Continue »

#jogojusto

Archive for the ‘Discussão de Fim de Semana’ Category

odeiocontroleamovc.jpg

O dia dos namorados foi quinta e o aniversário da minha namoradinha (oi, querida!) foi ontem. Sendo assim, não consigo pensar em nada muito diferente disso para discutir aqui com vocês — mas isso não significa que o assunto seja chato.

Muito pelo contrário, muitas vezes é legal dar um tempo nas grandes discussões filosóficas e acaloradas e simplesmente contar alguma história, um causo, e ouvir os outros contarem as suas.

Então lá vai: a proposta da discussão de hoje é contar uma história que envolva games e a sua, ou seu, namorada, ou namorado. Ou esposa/marido. Ou a/o namorada/namorado de outra pessoa que você conheça. (Caralho, quem foi que determinou que a língua portuguesa precisa diferenciar masculino de feminino em tudo?)

Como a sua pessoa especial começou a jogar? Há um jogo em que ela seja infinitamente melhor do que você, apesar de ser n00b em todos os outros? Ou ela simplesmente odeia o seu hábito de jogar e isso já rendeu alguma história digna de ser contada? Você já filmou ela rebolando no Wii Fit e colocou na internet?

Eu tenho várias, mas vou contar três aqui só pra fazer a coisa andar. Depois do continue.

Continue lendo!

I feel good!

Uma das coisas que mais me fez pensar essa semana foi um post que eu publiquei na segunda. Aquele do flash demo do Boom Blox. Ele me fez lembrar de um texto que eu li ano passado no Gamasutra, chamado “Game Feel: The Secret Ingredient“.

(Aliás, fica a dica: para quem gosta de textos mais “cabeça”, discutindo vários aspectos dos games além da diversão, o Gamasutra é um bom site para se acompanhar.)

O texto foi um dos mais marcantes que eu já li, porque toda santa vez que eu jogo um jogo realmente bom, eu lembro dele. Basicamente, ele trata daquele elemento X, aquela mágica, aquele ingrediente secreto que os bons jogos têm e se diferenciam por isso. Quantos jogos de plataforma 3D você já jogou? Muitos, aposto, e também aposto que a maioria é bem mais moderna do que o clássico Mario 64. Mas ainda assim, muita gente ainda hoje considera Mario 64 um dos melhores do gênero, senão o melhor. Por quê? Segundo Steve Swink — o autor do texto –, porque, em Mario 64, a Nintendo acertou o “feel” do jogo.

A tradução de “feel”, para quem não sabe, é sensação. Mas que sensação é essa?

Continue lendo!

Atualização importante em 11/06/2008: foi trazido à minha atenção por um leitor do Continue o fato de que este texto, publicado pela Suzana Bueno, é “praticamente uma tradução” do texto Are all videogames doomed to irrelevance?, do blog Controler Freak, cujo crédito não foi dado. Com o intuito de preservar a transparência que este blog sempre teve para com os seus leitores, quero informar que já dei uma “bronca” na Suzana — que disse que, “na pressa, simplesmente esqueci de linkar” — e agora estou aqui dando o crédito onde é merecido.

Fabio Bracht, editor e apagador de incêndios.

laranjamote1.jpg

[Fabinho viajou, então estou tomando conta da Discussão, e decidi abri-la mais cedo pois o feriado vai ser longo, assim podemos fofocar mais intensamente (ui!). Créditos da imagem vão ao Platy, um de nossos comentaristas diários. Valeu!]

Se Laranja Mecânica, do gênio Stanley Kubrick, tivesse sido lançado hoje, em vez de em 1971, eu tenho certeza absoluta que ele seria aclamado pela crítica como um dos maiores filmes de todos os tempos, com o mesmo fervor e polêmica que causou trinta e poucos anos atrás. É uma obra de arte atemporal, tal como quadros de Leonardo da Vinci ou as igrejas medievais européias.

Mas peguemos Super Mario Bros. É um jogo impressionante, mas e se ele fosse lançado hoje, em vez de em 1985? Ele teria sido o fenômeno que foi há exatos 23 anos? Provavelmente não.

Continue Lendo!

Biito!

Olha eu aqui, escrevendo a minha primeira “Discussão de Fim de Semana”! :D

Sempre gostei dos tópicos abordados nessa coluna e mais ainda dos comentários e discussões que surgem na sua sequência. E agora o Bracht me deu a chance de começar uma eu também. E o tema de hoje, como o título já diz, é moda. Moda Gamer, para ser mais preciso. E não falo do estilista Karl Legerfeld ser DJ em Libert City, mas sobre o que nós, jogadores entusiastas de videogame, vestimos.

Parece um assunto frívolo, mas não é. Eu já trabalhei com Moda e antes que alguém faça um comentário engraçadinho, adianto que é um negócio sério e quando analisado de um ponto de vista acadêmico, descobre-se que a Moda apresenta uma profundidade antropológica e sociológica impressionante.

Continue lendo!

Pirataria

Todos vocês já leram o ótimo texto do AyPyCy sobre pirataria publicado esta semana, certo? Muitos, além de ler, fizeram questão de comentar, e nisso saíram altos comentários super pertinentes e exemplares. Por isso hoje eu acho apropriado trazer duas novas discussões baseadas naquela. Ainda sobre pirataria, porém mais específicas.

São dois pontos sensíveis, portanto estou ansioso para conhecer a opinião de vocês.

Continue lendo!

Pintinhos

A maneira mais fácil de “arrumar” um assunto para tratar aqui na DFDS é olhar para as notícias que saíram na semana que passou, seja aqui no Continue, seja em outros lugares. Esta semana tivemos uma bem provocadora de opinião, que não pôde ser publicada aqui por motivos de falta de pessoal e/ou tempo livre. (Estamos procurando colaboradores!)

Ela tem como tema um dos “ismos” dessa vida. Mas não é nem nintendismo, nem sonysmo, nem microsoftismo, nem pczismo. É um ismo bem pior.

Continue lendo!

DToid Pensativo

Neste primeiro de abril, como você já sabe, o blog americano Destructoid pregou uma peça mais digna de Halloween, aquele esquema bem gostosuras ou travessuras. No caso, só travessuras. Os caras trocaram de nome e de URL, passaram a ser o Foxtoid News, em uma clara tiração de sarro desmedida e sem medo de ser feliz ao canal/site de notícias mais anti-gamer dos EUA. Boa parte das vezes que Jack Thompson, o advogado mais querido dos games, apareceu falando groselha na televisão livremente, como se entendesse grande porcaria, foi no Fox News.

Como quem nem sabe da possibilidade de uma ação judicial, o pessoal do site postou um dia inteiro de notícias falsas, absurdas, muitas vezes sem sentido, fazendo-se passar (ainda que claramente de brincadeira) pelo preconceituoso site. As notícias falsas e preconceituosas do Foxtoid News eram de brincadeira, mas também uma carta aberta de repúdio ao modo real com que a Fox News trata os games e a cultura gamer em si, por consequência.

Conversando com o Prandoni, meu grande amigo e valioso colega, companheiro de madrugadas insones de trabalho e discussões filosóficas — e de partidas emocionantes de Brawl online  –, descobri que ele achou que aquilo claramente passava dos limites. Ele havia acabado de falar brevemente sobre o fato no Hadouken. “Dá pra evoluir numa questão mais profunda sobre ética jornalística e o dever da informação e outras coisas chatas de aula de faculdade”, disse o graduado rapaz.

Se ele talvez quiser enveredar o assunto por esse lado, ele que fique à vontade. Eu não vou. :P

O que eu quero é perguntar a você, meu absurdamente estimado leitor, qual a sua opinião sobre a coisa toda. Eles passaram dos limites? Se algo parecido com isso tivesse acontecido aqui no Continue (ou, sei lá, no Finalboss ou no Outer Space), você teria achado interessante ou não iria gostar? Um blog que assume um teor jornalístico, de compromisso com os fatos e a informação, precisa necessariamente adotar uma postura séria e rígida, nunca se permitindo uma “molecagem” como essa?

No Jornalismo de Games, você dá mais importância à palavra jornalismo ou à palavra games?

Happiness

Quando pensei em fazer esta coluna semanal de discussão, a minha primeira preocupação foi: “e se chegar um sábado em que eu realmente não conseguir pensar em nenhuma discussão para propor?” Minha cabeça não é um poço sem fundo de idéias e temas capazes de gerar debates construtivos e provocadores. Mas hoje, após ter escrito já um bom número de Discussões de Fim de Semana, eu percebo: muitas vezes a melhor pauta não é aquela que você propôs, é aquela que foi proposta a você.

Essa semana, durante a minha navegação básica atrás de notícias e informações, eu me deparei com um texto que me propôs uma ótima pauta. Após o continue, eu a proponho a você, já ansioso pelos comentários que se seguirão. Hoje o papo vai ser bom.

Continue lendo!

Desde que comprei o Xbox 360, tenho conversado sobre ele com alguns amigos que também o têm, e descobri que há um mal que assola a todos nós, como uma espécie de vírus. O “Bicho do Online”, como eu gosto de chamar. Eu nunca fiz questão de multiplayer online, sempre fui da opinião de que o jogo é um desafio dos desenvolvedores para os jogadores. É uma experiência planejada e programada, “scriptada”. O maior exemplo recente disso é BioShock[bb]. Pra mim, isso é videogame. Ou, melhor dizendo, pra evitar polêmicas: esse é o tipo de jogo que eu considero “superior”, em que eu sempre me senti mais compelido a investir o meu tempo.

Mas agora percebo, e tenho aqui a humildade de admitir, que isso era simplesmente porque eu nunca havia experimentado de fato o prazer do jogo competitivo online. É um prazer completamente diferente. Nele, os desenvolvedores dão apenas as ferramentas (armas, cenários, regras) e são os humanos segurando os controles que constróem as situações, as emoções.

Depois do continue, eu me explico melhor e chego ao cerne da questão. Me acompanhe.

Continue lendo!

Nintendo WFC Quebrada

Sabe uma coisa que eu simplesmente adoro? Quando vou comentar no blog de alguém e percebo que elaborei tanto o comentário que ele poderia servir como um post. É como se eu tivesse enganado a mim mesmo para escrever um post sem nem perceber!

Isso aconteceu ontem, quando fui responder ao post do Daniel no Cabide, que por si só já era um post-resposta ao meu próprio texto de ontem, aqui mesmo no Continue, no qual dou a minha opinião sobre a incompetência da Nintendo no campo online. Leia os dois, depois clique no continue para ler o texto que quase se tornou um comentário no blog dele.

Continue lendo!

Apture


Patrocínio