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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Colunas’ Category

Retroatividade #02 - Super Mario World

[Nesta semana, André Breder traz novamente o sabor dos 16 bits à coluna Retroatividade, embora ele seja um fã confesso da era 8 bits. Como a estréia da coluna na semana passada foi com o ouriço Sonic, mascote-mór da SEGA, ele quis afirmar logo de cara que não nutre "ismo" algum, mandando ver um texto sobre um dos maiores clássicos da empresa rival.]

Super Mario World, a tão esperada continuação de Super Mario Bros 3! Foi um dos primeiros jogos produzidos para o Super NES e é até hoje considerado um dos melhores já lançados para o console de 16 bits da Nintendo. Como não podia ser diferente, a dupla de gênios Shigeru Miyamoto e Koji Kondo trazia ao mundo mais um jogo fantástico da série Super Mario, que só ajudaria a popularizar ainda mais o encanador mundo afora!

A história do jogo é batida, mas quem se importa: Mario, Luigi e a Princesa Toadstool foram tirar férias na Ilha dos Dinossauros. Mas, durante as férias, a Princesa Toadstool acaba sendo raptada mais uma vez pelo infame Bowser. O vilão cascudo, desta vez, além de seu vício em seqüestrar a nossa pobre princesa, deseja também se apoderar da Ilha dos Dinossauros, e para isso acabou aprisionando seus habitantes em ovos mágicos, que são guardados fielmente pelos seus sete filhos. Diante disso, Mario e Luigi irão se aventurar por sete mundos cheios de inimigos e desafios, até poder finalmente encarar o maldito Bowser e salvar a Princesa, junto com todos os habitantes da Ilha dos Dinossauros.

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  • I feel good!

    Uma das coisas que mais me fez pensar essa semana foi um post que eu publiquei na segunda. Aquele do flash demo do Boom Blox. Ele me fez lembrar de um texto que eu li ano passado no Gamasutra, chamado “Game Feel: The Secret Ingredient“.

    (Aliás, fica a dica: para quem gosta de textos mais “cabeça”, discutindo vários aspectos dos games além da diversão, o Gamasutra é um bom site para se acompanhar.)

    O texto foi um dos mais marcantes que eu já li, porque toda santa vez que eu jogo um jogo realmente bom, eu lembro dele. Basicamente, ele trata daquele elemento X, aquela mágica, aquele ingrediente secreto que os bons jogos têm e se diferenciam por isso. Quantos jogos de plataforma 3D você já jogou? Muitos, aposto, e também aposto que a maioria é bem mais moderna do que o clássico Mario 64. Mas ainda assim, muita gente ainda hoje considera Mario 64 um dos melhores do gênero, senão o melhor. Por quê? Segundo Steve Swink — o autor do texto –, porque, em Mario 64, a Nintendo acertou o “feel” do jogo.

    A tradução de “feel”, para quem não sabe, é sensação. Mas que sensação é essa?

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  • Sonic The Hedgehog

    [Parte resenha, parte documentário, parte fanboyismo, mas 100% retrô. São assim os textos do nosso leitor André Breder Rodrigues, que ficou de assumir uma coluna sobre os fabulosos jogos que eram hardcore há anos e anos. Começamos com o ouriço Sonic, e sabe Deus onde iremos parar. Que seja a primeira de muitas!]

    Quem testemunhou a “briga” entre a Nintendo e SEGA nas décadas de 80 e 90, lembra muito bem o quão legal foi essa época. Foi uma disputa onde o principal ganhador era o jogador, já que as duas empresas sempre “lutavam” para conquistar os gamemaníacos, criando jogos que até hoje são inesquecíveis. Durante o período de 1985 e 1989, a Nintendo reinava praticamente absoluta no mundo dos games, com seu console NES, que realmente dava uma surra no seu concorrente, o Master System. O principal fator que garantia a vitória do console de 8 bits da Nintendo sobre o rival era a grande quantidade de jogos que este possuía, além do fato de que muitas empresas tinham contratos de exclusivade com a Nintendo, ou seja, havia muitas séries que já começavam a ser tornar consagradas (Mega Man, Castlevania, Contra, etc) que só poderiam ser jogadas no NES.

    Vendo que não havia como disputar com o NES, a SEGA resolveu então apostar em um novo console, que seria bem superior ao da concorrente. No quarto trimestre de 1989 o mundo então conhecia o Sega Genesis (que ficou conhecido por aqui e no Japão como Mega Drive), o primeiro console doméstico de 16 bits. Com seu novo console, a SEGA conseguiu enfraquecer de forma considerável a antes soberana Nintendo, mas no final do mesmo ano seria lançado o Super NES junto do excelente jogo Super Mario World. A Nintendo então voltava com força total para travar mais uma “briga” das boas. Para superar Mario era necessário que a SEGA criasse um mascote de peso para o Mega Drive. E ela conseguiu isso, com a criação do, hoje, ouriço mais famoso do planeta: Sonic.

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  • Atualização importante em 11/06/2008: foi trazido à minha atenção por um leitor do Continue o fato de que este texto, publicado pela Suzana Bueno, é “praticamente uma tradução” do texto Are all videogames doomed to irrelevance?, do blog Controler Freak, cujo crédito não foi dado. Com o intuito de preservar a transparência que este blog sempre teve para com os seus leitores, quero informar que já dei uma “bronca” na Suzana — que disse que, “na pressa, simplesmente esqueci de linkar” — e agora estou aqui dando o crédito onde é merecido.

    Fabio Bracht, editor e apagador de incêndios.

    laranjamote1.jpg

    [Fabinho viajou, então estou tomando conta da Discussão, e decidi abri-la mais cedo pois o feriado vai ser longo, assim podemos fofocar mais intensamente (ui!). Créditos da imagem vão ao Platy, um de nossos comentaristas diários. Valeu!]

    Se Laranja Mecânica, do gênio Stanley Kubrick, tivesse sido lançado hoje, em vez de em 1971, eu tenho certeza absoluta que ele seria aclamado pela crítica como um dos maiores filmes de todos os tempos, com o mesmo fervor e polêmica que causou trinta e poucos anos atrás. É uma obra de arte atemporal, tal como quadros de Leonardo da Vinci ou as igrejas medievais européias.

    Mas peguemos Super Mario Bros. É um jogo impressionante, mas e se ele fosse lançado hoje, em vez de em 1985? Ele teria sido o fenômeno que foi há exatos 23 anos? Provavelmente não.

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  • Biito!

    Olha eu aqui, escrevendo a minha primeira “Discussão de Fim de Semana”! :D

    Sempre gostei dos tópicos abordados nessa coluna e mais ainda dos comentários e discussões que surgem na sua sequência. E agora o Bracht me deu a chance de começar uma eu também. E o tema de hoje, como o título já diz, é moda. Moda Gamer, para ser mais preciso. E não falo do estilista Karl Legerfeld ser DJ em Libert City, mas sobre o que nós, jogadores entusiastas de videogame, vestimos.

    Parece um assunto frívolo, mas não é. Eu já trabalhei com Moda e antes que alguém faça um comentário engraçadinho, adianto que é um negócio sério e quando analisado de um ponto de vista acadêmico, descobre-se que a Moda apresenta uma profundidade antropológica e sociológica impressionante.

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  • Zero Suit Samus

    [A coluna Brawleando está definitivamente se tornando um negócio bem colaborativo. Inicialmente era pra ser só eu e o mestre Prandoni atualizando, mas aí o pessoal começou a mostrar interesse em mandar seus próprios textos falando sobre os seus personagens favoritos... e deu nisso! Hoje a coluna é do Marcus Oliveira (exceto a parte da Arena lá no fim), e semana que vem, quem se habilita? Escrevendo bem, é só mandar!]

    Ela é uma caçadora de recompensas que já lutou contra piratas espaciais, gelatinas sanguessugas, substâncias radiotivas, vírus-mímicos, cérebros em conserva e mais uma infinidade de bizarrices. Ela sabe se contorcer até virar uma bolinha pouco maior do que a própria cabeça, pular infinitamente e explodir os inimigos no ar. Ela foi a primeira grande personagem feminina do mundo dos games e com certeza te fez proferir um sonoro “OMFGWTF?!” quando você jogou Metroid pela primeira vez e descobriu que por trás daquela pesada armadura que foi fonte de cópia inspiração para o Master Chief não havia um macho parrudo fedendo a suor, mas uma legítima ‘femme fatale’…

    Sim, ‘femme fatale’ é um termo adequado para definir Samus Aran, personagem mais do que veterana na série Super Smash Brothers. E agora, que podemos escolher usar sua versão sem armadura, é que realmente descobrimos o quão fatal ela pode ser.

    Jogar com Zero Suit Samus (ou ZSS, como iremos chamá-la) não é fácil, pois para utilizar seus golpes com maestria é preciso muito treinamento e paciência. Mas o sacrifício é bem recompensado pois, quando bem utilizada, ela é sem sombra de dúvidas uma das personagens mais cheias de recursos e cartas nas mangas. O que eu vou fazer aqui é explorar de modo geral esse imenso leque de possibilidades.

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  • [Pixels Mortos #09] Sam & Max em dose dupla

    sammaxpm09.jpg

    Que coelhada de minha parte! Não apenas passei batido na semana passada, como ainda tive a pachorra de atrasar a Pixels Mortos seguinte.

    Enfim, após me recuperar da ressaca de Cherry Coke à qual o Bracht me submeteu como castigo, eis aqui a edição desta semana — a do feriado prometo que reponho em breve, podem cobrar.

    Homenageando a primeira promoção do Continue, discorrerei hoje sobre não apenas um, mas sim dois jogos cancelados de Sam & Max, ícones pops revigorados dos adventures aponte-e-clique.

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  • Tablet Wacom

    A pedido da Miwi, venho nesta semana falar um teco sobre as tais Graphics Tablets, ou Mesas Digitalizadoras.

    Mas é que tem uma coisa sobre PCs que eu não entendo mto bem e adoraria que vc fizesse um post a respeito xD

    É sobre tablets. Estou pensando em aprender a desenhar, e para desenhar no pc eu sei que esses tablets são uma mão na roda.
    Mas como eles funcionam? Não é confuso você escrever num tablet e ver o resultado em outra tela? Como diabos eu vou saber onde está o cursor se eu não posso ver a tela no tablet? Para que ele serve, pq a Wacom é a melhor marca?
    Enfim, tudo que poderia interessar a alguém que não entende absolutamente nada de mesas digitalizadoras xD

    Se vc fizer um Tecneiras PC-ônicas sobre isso, eu ficaria bem feliz xD

    =**

    Obrigada pela dúvida, desculpa por demorar a responder e peço aqui que qualquer pessoa faça suas perguntas, pois estamos num momento frio na área de PCs, ou seja, meio sem assunto. Não tem lançamentos bombásticos, nem jogos muito bons…

    Pra comecar, o que é uma tablet?

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  • Pirataria

    Todos vocês já leram o ótimo texto do AyPyCy sobre pirataria publicado esta semana, certo? Muitos, além de ler, fizeram questão de comentar, e nisso saíram altos comentários super pertinentes e exemplares. Por isso hoje eu acho apropriado trazer duas novas discussões baseadas naquela. Ainda sobre pirataria, porém mais específicas.

    São dois pontos sensíveis, portanto estou ansioso para conhecer a opinião de vocês.

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  • [Brawleando #03] Meta Knight

    Brawleando #03 - Meta Knight

    [Os leitores estão efetivamente tomando conta do Continue! Até a coluna Brawleando foi invadida! O texto de hoje é de autoria de Argus, fã da série Kirby, que demonstra por A+B que realmente entende do assunto e sabe controlar o nêmesis da bolota rosada. Aproveitem, prestigiem! E mandem os seus textos também, oras... Por que não?]

    O jogador novato, ao tentar usar Meta Knight pela primeira vez, poderá pensar (a) “Nossa, que legal, uma bolota espadachim”, (b) “Nossa, legal, ele é rápido”, (c) “Nossa, legal, fácil de usar!” ou (d) “Nossa, que fraco”. De fato, todos os pensamentos são compreensíveis, mas devemos deixar claro que apenas a primeira afirmação está cem por cento correta.

    Prós: para começar, o maior cavaleiro de Dream Land é um personagem de velocidade razoável e que ataca muito rapidamente. Ao contrário de Sonic, que é veloz mas tem ataques que precisam ser “calculados”, Meta Knight é muito mais agressivo. Ele, nas mãos de um jogador com bons reflexos, pode fazer qualquer um sofrer na lâmina dourada de Master (ou Galaxia, se você prefere o anime), mesmo ela geralmente causando pouco dano. Além disso, sua recuperação é uma das melhores do jogo, se não a melhor, superando até mesmo monstros como Pit ou ambas as formas da guerreira Samus.

    Contras: Em contraposição, como supracitado, os ataques de Meta Knight causam, em geral, pouco dano, e você precisará atingir o oponente múltiplas vezes se quiser ser efetivo. Também é um personagem extremamente leve, assim como Kirby, que pode ser mandado longe beirando os 70%. Óbvio que nas mãos de um jogador que saiba se esquivar bem, tanto em terra quanto no ar, isso pode ser evitado, mas não para sempre.

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