Desde que comprei o Xbox 360, tenho conversado sobre ele com alguns amigos que também o têm, e descobri que há um mal que assola a todos nós, como uma espécie de vírus. O “Bicho do Online”, como eu gosto de chamar. Eu nunca fiz questão de multiplayer online, sempre fui da opinião de que o jogo é um desafio dos desenvolvedores para os jogadores. É uma experiência planejada e programada, “scriptada”. O maior exemplo recente disso é BioShock. Pra mim, isso é videogame. Ou, melhor dizendo, pra evitar polêmicas: esse é o tipo de jogo que eu considero “superior”, em que eu sempre me senti mais compelido a investir o meu tempo.
Mas agora percebo, e tenho aqui a humildade de admitir, que isso era simplesmente porque eu nunca havia experimentado de fato o prazer do jogo competitivo online. É um prazer completamente diferente. Nele, os desenvolvedores dão apenas as ferramentas (armas, cenários, regras) e são os humanos segurando os controles que constróem as situações, as emoções.
Depois do continue, eu me explico melhor e chego ao cerne da questão. Me acompanhe.
Para o Pixels Mortos de hoje procurei fazer sobre um jogo que tivesse coelhinhos, ovinhos, chocolatinhos ou algum outro troço bonitinho. Mas não achei, então mandei a idéia de uma coluna temática para o espaço e apelei para o bom e velho Master Chief (foneticamente falando, Máshtêr Xíf). Afinal, Halo é Halo e vice-versa e assim não tem erro já que a série é popular pra caramba — apesar de eu ainda não entender a luta.
No começo do ano passado circulou pesado um boato de que seria lançado um Halo para Nintendo DS. “Para casar com o lançamento de Halo 3″, diziam os rumores. A Nintendo não comentou (todos sabemos que ela nunca comenta), a Microsoft ficou quietinha e a Bungie baixou a cabeça também.
A balbúrdia toda começou por conta de Matt Cassamassina, editor de todos os assuntos relacionados a Nintendo no IGN, que publicou em janeiro de 2007 no blog dele que havia jogado uma versão beta do tal Halo DS.

Hoje é sexta-feira, dia 21 de março. Não é dia de quarta-feira indie, por isso os mais desavisados talvez estranhem essa coluna por aqui. Mas eu achei que colocar este artigo em qualquer outro dia talvez não fosse o mais apropriado.
Há oito anos, uma pessoa que começava a fazer alguma diferença no mundo dos jogos indie partiu deste mundo. Seu nome? Seumas McNally, o rapaz que passou a dar o nome ao grande prêmio do IGF. Muitos fãs de jogos independentes já se acostumaram a ver esse nome na lista de premiações do IGF, e a verem a explicação do porquê do nome como “o nome de alguém que havia ganhado o prêmio e morrera logo depois”. E o conhecimento da maioria das pessoas acaba por aí, e a impressão que fica é de que “ah, ele fazia jogos, morreu, e colocaram nome dele no prêmio por pena/consideração”.
Não é bem assim.
A Cindy “Miwi” pediu que eu avisasse aos leitores que, por um motivo especial (na verdade são dois motivos especiais), a Quarta Indie dessa semana será publicada na sexta. O que será que ela está aprontando? Mais dois dias para sabermos…
Muito antes de eu mergulhar de cabeça no mundo dos webgames por causa de um freela que peguei há mais de um ano e mantenho até hoje, eu cliquei em um link que me manteve entretido por um plural de dias. Um link com dezenas de jogos fofinhos e simples, realmente simples, quase pinturas interativas em movimento. Praticamente impossíveis de não serem adorados. E hoje, como um atleta bizarramente não-atlético passando adiante a Tocha Olímpica, eu aproveito a nossa coluna Joguetes para repassar esse único link para você, meu adorado leitor.
Apesar de ser um link apenas, como eu disse, ele traz bem do que os três jogos habituais. Então divirtam-se!
Divirtam-se e, mais do que nunca, comentem. Eu tenho certeza que a maioria de vocês não vai jogar todos (eu mesmo ainda não joguei todos), então comentem quais vocês jogaram e como são. Recomendem, ou digam para evitar algum jogo ruim que vocês porventura tenham encontrado. E experimentem o máximo possível! É como os Feijõezinhos de Todos os Sabores: a maioria é gostoso, mas de repente você dá azar e pega um sabor vômito. Quem entendeu, entendeu.
Enfim: é por aqui. Felicidade grátis para todos!

Sabe uma coisa que eu simplesmente adoro? Quando vou comentar no blog de alguém e percebo que elaborei tanto o comentário que ele poderia servir como um post. É como se eu tivesse enganado a mim mesmo para escrever um post sem nem perceber!
Isso aconteceu ontem, quando fui responder ao post do Daniel no Cabide, que por si só já era um post-resposta ao meu próprio texto de ontem, aqui mesmo no Continue, no qual dou a minha opinião sobre a incompetência da Nintendo no campo online. Leia os dois, depois clique no continue para ler o texto que quase se tornou um comentário no blog dele.

Acho a SEGA uma empresa muito peculiar. Estranha. Inconstante. Capaz de criar conceitos fantásticos e apaixonantes, e ao mesmo tempo autora de burradas imensas.
Sei que é clichê, mas fico indignado principalmente com a destruição que tem sido imposta ao Sonic. Um dos mascotes mais originais e queridos de todos os tempos obrigado a estrelar porcarias como Sonic the Hedgehog (o de 2006), Sonic Heroes e outras tantas melecas por aí. Veja só, o principal trunfo recente do ouriço (ouriço, não porco-espinho!) é a participação em Super Smash Bros. Brawl que, por sua vez, é um jogo da… Nintendo!
Claro que o fato é bacana, mas para quem cresceu sob a sombra da batalha entre Sega e Nintendo nas gerações 8 e 16 bits não deixa de ser algo estranho, de certa forma fora de lugar.
Enfim, meu ponto hoje é o seguinte: acreditem, poderia ser pior.
Uma das muitas teorias a respeito do fracasso do Saturno diz que ele se deve à ausência de um título de primeira linha do Sonic produzido especificamente para o console de 32 bits.
Bem que a Sega tentou. Muita gente deve lembrar de um tal de Sonic X-treme, anunciado na E3 1996. Há pouco tempo até, uma cópia da versão beta do jogo (a única?) foi vendida a um preço astronômico no eBay. Fato é que esta tentativa camufla uma história repleta de intrigas e confusões (se fosse novela das oito teria sexo e Rio de Janeiro também).

Como o próprio nome diz, ela é a mãe! Base para todas as placas e tralhas, a Placa Mãe (também chamada de Motherboard ou mobo) é uma peça que nunca ninguém lembra (só quando queima, que nem a fonte) e que é responsável pelas possibilidades de melhoramento de performance e estabilidade do seu bebê.
Com uma boa placa, você poderá sentir seu jogo escorregar gostoso que nem manteiga e ainda por cima poder jogar um overclock para aumentar a performance do seu PC sem pagar nenhum tostão adicional, mas com uma ruim você terá dores de cabeça com a sua máquina travando completamente do nada, resetando sozinha e até superaquecendo à tôa em alguns casos.
O que procurar numa placa? Saiba após o continue!
Então, você já viu algumas edições da Quarta Indie por aqui. Já descobriu qual seu maior evento, algumas de suas filosofias, alguns jogos que têm chamado a atenção, além de ler sobre o desenvolvimento de jogos no Brasil. Até mesmo já viu como os desenvolvedores independentes estão afetando o mercado. Mas você ainda não está convencido de que deveria gastar alguns minutos do seu dia jogando algo independente ou descobrindo algo novo a esse respeito, ou alguns reais da sua carteira incentivando esses criadores.
Se esse é o seu caso, clique logo no continue porque o artigo de hoje é para você.

Oi, Lipedal aqui. Vou recomeçar minha vida universitária esta semana, o que significa sete dias sem acesso à internet enquanto meu PC de casa não chega. Mas antes de ir, deixo uma coluna Joguetes para alegrar a vida do empregado ocioso.
Dessa vez, apresento a vocês um desafio no estilo Spin the Black Circle, um joguinho casual e engraçado, e uma daquelas idéias geniais por sua simplicidade. Antes, eu gostaria de avisá-los que um erro imprevisto manchará a reputação da coluna para sempre: na segunda edição dos Joguetes, foram postados quatro jogos em vez dos três tradicionais. “E daí?”, você pergunta. Isso destrói a estatística perfeita de que tivemos trinta jogos em dez edições, teremos sessenta em vinte e etc, como comentado no Joguetes #10. Ou seja, foram exatos 31 jogos até a última segunda-feira. (Nota do Bracht: Ah, é… verdade.) Mas não se preocupem, quando acharmos necessário corrigiremos essa falha, fazendo uma Joguetes com apenas dois webgames.
Caso sirva de consolo, o responsável pelo erro já está nos chicoteando.
Agora sim, podemos começar. Dê uma olhada ao redor, abra a cotação do dólar em outra aba, clique no continue e mãos à obra!