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	<title>Continue » &#187; Quarta Indie</title>
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		<title>[Quarta Indie Especial] Seumas McNally, oito anos depois</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 13:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CINDY "MIWI" DALFOVO</dc:creator>
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   Hoje é sexta-feira, dia 21 de março. Não é dia de quarta-feira indie, por isso   os mais desavisados talvez estranhem essa coluna por aqui. Mas eu achei que colocar este   artigo em qualquer outro dia talvez não fosse o mais apropriado.
   Há oito anos, uma pessoa [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/03/seumas.png" alt="Seumas McNally" /></p>
<p align="justify">   Hoje é sexta-feira, dia 21 de março. Não é dia de quarta-feira indie, por isso   os mais desavisados talvez estranhem essa coluna por aqui. Mas eu achei que colocar este   artigo em qualquer outro dia talvez não fosse o mais apropriado.</p>
<p align="justify">   Há oito anos, uma pessoa que começava a fazer alguma diferença no mundo dos   jogos indie partiu deste mundo. Seu nome? Seumas McNally, o rapaz que   passou a dar o nome ao grande prêmio do   <a href="http://www.igf.com/" title="IGF" target="_blank">IGF</a>. Muitos fãs de jogos   independentes já se acostumaram a ver esse nome na lista de premiações do IGF,   e a verem a explicação do porquê do nome como &#8220;o nome de alguém que havia   ganhado o prêmio e morrera logo depois&#8221;. E o conhecimento da maioria das   pessoas acaba por aí, e a impressão que fica é de que &#8220;ah, ele fazia jogos,   morreu, e colocaram nome dele no prêmio por pena/consideração&#8221;.</p>
<p align="justify">   Não é bem assim.</p>
<p align="justify">   Seumas é uma dessas pessoas que, se estivesse viva, provavelmente estaria   trabalhando em algum grande estúdio, se quisesse. Ele não era apenas mais um   cara fazendo jogos, ele era alguém que, pouco tempo depois de aprender a   programar em C, já estava fazendo jogos impressionantes.</p>
<p align="justify">   O que eu gostaria com o artigo de hoje seria pintar uma imagem razoável desta   pessoa, para que ele deixasse de ser apenas &#8220;o nome de um grande prêmio&#8221;.</p>
<p align="justify">   Eu não sei como foi sua infância, eu não sei o que o levou a se tornar o tipo   de pessoa que ele era. Mas eu sei que ele era um batalhador. Eu não precisei   conhecê-lo para saber disso, não quando os fatos falam por si só: ele era   programador há cerca de três anos, e mais ou menos na mesma época ele foi   diagnosticado com   <a href="http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=458" title="Linfoma de Hodgkin" target="_blank">Linfoma   de Hodgkin</a>.</p>
<p align="justify">   Receber um diagnóstico de câncer aos dezoito anos e saber lidar com isso   certamente não é para qualquer um.</p>
<p align="justify">   Por algum motivo, até ler a respeito de Seumas, eu imaginava que ele tivesse   morrido em um acidente de carro. Para mim, era uma alternativa bem mais óbvia   do que imaginar um rapaz tão jovem fazendo tudo o que ele fez enquanto lidava   com uma doença tão séria.</p>
<p align="justify">   Eu fico imaginando se, por conta desse diagnóstico, a família de Seumas   resolveu que iria dar o maior apoio que fosse possível ao seu filho, sob todos   os aspectos, ou se eles iriam dar esse apoio de qualquer maneira. Os pais e o   irmão de Seumas o apoiaram a tal ponto que o pai de Jim o ajudou no level   design de   <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tread_Marks" title="Tread Marks" target="_blank">Tread   Marks</a>, o famoso jogo que ganhou o grande prêmio do IGF de 2000, sua mãe,   Wendy, fez alguns dos modelos e arte do jogo, e seu irmão, Philippe, fez a   maioria dos modelos e texturas.</p>
<p align="center">   <img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/03/seumas_familia.png" alt="Família McNally" /><em><br />
<font size="1">A família, da esquerda para a direita: o pai, Jim, Seumas, a mãe, Wendy, e o irmão, Philippe</font></em></p>
<p align="justify">   Tread Marks foi o último jogo lançado pelo time McNally, e ganhou três prêmios   no IGF: melhor jogo, excelência técnica, e melhor game design. Se   mesmo hoje jogos independentes que sejam 3D e realmente bem feitos são um   marco impressionante, o que poderíamos dizer sobre um jogo multiplayer de   tanques há oito anos? Com direito a terrenos afetados pelos bombadeios dos   tanques, o jogo era visualmente impressionante. E programado em C com OpenGL,   nada das facilidades de um Irrlicht, um Ogre3D ou mesmo um programa completo   como o 3D GameStudio.</p>
<p align="justify">   E Tread Marks foi o terceiro jogo comercial finalizado pelo estúdio   <a href="http://www.ldagames.com/" title="LDA" target="_blank">LDA</a> (Longbow Digital   Arts), empresa constituída pela família McNally e que iniciou suas atividades   em 1998. Antes dele veio DX-Ball 2, um jogo que se tornou referência nos   jogos estilo &#8220;breakout&#8221; independentes, e Tiger&#8217;s Bane, uma mistura de   shoot&#8217;em-up e estratégia. Além de um screensaver, Particle Fire. E, em memória   de Seumas, sua família fez um pequeno conto infantil, Norupa&#8217;s Lizard.</p>
<p align="center">   <a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/d1/Tread_Marks_boxart.png" target="_blank"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/d1/Tread_Marks_boxart.png" alt="Image:Tread Marks boxart.png" border="0" height="480" width="400" /></a><em><br />
<font size="1">&#8220;Pôster&#8221; de Tread Marks, com destaque para os prêmios recebidos</font></em></p>
<p align="justify">A empresa ainda existe, contando com os três membros da família de McNally e   outras duas pessoas, e a   <a href="http://www.ldagames.com/seumas/" title="página de Seumas" target="_blank">página   de Seumas</a> no site da empresa permanece inalterada.</p>
<p align="justify">   Se você ler a respeito dele em qualquer lugar, você vai descobrir como ele era   o tipo de pessoa que você gostaria de ter conhecido: ele não apenas   era inteligente o suficiente para fazer um jogo bom depois de apenas três anos de   conhecimento de C e OpenGL, ele também sabia a importância de compartilhar seu   conhecimento, sendo uma presença constante em fóruns e listas de discussão de   gamedev e de programação, como o   <a href="http://www.gamedev.net/" title="gamedev.net" target="_blank">gamedev.net</a>. E   ele não apenas estava lá, como se dispunha a colaborar com muitas das pessoas   que vinham em busca de ajuda, explicando em bom inglês sobre coisas como   programação e contagem de polígonos, além de dar exemplos em código.</p>
<p align="justify">   Quantas pessoas você conhece que, mesmo sendo super atarefadas por estarem   aprendendo algo e gerenciando uma empresa iniciante, ainda conseguem tempo   para tirarem dúvidas alheias e ainda responder todos os seus e-mails? Quantas   pessoas que você conhece são tão&#8230; humildes?</p>
<p align="justify">   Ao se olhar a biografia de Seumas, tem-se a impressão de que é possível   enxergar como ele lidava com a doença. Algumas pessoas se desperam de um   diagnóstico como esse, desistem das coisas. Outras decidem viver como se não   houvesse amanhã. Seumas parece ter decidido que iria fazer o que realmente   gostava, que era fazer jogos. E que iria compartilhar seu conhecimento com   todos que o buscassem, para ajudar aqueles que tinham o mesmo sonho que ele.</p>
<p align="justify">   Ao olhar isso, parece ainda mais óbvia a escolha de Seumas para dar nome ao   grande prêmio do IGF: ele não era apenas um programador, um desenvolvedor. Era   alguém profundamente apaixonado por fazer jogos, uma vocação tão inata que se   destacou nele quando ele recebeu um diagnóstico que o fez escolher o que era   realmente importante para ele. Ele continuou fazendo jogos não porque aquilo   lhe daria dinheiro, ou fama, ou por se tratar de um passatempo, mas porque   aquela era a paixão da sua vida.</p>
<p style="padding: 1em 0px" align="center">   <img src="http://docs.google.com/File?id=dfjr4ppq_58wsk4s6g5" /><em><br />
<font size="1">Seumas e John Carmack, da ID Software, quando ambos se conheceram graças a   um pedido de Seumas para a fundação Starlight</font></em></p>
<p align="justify">O nome de Seumas não deve ser lembrado como o de alguém que morreu de maneira   trágica, ou que desenvolveu um bom jogo, mas como alguém que deveria servir de   inspiração. Para quem também desenvolve jogos, para quem tem de lidar com uma   doença tão difícil, não importa: Seumas serviu de exemplo para ambos.</p>
<p align="justify">   Eu tenho uma paixão por jogos, embora isso normalmente não se demonstre   ficando horas programando e aprendendo sobre isso. Mas, para mim, Seumas   McNally se tornou um exemplo. Um nome que significa alguma coisa.</p>
<p align="justify">   Há cerca de um ano, uma pessoa que era muito importante para mim também morreu   de câncer. Eu ainda não &#8220;superei&#8221;, não aprendi a lidar com isso. Mas a   história de Seumas, de alguma maneira, ilumina meu coração nesse aspecto. É   quase engraçado pensar em como a biografia de uma pessoa que eu nunca conheci   pode fazer alguma diferença na minha vida.</p>
<p align="justify">   Então, hoje, façam algo em memória de Seumas. Joguem um jogo independente que   vocês nunca jogaram, ajudem alguém que precisa de ajuda em alguma área que   você entende, ou simplesmente vá abraçar alguém que é importante para você.   Corra atrás de seus sonhos, com todas as suas forças.</p>
<h1 align="center"><font color="#ff0000">»</font></h1>
<p align="justify">   E assim termina meu último artigo para a quarta-feira indie. Sim, eu não vou   mais escrever para o Continue, e essa coluna provavelmente irá se tornar a   coluna com a maior rotatividade de editores do blog, mas o que se pode fazer,   não é mesmo? Não estou saindo por nenhuma intriga, por nenhum lance de novela,   não se preocupem: apenas me dei conta de que estou no 3o ano da faculdade,   minhas tarefas estão cada vez mais puxadas, e há tanta coisa na minha vida que   está ficando realmente difícil garantir um bom artigo para o Continue toda   quarta-feira.</p>
<p align="justify">   Mas, se o Fábio deixar, quem sabe eu não apareço aqui de novo em uma Discussão   de Fim-de-semana, não é mesmo? <img src='http://continue.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p align="justify">   Adorei os comentários, o apoio. Fiquem na paz.</p>
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			</a>
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		<title>[Quarta Indie] Na Sexta!</title>
		<link>http://continue.com.br/19/03/2008/quarta-indie-na-sexta</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 13:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bracht</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Quarta Indie]]></category>
		<category><![CDATA[Umbigo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cindy &#8220;Miwi&#8221; pediu que eu avisasse aos leitores que, por um motivo especial (na verdade são dois motivos especiais), a Quarta Indie dessa semana será publicada na sexta. O que será que ela está aprontando? Mais dois dias para sabermos&#8230;

			
				
			
		


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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cindy &#8220;Miwi&#8221; pediu que eu avisasse aos leitores que, por um motivo especial (na verdade são dois motivos especiais), a Quarta Indie dessa semana será publicada na sexta. O que será que ela está aprontando? Mais dois dias para sabermos&#8230;
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		<title>[Quarta Indie] Seis razões pelas quais jogos independentes são legais</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 14:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CINDY "MIWI" DALFOVO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Indie Games]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta Indie]]></category>

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		<description><![CDATA[   Então, você já viu algumas edições da Quarta Indie por aqui. Já descobriu qual   seu maior evento, algumas de suas filosofias, alguns jogos que têm chamado a   atenção, além de ler sobre o desenvolvimento de jogos no Brasil. Até   mesmo já viu como os desenvolvedores independentes [...]


» Nenhum post relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>   Então, você já viu algumas edições da Quarta Indie por aqui. Já descobriu qual   seu maior evento, algumas de suas filosofias, alguns jogos que têm chamado a   atenção, além de ler sobre o desenvolvimento de jogos no Brasil. Até   mesmo já viu como os desenvolvedores independentes estão afetando o   mercado. Mas você ainda não está convencido de que deveria gastar alguns   minutos do seu dia jogando algo independente ou descobrindo algo novo   a esse respeito, ou alguns reais da sua carteira incentivando esses criadores.</p>
<p>Se esse é o seu caso, clique logo no continue porque o artigo de hoje é para você.</p>
<p><strong>6</strong><strong><font color="#ff0000">»</font></strong><strong> Se você quer aprender a programar ou modelar, fazer jogos é um bom   incentivo</strong></p>
<p>Como bom geek, você resolveu seguir a área de Design ou a área de Informática,   sonhando com seus modelos 3D fantásticos ou com o seu super programa de   dominação mundial. As aulas começam, e você se vê envolto por UMLs, gestão de   projeto, shaders e contagem de polígonos, e de repente você nem lembra mais   porque queria fazer aquela faculdade. As aulas se tornam tediosas.</p>
<p>Bom, que maneira melhor de se motivar para aprender essas coisas do que se perguntar &#8220;como eu posso usar isso para criar um jogo?&#8221; Vamos lá, se você nunca fez isso,   experimente: na próxima aula tediosa que você tiver, imagine-se usando aquele   conhecimento na criação de um jogo, nem que seja <em>Ultimate Atirador de Bolinhas de Papel no Professor: Championship Edition</em> ou qual do tipo. No mínimo, a aula passará bem mais rápido. E quem   sabe o próximo jogo interessante pode ser feito por você, não é mesmo?   <img src='http://continue.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="padding: 1em 0px" align="center">   <img src="http://docs.google.com/File?id=dfjr4ppq_54gxbwvfzx" /><br />
<em>Um polígono, dois polígonos&#8230; 1000 polígonos&#8230; agora é só girar essa   perspectiva e&#8230;</em></p>
<p><strong>5</strong><strong><font color="#ff0000">»</font></strong><strong> Aquelas idéias malucas, que seriam rejeitadas em qualquer grande   produtora, podem se tornar jogos legais</strong></p>
<p>Há tantos jogos para ilustrar este ponto que fica difícil escolher só um.   World of Goo? Audiosurf? Synaesthete? Crayon Physics? Every Extend? The Misadventures of   P.B. Winterbottom? São dezenas, centenas de jogos que, se fossem depender de   coisas triviais como <em>lucro</em>, jamais sairiam   de um caderno de idéias. Mesmo que depois as pessoas gostem tanto do jogo que   as grandes produtoras resolvam dar uma chance a eles, pouquissimas   desenvolvedoras investiriam em alguns jogos que acabaram se tornando   verdadeiras manias entre os jogadores.</p>
<p>Novamente, às vezes as desenvolvedores acabam aprendendo que pode ser   melhor dar uma chance aos jogadores de mostrarem o que eles querem.</p>
<p style="padding: 1em 0px" align="center">   <img src="http://docs.google.com/File?id=dfjr4ppq_55phf8hvtj" /><br />
<em>OK, Katamari é a prova de que mesmo grandes desenvolvedores investem em   idéias absurdas de vez em quando&#8230;.</em></p>
<p><strong>4</strong><strong><font color="#ff0000">»</font></strong><strong> Eles ressuscitam seus estilos favoritos de jogos</strong></p>
<p>Não importa se o seu gênero favorito é o de plataforma 2D, ou dos adventures   point-and-click, dos puzzles bizarros, dos jogos de navinha, ou dos jogos de   luta 2D: você andava se sentindo meio que abandonado nos últimos tempos, não é   mesmo? As grandes desenvolvedoras parecem ter decidido que alguns gêneros são   do passado e praticamente não têm investido mais em certos gêneros.</p>
<p>R-Type? The Pandora Directive? Mario Bros 2? Tudo isso parece coisa do   passado.</p>
<p>Até conhecer jogos como   <a href="http://www.indiegames.com/blog/2008/02/doujin_game_pick_uwabami_break.html" title="Uwabami Breakers" target="_blank">Uwabami   Breakers</a> (se um dia eu descobrir mais informações sobre ele, pode ter   certeza que vai surgir algo aqui ou no meu   <a href="http://diskchocolate.wordpress.com/" title="blog" target="_blank">blog</a>. Nem   que seja para dizer &#8220;YES, passei da primeira fase!&#8221;),   <a href="http://www.fatebynumbers.com/" title="Fate by Numbers" target="_blank">Fate by   Numbers</a>,   <a href="http://www.platformthegame.com/" title="Plataform" target="_blank">Platform</a>,   <a href="http://infotech.rim.zenno.info/products/blocksum/en/" title="Blocksum" target="_blank">Blocksum</a>.</p>
<p>Praticamente um Phoenix Down em gêneros que parecem ter sido abandonados pelas   grandes corporações. Ter a chance de voltar a conhecer novos jogos de seus   gênero favorito é um dos melhores motivos para dar uma chance ao jogos indie.</p>
<p>Afinal, eu pessoalmente não dou muita atenção se vejo   outro jogo-3D-de-gráficos<wbr></wbr>-toscos-e-jogabilidade-pouco<wbr></wbr>-criativa-de-FPS-genérico   só por se tratar de um jogo indie. Mas jogos como Fate by Numbers são   atraentes justamente por praticamente não terem concorrentes comerciais,   matando a vontade de jogadores que estavam quase conformados em verem seu   gênero favorito morrer.</p>
<p><strong>3</strong><strong><font color="#ff0000">»</font></strong><strong> Há tantos jogos sendo feitos e distribuídos de maneira gratuita, que   você pode jogar algo novo todos os dias, sem pagar nada por isso e sem quebrar   nenhuma lei de direito autoral</strong></p>
<p>Tá, você é um jogador. Desses que zeram jogos como quem acaba com a caixinha de   leite da geladeira. Você é apaixonado pelo assunto, adoraria seguir esse ramo   profissional. E, obviamente, você precisa de&#8230; jogos. Muitos deles.</p>
<p>Infelizmente, provavelmente você é um adolescente que não tem dinheiro para   comprar 10% dos jogos que você gostaria de jogar. O que fazer, então?</p>
<p>Não serei hipócrita &#8211; eu já usei pirata. Ainda uso, para certas coisas, apesar   de ter uma coleção linda de jogos originais de Wii. Mas isso não quer dizer   que eu ache isso uma coisa boa &#8212; eu sei que isso é errado, e por isso tento   evitar ao máximo, além de sempre procurar alternativas gratuitas (e legais)   para o que eu preciso.</p>
<p>Mas, com sites como o   <a href="http://www.kongregate.com/" title="Kongregate" target="_blank">Kongregate</a>,   você deveria realmente começar a pensar que talvez não seja necessário ter uma   coleção de uma centena de piratões para o seu PS2 para se divertir &#8211; existem tantos jogos   disponíveis de maneira gratuita neste site, que é praticamente impossível você   não gostar de alguns deles. E com o dinheiro que você economiza em mídias para   gravar piratas, você pode comprar um original a cada dois, três meses, ou   mesmo aproveitar que alguns jogos de PS2 estão a 50 reais em algumas lojas.</p>
<p>No Kongregate, você tem até mesmo pontos e Badges (o equivalente aos   Achievements da Live) que pode exibir para os seus amigos,   sem medo de ser banido repentinamente por não estar pagando para ter o jogo.</p>
<p>Não que você vá abandonar os jogos das grandes corporações, claro, mas não é   legal dar uma chance para jogos diferentes sem aquela vozinha na sua   consciência reclamando que você está fazendo algo errado?</p>
<p><strong>2</strong><strong><font color="#ff0000">»</font></strong><strong> Portal não existiria se não houvesse desenvolvimento de jogos indie.</strong></p>
<p>Portal não existiria sem Narbacular Drop. Aliás, acho que alguns de vocês já   cansaram de me ver mencionando esses jogos por aqui, não é mesmo? Bom, o que   eu posso fazer, se um dos melhores jogos do ano passado surgiu de uma   iniciativa indie? <img src='http://continue.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Você, meu caro leitor bem informado, pode argumentar que Narbacular Drop foi   desenvolvido como projeto de conclusão de curso da graduação na Digipen &#8212;   oras, quem estuda nessa faculdade costuma ser contratado por grandes empresas,   como a Nintendo, que fica logo ali do lado. O que há de indie nisso, então?</p>
<p>Bom, Narbacular Drop foi desenvolvido sem a ajuda de nenhuma grande   corporação, o que o caracteriza como jogo independente. Mais importante do que   isso, não fosse a imensa comunidade de pessoas que apóiam os jogos indie, seja   desenvolvendo, escrevendo artigos a respeito ou simplesmente jogando,   Narbacular Drop teria passado despercebido. E, se fosse assim, a Valve não   teria contratado aquela equipe para fazer Portal.</p>
<p><strong>1</strong><strong><font color="#ff0000">»</font></strong><strong> Aquele sonho de ser Game Designer parece mais próximo quando você   descobre que pessoas como eu e você estão por aí, fazendo jogos legais.</strong></p>
<p>Se você é um gamer de carteirinha, daqueles que já jogou todo tipo de jogo e   vive devorando artigos e notícias a respeito disso, você provavelmente já teve   (ou tem) o sonho de ter como profissão &#8220;Game Designer&#8221;. Como eu, quando lhe   perguntavam o que você queria ser quando crescer, ao invés dos usuais   &#8220;modelo&#8221;, &#8220;bombeiro&#8221;, &#8220;astronauta&#8221;,&#8221;atriz/ator&#8221;, a sua resposta era um &#8220;eu   quero fazer jogos!&#8221; seguido de um imenso sorriso triunfante.</p>
<p>Aí nós crescemos, começamos a entender melhor sobre o mercado e sobre o país   em que vivemos, e de repente aquele sonho parece tão distante quanto aquele de   ser astronauta.</p>
<p>Isso até você descobrir que existem pessoas como você, que começaram a brincar   com jogos nos horários de folga, que conseguiram fazer jogos legais. Talvez   gratuitos, talvez não. O grande vencedor do IGF desse ano era um projeto   simples &#8212; sem gráficos absurdos, sem cinquenta mil inimigos com uma   inteligência artificial super avançada. Ainda assim, ele é tão completo dentro   do que se propõe que é difícil não se impressionar.</p>
<p>E é o tipo de jogo que você olha e pensa &#8220;ei, se eu tentasse, se eu realmente   tentasse, eu poderia fazer algo assim&#8221;. Quer dizer, você precisaria ter uma   idéia tão interessante quanto, mas é muito menos assustador pensar que o maior   desafio está dentro da sua cabeça e não em quanto dinheiro e tempo você tem   para investir nisso.</p>
<p>E para vocês? Quais são as melhores razões para se gostar de jogos independentes?</p>
<h1 align="center"><font color="#ff0000">»</font></h1>
<p>Ah, e se você leu até aqui se perguntando &#8220;mas por que seis razões, e não cinco ou dez?&#8221;, eu lhes digo: iam ser cinco, mas eu não consegui escolher tão poucas! E com dez o artigo ficaria em proporções gigantes de novo, como aconteceu na última coluna, e eu não queria isso. <img src='http://continue.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O que obviamente não impediu este artigo de também ficar exageradamente grande.
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<p>» Nenhum post relacionado.</p>]]></content:encoded>
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		<title>[Quarta Indie] Indústria Indie nacional? Isso existe?</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 13:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CINDY "MIWI" DALFOVO</dc:creator>
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No penúltimo artigo, eu falei sobre jogos indie que chegaram ao grande mercado.   Casos americanos e europeus. Mas há outro caso ainda, um caso que eu não   poderia me esquecer ao falar sobre jogos independentes que chegaram ao mercado   de massa. Ao menos não ao falar sobre isso em [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/03/indiegames_brasil.jpg" alt="Indie Games Brasil" /></p>
<p>No penúltimo artigo, eu falei sobre jogos indie que chegaram ao grande mercado.   Casos americanos e europeus. Mas há outro caso ainda, um caso que eu não   poderia me esquecer ao falar sobre jogos independentes que chegaram ao mercado   de massa. Ao menos não ao falar sobre isso em um blog brasileiro, já que é um   exemplo claro de que não, não é só lá fora que você pode perseguir seu sonho   de conseguir partir do desenvolvimento independente e chegar às mãos das multidões.</p>
<p>Você conhece a   <a href="http://www.mdev.com.br/" title="MDev" target="_blank">MDev</a>? A   menos que seja realmente aficcionado pelo assunto de desenvolvimento de jogos   no Brasil ou fanático por conteúdo para celular, é provável que não. Mas você vai ficar sabendo sobre ela e algumas coisitchas mais, após o continue.</p>
<p>A MDev foi fundada por um rapaz que, desde os 13 anos, quis trabalhar com jogos,   desenvolvendo-os e criando-os em casa. Depois de fazer seu curso em Ciências   da Computação e seu Mestrado em Inteligência Artificial, ele criou a   Palmsoft, empresa especializada na criação de jogos para palmtops e celulares.   E você acha que pelo fato de ter um curso em Ciências da Computação e um   mestrado em IA o caminho deste rapaz, Denis Coelho, foi fácil? Nem de longe: foi preciso muita determinação e persistência para, durante cerca de dois anos,   apenas desenvolver jogos, sem vendê-los.</p>
<p>Mas um dia ele cruzou com Valter Bittencourt, empresário do ramo de   telecomunicações e que viu na pequena empresa um grande potencial. Hoje ela é conhecida como MDev e desenvolve para as mais diversas   operadores do Brasil e do mundo, seus jogos marcado presença inclusive em celulares de países como   Malásia, Ucrânica, Chile e México. Aliás, a empresa não pertence mais a Denis   Coelho, e sim ao grupo CRE8, que a comprou por US$1,6 milhão. Hoje em dia,   Denis trabalha na empresa em um cargo de nome bonito: Diretor de P&amp;D de   Games. Um título que provavelmente faz qualquer desenvolvedor brasileiro   sentir uma pontinha de inveja ao ler.</p>
<p><img src="http://docs.google.com/File?id=dfjr4ppq_40dvj3mcpr" class="image-right" alt="Crimson Afterdusk: elementos de RPG e puzzle, e um estilo que lembra Castlevania. E roda no seu celular." />Exemplos como dele chegaram até mesmo a serem   <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20071127/not_imp86211,0.php" title="notícia" target="_blank">notícia</a>   no Estadão, e é prova de no mínimo duas coisas: a de que é possível, sim,   conseguir sobreviver de jogos, mesmo no Brasil, mas que isso não é, nem de   longe, fácil. Foram cinco anos na faculdade, mais alguns anos no mestrado,   dois anos desenvolvendo e dispendendo tempo e recursos sem obter retorno   financeiro. Não fosse a paixão do homem pelo desenvolvimento de jogos, ele   já teria desistido da idéia há muito tempo para se dedicar a uma área de   retorno mais rápido e certo, como o desenvolvimento de softwares para grandes   empresas.</p>
<p>E este não é o único exemplo. A   <a href="http://www.techfront.com.br/site.htm" title="Techfront" target="_blank">Techfront</a>,   empresa fundada em Curitiba e que atualmente possui uma filial em   Florianópolis, já possui diversos de seus produtos em grandes portais e   atualmente detém as licenças para desenvolver para Wii e DS. Ela pretende   dobrar de tamanho em 2008. E você duvida dessa possibilidade? Eu certamente   não duvidaria, não agora que a Techfront possui um contrato com a americana   <a href="http://www.egames.com/" title="EGames" target="_blank">EGames</a> e   que já tem um jogo que ficou durante algum tempo na lista dos mais baixados no   portal   <a href="http://www.yahoo.com/" title="Yahoo!" target="_blank">Yahoo!</a>.</p>
<p>É uma empresa nova, fundada em 2006, mas que cresce de maneira espantosa. E,   como vocês devem saber, grandes crescimentos costumam atrair grandes   investimentos, como no caso da americana EGames, que resolveu investir na   Techfront.</p>
<p>Há algumas quartas-feiras, nesta mesma coluna, o Vinícius   <a href="http://continue.com.br/02/01/2008/quarta-indie-cave-days-independente-brasileiro-e-com-jeitao-retro" title="escreveu" target="_blank">escreveu</a>   sobre outro jogo brasileiro independente, o Cave Days, feito por um   estúdio brasileiro que usa uma fórmula muito comum lá nos EUA, mas não muito   por aqui: disponibiliza um demo e, caso o jogador se interesse, ele pode   baixar a versão completa se a comprar.</p>
<p>A   <a href="http://www.abragames.org/index.html" title="Abragames" target="_blank">Abragames</a>   (Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Eletrônicos) conta com um   número cada vez maior de associados. E mesmo a toda-poderosa Sony, que até hoje nunca   deu muita bola para o Brasil,   <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/11/09/ult530u5573.jhtm" title="começa" target="_blank">começa</a>   a querer redimir o erro de não ter investido antes no Brasil, prometendo apoio   às universidades e aos desenvolvedores brasileiros de jogos. E uma grande   empresa como essa dificilmente decidiria investir em algo sem uma chance   razoável de retorno, não é mesmo?</p>
<p>Se você achava que o mercado de jogos em nosso país não tinha futuro&#8230; bom,   se até mesmo a toda-poderosa Sony já reviu seus conceitos sobre isso, por que não   você?</p>
<p>Até quarta que vem!
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>[Quarta Indie] Os Premiados da 10ª Edição do IGF &#8211; Independent Games Festival</title>
		<link>http://continue.com.br/27/02/2008/quarta-indie-os-premiados-da-10%c2%aa-edicao-do-igr-independent-games-festival</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 13:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CINDY "MIWI" DALFOVO</dc:creator>
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		<category><![CDATA[AudioSurf]]></category>
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		<description><![CDATA[Vocês já leram sobre o   IGF em uma   Quarta   Indie, e portanto já conhecem a importância desse super evento, não é   mesmo? Pois bem, na última quarta-feira (é, eles também curtem quartas   indies!) foram anunciados os vencedores da décima edição do evento. Entre os  [...]


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<li><a href='http://continue.com.br/05/03/2008/quarta-indie-industria-indie-nacional-isso-existe' rel='bookmark' title='Permanent Link: [Quarta Indie] Indústria Indie nacional? Isso existe?'>[Quarta Indie] Indústria Indie nacional? Isso existe?</a></li>
<li><a href='http://continue.com.br/21/03/2008/quarta-indie-especial-seumas-mcnally-oito-anos-depois' rel='bookmark' title='Permanent Link: [Quarta Indie Especial] Seumas McNally, oito anos depois'>[Quarta Indie Especial] Seumas McNally, oito anos depois</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vocês já leram sobre o   <a href="http://www.igf.com/" title="IGF" target="_blank">IGF</a> em uma   <a href="http://continue.com.br/16/01/2008/quarta-indie-independent-games-festival-2008" title="Quarta Indie" target="_blank">Quarta   Indie</a>, e portanto já conhecem a importância desse super evento, não é   mesmo? Pois bem, na última quarta-feira (é, eles também curtem quartas   indies!) foram anunciados os vencedores da décima edição do evento. Entre os   ganhadores estão alguns favoritos do pessoal daqui do Continue, como vocês   podem conferir:</p>
<p><strong>Excelência Técnica:</strong>    <img src="http://docs.google.com/File?id=dfjr4ppq_46gp5ztwc5" style="width: 460px" height="78" width="453" /></p>
<p>Se você tem acompanhado essa coluna, esse nome não lhe será estranho, já   que falamos   <a href="http://2dboy.com/games.php" title="dele" target="_blank">dele</a>   em um   <a href="http://continue.com.br/13/02/2008/quarta-indie-experimental-gameplay-project-o-outro-coracao-indie" title="artigo" target="_blank">artigo</a>   anterior, sobre o projeto   <a href="http://www.experimentalgameplay.com/" title="Experimental Gameplay Project" target="_blank">Experimental   Gameplay Project</a>. A idéia do jogo consiste em construir estruturas feitas   de Goos (que, segundo o autor do jogo, não sabem que estão em um jogo. Ou que   são deliciosos). Para quê? Bom, nos seus projetos iniciais,   <a href="http://www.experimentalgameplay.com/game.php?g=1" title="Tower of Goo" target="_blank">Tower   of Goo</a> e   <a href="http://www.experimentalgameplay.com/game.php?g=17" title="Tower of Goo Unlimited" target="_blank">Tower   of Goo Unlimited</a>, a idéia era tão simples quanto tentar fazer a maior   torre de Goo que você conseguisse sem deixar que a estrutura começasse a cair.   No seu projeto &#8220;real&#8221;, World of Goo, que será lançado para PC, Wii, Mac e   Linux, seus objetivos podem ir desde atravessar um abismo, escapar da língua   de um sapo gigante e girar engrenagens, entre outras bizarrices, como você   pode conferir   <a href="http://www.dailymotion.com/video/x2y52j_world-of-goo-gameplay-trailer_tech" title="nesse" target="_blank">nesse</a>   vídeo.</p>
<p>Entre seus concorrentes estavam   <a href="http://apaththroughpossibility.blogspot.com/" title="Goo!" target="_blank">Goo!</a>   (você também estranha a coincidência de nomes?), um jogo de estratégia   diferente, com direito a suporte a webcam e que eu infelizmente não pude jogar   por não ter um controle de XBOX 360 no pc,   <a href="http://www.audio-surf.com/" title="Audiosurf" target="_blank">Audiosurf</a>,   <a href="http://www.axiomoverdrive.com/" title="Axion Overdrive" target="_blank">Axiom:   Overdrive</a>, que está sendo desenvolvido para o XBOX Live Arcade e é uma   mistura de ação com puzzle voltados a física, e   <a href="http://www.gumboytournament.com/" title="Gumboy Tournament" target="_blank">Gumboy   Tournament</a>, um jogo de bolinhas coloridas em um mundo ainda mais   colorido.</p>
<p><strong>Excelência em Artes Visuais: Fez</strong></p>
<p style="padding: 1em 0px" align="center">   <img src="http://docs.google.com/File?id=dfjr4ppq_47kpgg2mgk" /><br />
<em>Uma tela de um projeto não usado de Super Paper Mario, digo, uma tela de   Fez, o jogo que pelo menos só pode ser comparado a um outro jogo, e não a   centenas.</em></p>
<p>A premissa lembra Super Paper Mario: você é um personagem 2D que pode   intercalar suas aventuras entre o mundo 2D e o 3D para conseguir chegar aos   seus objetivos. Mas, olhando o screenshot acima e o   <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FrVVIVyLx-Y" title="vídeo" target="_blank">vídeo</a>   divulgado pelo autor em seu   <a href="http://www.kokoromi.org/fez" title="site" target="_blank">site</a>,   você pode perceber que não se trata de uma cópia barata: o estilo plataforma   se apresenta de maneira louvável, tão belo em 2D quanto em 3D.</p>
<p>Se você é como eu e AMOU Super Paper Mario, provavelmente está ansioso para   jogar Fez. Infelizmente, ele ainda não possui nenhum tipo de demo ou mesmo a   versão final, ou um protótipo, enfim, nada que nos possa colocar dentro   desse jogo. Mas assim que eu tiver novidades sobre isso, eu aviso vocês.</p>
<p>Concorriam com ele   <a href="http://www.cactus-soft.co.nr/" title="Clean Asia!," target="_blank">Clean   Asia!,</a> um shooter um tanto quanto diferente,   <a href="http://www.fun-motion.com/physics-games/hammerfall/" title="Hammerfall" target="_blank">Hammerfall</a>,   <a href="http://www.synaesthetegame.com/" title="Synaesthete" target="_blank">Synaesthete</a> &#8212; outro grande jogo feito por estudantes da Digipen, a mesma faculdade que   formou a equipe de   <a href="http://www.nuclearmonkeysoftware.com/" title="Narbacular Drop" target="_blank">Narbacular   Drop</a> &#8212; e   <a href="http://www.tale-of-tales.com/ThePath/" title="The Path" target="_blank">The   Path</a>, um jogo que você ainda vai me ver falando por aqui.</p>
<p><strong>Prêmio de Design mais Inovador: World of Goo</strong></p>
<p>Não, você não está lendo errado: World of Goo ganhou outro prêmio.</p>
<p>Como vocês já leram sobre World of Goo ali em cima, não vou me repetir e   voltar a ficar falando sobre o jogo, vamos dar uma olhada rápida nos seus   concorrentes:   <a href="http://www.wyrdysm.com/" title="Battleships Forever" target="_blank">Battleships   Forever</a>, um jogo feito no Game Maker por um estudante de Singapura,   provando a globalização do mundo indie, e a não-necessidade de ter a engine   perfeito ou os melhores conhecimentos em programação do mundo para se fazer um   bom jogo (quem sabe um dia veremos um brasileiro concorrendo no IGF? Ou mesmo   uma brasileira? ;D Aliás, será que isso já não aconteceu? Aguardem artigos a   respeito disso se eu encontrar   algo),<a href="http://www.kokoromi.org/fez" title="Fez" target="_blank">Fez</a>,   que ganhou o prêmio de excelência em artes visuais ali em cima,   <a href="http://www.fretnice.com/" title="Fret Nice" target="_blank">Fret   Nice</a>, um jogo de plataforma no qual você controle seu personagem com a   ajuda da sua&#8230; guitarra,   e <a href="http://www.largeanimal.com/games/deluxe/snapshot-adventures-secret-of-bird-island" title="Snapshot Adventures: Secret of Bird Island" target="_blank">Snapshot   Adventures: Secret of Bird Island</a>, onde seu objetivo é tirar fotos de   pássaros.</p>
<p><strong>Excelência em Áudio: Audiosurf</strong></p>
<p style="padding: 1em 0px" align="center">   <img src="http://docs.google.com/File?id=dfjr4ppq_48fkrv2mgt" /><br />
<em>Ride your song, babe! É fácil se esquecer dos objetivos do jogo quando se   está &#8220;surfando&#8221; ao som da sua música favorita.</em></p>
<p>Pois é, esse é um dos favoritos daqui do pessoal, como você já deve ter   <a href="http://continue.com.br/22/02/2008/balburdia-ou-como-eu-amo-audiosurf" title="percebido" target="_blank">percebido</a>.   E não é para menos: jogo de ritmo no qual você pode escolher a   trilha sonora e que ainda tem uma jogabilidade diferenciada? Genial. Diversos níveis de dificuldade, ranking entre pessoas que   jogaram a mesma música, músicas mais jogadas que podem ser vista no   <a href="http://www.audio-surf.com/" title="site oficial" target="_blank">site   oficial</a> do jogo&#8230;</p>
<p>Se você gosta de músicas que jamais seriam usadas oficialmente em jogos do gênero, essa é a sua chance de fazer uma viagem ao som da sua música favorita!   Aliás, Audiosurf ganha ainda mais ponto no movimento indie por ser mais um   jogo que   <a href="http://continue.com.br/20/02/2008/quarta-indie-os-indies-que-ganharam-o-mundo" title="ganhou o mundo" target="_blank">ganhou   o mundo</a> e agora está sendo vendida via   <a href="http://www.steamgames.com/v/index.php?area=game&amp;AppId=12900" title="Steam" target="_blank">Steam</a>.   Por apenas 9.95 dólares, você pode ter o jogo completinho, com todos os modos   de jogo (visualizados através dos personagens/naves que você pode utilizar) e   a trilha sonora original do Orange Box ainda vem de brinde no pacote.   Genial<sup>2</sup>!</p>
<p>Concorriam com ele outros jogos que tinham a música como um de seus elementos   principais de jogo:   <a href="http://www.fretnice.com/" title="Fret Nice" target="_blank">Fret   Nice</a>,   <a href="http://secretexit.com/games/cinnamonbeats" title="Cinnamon Beats" target="_blank">Cinnamon   Beats</a>, uma mistura estranha de bolas, objetos de cozinha e ritmo,   <a href="http://www.cactus-soft.co.nr/" title="Clean Asia!" target="_blank">Clean   Asia!</a> e   <a href="http://www.ookibloks.com/" title="OokiBlocks" target="_blank">OokiBloks</a>,   um jogo japonês de um macaco fofinho e colorido que também envolve   música, e que é o primeiro jogo que eu já vi que é descrito como &#8220;o jogo   mágico musical de ação e puzzle!&#8221;.</p>
<p>Aliás, Audiosurf é bom demais para ganhar apenas o prêmio de excelência em   áudio, por isso ele também ganhou o prêmio de&#8230;</p>
<p><strong>Escolha do Público: Audiosurf</strong></p>
<p>O que, considerando a quantidade de fãs que ele tem considerando apenas esse   blog, não é algo assim tão surpreendente.</p>
<p>O IGF possui outros prêmios além dos técnicos e de excelência em algum aspecto   do jogo, sendo eles:</p>
<p><strong>Mostra dos Estudantes: Synaesthete</strong></p>
<p style="padding: 1em 0px" align="center">   <img src="http://docs.google.com/File?id=dfjr4ppq_49gts3v6gq" /><br />
<em>Se você não consegue entender essa imagem, não se preocupe: você não é o   único</em></p>
<p>Mais um daqueles jogos vindos da Digipen e que tem muito para conquistar um   número cada vez maior de fãs,   <a href="https://typo3.digipen.edu/index.php?id=986" title="Synaesthete" target="_blank">Synaesthete</a>   é um jogo de tiro bem diferente. É um jogo de ritmo que pede para você apertar   as teclas no ritmo certo para conseguir atirar nos seus inimigos, ao mesmo   tempo em que você deve correr pela sala desviando dos inimigos que   insistentemente continuam a correr na sua direção e a sala continua a piscar e   se transformar conforme o ritmo da música. Aliás, trata-se de uma experiência   visual tão intensa que aquele aviso para pessoas com problemas epilépticos NÃO   está lá à toa. Sério.</p>
<p>Essa categoria possuía o maior número de concorrentes, mas eu gostaria de   citar em especial outro concorrente, o já conhecido Crayon Physics Deluxe, e   um jogo que me chamou muito a atenção,   <a href="http://www.winterbottomgame.com/" title="The Misadventures of P.B. Winterbottom" target="_blank">The   Misadventures of P.B. Winterbottom</a>, um jogo com um visual diferente em   preto-e-branco no qual seu personagem é o seu personagem, mas também serve   para lhe ajudar a superar obstáculos das mais diversas formas possíveis, já   que você vai criando &#8220;clones&#8221; de si mesmo para conseguir continuar sua   jornada. Especialmente depois de ver o   <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KDxX3AQHogk" title="vídeo" target="_blank">vídeo</a>,   estou muito ansiosa pela oportunidade de jogá-lo.</p>
<p>Também concorriam   <a href="http://poesysteme.free.fr/index.php?section=about" title="poesysteme" target="_blank">poesysteme</a>,   <a href="http://etc.cmu.edu/projects/igf/" title="Polarity" target="_blank">Polarity</a>,   <a href="http://www.empyrealnocturne.com/" title="Empyreal Nocturne" target="_blank">Empyreal   Nocturne</a>,   <a href="http://www.ithandil.net/galaxy/" title="Galaxy Scrapper" target="_blank">Galaxy   Scrapper</a>,   <a href="http://www.underwaterbase.com/" title="Gesundheit!" target="_blank">Gesundheit!</a>,   <a href="http://www.inventivedingo.com/mayhemig" title="Mayhem Intergalactic" target="_blank">Mayhem   Intergalactic</a>,   <a href="http://indygamer.blogspot.com/2007/12/new-rckblende-mirror.html" title="Ruckblende (Flashback)" target="_blank">Ruckblende   (Flashback)</a>,   <a href="http://www.foamzilla.com/" title="Foamzilla" target="_blank">Foamzilla</a> (um   MOD de UT2004) e   <a href="http://www.playflipside.com/" title="Flipside" target="_blank">Flipside</a> (um   MOD de HL2, mas que se eu não avisasse isso você nem iria perceber).</p>
<p><strong>Melhor Jogo para Web: <a href="http://onetonghost.com/" title="Iron Dukes" target="_blank">Iron   Dukes</a> </strong></p>
<p>Admito que estava torcendo por   <a href="http://triachnid.com/" title="Tri-Achnid" target="_blank">Tri-Achnid</a>, o jogo   no qual você controla uma aranha&#8230; puxando-a pelas pernas. OK, confesso que   metade da minha diversão no jogo foi ficar puxando sadisticamente as perninhas   da pobre aranha. Já mencionei minha fobia de aranhas? Mas, sobre Iron Dukes,   trata-se de um jogo com gráficos cartunescos no qual você é um caçador de   recompensas. Desculpa não falar mais sobre esse jogo, mas sinceramente ele não   conseguiu chamar a minha atenção. Ainda mais com TANTOS jogos para web bons   por aí&#8230;</p>
<p>Concorria também   <a href="http://www.globulos.com/" title="Globulos," target="_blank">Globulos,</a> um jogo   multiplayer repleto de mini-games (e olha que nem é para o Wii!)   com&#8230; bolinhas.</p>
<p><strong>Prêmio Gleemie</strong></p>
<p><strong>Vencedor:</strong><a href="http://www.handdrawngames.com/desktoptd/game.asp" title="Desktop Tower Defense" target="_blank"><strong>Desktop   Tower Defense</strong></a></p>
<p><strong>2o lugar:   </strong><a href="http://www.skyrates.net/" title="Skyrates" target="_blank"><strong>Skyrates</strong></a></p>
<p><strong>3o lugar:   </strong><a href="http://www.igf.com/php-bin/entry2008.php?id=20" title="Quadradius" target="_blank"><strong>Quadradius</strong></a>   (déja vu? sim, você já   <a href="http://continue.com.br/21/01/2008/joguetes-4-golfe-para-as-massas-um-joguete-enche-linguica-e-um-xadrez-with-lasers" title="leu" target="_blank">leu</a>   sobre esse jogo por aqui)</p>
<p style="padding: 1em 0px" align="center">   <img src="http://docs.google.com/File?id=dfjr4ppq_50dkv5v9g3" /><br />
<em>Deskto Tower Defense, e suas super unidades de defesa contra os pinos do   mal.</em></p>
<p>Mas afinal, o que é esse prêmio Gleemie? Trata-se de um prêmio especial feito   pela associação entre IGF e Wizards of the Coast (alguém joga Magic aí?), que   procurou promover jogos de estratégia com alguma inovação e que, além de   premiar seus vencedores com dinheiro, também abria a possiblidade de publicar   os jogos em seu portal   <a href="http://www.gleemax.com/Comms/Login/Default/default.aspx" title="Gleemax" target="_blank">Gleemax</a>.</p>
<p>Desktop Tower Defense é um jogo de estratégia que consiste em   posicionar unidades no seu campo de batalha e então iniciar a dita batalha,   apenas observando como as unidades que você colocou em campo protegem seu   território. Skyrates é um jogo online e multiplayer, no qual você está em um   mundo de ilhas flutuantes e que busca uma experiência que seja agradável mesmo   para aqueles que jogam durante poucos minutos de cada vez. Quadradius&#8230; bom,   acho que o Fábio já deu a melhor definição: &#8220;Xadrez with lasers&#8221;.</p>
<p>Concorriam alguns outros jogos já conhecidos:   <a href="http://www.kloonigames.com/crayon/" title="Crayon Physics Deluxe" target="_blank">Crayon   Physics Deluxe</a> e   <a href="http://2dboy.com/" title="World of Goo" target="_blank">World of Goo</a>, além   de   <a href="http://etc.cmu.edu/projects/igf/" title="Polarity" target="_blank">Polarity</a> e   <a href="http://www.soldak.com/" title="Depths of Peril" target="_blank">Depths of   Peril</a>.</p>
<p>Ah, e o prêmio que você mais queria ver, mais queria saber qual seria o   ganhador&#8230; o prêmio que é a &#8220;cereja do bolo&#8221; da noite! <strong>O grande prêmio   Seumas McNally Game of The Year</strong>!</p>
<p>E o vencedor é&#8230; *rufar de tambores* &#8230;<strong>CRAYOOOOON PHYSIIIIICS   DELUUUUUXE!</strong> *começa a cair purpurina pelo palco* *som de palmas*</p>
<p style="padding: 1em 0px" align="center">   <img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/02/cpd.jpg" alt="cpd.jpg" /><br />
<em>Crayon physics Deluxe, o grande vencedor da noite!</em></p>
<p>Eu poderia fazer um artigo inteiro APENAS sobre esse jogo (e talvez até o   faça, veremos ;D), então o que dizer aqui sem soar redundante? A   versão Deluxe ainda não está disponível ao público, infelizmente, mas muitos   já jogaram a primeira versão, que pode ser encontrada no   <a href="http://www.kloonigames.com/crayon/" title="site" target="_blank">site</a> do   autor do jogo. Ela tem como maior limitação o fato de   podermos apenas desenhar quadrados e retângulos, enquanto na versão Deluxe   existe a possibilidade de desenhar bolas, estrelas, etc. Tudo o que eu pude conferir   da versão Deluxe consiste   <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QsTqspnvAaI" title="nesse" target="_blank">nesse</a>   vídeo, que me deixa com ainda mais vontade de jogá-la.   Infelizmente, isso ainda não tem data para ocorrer, já que a data de   lançamento continua como &#8220;quando estiver pronto&#8221; no site do autor.</p>
<p>Ah, para quem não conhece o jogo, façam o seguinte: imaginem-se no meio de uma   aula. Aquelas aulas super legais, da matéria que você mais detesta, numa   segunda-feira de manhã. Você começa a rabiscar no seu caderno &#8211; uma casinha,   bonequinhos zé-palito, objetos. Você já fez isso &#8212; todo mundo já fez, até   mesmo pessoas sem o menor talento artístico para desenhar, como eu. Agora,   imagine que seus desenhos começassem a interagir, que o quadrado que você   desenhou lá em cima na folha caísse na direção do gramado que você desenhou lá   embaixo, batesse numa bola, que começasse a rolar sobre o gramado&#8230; <em>isso</em> é   Crayon Physics Deluxe: leve sua bolinha até a estrela marcada na tela,   desenhando objetos que interajam de maneira a levar a bolinha até seu destino.   Isso com gráficos que realmente parecem feitos com giz de cera colorido em uma   folha de papel.</p>
<p>Você está esperando ansionsamente a versão Deluxe do jogo? Pois   junte-se ao time! Aliás, quer jogo melhor para jogar na cara de quem diz que   &#8220;gráficos são tudo&#8221; do que Crayon Physics Deluxe? Os gráficos do jogo são tão   simples que parecem feitos pelo seu primo de 8 anos de idade (mesmo), mas o visual   do jogo é tão bem acabado que tudo combina e você realmente não se importa   com algo tão trivial quanto gráficos.</p>
<p>É a vitória do conceito sobre todo o resto. <img src='http://continue.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Concorreram com ele   <a href="http://www.audio-surf.com/" title="Audiosurf" target="_blank">Audiosurf</a>,   <a href="http://www.fun-motion.com/physics-games/hammerfall/" title="Hammerfall" target="_blank">Hammerfall</a>,   no qual você deve girar sua arma para atingir seus inimigos,   <a href="http://www.konjak.org/" title="Noitu Love 2: Devolution" target="_blank">Noitu   Love 2: Devolution</a>, um beat&#8217;em up com uma mecânica de jogo e uso do mouse   diferentes e   <a href="http://2dboy.com/" title="World of Goo" target="_blank">World of   Goo</a>. Aliás, você deveria jogar/conhecer todos eles, já que ser indicado a   este prêmio não é para qualquer um.</p>
<p>E vocês? Quais foram os SEUS favoritos indies de 2007? Espero que tenham   gostado, e que tenham lido até aqui, já que este é o maior artigo que eu já   escrevi aqui para o Continue. Ah, e obrigada pelos comentários nas outras duas   colunas, é sempre bom receber feedback. <img src='http://continue.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Até semana que vem!
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			</a>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>[Quarta Indie] Os indies que ganharam o mundo!</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 12:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CINDY "MIWI" DALFOVO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta Indie]]></category>
		<category><![CDATA[De Blob]]></category>
		<category><![CDATA[Digipen]]></category>
		<category><![CDATA[Eets]]></category>
		<category><![CDATA[Narbacular Drop]]></category>
		<category><![CDATA[Portal]]></category>

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Todo indie sonha em, um dia, ter seu jogo distribuído para o maior número   possível de pessoas. Um verdadeiro desenvolvedor independente não tem aquele   pensamento elitista de querer que seus jogos sejam &#8220;cults&#8221; e &#8220;obscuros&#8221;, não   se engane &#8212; ao fazer um jogo, um dos maiores desejos de quem [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/02/deblob_abre.jpg" alt="De Blob" /></p>
<p>Todo indie sonha em, um dia, ter seu jogo distribuído para o maior número   possível de pessoas. Um verdadeiro desenvolvedor independente não tem aquele   pensamento elitista de querer que seus jogos sejam &#8220;cults&#8221; e &#8220;obscuros&#8221;, não   se engane &#8212; ao fazer um jogo, um dos maiores desejos de quem o faz é ver as   pessoas jogando-o e gostando de jogá-lo. Hoje vamos falar de alguns desenvolvedores que conseguiram   ampliar a distribuição de seu jogo através de contratos com grandes empresas   do ramo. Desenvolvedores que começaram com uma mão na frente e outra atrás, movidos   essencialmente pela sua paixão pelo assunto, e hoje trazem grandes experiências de diversão e magia para todos os que quiserem tê-las.</p>
<p>O exemplo mais famoso, ao menos atualmente, é o da equipe   <a href="http://www.nuclearmonkeysoftware.com/" title="Nuclear Monkey Software" target="_blank">Nuclear   Monkey Software</a>, responsável pela criação da aventura da princesa   No-Knees. Se você é uma pessoa antenada ou simplesmente viciada em Portal, já   percebeu de que jogo eu estou falando:   <a href="http://www.digipen.edu/main/Gallery_Games_2004#Narbacular_Drop" title="Narbacular Drop" target="_blank">Narbacular   Drop</a>, o jogo que foi feito como projeto de conclusão de curso por oito alunos da <a href="http://www.digipen.edu/main/Main_Page">Digipen</a> em 2004. O jogo tinha uma mecânica diferente da   maioria dos jogos, e era ao mesmo tempo tão interessante e inteligente que   acabou chamando a atenção da Valve, que os contratou para fazer uma versão do   jogo no universo de Half-Life. O resultado vocês conhecem: um dos melhores   jogos do ano passado, com um gameplay inteligente e desafiador junto de uma   atmosfera repleta de ironias que faz com que os jogadores dêem   risinhos bobos à qualquer menção de bolos.</p>
<p>A Digipen é uma grande faculdade de jogos dos EUA, mais conhecida por sua localização: ela fica praticamente do lado do prédio da Nintendo of America. Todos os anos e semestres,   diversos estudantes se formam e fazem seus jogos de conclusão. Mas apenas   alguns se tornam tão famosos e aclamados quanto Narbacular Drop. É a diferença   entre fazer um projeto apenas para concluir o curso e fazer o projeto que é a   síntese de anos e anos de paixão pelo assunto.</p>
<p align="center"><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/02/narbaculardrop.jpg" alt="Narbacular Drop" /><br />
<font size="1">No-Knees e Wally. Confesse: você teria vontade de jogar vendo apenas esse sketch?</font></p>
<p>Mas percebam que eu falei &#8220;o exemplo mais famoso&#8221;, já que Narbacular Drop não   é o único. Outro exemplo recente?   <a href="http://www.gamedev.net/community/forums/topic.asp?topic_id=401276" title="De Blob" target="_blank">De   Blob</a>. Talvez você já tenha   <a href="http://jogos.uol.com.br/wii/previas/deblob.jhtm" title="lido" target="_blank">lido</a>   algo sobre ele, que tem previsão de ser lançado para o Wii e possui uma   premissa que faz você se lembrar de outro jogo &#8220;isso é o que acontece quando   game designers cheiram cogumelos&#8221;, Katamari. Ou talvez você se   <a href="http://imdb.com/title/tt0051418/" title="lembre" target="_blank">lembre</a>   de um filme trash de terror do final da década de 50, mas isso não vem ao   caso.</p>
<p>Novamente trata-se de um projeto de nove estudantes, mas desta vez na   Dinamarca. Sete deles são alunos de Game Design e Desenvolvimento na Escola de Artes de Utrecht, um deles faz o curso de ciências da computação com   especialização em jogos e outro faz os dois cursos. Era um projeto para uma   empresa, um jogo para ser jogado durante alguns minutos por pessoas que   passassem por um quiosque, que atraiu gente com dinheiro suficiente para   lancá-lo para o Wii.</p>
<p>O seu objetivo no jogo? Rolar com uma bola gigante por aí, passando por cima   de certos objetos para conseguir pontos. Não, eu não estou falando de   <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Katamari_Damacy" title="Katamari" target="_blank">Katamari</a>   &#8211; a diferença começa pela razão de você estar rolando: você deve recolorir uma   cidade que agora é apenas cinza. Como conseguir tinta? Passando por cima de   pobres cidadãos coloridos para, e empurrando sua grande forma   redonda contra prédios, pontes e outras construções da cidade para enchê-las   de tinta e cor. Se você quer ver como é essa insanidade na prática,   <a href="http://www.fun-motion.com/physics-games/de-blob/" title="aqui" target="_blank">aqui</a>   existe um vídeo mostrando o gameplay do jogo. Obrigatório para quem gosta de Katamari e similares.</p>
<p align="center"><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/02/deblob.jpg" alt="De Blob" /><br />
<font size="1">Be Blob: uma mistura de Katamari com&#8230; o movimento GLS?</font></p>
<p>Existem ainda muitos exemplos de jogos que surgiram de maneira despretenciosa   e ganharam o grande mercado:   <a href="http://intihuatani.usc.edu/cloud/flowing/" title="flOw" target="_blank">flOw</a>,   que será lançado para PS3 e que começou como um despretencioso projeto   experimental: por que os jogos tem de ficar mais difíceis com o decorrer das   fases? Por que o jogador não pode alterar esse ritmo? Criado por três   estudantes da universidade USC, na Califórnia, e baseado na tese de um deles,   Jenova Chen, em design, o jogo conseguiu atrair uma grande empresa para   que eles pudessem lançar o jogo para PS3.</p>
<p>Ou N+, um jogo feito depois que N, um jogo que o próprio Fábio   <a href="http://continue.com.br/24/12/2007/trailer-de-n-voce-nao-quer-ver-eu-quero-mostrar" title="adora" target="_blank">adora</a>,   foi escolhido pelo público no IGF 2005. Será lançado para Xbox Live Arcade, Nintendo DS e PSP, as   plataformas ideais para este jogo de plataforma que combina um pouco do   estilo de hoje com a essência dos clássicos do gênero.</p>
<p>Ou ainda   <a href="http://www.eetsgame.com/news/index.php" title="Eets" target="_blank">Eets</a>,   jogo que passou de shareware a um dos títulos da XBLA e que conquistou fãs com   seus puzzles de aparência simples, mas inteligentes e divertidos &#8211; descrição   essa que deveria servir para qualquer jogo de puzzle que se preze, na   realidade: simples de aprender, difícil de se chegar à última fase.</p>
<p align="center"><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/02/eets.jpg" alt="Eets" /><br />
<font size="1">Eets: por que eu tenho a impressão de que, quanto mais fofo o visual, mais mentalmente perturbado se torna o jogo?</font></p>
<p>Enfim, mesmo que você nunca tenha se dado conta, o mundo do desenvolvimento   indie tem se tornado cada vez mais importante para a indústria de jogos. Mesmo   que você nunca tenha se dado ao trabalho de baixar um &#8220;desses jogos   underground/alternativos/indie&#8221;, você pode perceber os efeitos   que esses desenvolvedores estão causando.<br />
Portal foi um dos melhores jogos do ano passado &#8211; para muitos, <em>O</em> melhor. E é   um claro exemplo de que o desenvolvimento indie veio para ficar.</p>
<p>E alguém se opõe? <img src='http://continue.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />
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			</a>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>[Quarta Indie] Experimental Gameplay Project, o outro coração Indie</title>
		<link>http://continue.com.br/13/02/2008/quarta-indie-experimental-gameplay-project-o-outro-coracao-indie</link>
		<comments>http://continue.com.br/13/02/2008/quarta-indie-experimental-gameplay-project-o-outro-coracao-indie#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 12:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CINDY "MIWI" DALFOVO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baixando o Demo]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Indie Games]]></category>
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		<category><![CDATA[World of Goo]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Vinícius falou, em outra Quarta Indie, sobre o maior festival dos jogos indie, o IGF (Indie Games Festival). Com seu prêmio maior no valor de 20.000 dólares, sua  importância para o mercado indie de games é indiscutível. Estar com um jogo entre os finalistas é uma grande honra para seu criador, especialmente se [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.experimentalgameplay.com/"><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/02/egp.jpg" alt="Experimental Gameplay Project" /></a></p>
<p><a href="http://continue.com.br/16/01/2008/quarta-indie-independent-games-festival-2008">O Vinícius falou, em outra Quarta Indie</a>, sobre o maior festival dos jogos indie, o <strong>IGF (Indie Games Festival)</strong>. Com seu prêmio maior no valor de 20.000 dólares, sua  importância para o mercado indie de games é indiscutível. Estar com um jogo entre os finalistas é uma grande honra para seu criador, especialmente se ele estiver concorrendo ao Seumas McNally Grand Prize, o grande prêmio do festival.</p>
<p>Mas se o Vinícius já falou sobre esse festival, porque eu voltei a tocar no assunto? Para chamar a atenção para dois jogos em especial, que foram indicados ao grande prêmio: <a href="http://www.2dboy.com/">World of Goo</a> e <a href="http://www.kloonigames.com/blog/category/crayonphysics">Crayon Physics Deluxe</a>. Dois dos favoritos de muita gente: eu mesma torço bastante pelo Crayon Physics Deluxe. E o que eles têm em comum? Ao menos uma coisa: ambos foram desenvolvidos com base em protótipos desenvolvidos em uma semana para o <strong><a href="http://www.experimentalgameplay.com/">Experimental Gameplay Project</a></strong>. É, você leu certo: uma semana.</p>
<p>Interessou? Então já sabe: clique no continue para ler o post inteiro!</p>
<p>World of Goo foi desenvolvido com base no projeto <a href="http://www.experimentalgameplay.com/game.php?g=1">Tower of Goo</a> (que teve uma versão ampliada lançada depois, a versão <a href="http://www.experimentalgameplay.com/game.php?g=17">Unlimited</a>), enquanto Crayon Physics Deluxe foi desenvolvido tendo como base o jogo <a href="http://www.experimentalgameplay.com/game.php?g=456">Crayon Physics</a>. Ambos são mais limitados do que suas versões que chegaram à indicação ao grande prêmio do IGF, claro, mas a mecânica de jogo está toda lá: em Tower of Goo você constrói torres juntando &#8220;Goos&#8221;, em Crayon Physics você deve fazer a bolinha chegar à estrela fazendo-a se movimentar com a ajuda de quadrados desenhados por você. World of Goo possui desafios maiores a serem vencidos, como você pode conferir no <a href="http://www.dailymotion.com/video/x2y52j_world-of-goo-gameplay-trailer_tech">trailer</a>, e Crayon Physics Deluxe permite que você desenhe qualquer figura, e não apenas quadrados (veja mais no vídeo abaixo). Melhorias que precisaram de mais tempo para serem feitas, mas cujas idéias geniais foram executadas inicialmente em uma semana.</p>
<p align="center"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QsTqspnvAaI&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/QsTqspnvAaI&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<font size="1">Crayon Physics Deluxe sendo jogado em um Tablet PC. Impressionante.</font></p>
<p>Afinal, o que é esse tal de Experimental Gameplay Project? Bom, em primeiro lugar, é um desses projetos cujo nome de fato condiz com o seu propósito: é um projeto de jogabilidade experimental. São jogos que devem atender a três regras básicas: serem desenvolvidos em uma semana, terem sido feitos por uma única pessoa e que devem ter como foco um tema comum, como &#8220;gravidade&#8221;,&#8221;desenhos de criança&#8221;,&#8221;vegetação&#8221;,&#8221;robôs&#8221;, etc. O Experimental Gameplay Project surgiu no outono de 2005, desenvolvido por alguns estudantes do Centro de Tecnologia e Entretenimento da Universidade Carnegie Mellon, e se tornou famoso ao mostrar o coração do desenvolvimento indie: seu lado inovador.</p>
<p>Embora &#8220;indie&#8221; seja uma palavra usada para designar qualquer jogo produzido de maneira independente, ela possui um significado maior para as pessoas que estão nesse meio: não é apenas a independência de dinheiro que importa, mas a independência de idéias. Se fosse para apenas produzir jogos como aqueles feitos pelas grandes desenvolvedoras, o mercado indie seria apenas um lugar escuro e vazio em algum canto da internet, já que ofereceria essencialmente o mesmo que os outros, mas com uma qualidade muito inferior devido às suas restrições de orçamento. Se você observar o grande crescimento dos jogos indie (o IGF desse ano teve <a href="http://www.igf.com/php-bin/entries2008.php">173 inscritos</a>, mais do que em qualquer outro ano), você vai perceber que não é esse o caso.</p>
<p><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/02/tower-of-goo.jpg" class="image-right" alt="Tower of Goo" />Num mundo governado pelo dinheiro e seu poder, tentar algo sem a ajuda das grandes corporações pode ser algo difícil, especialmente no caso do mercado de jogos, que atualmente podem custar <a href="http://www.joystiq.com/2007/12/29/cost-of-next-gen-game-production-is-a-burden-on-developers/">milhões de dólares</a> para serem feitos. Ao mesmo tempo, é uma experiência libertadora: quando não se faz algo pelo dinheiro, você não precisa se preocupar se existe um número X de pessoas que irão gostar do seu jogo e comprá-lo, se a crítica não vai entendê-lo, se existiriá retorno suficiente para custear seu próximo jogo. Livrando-se de preocupações como essa, você passa a pensar nas questões que realmente importam: &#8220;Eu irei me divertir com esse jogo?&#8221;,&#8221;Será legal desenvolvê-lo?&#8221;,&#8221;O que eu posso mostrar que seja pelo menos um pouco diferente dos outros jogos que estão no mercado?&#8221;, &#8220;Essa fase é realmente legal de ser jogada?&#8221;.</p>
<p>O Experimental Gameplay Project vai além: você não é limitado apenas pelo dinheiro, mas pelo tempo. Porque a sua expectativa em relação ao jogo cresce de maneira exponencial com o tempo que você dedica a ele: você se dedica uma semana a um projeto, ele não está perfeito, mas você está feliz pelo que conseguiu com o projeto; você se dedica um mês, e de repente aqueles bugs parecem incomodar mais; você se dedica um ano e de repente se sente inconformado pelo fato do seu jogo não lavar o carro e limpar a casa para você. Tempo é um recurso tão precioso quanto o capital, e da mesma maneira acaba por impor suas restrições aos desenvolvedores.</p>
<p>Quando se limita o desenvolvimento do jogo a uma semana, novamente o desenvolvedor se liberta de questões que acabam por ofuscar seu foco: o jogo. Quando se limita todo o resto, é possível deixar que as idéias surjam sem restrições, e é nessas condições que podem surgir grandes jogos, com conceitos que ficariam escondidos nas mentes de seus criadores se eles tivessem de se preocupar com seus recursos de maneira excessiva, como o tempo e o dinheiro. É claro que, para tornar o jogo completo de maneira que o maior número possível de pessoas goste de jogá-lo, é necessário tempo e dinheiro. Mas o Experimental Gameplay Project está aí para lembrar a qualquer desenvolvedor, indie ou não, que o que importa, mais do que outro aspecto de um jogo, é o seu conceito.</p>
<p>E o que você, leitor, tem a ver com tudo isso? Visite o projeto, jogue alguns jogos, e você provavelmente terá uma experiência diferente do que a maioria dos jogos comerciais de hoje em dia oferece. Jogue 5, 10, 20 minutos. Jogue durante horas. Mas jogue. O jogador sedento de inovação dentro de você agradece.</p>
<h1 align="center"><font color="#ff0000">»</font><span id="viewsite"></span></h1>
<p align="left"><em><strong>Cindy Dalfovo</strong> (codinome: miwi; idade: 20 anos) começou como leitora, comentou algumas vezes e se ofereceu para continuar com esta coluna que você acabou de ler, quando o saudoso Vinícius Silva teve que parar de escrevê-la. <a href="http://continue.com.br/about">Cliquem aqui</a> para conhecê-la um pouquinho melhor, afinal, vocês vão se ver toda quarta-feira.</em></p>
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		<title>E a [Quarta Indie]?</title>
		<link>http://continue.com.br/06/02/2008/e-a-quarta-indie</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 12:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bracht</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta Indie]]></category>
		<category><![CDATA[Umbigo]]></category>
		<category><![CDATA[Vinícius Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[
Antes de &#8220;voltarmos do carnaval&#8221;, um pequeno aviso que eu já deveria ter dado na quarta passada: o nosso amigão Vinícius Silva, que além de escrever a nossa coluna semi-semanal de jogos independentes também era o responsável pelo trabalho técnico por trás de várias coisas bacanas que vocês vêem aqui no blog (acredite, sem a [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.flickr.com/photos/dannynorth/382355295/" title="Créditos da imagem: Danny North @ Flickr"><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/02/indieisnotdead.jpg" alt="Indie is not dead" /></a></p>
<p>Antes de &#8220;voltarmos do carnaval&#8221;, um pequeno aviso que eu já deveria ter dado na quarta passada: o nosso amigão Vinícius Silva, que além de escrever a <a href="http://continue.com.br/category/colunas/quarta-indie">nossa coluna semi-semanal de jogos independentes</a> também era o responsável pelo trabalho técnico por trás de várias coisas bacanas que vocês vêem aqui no blog (acredite, sem a ajuda dele isso aqui seria bem mais sem sal), ficou com a vida ainda mais atribulada recentemente e não vai poder continuar escrevendo a <strong>Quarta Indie</strong>. Que saco, né?</p>
<p>Pois é, mas não é culpa de ninguém. O fato é que enquanto não encontrarmos outra pessoa com conhecimentos à altura dos dele, a coluna fica num estado de coma induzido. Não morreu, e nem vai, mas não se sabe quando vai acordar.</p>
<p>Em compensação, teremos outra coluna semanal estreando amanhã. De quem será? Sobre o quê? Só acessando o Continue amanhã às 10:00 em ponto para saber.</p>
<p>Torturar o leitor: não há nada mais legal!
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		<title>[Quarta-Indie] Independent Games Festival 2008</title>
		<link>http://continue.com.br/16/01/2008/quarta-indie-independent-games-festival-2008</link>
		<comments>http://continue.com.br/16/01/2008/quarta-indie-independent-games-festival-2008#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 12:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baixando o Demo]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Indie Games]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta Indie]]></category>
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		<description><![CDATA[
O Independent Games Festival é um festival que ocorre todos os anos durante a Game Developers Conference e tem como objetivo incentivar e premiar a inovação nos jogos independentes. Em 2008 o festival completa 10 anos de existência e vai distribuir $50.000 em prêmios.
Quando criado o festival tinha como objetivo ser para a cena independentes [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.igf.com/"><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/01/igf-logo.gif" alt="IGF Logo" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.igf.com/">Independent Games Festival</a> é um festival que ocorre todos os anos durante a <a href="http://www.gdconf.com/">Game Developers Conference</a> e tem como objetivo incentivar e premiar a inovação nos jogos independentes. Em 2008 o festival completa 10 anos de existência e vai distribuir $50.000 em prêmios.</p>
<p>Quando criado o festival tinha como objetivo ser para a cena independentes de jogos o que o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Festival_Sundance_de_Cinema">Festival Sundance de Cinema</a> é para os filmes indie. Acredito que o objetivo tenha sido alcançado já que muitos jogos passaram pelo IGF e depois atingiram relativo sucesso. É muito provável que você já tenha ouvido falar ou até mesmo jogado games como Darwinia (para PC através do Steam), Alien Hominid (para PS2, GameCube, Xbox, Xbox Live Arcade e PC), Dofus (RPG online em Flash), Castle Crashers (a ser lançado para Xbox Live Arcade) e Aquaria, o vencedor de 2007.</p>
<p>Um evento desses acontecendo no maior festival de desenvolvimento é de extrema importância porque aproxima os desenvolvedores indepenentes das grandes empresas do mercado e ajuda na conclusão de vários projetos. O prêmio de $20.000 para o vencedor da categoria principal é um belo incentivo e sem dúvidas ajuda os pequenos estúdios a sobreviverem até o lançamento dos jogos.</p>
<p>As categorias premiadas atualmente são <em>Web Browser Game</em>, <em>Design Innovation</em>, <em>Excellence in Visual Art</em>, <em>Excellence in Audio</em>, <em>Technical Excellence</em> e o principal: <em>Seumas McNally Grand Prize</em>, que tem esse nome em homenagem a um desenvolvedor premiado no festival que veio a falecer pouco tempo depois. Nessa décima edição o IGF também terá uma versão mobile com categorias exclusivas afim de premiar jogos para portáteis.</p>
<p>Entre os concorrentes os meus preferidos são <a href="http://www.kloonigames.com/crayon/">Crayon Physics Deluxe</a>, <a href="http://www.kokoromi.org/fez">Fez</a>, <a href="http://www.2dboy.com/games.php">World of Goo</a> e <a href="http://www.fretnice.com/">Fret Nice</a>. Destaque para o último que é um jogo de plataforma feito para ser jogado com os controles-guitarra de jogos como Guitar Hero e Rock Band. No site oficial você pode conferir a <a href="http://www.igf.com/02finalists.html">lista completa de finalistas</a> com descrição, screenshot e link para o sites de cada jogo.
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>[Quarta Indie] Cave Days: independente, brasileiro e com jeitão retrô</title>
		<link>http://continue.com.br/02/01/2008/quarta-indie-cave-days-independente-brasileiro-e-com-jeitao-retro</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 14:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baixando o Demo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Indie Games]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta Indie]]></category>
		<category><![CDATA[cave days]]></category>
		<category><![CDATA[independente]]></category>
		<category><![CDATA[Indie]]></category>

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		<description><![CDATA[
  
Cave Days é um jogo de plataforma criado pela empresa brasileira Insolita Studios. Encontrei esse jogo navegando ao acaso pela internet e considero uma surpresa agradável, ainda mais sabendo que é um produto nacional.
A história se passa na época dos dinossauros e o jogador controla dois homens das cavernas que gostam de passar [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/01/cave-days-logo.jpg" alt="Cave Days Logo" /><br />
<img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/01/cave-days-01.jpg" alt="Cave Days 01" /> <img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/01/cave-days-02.jpg" alt="Cave Days 02" /> <img src="http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/01/cave-days-03.jpg" alt="Cave Days 03" /></p>
<p><a href="http://www.cavedays.com/">Cave Days</a> é um jogo de plataforma criado pela empresa brasileira <a href="http://www.insolitastudios.com/insolita/">Insolita Studios</a>. Encontrei esse jogo navegando ao acaso pela internet e considero uma surpresa agradável, ainda mais sabendo que é um produto nacional.</p>
<p>A história se passa na época dos dinossauros e o jogador controla dois homens das cavernas que gostam de passar o tempo caçando e assando dinos. O estilo do jogo é bem próximo ao dos jogos de plataforma que reinaram nos gloriosos tempos de SNES. A jogabilidade é boa, a música também agrada e os grunidos usados como vozes para os personagens principais combinam bem com o estilo engraçadinho do jogo. Esse estilo é o que dá mais personalidade a Cave Days, o jogo inteiro e principalmente as cut-scenes são cheias de piadinhas que até me arrancaram algumas risadas.</p>
<p>Como quase todos jogo de plataforma depois de Super Mario Bros. 3, em Cave Days você avança selecionando as fases em um mapa. Cada uma delas tem vários objetivos a serem cumpridos, cada objetivo recompensa o jogador com uma gema e essas são usadas para ganhar acesso as fases seguintes. O bom é que não é preciso completar todos objetivos para liberar a próxima fase, apenas algumas gemas (a quantidade varia) já são suficientes na maioria dos casos. Dessa maneira você pode avançar e voltar no mundo do jogo sem ficar preso em objetivos não conquistados.</p>
<p>Algo que fica um pouco baixo da média em relação aos jogos do estilo são os gráficos. Eles não são ruins mas poderiam ser um pouco melhores, principalmente os planos de fundo. Uma coisa que achei uma falha extrema foram os gráficos nas cut-scenes. Elas são ótimas e divertidas mas a idéia de pegar um sprite do jogo e dar zoom de dezenas de vezes para usa-los nessas cenas foi terrível. Em alguns momentos o zoom chega tão perto dos personagens que o que fica na tela é um monte de quadrados enormes quase irreconhecíveis. Não entendi o porque disso já que as telas de abertura, o site e os papeis de parede do jogo estão recheados de ótimas imagens do jogo. Porque não usar o mesmo estilo de imagem na hora de criar essas animações?</p>
<p>Fora esse detalhe que me incomodou um pouco o demo de Cave Days é muito bom e sem dúvidas me diverti com ele. Se você curte jogos mais antigos ou esta procurando algo simples para iniciar o seu filho pequeno no mundo dos games talvez valha a pena desembolsar R$ 24,90 por uma cópia completa. Quem deseja experimentar um pouco pode baixar o demo que funciona por 7 dias no site oficial. Além do jogo também é possível <a href="http://www.cavedays.com/diversos/">baixar papéis de parede e avatares para MSN</a>, além de comprar canecas, camisetas, bonés e outros produtos na <a href="http://www.cafepress.com/cavedays">loja do site</a>. Detalhes assim mostram que a produtora trata seu jogo com bastante profissionalismo.</p>
<p>Se é difícil criar jogos independentes lá fora, imagine no Brasil. O pessoal da Insolita Studios leva meus parabéns por apostar em um nicho de jogadores e entregar um conteúdo de qualidade. Espero que tenham retorno suficiente para continuar fazendo mais jogos nesse estilo e porque não um lançamento maior no futuro?</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.cavedays.com/">Cave Days (Insolita Studios)</a></strong></li>
</ul>
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