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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Discussão de Fim de Semana’ Category

Pintinhos

A maneira mais fácil de “arrumar” um assunto para tratar aqui na DFDS é olhar para as notícias que saíram na semana que passou, seja aqui no Continue, seja em outros lugares. Esta semana tivemos uma bem provocadora de opinião, que não pôde ser publicada aqui por motivos de falta de pessoal e/ou tempo livre. (Estamos procurando colaboradores!)

Ela tem como tema um dos “ismos” dessa vida. Mas não é nem nintendismo, nem sonysmo, nem microsoftismo, nem pczismo. É um ismo bem pior.

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  • DToid Pensativo

    Neste primeiro de abril, como você já sabe, o blog americano Destructoid pregou uma peça mais digna de Halloween, aquele esquema bem gostosuras ou travessuras. No caso, só travessuras. Os caras trocaram de nome e de URL, passaram a ser o Foxtoid News, em uma clara tiração de sarro desmedida e sem medo de ser feliz ao canal/site de notícias mais anti-gamer dos EUA. Boa parte das vezes que Jack Thompson, o advogado mais querido dos games, apareceu falando groselha na televisão livremente, como se entendesse grande porcaria, foi no Fox News.

    Como quem nem sabe da possibilidade de uma ação judicial, o pessoal do site postou um dia inteiro de notícias falsas, absurdas, muitas vezes sem sentido, fazendo-se passar (ainda que claramente de brincadeira) pelo preconceituoso site. As notícias falsas e preconceituosas do Foxtoid News eram de brincadeira, mas também uma carta aberta de repúdio ao modo real com que a Fox News trata os games e a cultura gamer em si, por consequência.

    Conversando com o Prandoni, meu grande amigo e valioso colega, companheiro de madrugadas insones de trabalho e discussões filosóficas — e de partidas emocionantes de Brawl online  –, descobri que ele achou que aquilo claramente passava dos limites. Ele havia acabado de falar brevemente sobre o fato no Hadouken. “Dá pra evoluir numa questão mais profunda sobre ética jornalística e o dever da informação e outras coisas chatas de aula de faculdade”, disse o graduado rapaz.

    Se ele talvez quiser enveredar o assunto por esse lado, ele que fique à vontade. Eu não vou. :P

    O que eu quero é perguntar a você, meu absurdamente estimado leitor, qual a sua opinião sobre a coisa toda. Eles passaram dos limites? Se algo parecido com isso tivesse acontecido aqui no Continue (ou, sei lá, no Finalboss ou no Outer Space), você teria achado interessante ou não iria gostar? Um blog que assume um teor jornalístico, de compromisso com os fatos e a informação, precisa necessariamente adotar uma postura séria e rígida, nunca se permitindo uma “molecagem” como essa?

    No Jornalismo de Games, você dá mais importância à palavra jornalismo ou à palavra games?

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  • Happiness

    Quando pensei em fazer esta coluna semanal de discussão, a minha primeira preocupação foi: “e se chegar um sábado em que eu realmente não conseguir pensar em nenhuma discussão para propor?” Minha cabeça não é um poço sem fundo de idéias e temas capazes de gerar debates construtivos e provocadores. Mas hoje, após ter escrito já um bom número de Discussões de Fim de Semana, eu percebo: muitas vezes a melhor pauta não é aquela que você propôs, é aquela que foi proposta a você.

    Essa semana, durante a minha navegação básica atrás de notícias e informações, eu me deparei com um texto que me propôs uma ótima pauta. Após o continue, eu a proponho a você, já ansioso pelos comentários que se seguirão. Hoje o papo vai ser bom.

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  • Desde que comprei o Xbox 360, tenho conversado sobre ele com alguns amigos que também o têm, e descobri que há um mal que assola a todos nós, como uma espécie de vírus. O “Bicho do Online”, como eu gosto de chamar. Eu nunca fiz questão de multiplayer online, sempre fui da opinião de que o jogo é um desafio dos desenvolvedores para os jogadores. É uma experiência planejada e programada, “scriptada”. O maior exemplo recente disso é BioShock[bb]. Pra mim, isso é videogame. Ou, melhor dizendo, pra evitar polêmicas: esse é o tipo de jogo que eu considero “superior”, em que eu sempre me senti mais compelido a investir o meu tempo.

    Mas agora percebo, e tenho aqui a humildade de admitir, que isso era simplesmente porque eu nunca havia experimentado de fato o prazer do jogo competitivo online. É um prazer completamente diferente. Nele, os desenvolvedores dão apenas as ferramentas (armas, cenários, regras) e são os humanos segurando os controles que constróem as situações, as emoções.

    Depois do continue, eu me explico melhor e chego ao cerne da questão. Me acompanhe.

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  • Nintendo WFC Quebrada

    Sabe uma coisa que eu simplesmente adoro? Quando vou comentar no blog de alguém e percebo que elaborei tanto o comentário que ele poderia servir como um post. É como se eu tivesse enganado a mim mesmo para escrever um post sem nem perceber!

    Isso aconteceu ontem, quando fui responder ao post do Daniel no Cabide, que por si só já era um post-resposta ao meu próprio texto de ontem, aqui mesmo no Continue, no qual dou a minha opinião sobre a incompetência da Nintendo no campo online. Leia os dois, depois clique no continue para ler o texto que quase se tornou um comentário no blog dele.

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  • Crianças hoje em dia…

    Eu nem sei porquê assinei aquela newsletter Thinking Out Loud, do 1UP. Sempre que ela chega, eu clico, passo o olho metodicamente e, em menos de três segundos, estou de volta à caixa de entrada no Gmail. Mas ontem ela me troxe um link bastante interessante: este. Que, por sua vez, me levou a este. Ambos são leituras extremamente interessantes para o gamer mais hardcore, que acompanha não só os lançamentos, mas também a indústria como um todo, e principalmente o mercado editorial.

    Mas não clique nos links ainda. Clique no continue e descubra que papo estranho é esse de crianças escrevendo reviews.

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  • Dead PC

    Os monitores ficam pra semana que vem, pois esses dias rolou uma polêmica que vai ser legal discutir com vocês um pouquinho.

    Nesse mês rolou um evento bem legal, que todo mundo conhece e que fez meus chefes viajarem pra São Francisco e me deixar aqui morrendo de inveja! Lá rolou uma entrevista com um cara super influente no meio PC-ático: Peter Molyneux, ou pra quem não conhece, o cara por trás de Black & White, Dungeon Keeper, Fable e Theme Park.

    Ele fez alguns comentários interessantes sobre o estado dos jogos de PC no atual paradigma midiático-gamístico mundial: primeiro, ele diz que embora todo mundo tenha um PC em casa, ninguém compra softwares. Sem dúvida, considerando que 99% da população mal sabe o que é Ctrl+Alt+Del, é justificável. Fora que em PC ainda está bem difícil controlar a pirataria, e acho muito pouco provável que comecem a usar coisas como chaves iLok para programas tão populares quanto os jogos.
    Menos vendas, menos lucros e menor vontade de portar jogos dos consoles para os PCs. Antigamente era muito comum ver jogos só sendo lançados para PC, mas hoje você pode contar nos dedos da mão quantos são realmente exclusivos. Outro problema também é que não há um “representante do PC” extremamente forte que convença os fabricantes a darem exclusividade do PC às suas superproduções. Afinal, quem tem mais influência, uma Microsoft e seu reinado de Xbox 360 ou a nVidia?

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  • Gamer

    Na página 68 da edição 71 da EGM Brasil — Resident Evil: Umbrella Chronicles na capa — há uma matéria que me chamou muito a atenção. Curiosamente, não é uma matéria escrita por um profissional, seja ele parte da equipe ou colaborador, mas sim pelo leitor Douglas Martins Oliveira. A matéria foi chamada “A discriminação e a afirmação gamer” e publicada na seção EGMZine (pra quem não sabe, uma seção onde são publicados textos enviados por leitores).

    Como percebe-se pela metade final do título, a matéria fala sobre afirmação. O autor dá o exemplo clássico da mesa de bar: se você está numa roda de amigos, papo animado, gatinha/garoto em vista, se divertindo, e alguém fala sobre cinema, literatura ou música, você traria à tona o assunto games, como se fosse apenas outra forma de entretenimento normal? Muito provavelmente não.

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  • Locadoras 2.0Depois de cinco posts, quatro entrevistas e quase 50 comentários sobre o assunto, eis que eu clico novamente em “Write Post” no admin do Wordpress para levantar com vocês uma simples questão: depois de todo esse papo, o que vocês acham sobre esta nova categoria de serviço disponível aos jogadores brasileiros de entretenimento eletrônico interativo a nós?

    Proponho uma discussão guiada por algumas poucas perguntas, às quais eu responderei com a minha opinião e depois aguardarei a opinião de vocês nos comentários.

    » As locadoras chegaram em boa hora?
    Eu acredito que sim, viu. Otimista inveterado que sou, eu sempre acredito que o país está às portas de uma revolução que vai mudar para melhor todo o cenário gamer brasileiro. Alguma hora estas mudanças vão ter acontecer, então eu vou poder dizer “ahá, eu sabia!” Sendo assim, eu acho que o momento foi bom, e melhor ainda foi o fato de terem vindo três praticamente ao mesmo tempo. Vocês conhecem aquela palavrinha mágica, né? “Concorrência”.

    » Há mercado/espaço para todas?
    Se todas as três (e eventuais novas competidoras) buscarem o mesmo objetivo, acho provável que só reste uma no final, a exemplo do que acontece com a GameFly lá na gringolândia. Que eu saiba, ela não tem concorrência à altura. Então acho que este pode ser o futuro das nossas recém-nascidas a não ser que uma delas resolva apelar para um nicho menor ou coisa parecida.

    » Em relação à pirataria, as locadoras vão ajudar a combatê-la ou vão ser destruídas por ela?
    Está aí uma que, ainda mais que as outras, envolve uma boa dose de adivinhômetro. Por um lado, as pessoas podem ignorar completamente uma oferta dessas com base na mentalidade “por que pagar pelo que eu posso piratear?”; mas por outro, um bom número delas pode realmente enxergar nessas locadoras a oportunidade que precisava para poder voltar a jogar de consciência limpa. Qual delas é a mais provável, eu não arriscaria chutar. Acho que a primeira, mas não sei.

    E você, o que acha?

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  • Timeline

    Antes de mais nada, quero aproveitar para pedir desculpas antecipadas. O Discussão de Fim de Semana que o Lipedal nos proporcionou na semana passada abalou loucamente a minha autoconfiança. A discussão foi tão boa que ultrapassou os limites da nossa área de comentários. Casos de gente discutindo o assunto foram presenciados em fóruns diversos e em Birigui e adjacências.

    Mas depois de uma crise emística (sim, sou emo. Não sabiam? Que bom, porque é mentira), concluí que somos apenas pessoas diferentes. Ele curte uma discussão mais política (e — por que não? — relevante), enquanto eu sou mais falar daquilo que discutiríamos se estivéssemos todos às três e meia da manhã rodeando uma mesa de bar — alguns certamente abraçados em suas cervejas.

    Então famos falar de tendências de game design. Ou, como eu gosto de chamar, embora saiba que o nome é errado, as “modinhas”.

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