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Reloading!

Archive for the ‘Discussão de Fim de Semana’ Category

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Black Mesa Source, Chrono Trigger DS, Banjo-Kazooie na Live Arcade, Street Fighter HD Remix. O que esses quatro jogos e tantos outros que me fogem à memória têm em comum? São remakes.

São remakes de jogos clássicos que ficaram na memória dos gamers por tempo o suficiente, e de uma forma suficientemente boa, para que faça sentido, hoje, lançar uma versão atualizada destes clássicos.

Há quem diga que remakes (e sequências gratuitas) são uma das causas de uma suposta crise de criatividade da indústria. Mas este ano saíram coisas como Braid, World of Goo e Mirror’s Edge, então eu acho que a criatividade está a salvo.

O que eu acho também é que, apesar do mercado estar bastante abastecido de remakes, há um número ainda maior de clássicos que claramente mereciam ser refeitos brilhantes e em alta definição, para alegria dos veteranos e descoberta dos novatos. A Discussão deste Fim de Semana é esta: se você pudesse escolher só um, para qual clássico você encomendaria um remake? 

E como seria esse remake? Seria só uma atualização visual, como em SF HD Remix, ou teríamos novos conteúdos sem deixar a essência do clássico de lado, como em Chrono Trigger DS? Para qual console seria? Por quê?

O papo é livre nessa nossa mesa de boteco! Depois do continue, eu começo.

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Você já deve ter lido que nossos queridos representantes (os sempre atenciosos deputados) aprovaram, na chamada comissão especial de aumento reforma tributária, o (adivinhem!) aumento dos impostos sobre software. Se não sabe, leia este revoltante post do MeioBit Games.

Você já deve saber o que isso significa para nós e porquê diabos essa notícia está aqui no Continue: nosso hobby preferido vai ficar ainda mais caro. Sim, monstrinhos e monstrinhas. Se você achava caro um PS3 por R$1800,00 no Carrefour, pode esperar que vai ficar mais caro ainda. Se você esperava que com a instalação da Sony no Brasil poderia comprar jogos originais de PS2 a um preço razoável, ESQUEÇA!

O Rodrigo Flausino que deu a letra: “Estamos ferrados”.

Se esse não fosse um blog de família, eu estamparia aqui uma série de palavrões e impropérios contra esses caras que ganham uma fortuna por mês só para fornicar com o povo brasileiro.

Antes de partirmos para a nossa discussão de fim de semana propriamente dita, leia outros posts sobre o assunto aqui e aqui.

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É claro que o assunto da discussão desta semana não poderia ser outro. Desde que foi anunciado (e posteriormente dissecado aqui no blog pelo Pablo Raphael), o videogame da Tectoy está na boca do povo — seja para o bem ou para o mal.

Muita gente já deu a sua opinião no post anterior, mas eu queria aqui organizar uma discussão de fato sobre o assunto, não apenas opiniões aleatórias. O que você acha sobre o Zeebo? Acha que vai fazer sucesso ou não? Por quê? Independente disso, acha que é um passo importante, um acontecimento notório na nossa indústria, que vai ter repercussões positivas (ou negativas?) no futuro?

Que comece o debate!

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criticism

[Além de servir como a nossa mesa de boteco semanal para discussão de coisas aleatórias do mundo gamer, a Discussão de Fim de Semana também é o espaço que eu uso para consultar você antes de tomar algumas decisões sobre o Continue. Este blog também é seu, por isso eu faço questão de ouvir a sua opinião.]

Um dos sintomas que eu adquiri com a constante leitura de blogs voltados para web, como o TechCrunch e o Mashable, foi o medo de “reinventar a roda”. Gastar energia tentando inventar um jeito novo e particular de fazer algo que já tem um “modo de fazer” perfeitamente bom e estabelecido. Um exemplo prático seria quando um cara vem e faz o Twitter, aí outro vem e faz o Gozub. Quem reinventa a roda está fadado ao fracasso.

Mas como você já percebeu pelo título desse post, não estou escrevendo este post pra falar de microblogging.

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Eu gosto dos jogos de luta da Namco desde quando passava as tardes jogando Tekken 3 no fliperama perto da faculdade. Amo Soul Calibur IV e tenho calos nos polegares para provar. Desde que o jogo chegou, a Namco vem lançando pacotes de conteúdo adicional. Armas alternativas, armas do primeiro jogo, trilha sonora e roupas extras e por aí vaí. Nada contra essas bugigangas, quem quiser que compre.

Outro fato envolvendo o jogo desde o princípio é a exclusividade dos convidados da franquia Star Wars. Ao contrário do Aprendiz, presente em ambas as versões do game, o verdinho Yoda só figura no Xbox 360 e o cabeçudo Darth Vader só aparece no PlayStation 3. Fatos da vida, plenamente aceitáveis. E como na tela de seleção há um quadrinho vazio, era de se imaginar que ou A) o personagem ausente seria desbloqueável de alguma maneira (ganhando todas as lutas de Perfect e derrotando o Bison com um Super Combo Finish, por exemplo) ou, o mais provável, B) seriam vendidos posteriormente, como conteúdo adicional.

A resposta da Namco para essa questão foi C: todas as alternativas estão mais ou menos corretas. Os personagens Yoda e Vader são destraváveis, ou seja, estão presentes nos discos tanto do PS3 quanto do Xbox 360. Sim, meu amigo, aí dentro dessa caixinha com a cara do Yoda há um Darth Vader igual ao do PlayStation 3 do seu colega. E da mesma forma, em algum lugar no fundo do Blu-Ray do seu Soul Calibur IV, um mestre Jedi adormecido há. Mas aí vem a próxima pergunta: como é que eu faço pra liberar os camaradas?

Você paga por isso. 400 MS Points ou 5,93 doletas, dependendo de qual é o seu console. A Namco quer cobrar por um conteúdo que você já tem em casa. Quando eu vi isso, fiquei muito puto. Acho totalmente errado, uma babaquice enorme e tremenda sacanagem com os fãs. E nem falo só por que sou fã de Soul Calibur nem por estar morrendo de vontade de jogar com o Vader no 360. Mas porque pra mim isso é um abuso ao consumidor e gera precedentes para outras empresas fazerem o mesmo. E é isso que quero discutir com vocês nesse fim de semana.

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Quebrando porquinho!

Ela está chegando. Ela praticamente já está entre nós. A terrível maldição de fim de ano, a nós rogada pelas demoníacas e sanguessugas publishers e sua gana insaciável por separar os gamers de suas economias nos últimos três meses do ano.

Nada mais pode explicar o fato de Fable 2, Dead Space, Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, Left 4 Dead, Chrono Trigger DS, Mirror’s Edge, Prince of Persia, Fallout 3, Gears of War 2, Guitar Hero World Tour, Rock Band 2 e tantos outros games neste período tão apertado e conturbado que compreende do finalzinho de Setembro até o meio de Dezembro. E digo “tantos outros” porque aqui eu estou citando apenas os que eu pensaria em comprar se tivesse todo o dinheiro e tempo do mundo — se tivesse um PS3, poderia acrescentar com certeza LittleBigPlanet e talvez Resistance 2.

Simplesmente não há dinheiro para tudo isso — e mesmo se houvesse, não haveria tempo hábil. Nem mesmo se considerarmos o marasmo dos meses seguintes (praticamente nada de muito bom é lançado usualmente nos primeiros quatro meses do ano, a exceção foi Smash Bros Brawl este ano). Mas o que eu quero aqui não é reclamar. Se você quiser ler um bom texto sobre a estupidez deste fenômeno tão natural no nosso mercado, recomento este aqui.

O que eu quero é perguntar a você: qual é o seu plano de ação para este fim de ano? Considero óbvio que você quer mais jogos do que o seu dinheiro e/ou tempo vai permitir adquirir/aproveitar, de modo que você com certeza tem uma estratégia. “Compro primeiro este e talvez este, aí quando entrar 2009 já posso pensar em pegar este e quem sabe este”. Neste caso, qual o seu plano e quais os games que você pretende pegar assim que possível?

Acho uma boa conversa de caixa de comentários (equivalente online e não-alcoólico para conversa de mesa de bar), sem contar que me dará uma boa compreensão de quais são os jogos mais esperados pela coletividade dos leitores do Continue. :)

Na tentativa de ser um bom anfitrião, começo eu: gostaria de pôr as mãos em todos os citados no segundo parágrafo, mas na total impossibilidade de algo assim acontecer, arredondei as minhas prioridades para três. o novo Banjo-Kazooie, Mirror’s Edge e Fable 2. Como este último é o primeiro a sair (daqui a meras duas semanas e dois dias), espero conseguir comprá-lo o quanto antes. Depois, no meio de novembro (dias 11 e 14), saem os outros dois. Tiro dinheiro sabe-se lá de onde para comprar Mirror’s Edge e aí, se tudo der certo, o pingadinho do Google AdSense já chegou a 40 dólares (já estou com 34!! :P) e eu mando bala no Banjão. Cabou minha alegria: o AdSense só me paga quando eu tiver 100 dólares pra receber. Bom, vou guardar pra comprar Duke Nukem Forever.

Então, se a namorada achar que eu mereço mais um no natal… *pisca pisca cutuca cutuca sorri sorri*

E você, o que vai fazer?

[Discussão de Fim de Semana] Multiplayer!

Que tal um assunto levinho essa semana?

Bom, eu tenho jogado muito, MUITO multiplayer ultimamente. Basicamente Team Fortress 2, mas também muita coisa offline. Sempre que encontro algum amigo com DS a gente já saca as maquininhas e coloca o wi-fi pra trabalhar. Normalmente ao sabor de Mario Kart DS, o multiplayer universal (todo mundo tem, todo mundo sabe jogar). 

Além desses, tem dois jogos inusitados que eu venho curtindo em pequenas doses de multiplayer: Braid e Spore. É que esses estão sendo jogados pela namorada, e eu sinceramente considero uma forma de multiplayer ficar ajudando ela, observando, dando dicas sutis… É uma interação entre duas pessoas através de um videogame. Logo, multiplayer.

Sendo assim, pensei em termos um bom e velho papo de mesa de bar (o Ministério da Saúde adverte: não beba se for jogar Burnout) sobre o assunto. Deixo a seguir as boas e velhas perguntas-fósforo (é só riscar que sai fogo):

  • Você joga mais multiplayer ou single?
  • Qual seu jogo favorito multiplayer atualmente? Por quê?
  • Tem algum jogo pouco conhecido que você considera ótimo para jogar em grupo e queira indicar? (Eu tenho: Boom Blox, do Wii. É incrivelmente divertido e acessível.)
  • Você já participou de um campeonato ou qualquer tipo de evento social organizado unicamente com o intuito de fazer multiplayer de algum(uns) jogo(s)? Como foi?

Que role o papo! Quem sabe a gente até não consegue marcar uma jogatina sem compromisso? ;)

Quem não quer ter um produto da Apple? Como se não bastasse ter o computador mais estiloso de todos os tempos, ela também criou o notebook, o MP3, o MP4 e o celular mais estilosos de todos os tempos. E, ao que tudo indica, pode ter em mãos também o videogame portátil mais estiloso.

Em um evento promovido esta semana para a imprensa, a empresa anunciou (além de novos modelos do iPod, é claro) que o seu novo canal de aplicativos promoveu, menos de um mês depois do lançamento, mais de 60 milhões de downloads — sendo 300 mil destes apenas do jogo Super Monkey Ball. E dando grande destaque aos videogames em sua conferência, com direito a montagem em vídeo de featured titles e tudo mais, o chefão Steve Jobs declarou que considera o iPod Touch como “o melhor dispositivo portátil para games”.

E não é só a Apple: várias produtoras estão apostando no sucesso do pequeno aparelho como plataforma de games, inclusive a EA — que além de ter lançado Spore Origins junto com a versão de PC, anunciou semana passada o desenvolvimento de mais nove jogos para o aparelho, incluindo versões de The Sims 3, Need for Speed: Undercover, Monopoly e Tiger Woods.

Então queremos saber de você, leitor: devemos apostar no sucesso da Apple nessa nova empreitada? Acha que podemos chegar a ver grandes lançamentos exclusivos para os iPods? A interface do iPhone, com uma única touch screen, lhe parece apropriada para jogos? O Continue deve dar mais atenção aos jogos anunciados para o iPod? E, mais importante: você compraria um portátil da Apple para jogar?

Se alguém ainda tem dúvidas de que o Brasil está no caminho certo para um futuro brilhante no mercado de videogames, esta dúvida deve ter se enfraquecido bastante nos últimos meses. Apesar de não ter rolado nenhum Megaton, as múltiplas boas novidades que aconteceram nos últimos, sei lá, 10 ou 12 meses são suficientes para concluirmos algo bem simples e direto: o mercado está aquecido.

Tão aquecido quanto aquela panelinha cheia de água no fogão, quase burbulhando, só esperando o miojo (de tomate da Turma da Mônica, no meu caso). Se tudo correr bem, em breve teremos uma bela porção de macarrão para colocar neste mercado aquecido, e aí são só mais três minutos até termos um suculento miojo sabor Desenvolvimento do Mercado acompanhado de um temperinho chamado Games a Preço Justo.

Estou viajando? Talvez. Mas se todo mundo estiver viajando como eu, essa viagem torna-se a única realidade possível.

Por isso a discussão deste fim de semana pergunta: o que podemos fazer? Se o mercado está aquecido, nós podemos ser considerados o fogo, ou pelo menos o gás que o acende. Precisamos fazer a nossa parte. Mas como? Mandar emails para os homens de Brasília cobrando aquele projeto de lei? Comprar originais em lojas nacionais? Adotar um pirata e tentar “convertê-lo”? Tenho certeza que tudo isso ajuda, mas deve haver formas mais criativas. Vamos nos unir e pensar em ações concretas que todos possamos fazer, se é que elas existem.

Alternativamente, um outro tópico que pode ser discutido é o bem menos positivo, mas talvez tão relevante quanto, “Vai mudar mesmo?”. Sempre tem quem ache que tudo é fogo de palha e que o Brasil ainda está bem mais longe do que a gente acha de se tornar um mercado decente. Eu gostaria de ouvir o argumento desses caras também, já que isso também rende assunto.

[Nota do Bracht: eu fiquei "offline" no fim de semana e combinei com o Pablo Raphael para que ele escrevesse e publicasse uma Discussão no Fim de Semana por conta própria, sem ter que passar pela minha edição. Mas acho que o camarada esqueceu, porque cheguei aqui hoje e vi o post "Pending Review". :P Tudo bem, PR, a gente te perdoa. Mas só porque a discussão é realmente muito pertinente e bem apresentada!]

Uma das melhores coisas desse mundinho conectado deveria ser a tal da versão demo. Não é novidade, principalmente para quem joga no PC, mas se popularizou bastante com a consolidação das redes online nos consoles domésticos. Antes de comprar, baixe o demo e sinta um gostinho do jogo. É a experiência em primeira mão, com um impacto potencial no usuário muito maior do que previews, reviews, propagandas de página dupla ou vídeos na Internet. Se você gostar, vai comprar para continuar o jogo.

Essa é a teoria. Na prática, todo tipo de resultado possível e imaginável acontece quando se trata de versões de demonstração. Jogos ruins parecem melhores do que são e bons títulos podem parecer chatos e entediantes. E as vezes o jogo é exatamente o que estamos vendo, mas pensamos “é só o demo, no final vai ser melhor”. Dá pra confiar no demo? Vou compartilhar algumas experiências, a minha opinião e esperar as opiniões e histórias de vocês, depois do Continue.

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