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#jogojusto

Archive for the ‘Consumismo’ Category

Capcom Store agora envia para o Brasil!

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Sempre quis uma Poison para enfeitar a sua mesa? Ou prefere um controle oficial do Street Fighter IV (útil para os donos do Xbox 360, com aquele direcional imprestável)? Quem sabe ainda você possa dar preferência à famosa camiseta ou ao CD com a trilha sonora ou do Mega Man 9? Tudo isso sempre esteve à venda na Capcom Store, exclusivamente para os norteamericanos. Mas agora a coisa mudou.

Em um post no seu blog oficial, a Capcom anunciou que a sua loja agora tem INTERNATIONAL SHIPPING! Corra! é a sua chance de gastar mais dólares em mais coisas que não precisa, mas que te darão uma incrível felicidade ao possui-las! Celebre as bases do consumismo moderno com estilo! \o/

O único problema é realmente a quantidade de dólares que vai nessa brincadeira. O preço do frete já leva uma boa dose de sal, mas nada comparado aos preços dos próprios produtos. Parece que estavam dentro de uma fábrica se sal no momento de uma implosão dentro de um buraco negro, de tão salgados*. Mas, ei, uma Poison na sua mesa. Pense nisso.

*Não é tão caro assim, eu gosto de exagerar.

GamesTown: nova loja online de games na área

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Ei, sabia da última? Abriu a GamesTown. A loja estava ensaiando abrir fazia um tempo, enquanto isso mantinha um blog – que agora parece ter sido fechado ou estar fora do ar mudou de endereço e está aqui (valeu, Bruno Silva!).

O fato dela ter iniciado as suas operações é relevante porque a loja, em princípio, tem a intenção de ser diferente das outras. Se liga num trecho do press release:

Os clientes da GamesTown terão o privilégio de poder comprar em uma loja inteiramente planejada para ser virtual. “Não seremos a extensão dos serviços de uma loja física, nascemos como comércio eletrônico, por isso oferecemos benefícios aos internautas que vão desde uma interface amigável a conteúdo de qualidade e interatividade” – explica Luiz Pavão, Diretor Comercial da GamesTown.

Entre as propostas está usar as ferramentas da Web 2.0 para encantar os internautas, como fazer promoções via redes sociais e oferecer programas desenvolvidos para a ativa comunidade de gamers no Brasil – visando a fidelização.

(…)

Diferente das lojas virtuais que limitam se a expor seu produtos e apenas aguardar por sua compra, a GamesTown almeja usar o potencial da internet ao seu limite, visando uma abordagem mais pessoal, seja no pré, durante ou pós-venda, criando um laço de fidelização e confiança raramente encontrado neste campo.

Olhando para o site como ele está hoje, em seu primeiro dia de funcionamento, não dá pra notar nada disso. Ele se parece exatamente com qualquer outro, daqueles que “limitam-se a expor seus produtos e apenas aguardar a sua compra”. Mas eu já conversei com um representante da loja (é capaz até dele soltar algum comentário por aqui, fiquem ligados), e diria que a intenção rola. Vamos ver se eles conseguem se diferenciar positivamente – o que não é difícil, tendo em vista o (baixo) nível das lojas online que temos que aturar no Brasil.

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discussão sobre quando infelizmente* deixaremos de lado a comercialização tradicional de games, com caixa, manual e a mídia em questão não é nova, tanto é que já existem no mercado inúmeras alternativas para obter jogos sem ter sua posse física. Vide Steam.

*Digo infelizmente porque eu adoro cheiro de jogo novo. Nada substitui isso. NADA.

Pois parece que o pessoal da Sony deu um passo a frente quanto à distribuição digital em consoles e já chuta as portas oferecendo online um dos títulos mais esperados de seu portátil: Patapon 2. A continuação do simulador de divindade musical mais adorado de todos os tempos será disponibilizada para download na Playstation Store americana a partir do dia 5 de maio. A ideia é difundir o costume de que a compra seja feita via console mesmo. Nada mais de ir até as lojas, pegar filas, respirar um pouco de ar puro e todas aquelas complicações do passado.

Quem torceu o nariz com a notícia e não troca por nada dormir abraçado com seu mais novo joguinho tem uma alternativa: se mudar para a Europa ou Japão. Por lá os caras vão receber o joguinho da maneira old-school, em UMD. Algumas lojas americanas também comercializarão Patapon 2[bb] nas tradicionais caixas, mas dentro, em vez da mídia, virá somente um código para o download. Uma ideia bem estúpida na minha opinião, mas eu não sou ninguém pra falar de estupidez.

Dizem por aí que o motivo para este “teste”, seriam os planos da Sony de lançar até o final do ano um sucessor para o PSP[bb], onde este tipo de comercialização dos games seria o padrão. Eu não gosto, mas aceito a evolução. E vocês?

Devagar e sempre, Sony vem chegando ao Brasil

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Primeiro: achei essa imagem em um blog francês sobre jogos. Gostaria muito de saber quem é o autor para dar os devidos parabéns (e os créditos, claro). De qualquer maneira, fica a intenção… [Nota do Bracht: Ora, mas se não é a digníssima capa da Revista Continue, de autoria dos meus camaradas do Hadouken!]

A Sony está vindo devagar, é verdade, mas está vindo.

Donos de PS2 podem começar a comemorar, pois a partir do mês que vem alguns jogos do console serão fabricados aqui mesmo, no Brasil varonil. Além disso, a empresa vai começar a vender jogos oficialmente no país para o PSP e o PS3 — estes não terão seus discos prensados por aqui em princípio, mas chegarão por vias legais e terão suas caixas e manuais traduzidos. Com isso a Sony diz que o preço médio do jogo deve cair 25% para o PS2 e 10% para o PS3 e PSP.

De acordo com a Sony, o Brasil tem uma demanda de 1 milhão de PS2 por ano, o que justificaria o investimento maior nesse console, em vez de entrar no mercado nacional direto com o PS3.

O único problema por enquanto são os títulos a serem lançados: Speed Racer (PS2) e Lego Batman (PS2 e PS3) saem agora no final do mês. Depois de março vem Tomb Raider: Underworld (PS2), Wanted (PS3), Shellshock 2 (PS3), F.E.A.R. 2 Project Origin (PS3), Terminator Salvation (PS3), Batman Arkham Asylum (PS3) e FUEL (PS3). Desses, eu só esperaria o Batman.

Difícil é entender essas estratégias de mercado da Sony. Primeiro deixa o Brasil de fora do anúncio da expansão latino-americana. Depois anuncia que vai lançar jogos e sequer vemos um God of War/Winning Eleven para PS2 ou um Little Big Planet[bb]/Metal Gear Solid 4 para PS3 na lista. Ok, são as produtoras que tem que fazer as encomendas, mas não podiam dar uma cutucadinha nelas para fazer desse anúncio algo ainda mais gostoso de se ler?

Enfim, pode parecer pouca coisa, a gente reclama e tudo o mais, mas é um enorme passo para o desenvolvimento da indústria de jogos no Brasil. Força, Sony!

[via Valor e Gizmodo]

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“Pra que desenvolver uma ideia do zero ou um projeto do início, se é bem mais fácil pegar o que já está feito e lucrar em cima do esforço dos outros?”

Devia ser este o pensamento do pessoal da Chinavision quando colocaram no mercado o maior exemplo de FALTA DE VERGONHA NA CARA plágio irresponsável que eu já vi em muito tempo.

O CVFH-N03-4G é uma espácie de portátil, mas com algumas “peculiaridades”. É um console que roda nada mais, nada menos do que… ROMS. O sistema vem preparado para aceitar seus games ilegalmente baixados de NES, SNES, Mega Drive, Game Boy Advance, Neo-Geo e os sistemas Capcom Arcade CPS1 e CPS2. Tudo isso organizado em uma interface quase idêntica à do PSP.

E onde será que eu vi este design? Opa, será que não lembra um pouco a parte de baixo de um DS? Falando em DS, no site da companhia, um dos adjetivos que eles utilizam para nomear seu produto é Delightfully Small (“Deliciosamente Pequeno”). Bem sutis eles. Sutis e multitarefas: o pequeno escândalo digital também toca música, reproduz vídeos e e-books, entre outras coisas, como todo produto chinês que se preze.

E aí, quanto tempo até a empresa virar alvo de um zilhão de processos e sumir do mapa? Ou não?

PS. do Bracht: caso você não tenha reparado, esse foi o primeiro post do nosso leitor-prodígio, prolífico e protoman, o Caio Corraini. Usamos uma Leaf Stone nele e o coitado evoluiu de LeitorTranquilomon para MaquininhaDeEscreverDaElianamon. Agora aguenta, Caio!

[Resenha] Headset Steelseries Siberia Neckband

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Antes de tudo, um pequeno aviso: o Continue fechou recentemente uma parceria com o megagigante blog Gizmodo, e esta resenha é o primeiro (de muitos, se Miyamoto quiser) fruto dela. Este e todos os próximos posts advindos desta parceria serão identificados com uma linha ao final do texto. ;)

Então você quer um headset. Um daqueles bem bons pra fazer chamadas no Skype, mas também para ouvir música e jogar Team Fortress 2 com o volume nas alturas sem enlouquecer os outros seres humanos adjacentes enquanto xinga abertamente o Spy que abriu as suas costas em um backstab vindo do nada?

E que tal se esse mesmo headset pudesse também servir como substituto para aquele bem miserável que vem com o Xbox 360?

Pois esses são os principais pontos que o Siberia Neckband, da Steelseries (uma grife de hardware voltada especificamente para gamers) usa para se vender. Mas será que ele vale tanto quanto parece valer? Os pontos positivos e negativos deste sonoro hardware você encontra depois do continue.

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A utopia do mercado globalizado, onde produtos, serviços e pessoas podem circular livremente de um país para outro levou mais uma chapoletada essa semana. Na verdade, a livre circulação de PS3 da Coréia do Sul para o Japão.

Acontece que a moeda sul-coreana está bastante desvalorizada em relação à moeda japonesa. Então, os japoneses espertalhões compram PS3 na Coréia (onde é mais barato) e levam para casa (onde é mais caro). Para mim, parece lógico. A diferença até nem é tão grande: 321 dólares na Coréia contra 412 dólares no Japão. Não sei até que ponto isso vale a pena, mas teve tanta gente fazendo isso que a Sony percebeu.

Percebeu e resolveu não enviar mais aparelhos para a Coréia do Sul. “Estamos perturbados por causa da importação-reversa”, disse um funcionário da Sony. Afinal, os PS3 vendidos na Coréia são fabricados no Japão. Mas os japoneses que quiserem usar os PS3 “importados” vão precisar de um transformador, pois as voltagens nos dois países são diferentes.

Agora leia de volta os dois primeiros parágrafos desse post, mas trocando “Coréia” por “Argentina”, e “Japão” por “Brasil”. Assim não preciso escrever outra notícia quando isso acontecer no futuro próximo.

[via Joystick PS3]

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No meu último post, comentei o “acordo de fim de semana” do Steam, que incluía Oddworld: Abe’s Oddysee e Exoddus com 75% de desconto. Um dos maiores da história do Steam, mas, se considerarmos que são jogos de dez anos atrás, não foi grande surpresa.

Aí a Ubisoft resolve avacalhar.

Esta semana, todo dia, a Ubisoft oferece um jogo com 50% de desconto. Isso é, tipo, enorme. O problema, porém, é que o desconto de cada jogo só vai durar 24 horas — depois da meia-noite, é substituído por outro. (Você que sempre achou ruim morar no Brasil, agora tem uma vantagem: a meia-noite deles só chega no meio da nossa madrugada, então você tem algumas horinhas de arrego se quiser pensar bem antes de comprar. :P )

Isso começa hoje com Assassin’s Creed, pelo ridículo preço de dez doletas. Tá tão barato… ah, se meu computador tivesse os requisitos mínimos… =/

Mas e então, alguma aposta para a oferta de amanhã?

Depois dessa, tenho que comprar Rock Band 2

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A MTV Games e a Harmonix anunciaram o lançamento de Ten, o álbum de estréia do Pearl Jam[bb] como DLC para os jogos Rock Band. O jogo chega nessa terça-feira, dia 24 de março, ao Xbox 360 e na quinta, ao PS3.

Mas mesmo assim, quando finalmente aconteceu, não pude deixar de ficar animado. Ten é uma das pedras fundamentais dos anos 90, ao lado de Nevermind do Nirvana, do segundo Exterminador do Futuro e de Street Fighter II. O disco apresentou o Pearl Jam ao mundo e já vendeu mais de 12 milhões de cópias em todo o mundo – eu mesmo comprei duas! – e até hoje suas músicas fazem parte do set list dos shows da banda.

Na versão Rock Band, o álbum vem com 11 faixas, incluindo a secreta “Master/Slave”. Só o hino “Alive” ficou de fora, mas apenas porque já está inclusa no disco de Rock Band 2.

Depois dessa, tenho que comprar o jogo, afinal eu já tinha dito aqui mesmo nesse blog que comprava esse disco para Rock Band sem pensar duas vezes.

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Logo que eu comecei a escrever aqui no Continue, escrevi um pequeno post comentando a notícia de que os dois primeiros jogos de uma das minhas séries favoritas, Oddworld, estavam sendo lançados no Good Old Games por dez dólares cada. Na época, achei barato pra caramba, e só não comprei porque eu já tinha ambos em CD.

Isso foi até agora.

A Valve e a Oddworld Inhabitants tão oferecendo apenas neste fim de semana, no Steam, os dois jogos por US$3,75. Dois dos melhores jogos de plataforma da história, talvez os equivalentes de Portal de 1998. Um dos melhores gameplays não-tradicionais. Por menos de cinco dólares.

Preciso dizer mais alguma coisa? Vai correndo pro Steam e compre esses dois essenciais na história dos games. E, se você ainda não estiver convencido, tem até versões demo.

Distribuição digital é foda, hein?

Apture


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