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History is written by the victor

Archive for the ‘Celular’ Category

Meu, vai sair Worms pra iPhone. TEM NOÇÃO?? WORMS!!

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Se o iPhone ainda não era uma maquininha mais do que decente para os gamers (dica: já era sim), agora é que ficou! Metal Gear Solid, Katamari, Assassin’s Creed… tudo isso já existe, mas nada disso importa. Vai sair Worms!

Eu não sabia do fato, mas há uns seis meses o clássico estúdio Team17 divulgou que estava trabalhando em uma versão do jogo para o JesusPhone (ainda se usa chamar o iPhone de JesusPhone?), mas aí nunca mais se falou no assunto e todo mundo simplesmente assumiu que o projeto havia sido cancelado. Até que uns dias atrás foram divulgadas imagens do jogo rodando. Mesmo tendo o logo do Worms nas imagens, muita gente achou que era fake — o que no final acabou sendo ótimo, já que, para provar que o jogo é real, o Team17 liberou alguns segundos de vídeo!

E, olha, tá parecendo muito bom! E quase pronto, também. O que é a melhor notícia de todas. Worms, quanto antes, melhor.

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Vamos a duas notícias rapidinhas, relacionadas.

Uma: A Sony anunciou que o demo de Killzone2, o jogo mais matador a ser lançado dia 27 de fevereiro, estará disponível na PSN um dia antes, mas quem fizer a pre-order vai ganhar o demo como bonus. Parece estranho, mas para os caras tem toda a lógica do mundo: eles acreditam no potencial do jogo.

Com certeza acreditam, porque se o jogo fosse só um tiquinho ruim o cara comprava, jogava o demo e cancelava a compra. O que nos leva a crer que o demo também deve ser du capeta (trocadilho infame).

Duas: O criador do joguete iShoot (que, como você deve ter adivinhado, roda no iPhone) largou o emprego na Sun Microsystems depois que liberou um demo do jogo. Graças ao demo, a versão full chegou ao topo da lista de mais vendidos na Apple Store, e o cara resolveu embarcar na carreira de desenvolvedor de games. O interessante é que a única propaganda que o cara fez foi justamente a versão Lite, grátis. Só mais um fato: para estar no topo da lista o joguinho tem que ter 10 mil downloads diários. Isso significa vinte e um mil dólares para o desenvolvedor, em um dia.

O que podemos aprender com isso? Que dar o demo de um jogo que eu já comprei como bônus de pre-order do mesmo jogo não é uma estratégia legal, certo, Sony? Aprenda com o carinha do iShoot (apesar do gosto duvidoso para dar nomes).

[via PS3Fanboy e Ars Technica]

Sony recusa uso de marca PlayStation em celulares Sony Ericsson

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A Sony Ericsson, tão conhecida pela sua marca de celulares, é na verdade uma união de duas empresas. Sabe-se que nessas uniões nem sempre todo mundo sai feliz.

Segundo o site Mobile Today, a Sony Ericsson planejava criar um telefone celular com a marca PSP, planejando faturar em cima do sucesso que sistemas portáteis de jogos têm hoje em dia. Por que não? Afinal, eles já produzem celulares com as marcas Walkman e Cyber-Shot no ocidente e celulares com TV com a marca Bravia no Japão.

Rumores dizem que a Sony só lançaria um celular com a marca Playstation quando eles começassem a lançar seus próprios celulares – o que acabaria com a parceria entre Sony e Ericsson. Já a porta-voz da empresa disse que eles não poderiam comentar sobre o que a Sony teria ou não dito, e que assim como no passado eles sempre se esforçaram para fazer o aparelho celular ser digno da marca, eles sentem que ainda não têm a tecnologia necessária para colocar uma marca tão prestigiada como PlayStation num telefone. Considerando que a Sony Ericsson anda um tanto mal das pernas, apesar de fabricarem celulares bons ao contrário de muita marca por aí, essa parceria PlayStation poderia vir a calhar… mas ao mesmo tempo dá medo. Alguém lembra do N-Gage?

Outra coisa que me deixa confusa nessa história toda é esse modelo de celular que eu coloquei a foto aí em cima, o F305. Ele não tem nada a ver com um PlayStation… mas tem os botõezinhos de bola e X. Ele é um celular vendido como gamer, possui acelerômetro interno e vêm de fábrica com uns 30 jogos; roda jogos 3D apesar da baixa resolução de tela. É um celular todo esquisitinho, pois ao mesmo tempo quiseram fazer um celular gamer mas queriam algo muito barato pro consumidor final. No fim das contas, acaba sendo só mais um Sony Ericsson comum com 2 botões de PlayStation a mais. Se é esse tipo de celular que eles querem lançar e não conseguiram colocar a marca PlayStation nele, é bom mesmo que fique mais tempo no forno. Tela de 176×220 pixels num celular para gamers? Só pode estar brincando.

[via Mobile Today e 1UP]

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Eu não tenho um iPhone[bb] (ainda), então nem sabia dessa: para aproveitar a enorme variedade de games para o telefoninho bacana da Apple, o indivíduo precisa ter uma conta na iTunes Store americana. Pode não parecer nada demais para nós, brasileiros velhos de guerra, acostumados a ter contas americanas na Xbox Live, mas aqui rola uma diferença: ao contrário da Live, temos iTunes Store oficialmente no Brasil. Ela só não tem os jogos.

“Por quê?”, você pergunta, com mais do que genuíno interesse. A resposta é a mesma de sempre: culpe a legislação brasileira. A lei do nosso país exige que todo e qualquer jogo seja avaliado e devidamente classificado quanto à sua faixa etária pelo órgão DJCTQ. Uma lei nada absurda em teoria, mas, como muuuuitas outras neste país, torna-se impraticável frente a uma situação criada pelo avanço tecnológico.

Na App Store, desenvolvedores independentes têm liberdade de incluir seus jogos feitos em casa, e seria simplesmente impossível avaliar todos eles. De modo que a Apple prefere simplesmente não lançá-los em verde e amarelo. Com razão.

A descoberta foi feita pelo ótimo Blog do iPhone (vale a pena ler o post lá se você quer saber mais detalhes sobre essa história toda). Bom trabalho, caras! ;)

Quem não quer ter um produto da Apple? Como se não bastasse ter o computador mais estiloso de todos os tempos, ela também criou o notebook, o MP3, o MP4 e o celular mais estilosos de todos os tempos. E, ao que tudo indica, pode ter em mãos também o videogame portátil mais estiloso.

Em um evento promovido esta semana para a imprensa, a empresa anunciou (além de novos modelos do iPod, é claro) que o seu novo canal de aplicativos promoveu, menos de um mês depois do lançamento, mais de 60 milhões de downloads — sendo 300 mil destes apenas do jogo Super Monkey Ball. E dando grande destaque aos videogames em sua conferência, com direito a montagem em vídeo de featured titles e tudo mais, o chefão Steve Jobs declarou que considera o iPod Touch como “o melhor dispositivo portátil para games”.

E não é só a Apple: várias produtoras estão apostando no sucesso do pequeno aparelho como plataforma de games, inclusive a EA — que além de ter lançado Spore Origins junto com a versão de PC, anunciou semana passada o desenvolvimento de mais nove jogos para o aparelho, incluindo versões de The Sims 3, Need for Speed: Undercover, Monopoly e Tiger Woods.

Então queremos saber de você, leitor: devemos apostar no sucesso da Apple nessa nova empreitada? Acha que podemos chegar a ver grandes lançamentos exclusivos para os iPods? A interface do iPhone, com uma única touch screen, lhe parece apropriada para jogos? O Continue deve dar mais atenção aos jogos anunciados para o iPod? E, mais importante: você compraria um portátil da Apple para jogar?

Cortesia da GameLoft, agora o seu celular (ou o celular de alguém, já que eu não sei qual é o seu) pode ser agraciado com a presença marcante do homem, da lenda, do chute, Chuck Norris. Veja o que disse o Kotaku:

(…) o jogo terá Chuck Norris enfrentando um exército soviético para salvar prisioneiros de guerra do Cambodia. Depois ele salva os Estados Unidos de uma invasão. Sim, não faz o menor sentido, mas é assim que são as coisas com Chuck Norris.

O nome do jogo é Chuck Norris: Bring on The Pain e esta é uma das primeiras vezes em que eu realmente queria ter um celular que roda jogos.

Vídeo (sem som) depois do continue.

Continue lendo!

Nerds, regozijem! Text-aventures no iPhone

CaptionPreciso confessar: não sou um nerd autêntico — tr00, como dizem por aí. Já tentei jogar alguns adventures de texto, e, embora tenha achado absolutamente geniais, não consegui terminár nenhum. Tanto por falta de paciência quanto de capacidade, admito. Eles exigem muita criatividade e poder de abstração, coisas que são difíceis de conseguir quando se tem inúmeras janelas e notificações piscando a cada minuto.

Porém, isso não é problema em um celular, certo? Você pode pegar o aparelhinho e ir para um lugar bem sossegado, aí teria toda a memória RAM* do cérebro para lembrar que a saída do apartamento fica ao sul e a entrada do banheiro fica a oeste. E que você não pode “take a shower” antes de “take off clothes”.

Com o novo aplicativo gratuito Frotz, para o iPhone[bb] (e iPod Touch[bb], acredito), isso agora é possível. Basicamente um SCUMMVM para adventures de texto, com ele você poderá jogar Zork, Trinity ou The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy (meu favorito) com apenas alguns poucos dias de trainamento intensivo no uso do teclado virtual do aparelhinho da Apple que eu tanto quero.

Se você tiver acesso à iTunes Store americana, basta clicar aqui para baixar o Frotz.

* Explicando a desatenção em relação ao blog nos últimos dois dias: troquei de PC e passei o maior trabalho da minha vida instalando o Vista e um zilhão de drivers. Sério, não desejo pra ninguém. Nem tá redondo ainda, mas a gente vai levando. =)

[via Kotaku]

[Resenha (de celular?!)] Super Action Hero

O QUÊ? Uma resenha de jogo de celular?! Eu sei, eu sei, a primeira coisa você (provavelmente) pensou foi: “mas jogar em celular é um lixo!”

Não será hora de deixar esse preconceito de lado? Pense: quando e onde você joga com o celular? Ele não é perfeito nos momentos de fila de banco, ônibus no caminho do trabalho, onde você só tem cinco minutos disponíveis e quer entretenimento rápido?

Para um jogo de celular ser legal, ele basicamente precisa ser rápido, curto, ter um bom fator de replay e, acima de tudo, ser instantaneamente divertido. Se tem um jogo que consegue ter sucesso em todos estes quesitos, esse jogo é o Super Action Hero, da coreana Com2uS, com tradução e distribuição no Brasil feita pela Tectoy Mobile.

O que faz dele um jogo especial? Continue…

…lendo!

Este é só um trechinho do texto genial que me foi passado ontem pelo meu grande amigo Julio Bassi (que também atende pela alcunha de Imperial°Spirit):

Sempre que você vir ‘jogos casuais’ nas notícias, simplesmente troque a palavra ‘casuais’ por ‘retardados’ e você verá como ela realmente é percebida pela indústria. “Há uma explosão de jogos casuais!” deve ser traduzido para “Há uma explosão de jogos retardados!”. “EA Casual Games Division” realmente é traduzido para “EA Retard Games Division”. “Por que você está chamando jogadores casuais de retardados!?” rosna um leitor.

Eu não estou. Estou dizendo que a indústria hardcore é quem pensa assim. Para eles, ‘casual’ é apenas uma forma de dizer ‘bobo’.

O texto foi escrito (muito bem escrito, diga-se de passagem) por um cidadão chamado Sean Malstrom em seu site/blog pessoal e comenta sobre a estratégia da Nintendo para conquistar novos jogadores e como suas atitudes vêm sido erroneamente interpretadas pelos analistas, third parties, jornalistas, a indústria como um todo e até VOCÊ, gamer hardcore.

Não poderia ter vindo em momento mais oportuno, já que todos ainda estamos perplexos com a falta de atenção aos games “não-casuais” na conferência da Nintendo para a imprensa na E3. Recomendado pra todo mundo que se pergunta quais serão os próximos passos tomados pela Nintendo e àqueles que acham que nunca mais terão um Zelda ou um Metroid de verdade.

Depois de clicar no continue, você vai descobrir porquê os jogos de empresas como a Big N e a Blizzard reúnem mais fãs que as demais, a verdade por trás da estratégia do blue ocean da Nintendo, a causa do fracasso nas tentativas de outras produtoras de embarcar no sucesso do Wii e, principalmente, porquê o Zelda mais hardcore de todos os tempos pode ser só uma questão de tempo.

Antes de prosseguir, apenas um aviso: o texto a seguir é um dos mais geniais já publicados no Continue. Mas também é um dos maiores, senão o maior.

Continue lendo!

GTA IV

Olha eu aqui, de novo, falando bem de GTA IV. Parece que esse jogo pode mesmo vir a ser o que vai me fazer virar fã da série. Saiu hoje no blog de games da Wired que o jogo trará consigo uma nova proposta de download de músicas, usando três ingredientes básicos: o seu celular, a Amazon.com e as rádios do jogo.

Pelo que eu entendi, funciona assim: você está jogando, tranquilamente, quando uma das rádios do jogo toca uma música que você gosta, apesar de não conhecer. Seu próximo passo é sacar o seu celular do Niko (o personagem do jogo) e discar “ZIT-555-0100″. (Essa é a parte que eu não entendi.) Fazendo isso, você “marca” aquela música como uma das que você gostou, e logo recebe uma mensagem de texto com o nome da música e do artista.

Se você for sócio da Rockstar Games Social Club (outra coisa que eu até então nunca ouvi falar), receberá logo depois um link especial para baixar a música da loja de mp3 da Amazon.com por menos de um dólar. E a música vem sem DRM, portanto você pode passá-la para qualquer mp3 player que tiver, além de ouvir no celular e no próprio computador.

Isso abre um leque incrível de possibilidades para o esquema de rádios da série GTA — que já era um dos elementos que os fãs mais gostavam. Eu posso até ver um pacote de atualização por semana, mudando todas as músicas que as rádios tocam. Uma semana depois de uma música virar febre mundial, ela vai estar tocando nas rádios do seu jogo também.

Poxa, o futuro é mesmo incrível. Ainda bem que eu vivo nele.

Apture


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Últimas resenhas


Mass Effect (PC)


Assassin's Creed II (X360)


Uncharted: Drake's Fortune (PS3)

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Qual deveria ser o critério de escolha para os jogos que recebem resenha aqui no Continue?

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