“Ui, ui, ui, ui! Brinquedos gamers! Que lixo, coisa de criança!” Não torra, mané. Gamer que é apaixonado de verdade certamente tem pelo menos dois ou três brinquedinhos, tranqueirinhas, enfeitinhos e demais diminutivos temáticos pela casa.
Tanto que o Radóquen começou um simpático meme sobre o assunto. A manha é tirar um retrato das suas quinquilharias e postar, passando a bola para outrem.
Na minha imagem temos, da esquerda para a direita:
Sim, eu sei que são predominantemente enfeites, e não brinquedos, mas EDAÍ? O importante é que as pessoas tenham inveja de mim a felicidade que eles trazem para a casa.
Como o Radóquen já convidou praticamente toda a blogosfera gamer que eu acompanho, simplesmente ecôo os convites e acrescento o glorioso Fabão-san — que eu sei que tem uma coleção deveras queixoderrubante –, Vinícius Silva — que deve ter pelo menos um pinguim de pelúcia — e o afortunado e popular pessoal do Save Game — que certamente vai acabar perdendo esse trackback em meio aos milhares de outros que recebem.
Toy ON!
Vou confessar uma coisa: Spore é um jogo tão estranho que eu simplesmente não consegui me decidir até agora sobre o que eu acho dele. Tanto é que não rolou resenha. Ele tem muitas coisas boas, que o caracterizariam como “jogão”, mas para cada uma dessas coisas legais há pelo menos uma outra horrível e característica de um jogo que eu não recomendaria. Eu não consigo nem decidir se me arrependo ou não ter ter comprado a porcaria do jogo! Por um lado, sinto que ele durou muito pouco para ter valido o preço; por outro, é um jogo histórico e digno de estar em qualquer coleção de games de PC.
Bom, mas nada disso tem a ver com a notícia que justifica este post: a EA já anunciou as primeiras expansões de Spore.
Primeiro teremos o Creepy and Cute Parts Pack, logo ali em 18 de Novembro. Já está inclusive disponível em pre-load na EA Store. Como o nome entrega, não passa de um pacote com partes extras para o Criador de Criaturas (de modo que pode ser comprado também pelos que só têm o Criador e não o Spore completo – sim, a EA sabe ganhar dinheiro).
Depois, em “Spring 2009” (traduzindo: segundo trimestre), teremos uma expansão propriamente dita. Ela ainda não tem nome, mas parece bem promissora: suas criaturas poderão descer da espaçonave em qualquer planeta visitável na fase espacial do jogo para interagir com os nativos e completar mais missões “a pé”.
Nesta mesma expansão também haverá um novo Criador, o Criador de Aventuras. Com ele, você pode criar missões que então passam a aparecer nos jogos de outras pessoas. Se isso for bem feito, poderá dar uma bela revitalizada em Spore, já que a fase espacial sofre muito de repetitividade aguda.
Você comprou Spore? Gostou? Pretende pegar alguma dessas expansões?
De segunda-feira para cá tivemos uma ótima resposta inicial ao Feirão de Usados do blog, com bastante gente anunciando jogos e querendo comprar outros.
Entre os novos anúncios estão God of War 2, Ninja Gaiden 2, Rock Band (sem instrumentos) e No More Heroes, entre muitos outros. Se você está com dinheirinho em mãos, dê uma passada ali e faça a festa!

Ela está chegando. Ela praticamente já está entre nós. A terrível maldição de fim de ano, a nós rogada pelas demoníacas e sanguessugas publishers e sua gana insaciável por separar os gamers de suas economias nos últimos três meses do ano.
Nada mais pode explicar o fato de Fable 2, Dead Space, Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, Left 4 Dead, Chrono Trigger DS, Mirror’s Edge, Prince of Persia, Fallout 3, Gears of War 2, Guitar Hero World Tour, Rock Band 2 e tantos outros games neste período tão apertado e conturbado que compreende do finalzinho de Setembro até o meio de Dezembro. E digo “tantos outros” porque aqui eu estou citando apenas os que eu pensaria em comprar se tivesse todo o dinheiro e tempo do mundo — se tivesse um PS3, poderia acrescentar com certeza LittleBigPlanet e talvez Resistance 2.
Simplesmente não há dinheiro para tudo isso — e mesmo se houvesse, não haveria tempo hábil. Nem mesmo se considerarmos o marasmo dos meses seguintes (praticamente nada de muito bom é lançado usualmente nos primeiros quatro meses do ano, a exceção foi Smash Bros Brawl este ano). Mas o que eu quero aqui não é reclamar. Se você quiser ler um bom texto sobre a estupidez deste fenômeno tão natural no nosso mercado, recomento este aqui.
O que eu quero é perguntar a você: qual é o seu plano de ação para este fim de ano? Considero óbvio que você quer mais jogos do que o seu dinheiro e/ou tempo vai permitir adquirir/aproveitar, de modo que você com certeza tem uma estratégia. “Compro primeiro este e talvez este, aí quando entrar 2009 já posso pensar em pegar este e quem sabe este”. Neste caso, qual o seu plano e quais os games que você pretende pegar assim que possível?
Acho uma boa conversa de caixa de comentários (equivalente online e não-alcoólico para conversa de mesa de bar), sem contar que me dará uma boa compreensão de quais são os jogos mais esperados pela coletividade dos leitores do Continue.
Na tentativa de ser um bom anfitrião, começo eu: gostaria de pôr as mãos em todos os citados no segundo parágrafo, mas na total impossibilidade de algo assim acontecer, arredondei as minhas prioridades para três. o novo Banjo-Kazooie, Mirror’s Edge e Fable 2. Como este último é o primeiro a sair (daqui a meras duas semanas e dois dias), espero conseguir comprá-lo o quanto antes. Depois, no meio de novembro (dias 11 e 14), saem os outros dois. Tiro dinheiro sabe-se lá de onde para comprar Mirror’s Edge e aí, se tudo der certo, o pingadinho do Google AdSense já chegou a 40 dólares (já estou com 34!! :P) e eu mando bala no Banjão. Cabou minha alegria: o AdSense só me paga quando eu tiver 100 dólares pra receber. Bom, vou guardar pra comprar Duke Nukem Forever.
Então, se a namorada achar que eu mereço mais um no natal… *pisca pisca cutuca cutuca sorri sorri*
E você, o que vai fazer?
Estava meio cético com relação à conferência da Nintendo. A época não me parecia muito usual para grandes anúncios, mas pelo jeito errei feio; além do estranhíssimo DSi, a empresa mostrou dois trailers com três segundos de gameplay de dezenas de jogos para o Wii (que você confere acima) e para o seu portátil. Entre os títulos bizarramente japoneses e os que já conhecíamos, consegui destacar alguns depois do continue.
Ao ouvir falar sobre o novo Nintendo DSi, eu fui praticamente só sorrisos. Claro que ele não é perfeito — o menor tempo de carga da bateria foi uma mancada e, querendo ou não, a entrada para jogos de GBA era legal e útil –, mas no geral eu achei uma puta evolução de um hardware que já estava ficando mesmo enjoado. E não só do hardware, mas também (e principalmente) do software por dentro dele. Distribuição digital sempre é uma boa notícia.
No entanto, o pessoal que vê sempre o copo meio vazio já está de mimimi~ por aí, como se o slot de GBA fosse o único ou o maior motivo para se ter um DS; como se Guitar Hero DS subitamente tivesse tornado-se o jogo mais importante entre todos os mais de 600 já lançados para o DS. Como se a falta do logo dos dois quadradinhos na tampa fizesse toda a diferença. Como se o novo local do botão Power fosse uma afronta à própria humanidade.
Podem dizer que a câmera é uma porcaria e inútil em sua própria essência. Eu digo: a Nintendo não dá ponto sem nó nesse tipo de coisa. Esperem sair os primeiros jogos que utilizem a câmera. E mesmo que não saiam, ou que não sejam bons, não consigo imaginar um motivo pra dizer que a câmera não devesse estar lá (a não ser pura rabugisse).
Por isso lanço esta enquete. Pra saber se eu sou otimista demais — fanboy demais, que seja –, ou se realmente a massa em geral não gostou da nova evolução do videogame de maior sucesso que a Nintendo já lançou em toda a sua história. Meu voto foi o primeiro.
Favor elaborar suas opiniões nos comentários.

Sim, dessa vez a Nintendo deu uma de Microsoft e deixou escapar as informações que seriam anunciadas na sua Fall Conference dessa madrugada no Japão. A principal delas dizia respeito a um novo modelo de DS, que teria câmera e funcionalidades multimídia. O rumor estava certo, mas não cobriu nem metade do que o Nintendo DSi traz de novidades.
[Uma série de acontecimentos, envolvendo a (falta de) internet do Fabio, colaboradores desavisados e a censura do governo chinês fez com que os post de hoje do Continue atrasassem. Mas já estamos de volta à programação normal -- ou assim esperamos.]
Sejamos sinceros: das centenas de rumores sobre o lançamento de uma nova versão do Nintendo DS, poucos são dignos de nota. Mas uma combinação de fatores, incluindo a época propícia, a fonte da informação, e o evento marcado para daqui a três dias fizeram este ganhar mais força do que normalmente acontece.
A história que conta o renomado jornal japonês Nikkei é que a Big N lançaria ainda este ano na terra do sol nascente uma versão redesenhada do portátil com telas maiores, tocador de música e câmera embutidos. Este último recurso ainda poderia ser utilizado em futuros jogos do portátil, tal qual a EyeToy da Sony ou a câmera de nome genérico da Microsoft.
A Nintendo, como de praxe, não nega nem confirma. E nós, NPCs que somos, não podemos fazer nada além de esperar.

Perto de 9 bilhões de dólares, pra ser mais claro, lá em 2013, de acordo com dados da Parks Associates e do gráfico sem-graça acima.
Mas não no Brasil, é claro.
Engraçado eu cair nessa notícia justamente hoje, algumas horas depois de tentar — em vão — comprar o maldito Mega Man 9 na PSN.
Nunca havia tentado comprar nada por lá, apesar de já ter considerado seriamente o PixelJunk Eden. Ontem à noite, enquanto aguardava a atualização da PSN que disponibilizaria o Mega Man 9, resolvi dar uma olhada em como funciona esse esquema de compra online de conteúdo baixável.
Entrei na minha conta da PSN, e lembrei que ela está cadastrada como canadense. “Sem problemas” — pensei. “O que importa é a grana, dinheiro, bufunfa, tutu, os dados do cartão de crédito”. Ledo engano. Os dados do endereço do cartão de crédito devem bater com os dados da conta do PSN. Ou seja: preciso ter um cartão de crédito que esteja cadastrado com um endereço canadense.
“Bom, então vou mudar minha conta pro Brasil”. Ahan, sei. Obviamente que na lista de países do cadastro da PSN não existe Brasil. Eu já sabia disso desde quando havia feito a conta, mas nunca achei que fosse ter alguma importância.
Na minha cabeça não tem sentido algum essa história de venda de conteúdo baixável se você não pode usar de qualquer lugar do mundo. É a Sony invertendo e destruindo toda a lógica da facilidade da internet e do e-commerce.
Se alguém souber como dar uma volta nessa história, por favor avise nos comentários. Mas uma coisa: Entropay não funciona mais, tá?
[via videogame247]

Se você é como eu, já está com a data do lançamento de Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, 14 de Novembro, anotada em diversos lugares (e se você for bem como eu, está procurando moedas em baixo dos sofás pra ver se vai ter grana). Pois então pode anotar mais duas datas aí.
Primeiro faça um círculo bem grande ao redor de todo o mês de Novembro do dia 26 de Novembro, porque a Microsoft confirmou que Banjo-Kazooie, o primeirão, o original (mas com melhorias misteriosas), chegará à XBLA no dito mês dia por 1200 Pontinhos Microsoft. Depois faça um círculo ainda maior, em torno de todo o ano de 2009, pois Banjo-Tooie foi confirmado para esta data. Como é bom saber das coisas com detalhes, né?
Enfim. Em questão de meses, o Xbox 360 será o novo lar de toda a trilogia Banjo-Kazooie! Como você se sente a este respeito? I feel fine.
[via Kotaku]