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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Colunas’ Category

(Castlevania) [bb]

[Depois da nossa semana extraordinária de cobertura da extraordinária E3 2008, que foi extraordinariamente extraordinária, voltamos à programação normal. Que, como você sabe, começa com a coluna Retroatividade do nosso amigo André Breder, toda segunda feira.]

Castlevania: Symphony Of The Night foi lançado no final de 1997 para o PlayStation[bb], e é até hoje considerado o melhor Castlevania de todos os tempos por grande parte dos fãs. Com gráficos fantásticos, músicas orquestradas, jogabilidade muito bem feita, Symphony conquistou uma legião de fãs em todo o mundo. Muitos que nunca haviam jogado um jogo da série Castlevania se rederam ao universo cativante deste jogo.

Em 1998 sairia uma versão do jogo para Sega Saturn, com algumas áreas a mais e Maria Renard sendo uma personagem jogável (na versão original só é possível jogar com Richter Belmont e Alucard[bb]), mas ocorreram perdas gráficas, ausência de transparências e aumento das granulações, além de maiores loadings, fazendo com que a versão do Playstation continuasse sendo considerada a melhor.

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  • (Street Fighter 2) [bb]

    [Com Street Fighter IV cada vez mais real, e os jogos de luta voltando aos holofotes, nada mais natural do que relembrar os bons tempos de pancadaria do maior clássico do gênero. Com vocês, André Breder em mais uma edição do Retroatividade!]

    Não é surpresa para ninguém: Street Fighter 2 - The World Warrior foi sucesso absoluto! Lançado originalmente para os fliperamas no ano de 1989, este jogo se tornou um vício coletivo entre os jogadores do mundo inteiro, que chegavam a fazer filas pela oportunidade de jogar! Quem nunca ouviu falar em Street Fighter 2 simplesmente não é desse planeta, ou morreu antes que o jogo fosse lançado!

    Após o estrondoso sucesso nos fliperamas, a Capcom tratou de fazer mais dinheiro ainda lançado o seu maior sucesso de todos os tempos para os consoles caseiros, que era um mercado que a cada ano se tornava maior e mais lucrativo. E o primeiro console doméstico a ser escolhido para ter uma versão do fantástico Street Fighter 2 - The World Warrior foi o Super NES! Para se ter uma idéia da importância deste jogo de luta da Capcom na época, basta saber que sua ida para o Super NES foi um dos principais motivos da derrota da SEGA (e seu Mega Drive) na batalha no mundo dos 16 bits! Para azar da SEGA, seu console só foi ter uma versão da série Street Fighter tardiamente, e sem obter o mesmo sucesso de qualquer versão lançada para o Super NES.

    Sendo um jogo simplesmente revolucionário, Street Fighter 2 - The World Warrior trouxe para os gamemaníacos caseiros todo o prazer e diversão obtida nos fliperamas. A conversão da versão arcade para o Super NES foi ótima, e fez com que milhões de cópias do jogo fossem vendidas em todo o globo.

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  • (Ratatouille) [bb]

    Pode acontecer de alguns não gostarem do que eu vou fazer agora, classificarem como preguiça ou qualquer outra coisa, mas eu vou fazer porque me deu vontade. Não é assim que funciona um blog, afinal?

    Eu tenho um assunto na manga, mas ele vai ficar para semana que vem — se ainda for relevante. Hoje o Fabio “Fabão” Santana publicou no seu blog, talvez não por coincidência, um ótimo debate. Qual a serventia dos críticos de games? Para que serve aquele carinha que senta na frente do computador, batuca num teclado suas opiniões sobre um jogo durante alguns minutos e depois publica, crente que serviu para iluminar a vida de alguém? Falar sobre reviews/resenhas/análises/criticas é falar sobre um dos meus assuntos favoritos.

    Portanto, não vou fazer o que eu costumo fazer sempre — pegar o gancho de outra discussão e trazê-la para cá. O que eu proponho dessa vez é que todos nós cliquemos aqui e comentemos . Por quê? Primeiro porque lá o assunto já foi lindamente iniciado, e seria ideal que lá mesmo ele se desenvolvesse. Segundo porque, por mais que eu queira fazer do Continue o maior e melhor blog de games do Brasil, eu nunca vou cometer o erro de achar que somos o único blog que você pode gostar (razão pela qual não poupamos links por aqui). E terceiro porque eu acho uma puta injustiça que nós tenhamos mais de 500 assinantes de feed, enquanto o Fabão — que põe num post a qualidade que a gente se esforça ara alcançar em uma semana de posts — não tenha nem 50 (ainda). As nossas Discussões de Fim de Semana costumam ter quase 40 comentários, então eu quero ver esse número de gente comentando lá no Gamer LifeStyle.

    Go and make me proud.

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  • [O jogo desta semana na coluna Retroatividade não poderia ser outro senão o grande Metal Gear Solid, clássico absoluto do PSOne! André Breder põe todos os seus retrônios para funcionare nos entrega o seu maior texto até hoje. Não deixe de ler, afinal, você provavelmente ainda não tem MGS4 para jogar!]

    A série Metal Gear, do gênio Hideo Kojima, já havia feito um certo sucesso nos computadores MSX e até mesmo no NES, mas foi mesmo no PlayStation que a série se tornou famosa no mundo inteiro, graças ao lançamento daquele que é considerado por muitos como o melhor jogo já feito para o console de 32 bits da Sony: Metal Gear Solid, um jogo surpreendente para a época em que foi lançado (1998), com ótimos gráficos 3D, trilha sonora excelente e com um enredo criativo maravilhosamente escrito. Em um adjetivo: cinematográfico.

    O modo de jogo de Metal Gear Solid não era novidade para os fãs mais veterenos do trabalho de Hideo Kojima, mas para uma enorme quantidade de pessoas que só foram ter contato com um jogo da série a partir deste lançamento para o PlayStation, o esquema “ação/espionagem” seria uma grata surpresa.

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  • Videogames podem mudar a sua vida?

    Créditos da imagem: Easy Skywalker @ Flickr

    Outra noite estava eu indo para casa quando me encontrei com um amigo de longa data. Vamos chamá-lo de Piuí, para preservar sua identidade. Cara esperto, inteligente, produtor de vídeo. Conversa vem, conversa vai, acabei puxando um assunto que foi discutido aqui no Continue tempos atrás. A questão da longevidade dos games. E levamos o tema para outras mídias, como a música e o cinema. Lá pelas tantas, ele falou uma coisa que me perturbou:

    “Filmes, videogames… é tudo entretenimento. E isso não muda a vida de ninguém.”

    Será que não? Tudo bem, é só um jogo. É um hobbie. Uma diversão. Tem quem diga que é uma válvula de escape das pressões do cotidiano. E há aqueles que enxergam os games como um estilo de vida.

    Mas será que eles não são mesmo capazes de mudar as nossas vidas?

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  • [André Breder, o homem-nostalgia, nos traz mais um texto sobre um jogo que marcou época. O que será que ele vai aprontar na semana que vem?]

    Em 1986, o primeiro jogo da série Castlevania lançado surge para o mundo no Famicon Disk System japonês, sendo portado para o NES americano no ano seguinte e logo se tornaria um dos jogos mais populares na época entre os viciados no 8 bits da Nintendo. Por causa da popularidade crescente do NES, muitos até pensam que Castlevania foi o legítimo primeiro jogo da série, mas antes dele a Konami havia lançado o jogo Vampire Killer para o computador doméstico MSX, no ano de 1986. [Nota do editor: Isso no Brasil e na Europa; no Japão Vampire Killer foi lançado alguns dias depois de Castlevania.]

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  • [Fabio Bracht está com medo. A conexão de internet dele está engasgando o tempo todo, e fazia tempo que isso não acontecia. Por isso, aliás, que este texto não entrou ontem, conforme seria apropriado.]

    Eu sinto que essa semana já tivemos uma DFDS, só que na quinta-feira. O que começou como um simples post “enche-linguiça”, cujo único propósito era divulgar mais uma enquete — visto que as anteriores sempre demoravam para juntar um número de votos que me deixasse satisfeito –, acabou virando uma ótima conversação sobre quais blogs cada um lê, não lê e recomenda. Mais de uma pessoa veio até mim agradecer pelo post (como se o mérito fosse meu), já que graças a ele acabou descobrindo vários outros blogs legais.

    Então, já que vocês gostam tanto de blogs, vamos discutir algumas outras pequenas questões sobre ele.

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  • [Joguetes #16 - Especial] I’m In Like With You Arcade

    I’m In Like With You ARCADE!

    O quê? Eu não acredito! Você acredita? A Coluna Joguetes está de volta! Bom, está e não está, porque eu não garanto em nenhum momento que segunda-feira que vem ela estará aqui de novo. Só escrevo esta porque achei alguns joguetes que realmente valem o esforço e merecem ser espalhados, compartilhados, jogados e apreciados.

    Aticei a sua curiosidade, né? Como serão esses joguetes tão maravilhosos? Isso você descobre clicando no continue. ;)

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  • Alex Kidd in Miracle World

    [André Breder, que, pra quem não sabe, também publica seus textos em sites como o Retrobits e o NES Archive, traz mais uma pastilha de nostalgia para os "velhos" e conhecimento para a nova geração de jogadores. Curta mais este inspirado texto do rapaz, porque depois só na segunda que vem!]

    Na metade dos anos 80 a SEGA apresentou ao mundo o personagem que passaria então a ser seu mascote, até ser “destronado” por Sonic em 1991. Trata-se de Alex Kidd, um jovem treinado em artes marcias e que possui grande força em seus punhos, sendo capaz de destruir rochas com um único golpe. Numa época em que o mundo havia ficado maravilhado com o encanador da Nintendo, Alex Kidd teve a difícil missão de suprir as necessidades dos usuários do Master System em relação a um jogo de igual qualidade, originalidade e diversão.

    Após Super Mario Bros, era comum que grande parte dos jogos que seguissem o gênero Ação/Plataforma fossem quase que um mera cópia da grande obra de Shigeru Miyamoto. Mas o produtores de Alex Kidd in Miracle World não pretendiam copiar Mario, e sim criar um jogo que fosse original e que trouxesse boas novidades aos jogadores. E eles conseguiram isso, criando um jogo com uma jogabilidade totalmente diferente de Mario, “power ups” próprios e estágios bem diversificados e originais.

    Até a história do jogo é bacana! Após algum tempo afastado de sua terra natal, o príncipe Alex descobre que um terrível vilão chamado Janken The Great sequestrou seu irmão gêmeo e está causando sérios problemas em seu reino. Como um verdadeiro herói, Alex deve passar por diversos perigos até poder enfrentar Janken e vencê-lo, salvando sua família e seu povo.

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  • odeiocontroleamovc.jpg

    O dia dos namorados foi quinta e o aniversário da minha namoradinha (oi, querida!) foi ontem. Sendo assim, não consigo pensar em nada muito diferente disso para discutir aqui com vocês — mas isso não significa que o assunto seja chato.

    Muito pelo contrário, muitas vezes é legal dar um tempo nas grandes discussões filosóficas e acaloradas e simplesmente contar alguma história, um causo, e ouvir os outros contarem as suas.

    Então lá vai: a proposta da discussão de hoje é contar uma história que envolva games e a sua, ou seu, namorada, ou namorado. Ou esposa/marido. Ou a/o namorada/namorado de outra pessoa que você conheça. (Caralho, quem foi que determinou que a língua portuguesa precisa diferenciar masculino de feminino em tudo?)

    Como a sua pessoa especial começou a jogar? Há um jogo em que ela seja infinitamente melhor do que você, apesar de ser n00b em todos os outros? Ou ela simplesmente odeia o seu hábito de jogar e isso já rendeu alguma história digna de ser contada? Você já filmou ela rebolando no Wii Fit e colocou na internet?

    Eu tenho várias, mas vou contar três aqui só pra fazer a coisa andar. Depois do continue.

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