
[Qual retro-jogo o nosso camarada André Breder vai trazer hoje para nossa apreciação? Ei, volte aqui! Leia o parágrafo direito! Não adianta, esses fãs de Final Fantasy VII são muito ávidos para ler um simples parágrafo de introdução...]
Texto retirado a pedido do autor. (02/12/2008)

Quem não quer ter um produto da Apple? Como se não bastasse ter o computador mais estiloso de todos os tempos, ela também criou o notebook, o MP3, o MP4 e o celular mais estilosos de todos os tempos. E, ao que tudo indica, pode ter em mãos também o videogame portátil mais estiloso.
Em um evento promovido esta semana para a imprensa, a empresa anunciou (além de novos modelos do iPod, é claro) que o seu novo canal de aplicativos promoveu, menos de um mês depois do lançamento, mais de 60 milhões de downloads — sendo 300 mil destes apenas do jogo Super Monkey Ball. E dando grande destaque aos videogames em sua conferência, com direito a montagem em vídeo de featured titles e tudo mais, o chefão Steve Jobs declarou que considera o iPod Touch como “o melhor dispositivo portátil para games”.
E não é só a Apple: várias produtoras estão apostando no sucesso do pequeno aparelho como plataforma de games, inclusive a EA — que além de ter lançado Spore Origins junto com a versão de PC, anunciou semana passada o desenvolvimento de mais nove jogos para o aparelho, incluindo versões de The Sims 3, Need for Speed: Undercover, Monopoly e Tiger Woods.
Então queremos saber de você, leitor: devemos apostar no sucesso da Apple nessa nova empreitada? Acha que podemos chegar a ver grandes lançamentos exclusivos para os iPods? A interface do iPhone, com uma única touch screen, lhe parece apropriada para jogos? O Continue deve dar mais atenção aos jogos anunciados para o iPod? E, mais importante: você compraria um portátil da Apple para jogar?

[Esta semana, André Breder nos relembra de um dos meus maiores clássicos pessoais, o grande QuackShot -- que não sei como ainda não foi lançado no Virtual Console. Já que você vai desempoeirar aquele Mega Drive para jogar Pier Solar, aproveite para se aventurar com o Pato Donald também.]
Texto retirado a pedido do autor. (02/12/2008)

Se alguém ainda tem dúvidas de que o Brasil está no caminho certo para um futuro brilhante no mercado de videogames, esta dúvida deve ter se enfraquecido bastante nos últimos meses. Apesar de não ter rolado nenhum Megaton, as múltiplas boas novidades que aconteceram nos últimos, sei lá, 10 ou 12 meses são suficientes para concluirmos algo bem simples e direto: o mercado está aquecido.
Tão aquecido quanto aquela panelinha cheia de água no fogão, quase burbulhando, só esperando o miojo (de tomate da Turma da Mônica, no meu caso). Se tudo correr bem, em breve teremos uma bela porção de macarrão para colocar neste mercado aquecido, e aí são só mais três minutos até termos um suculento miojo sabor Desenvolvimento do Mercado acompanhado de um temperinho chamado Games a Preço Justo.
Estou viajando? Talvez. Mas se todo mundo estiver viajando como eu, essa viagem torna-se a única realidade possível.
Por isso a discussão deste fim de semana pergunta: o que podemos fazer? Se o mercado está aquecido, nós podemos ser considerados o fogo, ou pelo menos o gás que o acende. Precisamos fazer a nossa parte. Mas como? Mandar emails para os homens de Brasília cobrando aquele projeto de lei? Comprar originais em lojas nacionais? Adotar um pirata e tentar “convertê-lo”? Tenho certeza que tudo isso ajuda, mas deve haver formas mais criativas. Vamos nos unir e pensar em ações concretas que todos possamos fazer, se é que elas existem.
Alternativamente, um outro tópico que pode ser discutido é o bem menos positivo, mas talvez tão relevante quanto, “Vai mudar mesmo?”. Sempre tem quem ache que tudo é fogo de palha e que o Brasil ainda está bem mais longe do que a gente acha de se tornar um mercado decente. Eu gostaria de ouvir o argumento desses caras também, já que isso também rende assunto.

[Depois de ceder uma edição da Retroatividade para o nosso amigo Adney Luís, que falou sobre Super Metroid na semana passada, André Breder retorna ao posto. Demonstrando o sempre ótimo timing, ele aproveita o hype em cima de Mega Man 9 para nos lembrar das origens do Blue Bomber.]
Texto retirado a pedido do autor. (02/12/2008)
[Nota do Bracht: eu fiquei "offline" no fim de semana e combinei com o Pablo Raphael para que ele escrevesse e publicasse uma Discussão no Fim de Semana por conta própria, sem ter que passar pela minha edição. Mas acho que o camarada esqueceu, porque cheguei aqui hoje e vi o post "Pending Review".
Tudo bem, PR, a gente te perdoa. Mas só porque a discussão é realmente muito pertinente e bem apresentada!]
Uma das melhores coisas desse mundinho conectado deveria ser a tal da versão demo. Não é novidade, principalmente para quem joga no PC, mas se popularizou bastante com a consolidação das redes online nos consoles domésticos. Antes de comprar, baixe o demo e sinta um gostinho do jogo. É a experiência em primeira mão, com um impacto potencial no usuário muito maior do que previews, reviews, propagandas de página dupla ou vídeos na Internet. Se você gostar, vai comprar para continuar o jogo.
Essa é a teoria. Na prática, todo tipo de resultado possível e imaginável acontece quando se trata de versões de demonstração. Jogos ruins parecem melhores do que são e bons títulos podem parecer chatos e entediantes. E as vezes o jogo é exatamente o que estamos vendo, mas pensamos “é só o demo, no final vai ser melhor”. Dá pra confiar no demo? Vou compartilhar algumas experiências, a minha opinião e esperar as opiniões e histórias de vocês, depois do Continue.

[Hoje a coluna Retroatividade, excepcionalmente, não foi escrita pelo nosso incansável leitor André Breder. Se você gostar deste texto, pode parabenizar o esforçado Adney Luís, pois a "culpa" é toda dele! E mais: se quiser ter o seu texto publicado aqui, é só entrar em contato e a gente vê se rola!]
Lançado para o Super Nintendo em 1994, Super Metroid revolucionava a série iniciada no NES. O terceiro capítulo da série (sucessor de Metroid II – Return of Samus, lançado para Game Boy) trazia ótimos gráficos, uma jogabilidade bastante fluida e, principalmente, trazia como grande inovação um imenso mundo a ser explorado nos seus mínimos detalhes.
Todas essas qualidades apresentadas resultaram em milhões de vendas dos cartuchos, aparições nas mais variadas listas de melhores jogos de todos os tempos e, o mais importante, a consolidação da série (e da sua personagem principal) no panteão da “Tríade de Ouro” da Nintendo, composta também por Mario e Link.

Quando o Phantom foi anunciado, em 2002, a promessa de uma biblioteca de games inteira sendo distribuída apenas em formato digital, sem opção de usar mídia física, parecia algo diferente demais para ser verdade. Diferente demais para dar certo. Hoje, apesar do Phantom estar sentado à direita de Duke Nukem Forever no reino do vaporware, ninguém em sã consciência pode negar que a distribuição digital de games veio para ficar. No mínimo.

Eu não sei como é com vocês, mas eu não tenho tanto tempo quanto gostaria para jogar videogame. Quando era pequeno, o mundo era mais simples e livre de responsabilidades. Chegava o fim de semana, era hora de passar na locadora: meu pai pegava uns filmes, e meu irmão e eu alugávamos um jogo cada um. E assim tinha algumas horas do sábado e do domingo para me divertir com o bom e velho Nintendinho. Nas férias de julho, nas quais eu não viajava, passava a semana toda debulhando joguinhos em frente à televisão. Minha mãe tem fotos da gente jogando Punch Out! e Battletoads, no verso das quais está escrito “Férias de Julho de 1990″.
Saudosismo inútil? Nostalgia inglória de dias mais simples? Talvez. Mas servem para ilustrar o ponto que gostaria de discutir nesse fim de semana.

[Aproveitando a notícia do lançamento do modelo revisado de Master System, o nosso leitor André Breder nos mandou um tratado sobre um dos maiores e mais atemporais clássicos do console. Confira!]
Texto retirado a pedido do autor. (02/12/2008)