Tocar “Tom Sawyer”, do Rush, no Extreme do Rock Band, e ainda fazer 99%. É isso que o carinha do vídeo acima está fazendo e é isso que eu quero dizer com “o que você não consegue fazer”. Primeiro porque você provavelmente não tem grana pra comprar este caríssimo jogo (só conheço um brasileiro que tem). Segundo porque você simplesmente não conseguiria. É insano. É como se ele tivesse um cérebro na perna e outro dedicado a controlar os quatro braços. Porque é óbvio que o cara tem quatro braços.
E como esse tipo de coisa proporciona um estranho prazer sadomasoquista, depois do Continue você confere mais alguns vídeos de pessoas fazendo pontuações absurdamente impossíveis nas dificuldades mais desumanas do jogo que eu mais quero nessa vida maledeta.
Você joga Guitar Hero? Ah, joga? Isso é o que você pensa!
Sinta vergonha. Muita vergonha. Tá vendo esse molequinho de 9 anos aí em cima? Pois é. Ele joga Guitar Hero. E joga muito melhor que você. Ou melhor, ele trucida Guitar Hero. Acha Through the Fire and Flames do Dragonforce difícil no expert? Ele não acha. Clique na imagem e tente não esconder a cara com as mãos.
Bem, talvez seja algo com o nível anormal de concentração das crianças quando estão jogando videogame. Não quero nem imaginar o que aconteceria se um cachorro atacasse esse menino por trás…
Há alguns meses temos ouvido rumores de que uma nova versão do portátil Nintendo DS pode estar em desenvolvimento. Tá bom, tá bom, nós estamos sempre ouvindo rumores de que a Nintendo está com um novo design para um portátil no forno. Mas dessa vez não foi a Big N, mas sim dois membros do site GameTrailers os responsáveis pela criação do novo produto mais facilmente esgotável (caso fosse lançado, é claro) da temporada. É o DS Lite Compact, que seria apenas mais um entre as dezenas de fakes que aparecem não fosse o grau de genialidade quem o criou.
Ao mesmo tempo clean e compacto, o novo aparelho é dobrável de uma forma muito estilosa e caberia facilmente em qualquer bolso. Além do mais, o vídeo é tão bem feito que parece que os caras se preocuparam em encaixar até a entrada para a bateria, que fica acessível mesmo com o console fechado. Não chega a ser um Nintendo On, mas é um dos conceitos de mentirinha mais bem feitos dos últimos tempos.
Depois do Lefman e do HyperDal, chegou a hora do Pequeno Bracht aqui fazer todo mundo aguentar um texto gigante sobre chefes que você provavelmente não enfrentou ainda e não quer saber como é. Mas como sempre tem um ou dois loucos para ler o que eu escrevo, aqui vamos nós.
Teve aí um pessoal que pediu chefes mais clássicos, achou as nossas listas muito moderninhas… Para este pessoal, eu tenho uma coisa a dizer: “Malz aê.” Eu joguei muito Super NES e Mega Drive na vida, mas os chefes de antigamente — salvo raras exceções como a Mother Brain de Super Metroid — eram só difíceis ou fáceis, quase nunca memoráveis. E como “memorável” tem a ver com memória, é natural que os últimos sejam os primeiros.
Mas ó: pelo menos eu não citei Ganondorf na minha lista!
AVISO: HUGE SPOILERS AHEAD! A partir daqui, é por sua conta e risco. Caso não tenha jogado algum dos jogos abaixo (que você só vai saber quais são depois de clicar, note o paradoxo), recomendo que não estrague a surpresa de saber como são alguns dos maiores chefes da história do entretenimento eletrônico. Desligue seu computador e vá jogar videogame!
O meu amigo (e leitor do Continue) Thiago Duarte mandou hoje à tarde um link pra mim, via MSN. Era sobre alguma coisa que algum cara tinha feito com algum Wii Remote, ou algo assim. Eu até ia ver, mas deixei quieto. Tinha mais coisas pra fazer. Mas por algum motivo, mandei pra mim mesmo, por email, com o título “Ver”. Horas mais tarde, limpando a minha caixa de entrada de emails não lidos, vi aquele email e nem lembrava mais o que era. Mas cliquei. Se eu tinha me dado o trabalho de me enviar um email de lembrete, agora ia ver o que era. Tinha um vídeo. Esse aí em cima.
Um minuto e pouco depois de apertar play eu estava juntando meu queixo do chão.
Eu já tinha visto algumas coisas nessa praia de usar o controle do Wii para coisas diferentes (agora me vem à mente o genial Wiirimbau, criado pelos brasileiros do Colméia), mas esse china aí me impressionou. Ele basicamente usou um projetor qualquer, dos vagabundos mesmo, um Wii Remote e duas “canetinhas laser” para criar telas de projeção interativa!
Assistindo ao vídeo você vai sacar, mas estou falando de projetar uma interface numa parede e interagir com ela na parede. Com as canetinhas de LED você consegue desenhar, clicar, arrastar janelas e fazer tudo que você faria com um mouse.
Ou melhor: já que o Wii Remote tem capacidade para até quatro pointers, nada impede de se fazer interfaces multitouch, que respondem a dois “pontos” ao mesmo tempo. Estou falando de uma interatividade que praticamente só existe em dois lugares: no iPhone — mais de mil reais pra usar só numa telinha pequena — e no Microsoft Surface — nem lançado ainda, mas quando for vai estar na casa dos milhares de dólares.
Da metade pro fim do vídeo ele dá uns exemplos dessa capacidade multitouch, e é coisa pra ficar estupefato. Ainda mais porque o software que faz a mágica acontecer está disponível para download gratuito na página do cara. Ou seja: tendo um Wii Remote e um projetor ligado ao seu PC com bluetooth, você pode tentar isso agora.
Você não ama o século 21?
Pois é, aconteceu. Corram para as colinas.Sinceramente, jamais imaginei que escreveria um título desse gênero. Até porque, para mim, Duke Nukem Forever já tinha adquirido status de lenda urbana, e assim deveria permanecer. Aquela referência para quando um jogo fica muito tempo em desenvolvimento e permanece alvo de piadinhas há pelo menos dez anos. E agora, o que teremos? Bem, se formos analisar pelo trailer, um jogo bem trash e com muita testosterona.
Você pode conferir logo abaixo o primeiro teaser trailer do jogo mais esperado (literalmente) de todos os tempos. Na verdade, não há nenhuma cena do jogo em si: depois de trocentos anos em desenvolvimento, os caras de pau da 3D Realms tem coragem de mostrar um videozinho beeem tosco que só mostra o protagonista fazendo coisas estranhas e poderia ter sido feito por qualquer aprendiz em modelagem furreca.
Felizmente, o jogo ainda não tem data de lançamento, o que significa que a equipe de desenvolvimento pode continuar trabalhando nele por quantos anos mais for necessário. E eu chuto que serão precisos muitos anos a mais. E, neste meio termo, continuamos com as piadas.
[via internet toda!]
Continuando nossa lista de chefões que mais nos marcaram, hoje apresento minhas escolhas. Vou confessar que tive alguns problemas para lembrar de chefes memoráveis, já que acabei poucos jogos na vida e, além disso, minha memória não é das melhores. O primeiro chefe que enfrentei foi uma espécie de homem-touro ciborgue em Doom, com cinco ou seis anos de idade, mas como não lembro absolutamente nada dele, a não ser que me dava um medo profundo, não vou incluir na lista. Fica como menção honrosa.
Fora isso, por um bom tempo minha preferência gamística foi para jogos de simulação ou estratégia, como Sim City, Rollercoaster Tycoon e Warcraft II, então é complicado conhecer muitos chefes. Todos os que eu enfrentei foram marcantes de um jeito ou outro, mas, no fim, consegui pensar em alguns antagonistas que me marcaram mais. Gostaria de lembrar que essa seleção não foi muito elaborada para ficar de um ou outro jeito, ela foi de coração, então não reparem quando virem o Ganondorf pela segunda vez nesse especial…
Após o Continue, minha lista de chefes memoráveis o suficiente para que eu fosse capaz de escrever mais de um parágrafo sobre cada um deles.
AVISO: HUGE SPOILERS POSSIBLY AHEAD! A partir daqui, é por sua conta e risco. Caso não tenha jogado algum dos jogos abaixo (que você só vai saber quais são depois de clicar, note o paradoxo), recomendo que não estrague a surpresa de saber como são alguns dos maiores chefes da história do entretenimento eletrônico. Desligue seu computador e vá jogar videogame!
Como você pode ver, nós gostamos de listas. De verdade. [Nota do Bracht: o Lef gosta de listas. O Lef.] Então, que maneira melhor de celebrar esta nossa paixão senão fazendo uma lista só nossa? Inspirados por esta lista do Cracked, que, para variar, achamos levemente injusta, decidimos seguir o caminho oposto e eleger Os Chefes Mais Memoráveis dos Games Segundo o Continue.
Mesmo com um título bastante auto-explicativo, me recuso a fazer uma introdução de apenas um parágrafo. Portanto, para quem ainda não sacou, eu explico: cada membro de equipe contínua vai eleger os bosses que mais lhe aflingem as memórias, seja pela sua magnitude, pela sua originalidade, ou até mesmo pela sua capacidade de fazer os jogadores tacarem os controles na parede.
Não fizemos muita força para destacar escolhas altamente alternativas ou saudosistas, mas se vale de crédito, preferimos deixar os clichezões como Sephiroth ou Psycho Mantis de fora.
E vamos ao que interessa. Depois do Continue, os meus chefes favoritos de todos os tempos; no decorrer da semana, as respectivas escolhas do resto do time.
AVISO: HUGE SPOILERS POSSIBLY AHEAD! A partir daqui, é por sua conta e risco. Caso não tenha jogado algum dos jogos abaixo (que você só vai saber quais são depois de clicar, note o paradoxo), recomendo que não estrague a surpresa de saber como são alguns dos maiores chefes da história do entretnimento eletrônico. Desligue seu computador e vá jogar videogame!
Sabe o Wi-Vision, aquele console de última geração que vem com dois controles, uma pistola laser e além disso roda jogos de NES? Pois um amigo me passou um vídeo que mostra uma infinidade desses clones de Nintendinho, Master System e afins, em sua maioria com um design super arrojado nos moldes do PSP, GameCube e muitos outros. O vídeo também inclui algumas fakezeiras que o pessoal inventou por aí, na época de lançamento dos consoles mais novos.
Valeu, Cephiro e MrFeqr

[Nota do editor: Além de ser dono do Oitobits, entusiasta de programação, apaixonado por desenvolvimento de games AND carpinteiro digital do Continue (quem você acha que mexeu no CSS do blog? Eu? Hahaha!), o Vinicius Silva agora vai escrever a coluna Quarta Indie aqui para nós. Toda quarta-feira um preview, review ou discussão sobre o mesmo tema: jogos independentes, saídos das garagens de pessoas criativas e sem grana do mundo inteiro. E começa agora. Foi!]
Aquaria é o mais novo título indie no mercado. O projeto, vencedor do Independent Games Festival de 2007, era aguardado por bastante gente no cenário independente.
O jogo se passa em um universo aquático, e o jogador controla Naija, uma espécia de sereia que tem a capacidade de soltar magias e usar canções que melhoram suas habilidades. Segundo os desenvolvedores, o jogador pode usar o mouse, o controle de Xbox 360 ou o teclado para movimentar Naija. Eles destacam o sistema intuitivo que fizeram para o uso do mouse, permitindo total controle do jogo.
O que mais me impressionou nos vídeos e screenshots foi a qualidade da arte. Os sons e imagens são fantáticos! A ausência de uma HUD aliada com a qualidade da arte faz com que o jogo pareça um quadro em movimento.
É fantástico pensar que um jogo tão refinado é trabalho de apenas duas pessoas. A Bit Blot é composta somente por Derek Yu e Alec Holowka, figuras conhecidas no cenário independente. Segundo o site da produtora o jogo começou a ser desenvolvido em 2005 e foi lançado (somente na internet) recentemente ao preço de U$30, o que eu acho justo pelo nível do trabalho. Afinal, tem gente por aí que já gastou duas ou três vezes esse valor em jogos do Virtual Console ou da Live Arcade.
Dê um pulo no site oficial do jogo, baixe o demo para Windows e confira você mesmo o que dois apaixonados pelo desenvolvimento de jogos podem fazer. Se não ficou com vontade de fazer isso até agora, o vídeo e as telas abaixo provavelmente vão te fazer ficar.
E se gostar, considere seriamente incentivar comprando o jogo. Acredite, esses caras fazem coisas fantásticas e precisam muito mais da ajuda dos jogadores do que esse povo que lança jogos com nomes de algum esporte qualquer seguido pelo ano de lançamento.