Essa combinação, se minimamente bem executada, tem pouca probabilidade de dar errado, e extras só fazem diminuir ainda mais essa probabilidade.
Um dos extras mais legais, a julgar pelo Beta fechado que começou este mês, é a flexibilidade do editor de “Mods” (personagens). Dá pra criar de tudo, e é óbvio que os primeiros entusiastas já se colocaram a criar ícones gamers. O Jim Sterling, do Destructoid, teve acesso ao beta e capturou algumas imagens dos personagens gamers mais legais que ele viu.
Teoricamente, o beta tem apenas algumas poucas ferramentas de criação. Ou seja, se os caras já conseguem criar de Solid Snake a Luigi com essas “poucas” ferramentas, eu imagino o tipo de coisa que será criada na versão final do jogo – a ser lançada até o meio de 2010, exclusivamente para PS3.
Desde que começou essa modinha de lançar jogos musicais temáticos de bandas, nenhum deles me empolgou. Aerosmith? Metallica? Van Halen? Nada disso atiça minhas glândulas de rock. Nem mesmo Beatles, que é uma puta banda legal e que eu até gosto de ouvir, me deu vontade. Sei lá, parece meio sem energia.
Mas Green Day… ah, amigo, Green Day! Mesmo eles sendo agora uns velhos emos pseudo-políticos e cheios de si mesmos, isso não muda o fato de que seis dos oito discos dos caras são puro punk rock sem frescuras e pretenções estratosféricas. Se o jogo tiver (e vai ter) sucessos como She, When I Come Around, Welcome to Paradise, Good Riddance, Minority, Basket Case, Redundant, Nice Guys Finish Last, Macy’s Day Parade e Warning (pra ficar só nos singles mais famosos), já será uma baita experiência. Por mais músicas do 21st Century Breakdown eles resolverem colocar.
Tanta demora pra sair um mísero pack de DLC com três músicas de uma banda tão popular era um forte indicativo de que um jogo dedicado a ela apareceria em algum momento, então não dá pra chamar o anúncio desse jogo de surpreendente, mas eu com certeza curti e comprarei. Até porque — atentem para um detalhe importante –, ao contrário do que acontece com Beatles Rock Band, as músicas serão completamente (e gratuitamente, ao que me consta) gratuitas de se transferir para o Rock Band 1 ou 2. O disco acaba sendo “apenas” um pacote de DLC, se assim você quiser.
E que comece, nos comentários, a guerra dos que não se importam contra os que se empolgam!

Cosplay é um troço geralmente deprimente. Mas nem sempre. Às vezes cosplay é muito legal. Às vezes cosplay é muito fofo. Principalmente nas vezes que um incrível casal de pais veste suas filhas como dois personagens de Team Fortress 2.
Na verdade isso nem é cosplay, é fantasia de halloween, mas como a gente não tem halloween por aqui, fica sendo cosplay. E não importa o nome que se dê, é impossível não achar o máximo da fofura uma menininha de 4 anos correndo por aí de Medic, e uma de um aninho de Heavy.
Aqui tem um vídeo, e aqui você vê mais um punhado de fotos. Agora dá licença que eu vou no hospital perguntar porque é que o meu instinto paterno resolveu se manifestar justo agora.
Danke, Ihr tollen Eltern!
[via Ubercharged]

Em uma recente entrevista, Dhani Harrison (filho de George Harrison, ex-Beatle) revelou três coisas:
1. Rock Band 3 está em produção;
2. Ele está participando dessa produção;
3. A participação dele consiste em “deixar a jogabilidade mais real para que você aprenda a tocar as músicas de verdade enquanto joga”.
Luke Plunkett, do Kotaku, levantou timidamente a bola dessa discussão, e eu agora chuto a gol: será que isso é bom?

Resumindo: um carinha aí, leitor do Kotaku, tem um amigo francês chamado Nicolas Girard que ia voltar para o seu país de origem para comer croissant e camembert. Antes de deixar o Canadá, porém, ele pegou um NES e construiu em cima dele o mais fantástico joystick que eu já vi. Nasceu o NEStickle.
Ele é compatível com o 360, o PS3, o PS2 e qualquer computador rodando Windows XP pra cima (ou seja, qualquer um), Linux e Mac, tudo via um cabo USB que se conecta nas portas que costumavam ser as entradas dos controles do NES. Ironicamente, no site do dono do controle, o Wii não é listado.
Vocês podem ver mais imagens dessa maravilha no site linkado aí em cima. Com um desses, eu até comprava uns jogos tipo Super Street Fighter IV para conquistar vitória épica, e com sorte vencer Sheng Long para ter uma chance.

Falar de concursos com prêmios é praticamente chutar cachorro morto, considerando a grande quantidade deles por aí. Mas esse não podia escapar!
O Penny Arcade quer Katamaris. Sim, Katamaris. A melhor que você for capaz de criar. Pode ser desenho, pintura, escultura… fique à vontade. Recomendo começar com uma bola de isopor e fazer a festa no quarto do seu irmão menor e capturar desde Barbies até Hot-Wheels. Estou louca pra ver se alguém vai colocar umas coisas tipo vacas e kombis em alguma katamari!
As melhores ganharão um cachecol feito por Keita Takahashi, o maluco que criou Katamari Damacy! Além de ser um cachecol super diferente, ele tem o formato e as cores do Noby-Noby Boy, que pode ser um jogo meio tosco mas tem um mascote suuuuper cachecol. Fora o CD com a trilha sonora japonesa de Katamari Forever e uma cópia do jogo, que eu acho muito menos legais que o cachecol.
O dia limite para entrega da promoção é 6 de novembro, então já comece a criar sua futura estrela. E se achar o cachecol brega ou colorido demais e quiser participar só pelo jogo + OST, eu aceito o cachecol como presente.
[via Penny Arcade]
O G1, portal de notícias da Globo, fez um testezinho em Flash muito bacana sobre Game Music. Você entra lá, ouve as músicas e clica no nome do jogo onde cada uma delas é tocada. São 20 músicas.
Por ser de um veículo não-gamer, eu automaticamente pensei que seria mamão com açúcar. Apostei com meu amigo Thiago, que tinha me passado o link, que se eu não acertasse 18 ou mais, o Continue era dele (acontece que tecnicamente o registro do domínio já está no nome dele, então whatever.
). Não vou dizer quantas eu acertei por pura vergonha, mas não chegou nem perto de 18.
Nesse tom, desafio o Maestro Alexei, grão-mestre e autoridade máxima em game music na blogosfera gamer brasileira, com a mesma aposta, mas um “prêmio” diferente. Se ele acertar (ou já tiver acertado) 18 ou mais músicas, eu escreverei um post para o seu Hadouken sobre um tema à escolha da equipe deles. O teste é casga grossa.
Quanto a você, leitor… se acertar mais de 10, pode dizer que manja mais que eu. É, só acertei 10. Vergonha. =/

Diz aí: você se interessa pela World Cyber Games, e-sports, o mundo dos jogadores profissionais e tudo mais? Se sim, não deixe de ficar ligado no Continue durante este fim de semana, já que eu estarei lá, junto com o nosso amigo Caio Corraini, cobrindo e trazendo novidades do evento.
Preciso confessar: se fosse por interesse próprio, provavelmente não iríamos. Com tantos lançamentos saindo, Tokyo Game Show rolando, isso e aquilo, e-sports não estava em posição muito alta na nossa lista de interesses e prioridades. Mas acho que a Samsung quer mesmo é capturar a atenção de gente como a gente, que curte games mas não fica de olho no mundo das competições profissionais, por isso convidou o Continue para estar lá, fazendo uma cobertura do evento sob o nosso olhar.
Pode esperar pelo menos alguma coisinha diferente do que estamos acostumados a ver em termos de cobertura da WCG (aquele post estilo press-release, só falando quem venceu em qual categoria, manja?). Como o Caio vai estar lá, provavelmente teremos alguma espécie de vídeo também. E se você tiver alguma sugestão para a nossa cobertura, pode deixar registrada aqui nos comentários. Se você estivesse lá, inserido num evento como esse, que tipo de coisas gostaria de ver, saber, descobrir e apurar?
Até lá, então!
PS.: O evento é no Shopping Eldorado, aberto ao público e a entrada é franca. Se quiser, aparece lá pra bater um papo com a gente (ou jogar um Guitar Hero no freeplay)! Mais informações no site oficial.