A produtora Activision e a fabricante de brinquedos Jada anunciaram a mais nova “versão” de Guitar Hero. É o Guitar Hero: Air Guitar Rocker, que, como o sugestivo nome já entrega, possui uma diferença essencial: não é um simulador de guitarra, mas sim de air guitar. E você não precisa nem de um videogame, muito menos do controle: basta usar a sua imaginação!
(Ah, e um pequeno aparelho de 30 dólares que vai estar disponível a partir de 1º de março nos EUA.)
O funcionamento do tal acessório é bastante curioso, mas igualmente inútil. É só ver como a mágica acontece no vídeo. E apesar de pensar em alguém usando isso para mostrar aos amigos ser bem ridículo, você pode querer saber que o tal do Air Guitar Rocker vem com diferentes riffs de músicas famosas da série Guitar Hero e até algumas inéditas.
Pelo menos é mais fácil de carregar…
[via Destructoid]
E aí, como foram de fim de semana? O que fizeram de bom, além de me deixarem muito orgulhoso com os comentários do [Discussão de Fim de Semana]?
Não importa o quanto você tenha se divertido, a esta hora eu chuto que você deve estar entediado na frente do computador, lutando com as primeiras horas da segunda-feira. Que bom então que eu fiquei acordado até tarde no domingo para escrever este post e te recomendar os quatro joguetes mais iraaaaaadosh que eu pude encontrar. Na verdade, os primeiros quatro bacanas que eu lembrei.
Ah, sim! Como eu tenho uma fila bem grande de jogos bons para citar, resolvi que às vezes vou postar quatro em vez de apenas três. Mas não se acostumem — semana que vem eu posso voltar a postar só três.
Sem mais delongas, eu lhes dou a segunda edição do Joguetes, que você só encontra aqui no Continue!
O primeiro post de verdade de 2008 já estréia uma nova seção/coluna/periódico/recorrente aqui no Continue: o Joguetes. Inventei este nome há exatos mais ou menos 37 segundos, quando o escrevi no campo de título, porque na verdade o nome pouco importa. O conteúdo é que é importante, e, sobre ele, prevejo que alguns vão amar e outros vão achar a coisa mais inútil do mundo: webgames. Joguinhos de passatempo que você pode jogar do conforto do seu navegador, enquanto espera entrar no ar o próximo post deste glorioso projeto de site.
Existe muita gente que tem um certo preconceito contra este gênero tão prolífico de games. Especialmente os chamados “hardcore”. Só que, assim… Eu sou um sujeito que pode ser classificado facilmente como hardcore, e nem por isso ignoro o fato de que existem idéias incríveis escondidas nos mais simples joguinhos, em arquivos que muitas vezes não chegam a 100Kb. Idéias que você rezaria para que fossem implementadas no próximo jogo de uma das suas séries favoritas.
Aqui na coluna Joguetes você vai ser apresentado a três destes por semana, toda segunda (é, eu sei que hoje é quarta, mas conta como segunda porque ontem foi feriado). Considerem isso a minha tentativa de amenizar um pouco o tédio de início-de-semana que assola todos os trabalhadores de escritório do Brasil. Depois do Continue você confere os primeiros três, e segunda que vem tem mais.
Como eu estou enrolando para começar esta seção desde que o site começou, vamos logo com isso.
Cara, é tão legal ter um blog só seu. É legal e eu vou te dizer por quê: porque o único motivo que eu preciso ter pra postar alguma coisa aqui é eu ter vontade. E é por isso, só por isso, que eu apresento a vocês o trailer de N+ para a Live Arcade. Tosco, simplório, completamente não-empolgante, mas dane-se. Esse jogo é lindo, maravilhoso e quanto mais pessoas me dizem que não conhecem, mais eu gosto dele. Não que uma coisa tenha a ver com a outra.
Como não custa repetir, N+ é a versão para consoles de um jogo freeware que você pode baixar aqui. Está saindo agora para Xbox Live Arcade e chega em breve para Nintendo DS e PSP. E quem comprar e me apresentar prova do fato tem direito a escolher o tema de um post aqui no Continue e se divertir às minhas custas. Qualquer tema. Se quiserem que eu escreva sobre a diferença de velocidade de secamento de cuecas em varais expostos e não expostos ao vento, eu escrevo. Se quiserem que eu escreva sobre animais que não produzem som, eu escrevo. Se quiserem que eu escreva um post-jabá sobre o seu blog/site ainda desconhecido, eu vou achar meio sem criatividade, mas escrevo também. Basta me provar que você comprou o game, de preferência as versões com caixinha.

Quando você acha que o mundo já está cheio de PolyStations e Viis, a sempre espirituosa Dynacom, criadora do popular Dynavision, consegue te surpreender. Provando que o Brasil é mesmo o país líder em clones chineses, a dona do agora obsoleto Dynacom Radical vai lançar no mercado o revolucionário Wi-Vision.
Engana-se quem pensa que a diferença entre este e o caixote branco da Nintendo fica apenas no “i”. Além de possuir um design arrojado e moderno, o videogame já vem com o incomensurável número de 217 jogos, sendo 111 na memória e mais um cartucho brinde contendo mais 106. E tem mais!
Disponível na incrível cor preta brilhante, a fantástica máquina vem com a VirtuaLaser, uma mira laser eletrônica de alta precisão que efetua dez disparos por segundo, e ainda é retrocompatível com os cartuchos do Nintendinho!
Está convencido? Não deixe de conferir o console nas maiores redes de lojas do país pela bagatela de R$ 289,00.
[via eurogames]

Olá pessoal, apresento-me-lhes o mais novo integrante da equipe Continue! Como vocês podem ver lá no Quem Escreve, eu sou apenas uma criança indefesa um cara que sonha em fazer jogos, e até onde lembro sou 70% água, o que comprova que as estatísticas do Fabio são mentirosas.
Como provável não-futuro-game-designer, me interessa tudo que tem a ver com a criação de games, desde que não envolva programação. Gosto da teoria, de entender por que raios um negócio com batalha por turnos por meio de um menu em preto-e-branco é capaz de segurar alguém em frente a um videogame por cerca de 40 horas de sua vida, essas coisas. É aqui que entra Understanding Games.
Nos moldes de Understanding Comics, de Scott McCloud, Understanding Games é um jogo em quatro breves episódios, que fala sobre… jogos. Enquanto os bonecos explicam o que faz os jogadores quererem optar por determinados personagens em um game, você joga uma partidinha de pega-pega com eles, por exemplo. A idéia é boa, mas às vezes dá a impressão de que você tá vendo uma animação em Flash com traços de interatividade, ao contrário do livro citado acima, onde o autor explica os quadrinhos completamente via quadrinhos.
De qualquer modo, é legal pra sacar alguns conceitos fundamentais dos games, que talvez não tenhamos percebido ainda. Ainda mais se você é que nem eu e, entre ler e escrever sobre jogos na internet, dá uma brincadinha escondido no Game Maker.

Há algumas semanas, o nosso amigo Pablo Miyazawa, vulgo Gamer.br, vulgo Nelson Rubens dos games, declarou em seu blog que tinha em sua posse uma informação que faria “tremer” “uma certa plataforma de jogos, há muito abandonada”. Vários posts e comentários indignados de leitores querendo saber do babado depois, a verdade foi revelada na noite de ontem, na forma de uma entrevista com o dinossauro brasileiro dos games chamado Marcel R. Goto. E é bem diferente do que eu acredito que todo mundo esperava.
O Marcel é um cara multitalentos. Ele tem feito várias coisas, de colaborações com a EGM a trampo de produtor na Diverbrás, só pra citar duas. O lance é que o cara nunca ficou parado, sempre produzindo relevância para o mercado de games brasileiro de um jeito de outro. Agora ele está começando a DigiArts, uma produtora de games que fala português. Mas espere! Não é só isso! Nas palavras do próprio:
Imagino que neste primeiro momento o destaque seja para o jogo musical, mas eu prefiro pensar em termos mais gerais. Estou criando uma produtora que também vai atuar como publisher, distribuidora, pelo menos no segmento de fliperamas. Pretendo lançar pelo menos dois jogos em 2008, um musical, de ritmo, estrelando bandas nacionais, e outro de luta, que na verdade é um projeto favorito que está na minha cabeça desde 2004.
Sim, o mistério todo era este: um game musical 100% brasileiro, destinado às esquecidas casa de fliperama do país. A DigiArts está indo atrás de bandas nacionais para compor o repertório, e na entrevista também foi confirmada a presença de microfone [valeu pela correção, Marcel, viajei mesmo!] baixo e bateria, além das obrigatórias guitarras. Sinceramente, não acho que alguém tivesse esperado algo parecido com isso. (Você esperava? Não esperava mas curtiu a notícia? Não dá a mínima? Deixe um comentário e vamos discutir!)
Pelo menos na minha opinião, é uma notícia empolgante, de fato. Um jogo assim, se bem produzido e bem distribuído, com um gabinete bonito e que chame a atenção, pode certamente trazer um belo sopro de vida aos nossos arcades empoeirados. Só o tempo dirá.
Por enquanto, leia a entrevista completa no Gamer.br e saiba todos os detalhes.
Só não esqueça de apagar o blog do seu histórico depois da leitura — e nem pense adicionar aos seus favoritos! — senão você nunca mais vai voltar aqui pro Continue, e isso deixaria o Bracht aqui profundamente magoado.