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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Colunas’ Category

Retro Blonde Oblivion

A coluna desta semana presta uma breve homenagem à Retro Studios, que sofreu nesta semana a debandada de três integrantes do time — o diretor de arte Todd Keller, o engenheiro de tecnologia Jack Mathews e, principalmente, o diretor de design Mark Pacini.

Conhecida mundialmente intergalacticamente pela imbatível trilogia Metroid Prime, a Retro é considerada hoje uma das second parties de primeiro escalão da Nintendo.

Todavia, nem sempre tudo reluziu bonito e brilhante como a Power Suit de Samus no estúdio texano. Nos primórdios da empreitada, a equipe tinha em mãos um grande número de jogos em desenvolvimento — além do futuramente glorioso Metroid Prime.

Como muitos devem saber (se não sabe leia este excelente artigo da Escapist Magazine), o parto tridimensional de Samus foi um verdadeiro, bem… parto, de tão complicado. Diretores que se demitem, Miyamoto bravo, um tradutor traduzindo Miyamoto bravo e um espólio de três jogos cancelados. Esta é a trilha obscura deixada para trás, o sacrifício feito para que a loiraça da Nintendo renascesse em glória e esplendor após passar batido pela geração 64-bits — algo pelo qual hoje em dia sou grato.

Assim, focamos nossas lupas retrô-abutres hoje para essa tríade de games esquecidos pelo tempo: Raven Blade, Thunder Rally e NFL Retro Football.

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  • [Brawleando #02] Sonic + Battlefield e Final Destination

    Sonic

    Ah, o ballet de se jogar com o Sonic. É uma arte, definitivamente. O ouriço-mascote é previsivelmente o brawleador mais rápido do jogo, e isso não se aplica somente à sua velocidade de movimento, mas também aos seus golpes. Ao contrário de pesos-pesados como Ike, que depois de um tempo podem se tornar previsíveis nas mãos de um jogador com menos talento para inovação, um Sonic bem controlado geralmente consegue acertar o oponente antes que ele saiba o que aconteceu. E bater em retirada antes que ele consiga sequer pensar em revidar.

    Lutar com ele é um exercício de reflexos rápidos e improvisação. Não tem nada dessa coisa de esperar o oponente fazer alguma coisa para você atacar: você é quem cria as suas oportunidades — ou melhor, se aproveita delas.

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  • [Pixels Mortos #07] Star Fox 2

    Star Fox 2

    Em semana de resenha do Super Smash Bros. Brawl, óbvio que continuamos em ritmo briguento - como se ele fosse nos deixar tão cedo.

    Semana passada falei do game cancelado que originou o espivetado Lucas, desta vez discorro sobre o berço original de mais um figura de SSBB: o mal encarado Wolf O’Donnel, um dos vilões da série Star Fox.

    A galera veterana da época do Super Nintendo deve partilhar comigo a decepção pelo cancelamento de Star Fox 2, uma continuação altamente promissora de um dos jogos mais divertidos e impressionantes do console.
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  • Resenha: Super Smash Bros. Brawl

    Resenha: Super Smash Bros. Brawl

    Eu nem sei porque estou escrevendo esta resenha. Sério mesmo. A definição de uma resenha é um texto escrito por um suposto especialista, analisando os defeitos e as qualidades de um produto ou serviço, com o único intuito de instruir os consumidores a tomarem uma decisão informada sobre comprar ou contratar o determinado produto ou serviço. Em resumo, o objetivo da resenha é ajudar o leitor a responder a pergunta “isso merece o meu dinheiro?”.

    Agora me digam: quantas pessoas você conhece que estão em dúvida entre comprar ou não comprar Super Smash Bros. Brawl? Resenhar jogos com muito hype, como esse, é uma tarefa ingrata. Quem já comprou ou decidiu comprar o jogo muito antes dele sair vai querer ver você falando bem, enquanto quem se recusa a entrar na onda vai te xingar se você der a boa nota que todo mundo espera.

    No fim das contas, estou resenhando este jogo porque eu quero. Vai ser divertido. E porque eu prometi a vocês que faria. Quem quiser saber a opinião deste blog a respeito do jogo mais esperado da história do Wii, siga-me após o continue!

    [Mas antes, uma palavra aos nossos patrocinadores: quero agradecer ao Igor Balero, meu camarada que é mestre no Photoshop, por fazer as artes que aparecem nas resenhas. Ia agradecer na semana passada, mas fiquei tão ansioso pra colocar o texto no ar que esqueci. Valeu! Vocês não têm idéia de como aquele painelzinho no final seria feio se não fosse por ele.]

    [Segundo aviso: pensando naqueles que não estão nem aí para Smash Bros e querem ver outros assuntos no blog, esta resenha está substituindo a coluna Brawleando nesta semana. A partir da semana que vem, continuaremos normalmente.]

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  • [Joguetes #15] Um joguinho de tiro, um de atirar e um de tirar o chapéu

    Joguetes #15

    Semana passada não teve, né? Verdade… Bom, mas semana passada, logo nos dois primeiros dias, tivemos a primeira resenha do Continue (cujo resultado eu gostei pra caramba) e a também a estréia da coluna Brawleando. Foi uma falta compensada, sem dúvidas!

    Agora o Joguetes está de volta, e com força total. Inclusive com participação de leitor, que enviou uma dica valiosíssima de um joguete que eu não conhecia e adorei.

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  • Pintinhos

    A maneira mais fácil de “arrumar” um assunto para tratar aqui na DFDS é olhar para as notícias que saíram na semana que passou, seja aqui no Continue, seja em outros lugares. Esta semana tivemos uma bem provocadora de opinião, que não pôde ser publicada aqui por motivos de falta de pessoal e/ou tempo livre. (Estamos procurando colaboradores!)

    Ela tem como tema um dos “ismos” dessa vida. Mas não é nem nintendismo, nem sonysmo, nem microsoftismo, nem pczismo. É um ismo bem pior.

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  • [Pixels Mortos #06] Mother 3 N64

    Lembra desta caca?

    mother-3-n64.jpg

    Não tem como. Por conta das extensivas e disputadíssimas partidas online de Smash Bros. Brawl e a novíssima coluna-conjunta-em-equipe-duplas-de-dois-caras Brawleando (já viu?) a Pixels Mortos hoje vai meio em ritmo de SSBB. Mas só um pouquinho, não se desespere.

    Hoje elucidarei um pouco sobre algo que tem muito a ver com Lucas, o rapaz loirinho com poderes psíquicos quase totalmente desconhecido por estas bandas.

    Como alguns devem saber, o moleque é um dos protagonistas do desejado Mother 3, RPG exclusivo do Game Boy Advance que saiu em 2006 apenas no Japão. Pra ajudar um pouco: o segundo episódio da franquia saiu para Super Nintendo por acá em 1995 sob a alcunha de Earthbound. Isso, cujo herói era o Ness - que, aliás, está em todos os Smash.

    Contudo, a revelação do terceiro episódio precede em uma década sua chegada às prateleiras. Pra ser mais exato, Mother 3 começou como um projeto para Nintendo 64.

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  • [Tecneiras PC-ônicas #8] Tuntz Tuntz Tuntz Tu-tu-Tuntz…

    Som na placa

    Baseada numa cartinha de leitor, nessa semana irei falar sobre placas de som. A primeira dúvida que surge é: pra quê? Explicarei, por partes, porque ter uma placa de som é legal e se ela é necessária para o seu perfil.

    Interessou? Então…

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  • [Brawleando #01] Ike + Hanenbow

    Pra valer!

    Não, o blog não morreu. Eu e o Lef é que tivemos dias difíceis coincidentes, de modo que ontem ninguém pôde escrever uma letra. Acontece. Mas hoje, pra compensar, estréia uma coluna nova, escrita em conjunto por mim e o colega Claudio Prandoni — mundialmente famoso pela sua coluna Pixels Mortos. É a Brawleando!

    Como nós temos jogado Smash Bros. Brawl online praticamente todos os dias, achamos que poderíamos compartilhar um pouco de conhecimento com os leitores. A idéia é falarmos a cada semana sobre um personagem e uma arena, citando suas particularidades e modo de jogar com cada um. Como nós claramente não sabemos jogar bem com todos os personagens, você está convidado a participar como leitor convidado, caso saiba com alguém que a gente é prego cego. Tipo o ROB.

    Pense nesta coluna como um “detonado à prestação”. E hoje, como pagamento da primeira mensalidade, Mestre Pranda disserta sobre o lento, mas estupidamente forte Ike, enquanto eu falo um pouco sobre uma das minhas arenas favoritas, a Hanenbow.

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  • DToid Pensativo

    Neste primeiro de abril, como você já sabe, o blog americano Destructoid pregou uma peça mais digna de Halloween, aquele esquema bem gostosuras ou travessuras. No caso, só travessuras. Os caras trocaram de nome e de URL, passaram a ser o Foxtoid News, em uma clara tiração de sarro desmedida e sem medo de ser feliz ao canal/site de notícias mais anti-gamer dos EUA. Boa parte das vezes que Jack Thompson, o advogado mais querido dos games, apareceu falando groselha na televisão livremente, como se entendesse grande porcaria, foi no Fox News.

    Como quem nem sabe da possibilidade de uma ação judicial, o pessoal do site postou um dia inteiro de notícias falsas, absurdas, muitas vezes sem sentido, fazendo-se passar (ainda que claramente de brincadeira) pelo preconceituoso site. As notícias falsas e preconceituosas do Foxtoid News eram de brincadeira, mas também uma carta aberta de repúdio ao modo real com que a Fox News trata os games e a cultura gamer em si, por consequência.

    Conversando com o Prandoni, meu grande amigo e valioso colega, companheiro de madrugadas insones de trabalho e discussões filosóficas — e de partidas emocionantes de Brawl online  –, descobri que ele achou que aquilo claramente passava dos limites. Ele havia acabado de falar brevemente sobre o fato no Hadouken. “Dá pra evoluir numa questão mais profunda sobre ética jornalística e o dever da informação e outras coisas chatas de aula de faculdade”, disse o graduado rapaz.

    Se ele talvez quiser enveredar o assunto por esse lado, ele que fique à vontade. Eu não vou. :P

    O que eu quero é perguntar a você, meu absurdamente estimado leitor, qual a sua opinião sobre a coisa toda. Eles passaram dos limites? Se algo parecido com isso tivesse acontecido aqui no Continue (ou, sei lá, no Finalboss ou no Outer Space), você teria achado interessante ou não iria gostar? Um blog que assume um teor jornalístico, de compromisso com os fatos e a informação, precisa necessariamente adotar uma postura séria e rígida, nunca se permitindo uma “molecagem” como essa?

    No Jornalismo de Games, você dá mais importância à palavra jornalismo ou à palavra games?

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