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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Com vídeo’ Category

Confirmado: PES 2009 terá CGs bonitas

Antes de começar a escrever esse post, eu fiquei batendo com a cabeça na parede numa tentativa de entender o que leva uma desenvolvedora a lançar um trailer/vídeo que não mostra absolutamente momento algum do jogo do jeito que a gente vai jogá-lo? Deixem as animações pré-renderizadas pro pessoal da Pixar!

O último exemplo é esse vídeo do Pro Evolution Soccer 2009 que saiu há uns dias. O que dá pra concluir sobre o jogo ao assistí-lo? NADA! A não ser, talvez, que o Lionel Messi ganhou um puta cachê. Aliás, ele vai ser capa do jogo.

Mas aí me veio a palavrinha mágica na cabeça: hype. É só pra isso que esse vídeo serve. Criar expectativas, entusiasmar os fãs. Aí beleza, até parei de bater com a cabeça na parede. Mas ainda estaria mais entusiasmado se tivessem mostrado o jogo em si.

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  • [E3 2008] 28 Trailers, para sua conveniência

    Grande parte da população mundial parece concordar em uma coisa: a E3 2008 foi medíocre, na melhor das hipóteses, quando falamos apenas das três grandes conferências. Porém, muitos jogos legais foram mostrados. Alguns pela primeira vez, outros apenas com trailers novos. Se olharmos apenas por esse ângulo, até que a semana não foi tão ruim.

    Durante a semana passada, entre um post e outro, eu tentei assistir o maior número possível de trailers e vídeos, e fui colocando-os, um a um, no Plurk do Continue. Agora dei uma segunda olhada em todos os que postei e resolvi fazer esta pequena coletânea. São 28 trailers e vídeos de alguns dos jogos em destaque (ou não tanto) da feira.

    Talvez você veja a lista e note a ausência de um ou alguns jogos que poderiam estar aqui. Normal, eu não vi todos os vídeos, nem teria como. Se você viu algum que não está aqui, gostou e gostaria de compartilhar, poste o link (ou mesmo o código de embed — ele funciona) nos comentários.

    Agora pegue a sua pipoca (vai dizer que a imagem acima não está te dando vontade?) e prepare-se. A partir daqui, tem um monte de “play” para você clicar.

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  • Dizem que as melhores trilogias sempre vêm em três. Provando a regra, a Sony anunciou o terceiro jogo da série God of War[bb]. Anunciou e soltou esse teaser trailer, que (como todo teaser trailer) não mostra porcaria nenhuma e mesmo assim consegue nos deixar empolgados.

    O primeiro God of War fez pelos jogos de ação o que Mario 64[bb] fez pelos jogos de plataforma 3D. De tão bem feito, não conseguiu ser superado nem mesmo por God of War 2[bb], que apenas foi tão bom quanto, não melhor. Mas agora, em uma plataforma dezenas de vezes mais poderosa que o PS2, eu não consigo nem imaginar o grau de “meu Deus que jogo foda” que God of War 3 pode atingir.

    Sem dúvida, será mais um motivo para se comprar um PS3[bb], talvez até mais do que Metal Gear Solid 4[bb]. A parte ruim é que ainda vai demorar… Chuto eu que o lançamento será no fim do ano que vem.

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  • (Ubisoft) [bb]

    A cada dia que se passa eu gosto mais da empresa representada pelo logo aí em cima. Eles fazem bons jogos, eles têm game designers simpáticos, eles até vão abrir um estúdio no Brasil. E os caras sabem fazer uma conferência digna de uma E3, diferente de umas outras produtoras.

    Não vou me estender falando de tudo o que rolou. Tivemos uma boa cota de números e principalmente de games casuais embaraçosos. Se por um lado Rayman Raving Rabbids TV Party parece ser a coisa mais divertida para se fazer com um Wii Balance Board, por outro lado jogos com aqueles PetZ, a linha Imagine It e os “for girls” são fofurices para ganhar uns trocados do tal público casual, principalmente de menininhas com menos de 10 anos de idade: o futuro da “brincadeira de boneca”. Duvido que a Jade Raymond ou as primas do blog Girls of War curtam um único desses “games for girls”.

    O que interessa mesmo são os jogões que apareceram por lá. Confira conosco, depois do continue.

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  • Notícias são importantes, mas as estrelas da E3 são os jogos, certo? Por isso eu tirei um bom tempinho agora para assistir a vários trailers e postar os melhores (quase todos, na verdade) no Plurk. Mesmo que você não tenha cadastro no site, pode acompanhar por esta página (ou, claro, pelo painel na parte superior do próprio blog).

    Acima eu coloquei o trailer que eu mais gostei, do Sonic Unleashed. É o primeiro trailer real do jogo, e também a primeira vez que podemos ver o “lobouriço” em ação. Com certeza vai ter muita gente que não vai gostar do trailer, seja pela música ou pelas partes “diferentes”, mas eu, depois de pensar um pouco, preciso falar: este trailer, pra mim, rivaliza até com a famosa abertura em desenho animado de Sonic CD. Não que seja melhor, nem acho que o trailer em si seja uma garantia de que o Unleashed vai ser realmente bom, eu só achei simplesmente foda demais, do começo ao fim.

    E continue ligado, porque provavelmente eu vou postar bem mais trailers durante o dia. E amanhã.

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  • Entre as três conferências da E3 deste ano, a Sony teve o melhor palco, o melhor som, o show mais bem amarrado e também o melhor mestre de cerimônias: Jack Tretton. Em se tratando de jogo novo (leia-se: revelado na conferência), também teve o mais promissor — MAG: Massive Action Game. Ainda que no conteúdo geral, na soma das partes, ela não tenha superado a Microsoft, ela trouxe um elemento que fez com que a sua conferência tenha sido a que eu mais gostei de assistir: humildade.

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  • Uma das palavras mais ditas pelos executivos da Nintendo hoje no palco de sua conferência (sem contar “sales”) foi “smile”. Eles falaram e repetiram que a empresa deles é a que traz mais sorrisos aos rostos das pessoas, e que o objetivo deles é continuar trazendo estes sorrisos a todos. Bem, Nintendo, you FAIL.

    Enquanto vocês falavam de vendas e de como o DS[bb] e o Wii[bb] imprimem dinheiro, nós só queríamos saber de novidades. Alguns de nós queriam ver um modelo novo do portátil, outros queriam Pikmin 3, outros (eu!) queriam Pilotwings Wii, um novo Zelda (um que seja realmente de Wii, dessa vez), Kid Icarus ou mesmo mais detalhes sobre alguns jogos que vocês prometeram e se calaram a respeito, como Disaster: Day of Crisis.

    Muitos de nós tinham praticamente certeza de que ao menos uma solução para o problema de armazenamento vocês ofereceriam — nós achamos que a Nintendo não era burra o suficiente para não anunciar algo tão necessário e reinvindicado quanto isso. Uma outra parcela ainda tinha fortes esperanças (e motivos para tê-las) de que Kingdom Hearts 3 fosse anunciado.

    Mas todos nós estávamos errados. E agora não estamos sorrindo.

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  • Que o jogo estava bonito, todo mundo já sabia. Era só olhar as fotos e as primeiras imagens.

    Mas esse trailer, liberado hoje pela Ubisoft, está matador. A jogabilidade lembra os Prince of Persia antigos[bb]… e Ico. E sei lá, Shadow of the Colossus[bb], com esses cenários enormes, precipícios e essa música sensacional. O mais bonito jogo em cell shading que eu já vi.

    E chega esse ano! Vamos jogar Prince of Persia no Xbox 360 e no PS3 no Natal.

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  • (psp) [bb]

    A E3 é o evento não-competitivo mais competitivo do mundo. Assim que termina a última das três maiores conferências do ano, todo mundo (imprensa inclusive) se põe a apontar o “vencedor”, aquele que mostrou mais e mostrou melhor. Aquele que empolgou mais. Na E3 2004 este vencedor não ficou muito claro.

    Boa parte das pessoas declarou como vencedora a Sony, a exemplo do ano anterior. O PSP, já previamente anunciado, foi finalmente demonstrado no palco por Kaz Hirai, e impressionou o mundo. Com uma tela daquele tamanho e gráficos como aqueles, era literalmente como ter um PS2 na palma da mão. Além do mais, a Sony já era a líder mesmo, então estava mais cotada para ser vencedora da E3.

    A Nintendo mostrou aquilo que todo mundo queria ver: Miyamoto empunhando ridiculamente uma espada e um escudo de brinquedo o primeiro trailer daquele Zelda “adulto” que todo mundo esperava desde 2001, e mais ainda depois do anúncio do Zelda cartunizado para GameCube. A empresa também deixou todo mundo de boca aberta com o anúncio do seu contra-ataque ao PSP — um portátil bem feio e com cara de brinquedo, mas lotado de idéias diferentes (sensores de toque, microfone, canetinha stylus, duas telas) que que poderiam torná-lo um sucesso ou o novo Virtual Boy. O nome “Revolution” foi citado pela primeira vez, mas ninguém teria a mínima idéia do que ele significaria pelos próximos vários meses.

    A Microsoft teve a apresentação mais previsível das três, mas também mostrou — e mostrou bem — o que se esperava: vários minutos in-game de Halo 2. Só isso já foi suficiente para acalmar os fãs, que pela primeira vez tiveram certeza absoluta que a série que salvou o Xbox da irrelevância estava evoluindo a contento.

    O PC, depois de alguns anos de bolas dentro, teve alguns jogos interessantes mas ficou mesmo em segundo plano.

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  • Quantos clones de GTA você conhece, leitor? Sem pensar muito me vêm ao menos cinco na cabeça, mas se eu parar para pensar um pouco, acredito que a lista é bem extensa. E nenhum deles têm o carisma do jogo que copiam. Alguns até são legais, mas a maioria fracassa vergonhosamente. Talvez por isso sempre que vejo as expressões “mundo aberto” e “liberdade de ação” nos press-releases que os produtores soltam por aí, fico com receio de que seja mais um clonezinho mixuruca da franquia da Rockstar.

    Felizmente, não parece ser o caso de Ride to Hell, jogo recém-anunciado pela produtora inglesa Deep Silver, que tem elementos novos o suficiente para ser muito interessante sem precisar ser comparado a nada. O jogo explora o universo dos motociclistas dos anos 60 e 70. Pense em filmes como “Easy Rider - Sem Destino”: choppers estilosas, jaquetas de couro, bares de beira de estrada e claro, Steppenwolf tocando “Born to be Wild”[bb] ao fundo. Melhor ainda: para entrar no clima, assista a abertura do filme aqui embaixo

    Basicamente, em Ride to Hell você e sua gangue viajarão de moto pelo oeste norte-americano, encarando outras gangues de motoqueiros. Simples, né? Claro que tem mais, afinal, os caras prometem uma história épica e cheia de ação, mas de uma forma muito resumida a premissa é essa. Se a minha opinião vale alguma coisa, é uma premissa muito foda!

    Como sempre, o jogo promete muita liberdade de ação desde o princípio e, segundo o press-release dos desenvolvedores, é bastante imersivo, colocando o jogador dentro da cultura das gangues de motoclicistas da época: espere por bebedeiras, sexo, drogas, rock’n'roll, hippies, brigas violentas e muita ação. A Deep Silver está cuidando para que todo o projeto visual, cenários e também a trilha sonora do jogo se encaixe no estilo artístico do fim dos anos 60.

    A Deep Silver é uma produtora européia com bastante tempo na estrada mas pouco conhecida nos Estados Unidos. Agora, a empresa aposta em Ride to Hell para acelerar de vez no mercado norte-americano.

    E eu espero que Ride to Hell seja um jogo tão bom quanto GTA ou Máfia, capaz de se destacar dos outros tantos games parecidos que pululam por aí, porque o mercado está carente de boas idéias originais. Desde Full Throttle que não vejo um jogo de motoqueiros decente, já está na hora de alguém fazer isso. Se Ride to Hell vai ser bem-sucedido em sua proposta ou vai para a vala dos comuns, só saberemos com certeza no final de 2009. Se tudo der certo.

    Um detalhe interessante: o press release comunica apenas que o jogo será lançado para “os consoles da nova geração e para o PC”. Xbox 360[bb] e PlayStation 3[bb] são escolhas óbvias, mas será que as gangues de motoqueiros invadirão também o pequeno Wii[bb]?

    [via Kotaku]

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