
Eu zoei o Soldier pra caramba ontem, e com razão. A maioria dos jogadores de soldier (eu incluso, quando me arrisco com a classe) sai por aí atirando no chão, esperando atingir inimigos aleatórios. Um rocketjump aqui e ali para facilitar a locomoção, às vezes sacar a espingarda para finalizar um oponente teimoso. Esse é o modus operandi famoso do soldado, que raramente falha, mas não é exatamente gratificante.
Só que tem um outro método de jogo, muito mais interessante. Ele envolve acertar os oponentes com um míssil NA CARA, muitas vezes arremessando-os no ar e em seguida interceptando-os com mais um projétil movimentado por foguete. É lindo de se ver, e é para esses jogadores de Soldier que eu tiro o chapéu. E a Valve também.
Pensando neles, a empresa revelou o Direct Hit, um disparador de mísseis customizado. Apesar de ter um raio de dano 70% menor, o que essencialmente elimina o dano de área, os projéteis disparados por esta arma são 25% mais fortes e 80% mais rápidos. Pra quem é fodão mesmo, os mísseis causam dano “mini-crítico” em alvos que estão no ar, bem direcionado a caras tipo o do vídeo que eu linkei acima.
Pra completar, mais uma parte da webcomic, desta vez estrelando o Soldier, e a notícia que o update sai amanhã, dia 17/12, junto com um fim-de-semana grátis, até domingo. Vocês já podem ir baixando o jogo no Steam e me adicionar lá para levarem umas espadadas escocesas, vejam só.

Convoco os fãs ou simples jogadores de Zelda lendo o Continue para pensarmos em uma coisa: qual foi o paradeiro da princesa Zelda nos jogos da franquia até hoje? Vejamos.
No primeiro, ela foi raptada e tínhamos que salvá-la. Em A Link to the Past, do glorioso Super Nintendo, a princesa estava trancafiada em um calabouço e a resgatávamos logo no início da aventura, só para ela sumir novamente depois. Em Ocarina of Time, ela nos vigia e ajuda secretamente por meios misteriosos, mas no fim acaba sendo levada por Ganondorf. Na aventura inundada de The Wind Waker, a princesa na verdade nos acompanhou por boa parte da jornada, sem sabermos que ela estava lá. Depois, raptada.
Ora, temos um padrão aí! Nos últimos mais de 8000 vinte anos, a princesa tem sido raptada em quase todo jogo em que apareceu. Por Ganon, Zant, Vaati e talvez até outros vilões de nomes que eu não gostei o suficiente para lembrar. No próximo título da franquia, The Legend of Zelda: Spirit Tracks, Zelda será novamente raptada. Mas só de corpo: seu espírito acompanhará Link ao longo da aventura.
Aparentemente, uma magia lançada por um vilão aleatório separou corpo e alma da princesa Zelda (veja o trailer depois do continue) por engano, e apenas Link pode ver a moça flutuante perto dele. Durante o jogo, ela aparecerá na forma de uma orbe brilhante suspeitamente similar às fadas da franquia, e ajudará Link tomando controle do corpo daqueles inimigos porradões de armadura, os Phantom Guards, que já apareceram em Phantom Hourglass. Além disso, o que muitos fãs por aí sempre quiseram certamente vai acontecer: Zelda está agora do lado do jogador, dialogando com ele, e provavelmente teremos grande desenvolvimento da personagem pela primeira vez desde… sempre. Acho.
Então, TLoZ: Spirit Tracks será lançado dia sete de Dezembro deste ano para o Nintendo DS em todas as suas evoluções. De um jogo inicialmente zoado, certamente teremos outra grande obra. Ei, eu já vi isso antes…

A novela Gran Turismo 5 não parece ter data para acabar. Afinal, hype é hype e qualquer nova informação é só mais lenha na fogueira (ou combustível no tanque, nesse caso).
O vídeo neste link poderia passar totalmente desapercebido se não fosse um pequeno, porém importante, detalhe: Yamauchi-san segurando o que parece ser a caixa de Gran Turismo 5.
Assista ao vídeo e preste atenção: lá pelos 54s, Yamauchi tem uma caixa em suas mãos. Se você prestar MESMO atenção, vai ver que é uma caixa tripla. Um box com três discos (cada um de uma cor, então é mesmo difícil não contar 3 coisas dentro da caixa).
Aí começam as especulações: será que o jogo vai ser assim tão fodástico que seriam necessários três Blu-ray Discs para comportar todo seu conteúdo? Será que teremos um BD para o jogo e outros dois para extras (haja extra, não)? Ou será um disco e dois livros com artes do jogo? Não esqueçamos, também, que a Polyphony Digital tem a GTTV. Então podemos esperar um disco recheado de documentários e programas sobre automóveis?
Ou — blasfêmia — GT5 vem em três DVDs já pensando em um porte para o 360? (Tá, forcei a barra nessa, eu sei.)
Por mais descabidas e improváveis que sejam as hipóteses que vocês imaginarem, queremos lê-las nos comentários. Mandem bala.
ERRATA: Segundo fontes confiáveis, a primeira, na verdade, faz “tchan”. Desculpe-nos pelo ocorrido.
Você consegue tocar Mr. Crowley no expert com 99%? O carinha aí de cima consegue. E além de tudo é super gente boa, e nos deu uma das mais divertidas entrevistas que fizemos lá na WCG.
Dando play aí em cima você descobre quem é a namorada dele, quais bandas ele conheceu através do Guitar Hero (a resposta vai escandalizar qualquer um mais velho que o Argus) e qual é a da temível entidade conhecida como “americanada”.
[Este vídeo faz parte da Cobertura Patrocinada Samsung+Continue para a WCG 2009]
Enquanto a WCG dava seus passos finais na noite de domingo, puxamos Rodrigo Moretz, o maior envolvido com a organização do evento, e fizemos algumas perguntas para ele ali mesmo, em cima do palco. Falamos sobre e-sports e sobre a participação da Samsung neste universo, mas também falamos sobre cultura gamer, as razões de um jogo ruim tosco velho defasado como Counter Strike ainda figurar na competição, entre outras coisas.
Antes que você aponte o óbvio: sim, eu estava nervoso; não, eu não tenho desenvoltura com a câmera; sim, o Caio entrevista melhor que eu; não, eu não sou “gatinho” como ele.
[Este vídeo faz parte da Cobertura Patrocinada Samsung+Continue da WCG 2009]
E não é que tinha um cidadão rondando por aí com uma touca do Sonic — vulgo “personagem querido que o Caio diz odiar só porque gosta de uma polêmica” — aqui na WCG? Quando descobrimos que ele ainda por cima era um competidor de Guitar Hero World Tour, não pensei duas vezes antes de armar esta entrevista.
Neste que é o primeiro vídeo em HD que a gente fez (embora você só consiga ver em HD no Vimeo, e não no embed desta página), você fica sabendo o que um competidor de Guitar Hero acha sobre Rock Band, qual personagem ele deveria usar na cabeça e mais.
[Este post faz parte da Cobertura Patrocinada Samsung+Continue para a WCG 2009]
O que a gente quer dizer com “Cobertura Patrocinada” é que a Samsung patrocinou a gente para fazer essa cobertura. Óbvio. Mas patrocinou como? Dando uma câmera da marca para que a gente fizesse a cobertura em fotos e em vídeos. O vídeo acima não traz realmente nenhuma informação sobre a feira, a gente fez com o leitor Otávio meio que só pra testar a câmera. Mas é divertido como a gente gosta, e serviu pro Caio treinar edição de vídeo.
Hoje à noite ou amanhã teremos vídeos mais “úteis”, pode esperar.
[Este post faz parte da Cobertura Patrocinada Samsung+Continue para a WCG 2009]

Esse post foi dividido em três partes. Eu poderia escrever três posts e ganhar três vezes mais coxinhas no fim do mês, mas como sou um cara magro e o médico me recomendou diminuir as frituras, vai tudo em um só. Quer você conheça Thexder ou nunca tenha ouvido falar, continue lendo.
Acima você vê em vídeo um developer walkthrough (que é quando um desenvolvedor joga na frente de um ou um grupo de jornalistas, a fim de demonstração) de Assassin’s Creed II. O vídeo mostra um poucos dos gráficos, da jogabilidade e principalmente da variedade do jogo.
A maior crítica feita ao primeiro AC foi a repetição dos mesmos poucos tipos de missões, apenas em contextos e situações levemente diferentes. Sem contar o combate, que apesar de ser um dos mais bem executados do gênero nessa geração, ocorre com tanta frequência que acaba realmente enjoando. Portanto, não é de se espantar que a Ubisoft queira demonstrar que isso não será um problema desta vez.
Os principais trunfos para alcançar essa tal variedade são a vasta quantidade de armas e equipamentos (cortesia do amigão Leo DaVinci), mas há também um bom número de sidequests. No vídeo, foi demonstrada em detalhes essa coisa de missões paralelas: haverá várias passagens secretas escondidas pelas cidades do jogo, cada uma levando a algum espaço fechado e secreto em que o jogo passa de sandbox em mundo aberto para uma coisa “bem mais Tomb Raider”, por assim dizer. São estágios fechados que desafiam o jogador em missões específicas de movimentação, combate, puzzles ou sutileza (o chamado “stealth”). Estes locais não fazem parte das missões principais, mas trazem recompensas para quem quer pegar as Conquistachievements — ou simplesmente aproveitar o jogo por completo.
A minha preocupação foi a ênfase com que demonstraram isso, sem falar muito das missões principais. Tenho medo que eles não tenham conseguido alterar a forma e a estrutura das missões principais e que elas continuem repetitivas, daí, para compensar, criaram toda essa coisa de estágios paralelos. Saberemos no dia 17 de Novembro.

No início, não dei muita importância a este jogo — a maioria dos jogos de DS ultimamente tem tido um estilo geral muito comum, e alguns só de ler o nome já dá pra imaginar a plataforma. Sakura Note parecia ser um desses, mas mesmo assim eu decidi ver o trailer, e acabei gostando do que vi.
Pra começar, o jogo vai contar com grandes nomes da indústria de games, como Nobuo Uematsu, Hideo Minaba e Akira Ueda. Uematsu é famoso pelas músicas de Final Fantasy, enquanto Minaba é o responsável pela arte de Lost Oddysey e Akira Ueda pelos cenários de Super Mario RPG e, mais recentemente, Contact. Isso não significa que o jogo vá ser um blockbuster ou mesmo que vá ser bom, mas certamente aumenta as chances!