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The last Metroid is in captivity. The galaxy is at peace.

Archive for the ‘Colunas’ Category

Monday
Aug 25,2008

[Hoje a coluna Retroatividade, excepcionalmente, não foi escrita pelo nosso incansável leitor André Breder. Se você gostar deste texto, pode parabenizar o esforçado Adney Luís, pois a "culpa" é toda dele! E mais: se quiser ter o seu texto publicado aqui, é só entrar em contato e a gente vê se rola!]

Lançado para o Super Nintendo em 1994, Super Metroid revolucionava a série iniciada no NES. O terceiro capítulo da série (sucessor de Metroid II – Return of Samus, lançado para Game Boy) trazia ótimos gráficos, uma jogabilidade bastante fluida e, principalmente, trazia como grande inovação um imenso mundo a ser explorado nos seus mínimos detalhes.

Todas essas qualidades apresentadas resultaram em milhões de vendas dos cartuchos, aparições nas mais variadas listas de melhores jogos de todos os tempos e, o mais importante, a consolidação da série (e da sua personagem principal) no panteão da “Tríade de Ouro” da Nintendo, composta também por Mario e Link.

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Sunday
Aug 24,2008

Quando o Phantom foi anunciado, em 2002, a promessa de uma biblioteca de games inteira sendo distribuída apenas em formato digital, sem opção de usar mídia física, parecia algo diferente demais para ser verdade. Diferente demais para dar certo. Hoje, apesar do Phantom estar sentado à direita de Duke Nukem Forever no reino do vaporware, ninguém em sã consciência pode negar que a distribuição digital de games veio para ficar. No mínimo.

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Sunday
Aug 17,2008

Eu não sei como é com vocês, mas eu não tenho tanto tempo quanto gostaria para jogar videogame. Quando era pequeno, o mundo era mais simples e livre de responsabilidades. Chegava o fim de semana, era hora de passar na locadora: meu pai pegava uns filmes, e meu irmão e eu alugávamos um jogo cada um. E assim tinha algumas horas do sábado e do domingo para me divertir com o bom e velho Nintendinho. Nas férias de julho, nas quais eu não viajava, passava a semana toda debulhando joguinhos em frente à televisão. Minha mãe tem fotos da gente jogando Punch Out! e Battletoads, no verso das quais está escrito “Férias de Julho de 1990″.

Saudosismo inútil? Nostalgia inglória de dias mais simples? Talvez. Mas servem para ilustrar o ponto que gostaria de discutir nesse fim de semana.

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Monday
Aug 11,2008

[Aproveitando a notícia do lançamento do modelo revisado de Master System, o nosso leitor André Breder nos mandou um tratado sobre um dos maiores e mais atemporais clássicos do console. Confira!]

Lançado para o Master System em 1988, Phantasy Star foi um jogo revolucionário para a sua época. Tudo nele estava muito acima dos RPGs lançados até então.

O jogo trazia uma história simples mas cativante, gráficos maravilhosos, músicas bacanas e acima de tudo, proporcionava muitas horas de diversão. Com tantas qualidades, não era preciso ser vidente para prever o que aconteceu: Phantasy Star conseguiu uma legião de fãs ao redor de todo o mundo, e foi o grande rival da série Final Fantasy, que na época era exclusividade da Nintendo.

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Saturday
Aug 9,2008

Os jogos eletrônicos são uma mídia nova, sim, mas já não tanto. Os primeiros jogadores já têm filhos há tempos, talvez até netos, e mesmo muitos dos que chegaram um pouco atrasados à festa — lá pelos idos dos 8 ou 16 bits — já têm seus rebentinhos torrando a paciência para pegar num controle. Ou seja, jogatina entre pais e filhos já não é nenhuma novidade.

Neste que é o primeiro dia dos pais da história do meu filho (o Continue! :P), aproveito a discussão de fim de semana para perguntar a vocês: como é sua relação pai/filho/game? Se você é um papai, quais jogos gosta de jogar com o pequeno (ou pequena)? Quais não deixa ele jogar? Quais gostaria mais que ele jogasse? Você acha que os jogos desempenham um papel relevante na educação da criança?

E se você é filho de pai gamer, como é a experiência de jogar com o velho? Quais jogos vocês já detonaram juntos, quais ainda pretendem detonar?

Mal posso esperar para ouvir as histórias de vocês.

Quanto a mim, não tenho nada para compartilhar sobre esse assunto. O mais próximo de um filho que eu já tive é a minha gata Zelda, e o mais próximo de um videogame que o meu pai chegou foi meia partida de boliche no Wii ano passado. Mas tem um jogo que eu já separei na estante para jogar com o meu futuro mini-me: Viva Piñata. É.

Monday
Jul 21,2008

(Castlevania) [bb]

[Depois da nossa semana extraordinária de cobertura da extraordinária E3 2008, que foi extraordinariamente extraordinária, voltamos à programação normal. Que, como você sabe, começa com a coluna Retroatividade do nosso amigo André Breder, toda segunda feira.]

Castlevania: Symphony Of The Night foi lançado no final de 1997 para o PlayStation[bb], e é até hoje considerado o melhor Castlevania de todos os tempos por grande parte dos fãs. Com gráficos fantásticos, músicas orquestradas, jogabilidade muito bem feita, Symphony conquistou uma legião de fãs em todo o mundo. Muitos que nunca haviam jogado um jogo da série Castlevania se rederam ao universo cativante deste jogo.

Em 1998 sairia uma versão do jogo para Sega Saturn, com algumas áreas a mais e Maria Renard sendo uma personagem jogável (na versão original só é possível jogar com Richter Belmont e Alucard[bb]), mas ocorreram perdas gráficas, ausência de transparências e aumento das granulações, além de maiores loadings, fazendo com que a versão do Playstation continuasse sendo considerada a melhor.

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Monday
Jul 7,2008

(Street Fighter 2) [bb]

[Com Street Fighter IV cada vez mais real, e os jogos de luta voltando aos holofotes, nada mais natural do que relembrar os bons tempos de pancadaria do maior clássico do gênero. Com vocês, André Breder em mais uma edição do Retroatividade!]

Não é surpresa para ninguém: Street Fighter 2 - The World Warrior foi sucesso absoluto! Lançado originalmente para os fliperamas no ano de 1989, este jogo se tornou um vício coletivo entre os jogadores do mundo inteiro, que chegavam a fazer filas pela oportunidade de jogar! Quem nunca ouviu falar em Street Fighter 2 simplesmente não é desse planeta, ou morreu antes que o jogo fosse lançado!

Após o estrondoso sucesso nos fliperamas, a Capcom tratou de fazer mais dinheiro ainda lançado o seu maior sucesso de todos os tempos para os consoles caseiros, que era um mercado que a cada ano se tornava maior e mais lucrativo. E o primeiro console doméstico a ser escolhido para ter uma versão do fantástico Street Fighter 2 - The World Warrior foi o Super NES! Para se ter uma idéia da importância deste jogo de luta da Capcom na época, basta saber que sua ida para o Super NES foi um dos principais motivos da derrota da SEGA (e seu Mega Drive) na batalha no mundo dos 16 bits! Para azar da SEGA, seu console só foi ter uma versão da série Street Fighter tardiamente, e sem obter o mesmo sucesso de qualquer versão lançada para o Super NES.

Sendo um jogo simplesmente revolucionário, Street Fighter 2 - The World Warrior trouxe para os gamemaníacos caseiros todo o prazer e diversão obtida nos fliperamas. A conversão da versão arcade para o Super NES foi ótima, e fez com que milhões de cópias do jogo fossem vendidas em todo o globo.

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Saturday
Jul 5,2008

(Ratatouille) [bb]

Pode acontecer de alguns não gostarem do que eu vou fazer agora, classificarem como preguiça ou qualquer outra coisa, mas eu vou fazer porque me deu vontade. Não é assim que funciona um blog, afinal?

Eu tenho um assunto na manga, mas ele vai ficar para semana que vem — se ainda for relevante. Hoje o Fabio “Fabão” Santana publicou no seu blog, talvez não por coincidência, um ótimo debate. Qual a serventia dos críticos de games? Para que serve aquele carinha que senta na frente do computador, batuca num teclado suas opiniões sobre um jogo durante alguns minutos e depois publica, crente que serviu para iluminar a vida de alguém? Falar sobre reviews/resenhas/análises/criticas é falar sobre um dos meus assuntos favoritos.

Portanto, não vou fazer o que eu costumo fazer sempre — pegar o gancho de outra discussão e trazê-la para cá. O que eu proponho dessa vez é que todos nós cliquemos aqui e comentemos . Por quê? Primeiro porque lá o assunto já foi lindamente iniciado, e seria ideal que lá mesmo ele se desenvolvesse. Segundo porque, por mais que eu queira fazer do Continue o maior e melhor blog de games do Brasil, eu nunca vou cometer o erro de achar que somos o único blog que você pode gostar (razão pela qual não poupamos links por aqui). E terceiro porque eu acho uma puta injustiça que nós tenhamos mais de 500 assinantes de feed, enquanto o Fabão — que põe num post a qualidade que a gente se esforça ara alcançar em uma semana de posts — não tenha nem 50 (ainda). As nossas Discussões de Fim de Semana costumam ter quase 40 comentários, então eu quero ver esse número de gente comentando lá no Gamer LifeStyle.

Go and make me proud.

Monday
Jun 30,2008

[O jogo desta semana na coluna Retroatividade não poderia ser outro senão o grande Metal Gear Solid, clássico absoluto do PSOne! André Breder põe todos os seus retrônios para funcionare nos entrega o seu maior texto até hoje. Não deixe de ler, afinal, você provavelmente ainda não tem MGS4 para jogar!]

A série Metal Gear, do gênio Hideo Kojima, já havia feito um certo sucesso nos computadores MSX e até mesmo no NES, mas foi mesmo no PlayStation que a série se tornou famosa no mundo inteiro, graças ao lançamento daquele que é considerado por muitos como o melhor jogo já feito para o console de 32 bits da Sony: Metal Gear Solid, um jogo surpreendente para a época em que foi lançado (1998), com ótimos gráficos 3D, trilha sonora excelente e com um enredo criativo maravilhosamente escrito. Em um adjetivo: cinematográfico.

O modo de jogo de Metal Gear Solid não era novidade para os fãs mais veterenos do trabalho de Hideo Kojima, mas para uma enorme quantidade de pessoas que só foram ter contato com um jogo da série a partir deste lançamento para o PlayStation, o esquema “ação/espionagem” seria uma grata surpresa.

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Saturday
Jun 28,2008

Créditos da imagem: Easy Skywalker @ Flickr

Outra noite estava eu indo para casa quando me encontrei com um amigo de longa data. Vamos chamá-lo de Piuí, para preservar sua identidade. Cara esperto, inteligente, produtor de vídeo. Conversa vem, conversa vai, acabei puxando um assunto que foi discutido aqui no Continue tempos atrás. A questão da longevidade dos games. E levamos o tema para outras mídias, como a música e o cinema. Lá pelas tantas, ele falou uma coisa que me perturbou:

“Filmes, videogames… é tudo entretenimento. E isso não muda a vida de ninguém.”

Será que não? Tudo bem, é só um jogo. É um hobbie. Uma diversão. Tem quem diga que é uma válvula de escape das pressões do cotidiano. E há aqueles que enxergam os games como um estilo de vida.

Mas será que eles não são mesmo capazes de mudar as nossas vidas?

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