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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Colunas’ Category

Cave Days Logo
Cave Days 01 Cave Days 02 Cave Days 03

Cave Days é um jogo de plataforma criado pela empresa brasileira Insolita Studios. Encontrei esse jogo navegando ao acaso pela internet e considero uma surpresa agradável, ainda mais sabendo que é um produto nacional.

A história se passa na época dos dinossauros e o jogador controla dois homens das cavernas que gostam de passar o tempo caçando e assando dinos. O estilo do jogo é bem próximo ao dos jogos de plataforma que reinaram nos gloriosos tempos de SNES. A jogabilidade é boa, a música também agrada e os grunidos usados como vozes para os personagens principais combinam bem com o estilo engraçadinho do jogo. Esse estilo é o que dá mais personalidade a Cave Days, o jogo inteiro e principalmente as cut-scenes são cheias de piadinhas que até me arrancaram algumas risadas.

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  • O primeiro post de verdade de 2008 já estréia uma nova seção/coluna/periódico/recorrente aqui no Continue: o Joguetes. Inventei este nome há exatos mais ou menos 37 segundos, quando o escrevi no campo de título, porque na verdade o nome pouco importa. O conteúdo é que é importante, e, sobre ele, prevejo que alguns vão amar e outros vão achar a coisa mais inútil do mundo: webgames. Joguinhos de passatempo que você pode jogar do conforto do seu navegador, enquanto espera entrar no ar o próximo post deste glorioso projeto de site.

    Existe muita gente que tem um certo preconceito contra este gênero tão prolífico de games. Especialmente os chamados “hardcore”. Só que, assim… Eu sou um sujeito que pode ser classificado facilmente como hardcore, e nem por isso ignoro o fato de que existem idéias incríveis escondidas nos mais simples joguinhos, em arquivos que muitas vezes não chegam a 100Kb. Idéias que você rezaria para que fossem implementadas no próximo jogo de uma das suas séries favoritas.

    Aqui na coluna Joguetes você vai ser apresentado a três destes por semana, toda segunda (é, eu sei que hoje é quarta, mas conta como segunda porque ontem foi feriado). Considerem isso a minha tentativa de amenizar um pouco o tédio de início-de-semana que assola todos os trabalhadores de escritório do Brasil. Depois do Continue você confere os primeiros três, e segunda que vem tem mais.

    Como eu estou enrolando para começar esta seção desde que o site começou, vamos logo com isso.

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  • É, não fizemos uma lista de melhores do ano. Mas vamos fazer, juntos — o Continue e você –, uma lista dos melhores de 2008. Uma lista daquilo que a gente espera que seja bom neste ano que está chegando daqui a pouco mais de 48 horas. O que te deixaria feliz no fim de 2008? O que você simplesmente acha que vai acontecer, por nenhum motivo em especial? Ou o que precisa acontecer para o ano que vem ser melhor do que 2007?

    Olha que é um páreo duro, hein? Sem entrar nos méritos da indústria, ficando apenas na parte que mais nos interessa — os lançamentos de games –, este ano tivemos Halo 3, The Orange Box, Super Mario Galaxy, Mass Effect, God of War 2, Rock Band, Sam & Max Season 1 (ei, eu colocaria ele numa lista dos melhores ano, fácil), Zelda: Phantom Hourglass… e olha que eu tenho certeza que essa listinha seria duas ou cinco vezes maior do que isso se eu lembrasse de todos os jogos que foram lançados.

    E em 2008, se tudo der certo e entre outras coisa, teremos Smash Bros Brawl, Mario Kart Wii, Metal Gear Solid 4, Final Fantasy XIII e Gran Turismo 5. Talvez um novo projeto do Team Ico (este sim, mais do que qualquer outra coisa, um motivo real para se comprar um PS3).

    Mas não fiquemos só nisso. Na lista que faremos juntos após o continue, eu quero ver todo tipo de expectativa. Quero saber o que vocês esperam da indústria de games como um todo, e talvez até mundo exterior que não tem nada a ver com os games mas que pode influenciá-los de alguma forma. Então, sem mais encheção de Mestre Linguiça, comecemos!

    Daqui a 366 dias (2008 é ano bissexto, galera) a gente volta aqui pra dizer “eu já sabia!”. Ou pra ficar com cara de owned. :P

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  • Beat you up-a!

    A atualização de ontem do Smash Bros DOJO me deixou pensando sobre uma coisa inusitada: e se, mesmo depois de algumas tentativas frustradas de se criar um bom beat’em up nos consoles atuais, o verdadeiro representante de qualidade desse gênero esquecido na nova geração acabar sendo este jogo de luta?

    Assista ao vídeo que foi publicado lá. Há algumas partes, breves e quase imperceptíveis, onde se pode perceber características típicas de beat’em ups. Inimigos fraquinhos aos montes (eu vi uns Goombas, você viu?), rolagem lateral de tela, jogabilidade cooperativa e chefes, se eu não estou esquecendo de nada. Em atualizações passadas já foi citado que o enredo do modo Subspace Emissary teria ramificações, dependendo do caminho seguido ou do personagem escolhido. Aliás, cada personagem começará em um ponto diferente, pelo que eu entendi.

    Juntando isso com o carisma dos personagens da Nintendo, a jogabilidade perfeita que um jogo há tanto tempo em desenvolvimento com certeza terá e o próprio fato de que teremos uma mesma história unindo personagens e inimigos de tantos jogos clássicos diferentes, eu desconfio de que poderemos ter um dos beat’em ups mais viciantes desde Streets of Rage 2.

    O que você acha? Concorda ou acha que estou me empolgando demais?

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  • Passage

    Passage é um jogo criado por Jason Rohrer e apresentado ao mundo no festival independente Gamma 256. Esse festival impõe algumas limitações técnicas aos desenvolvedores com objetivo de estimular a criação de novos conceitos e designs. Umas das limitações é que os jogos devem ter apenas 256 pixels de resolução e serem curtos, no máximo cinco minutos. Jason respeitou todas as regras e criou um jogo de exploração, limitado tecnicamente mas muito rico em conteúdo.

    Em Passage o jogador deve explorar o seu mundo, apenas explorar. Sem muitas regras. Inicialmente pode até parecer sem graça explorar um mundo feito em resolução de 100×12 mas com o passar dos minutos o jogador entende a mensagem.

    Eu vou explicar a mensagem após o continue, mas este — confie em mim — é um spoiler que você não quer ter antes de jogar o jogo. Portanto eu peço a você que baixe esta pérola de 90KB e gaste míseros cinco minutos da sua vida em um experiência que você provavelmente vai lembrar por muito tempo. Depois volte aqui pra gente conversar.

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  • Aquaria

    [Nota do editor: Além de ser dono do Oitobits, entusiasta de programação, apaixonado por desenvolvimento de games AND carpinteiro digital do Continue (quem você acha que mexeu no CSS do blog? Eu? Hahaha!), o Vinicius Silva agora vai escrever a coluna Quarta Indie aqui para nós. Toda quarta-feira um preview, review ou discussão sobre o mesmo tema: jogos independentes, saídos das garagens de pessoas criativas e sem grana do mundo inteiro. E começa agora. Foi!]

    Aquaria é o mais novo título indie no mercado. O projeto, vencedor do Independent Games Festival de 2007, era aguardado por bastante gente no cenário independente.

    O jogo se passa em um universo aquático, e o jogador controla Naija, uma espécia de sereia que tem a capacidade de soltar magias e usar canções que melhoram suas habilidades. Segundo os desenvolvedores, o jogador pode usar o mouse, o controle de Xbox 360 ou o teclado para movimentar Naija. Eles destacam o sistema intuitivo que fizeram para o uso do mouse, permitindo total controle do jogo.

    O que mais me impressionou nos vídeos e screenshots foi a qualidade da arte. Os sons e imagens são fantáticos! A ausência de uma HUD aliada com a qualidade da arte faz com que o jogo pareça um quadro em movimento.

    É fantástico pensar que um jogo tão refinado é trabalho de apenas duas pessoas. A Bit Blot é composta somente por Derek Yu e Alec Holowka, figuras conhecidas no cenário independente. Segundo o site da produtora o jogo começou a ser desenvolvido em 2005 e foi lançado (somente na internet) recentemente ao preço de U$30, o que eu acho justo pelo nível do trabalho. Afinal, tem gente por aí que já gastou duas ou três vezes esse valor em jogos do Virtual Console ou da Live Arcade.

    Dê um pulo no site oficial do jogo, baixe o demo para Windows e confira você mesmo o que dois apaixonados pelo desenvolvimento de jogos podem fazer. Se não ficou com vontade de fazer isso até agora, o vídeo e as telas abaixo provavelmente vão te fazer ficar.

    E se gostar, considere seriamente incentivar comprando o jogo. Acredite, esses caras fazem coisas fantásticas e precisam muito mais da ajuda dos jogadores do que esse povo que lança jogos com nomes de algum esporte qualquer seguido pelo ano de lançamento.

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