[Uma série de acontecimentos, envolvendo a (falta de) internet do Fabio, colaboradores desavisados e a censura do governo chinês fez com que os post de hoje do Continue atrasassem. Mas já estamos de volta à programação normal -- ou assim esperamos.]
Sejamos sinceros: das centenas de rumores sobre o lançamento de uma nova versão do Nintendo DS, poucos são dignos de nota. Mas uma combinação de fatores, incluindo a época propícia, a fonte da informação, e o evento marcado para daqui a três dias fizeram este ganhar mais força do que normalmente acontece.
A história que conta o renomado jornal japonês Nikkei é que a Big N lançaria ainda este ano na terra do sol nascente uma versão redesenhada do portátil com telas maiores, tocador de música e câmera embutidos. Este último recurso ainda poderia ser utilizado em futuros jogos do portátil, tal qual a EyeToy da Sony ou a câmera de nome genérico da Microsoft.
A Nintendo, como de praxe, não nega nem confirma. E nós, NPCs que somos, não podemos fazer nada além de esperar.

Logo agora, quando todos os fanboys já estavam superando a conferência da Nintendo na E3 2008 e se conformando com a perspectiva de passar o fim de ano fazendo mímica de instrumentos musicais, a Big N anuncia um evento exclusivo para a imprensa no dia 2 de outubro. E pelo que andam dizendo nos bastidores, será nos moldes daqueles de quando a empresa tem algo de importante para revelar, com apresentações acontecendo em mais de um continente no mesmo dia. Outro detalhe importante é que esta data é logo antes da Tokyo Game Show, evento ao qual a Nintendo não comparecerá.
Mas é melhor pensar duas vezes antes de pensar “OMG! Já tô vendo o novo Zelda!!1!”. A época é estranha para um Megaton, e pode ser que a Nintendo esteja só querendo consolidar a lineup de fim de ano já revelada para seus consoles, uma vez que na E3 ela deixou passar boas exclusividades para os jogadores hardcore — como Fatal Frame, The Conduit, Dead Rising, Wario Land: Shake It!, Tenchu 4 e Tales of Symphonia — o que gerou todo aquele escarcéu sobre esquecer os verdadeiros fãs e tudo mais.
Sem contar o megaboga Disaster: Day of Crisis, que parece ser o grande título de fim de ano para o Wii — ao menos no que diz respeito ao tipo de gente que não está afim de fazer mímica de instrumentos musicais.
[Nota do Bracht Nintendista: foda-se, já tô hypado. Novo Zelda!!1! \o/]

Quem não quer ter um produto da Apple? Como se não bastasse ter o computador mais estiloso de todos os tempos, ela também criou o notebook, o MP3, o MP4 e o celular mais estilosos de todos os tempos. E, ao que tudo indica, pode ter em mãos também o videogame portátil mais estiloso.
Em um evento promovido esta semana para a imprensa, a empresa anunciou (além de novos modelos do iPod, é claro) que o seu novo canal de aplicativos promoveu, menos de um mês depois do lançamento, mais de 60 milhões de downloads — sendo 300 mil destes apenas do jogo Super Monkey Ball. E dando grande destaque aos videogames em sua conferência, com direito a montagem em vídeo de featured titles e tudo mais, o chefão Steve Jobs declarou que considera o iPod Touch como “o melhor dispositivo portátil para games”.
E não é só a Apple: várias produtoras estão apostando no sucesso do pequeno aparelho como plataforma de games, inclusive a EA — que além de ter lançado Spore Origins junto com a versão de PC, anunciou semana passada o desenvolvimento de mais nove jogos para o aparelho, incluindo versões de The Sims 3, Need for Speed: Undercover, Monopoly e Tiger Woods.
Então queremos saber de você, leitor: devemos apostar no sucesso da Apple nessa nova empreitada? Acha que podemos chegar a ver grandes lançamentos exclusivos para os iPods? A interface do iPhone, com uma única touch screen, lhe parece apropriada para jogos? O Continue deve dar mais atenção aos jogos anunciados para o iPod? E, mais importante: você compraria um portátil da Apple para jogar?
Testei esses dias o Jam Legend, sitezinho que já havia sido mencionado aqui e que transporta a fórmula vencedora de Guitar Hero para a internet. Não é nem um pouco difícil descrever como funciona o brinquedo. Tanto que eu já o fiz. É só isso mesmo: jogabilidade de GH dentro do seu navegador (joga-se com os botões de F1 a F5 ou de 1 a 5 e o Enter serve como palhetada — sim, igual a Frets on Fire), com possibilidade de adicionar amigos e travar desafios pela melhor pontuação.
Entre as coisas que eu gostei estão a interface do site e a qualidade das músicas (tanto qualidade de áudio quanto a qualidade das compisções em si — as músicas que eu testei são bem legais). O componente social, como não poderia deixar de ser, é bem legal, apesar de simples. Deve ser bem divertido ter bastante amigos jogando.
Mas no fim, apesar de insistir que o site é divertido e vale a pena conhecer, eu achei mais coisas pra falar mal do que bem. Pra começar, não tem UMA música famosa. Sim, são legais, mas a graça de Guitar Hero era poder tocar um Bad Religion, um Ramones, um Hendrix… um jogo do estilo que não tem nenhuma música desse naipe já não começa empolgante. E mesmo as músicas que estão lá não estão bem organizadas. Eu tentei de todo jeito achar uma página que me mostrasse todas as músicas do site, mas parece que não existe. Eu só achava as mais populares, as mais tocadas etc.
Na hora do jogo, as notas não desciam “redondo”. Rolava um puta frame skip quase o tempo todo, de modo que a única maneira era se concentrar na batida da música pra acertar as notas na hora certa (que é o modo mais indicado mesmo, no fim das contas). Não chegou a atrapalhar quase nada, mas é um bug feio.
Se você quiser experimentar, o site é JamLegend.com. Ainda está em beta fechado, mas rola um esquema: acontece que semana passada eles liberaram acesso a todos os que tinham se cadastrado lá. E todo mundo pode convidar um amigo. O código do meu convite é 3022181a1c21987a. O primeiro que ler esse post pode usar esse código na hora de criar uma conta nova, aí é só clicar no link “Invites” no alto da página e copiar o código de lá pra postar aqui nos comentários, para que o próximo que quiser possa entrar.
Estou confiando que não vai ter nenhum espírito de porco egoísta aí para estragar a brincadeira, hein? ![]()
Você sempre quis ter um macaco em casa? Nem eu. Ainda estou me acostumando com os cachorros pulando em cima da cama de manhã cedo, imagine um macaquinho saltitando por aí, pegando meus jogos e livros, fazendo a maior zona. Definitivamente, não é uma idéia agradável.
Mesmo assim, tenho que admitir que adorei o EyePet, que a Sony apresentou na Games Convention, em Leipzig. Segundo os caras, é um ”novo aplicativo de interação da câmera PlayStation Eye”. Falando assim parece que é um software maligno e gelado, mas é esse simpático macaquinho aí na foto. Ele interage com o ambiente que a câmera do PS3 está filmando, mexe nos objetos e reage aos seus toques. Não é uma gracinha? E tem o fato comprovado de que jogos com macacos sempre são legais. Imagine um jogo que É um macaco. Sensacional!
O EyePet chega às lojas gringas no final de 2009.
[via Wired]
Um dos meus joguinhos favoritos de Wii vai ganhar continuação! Confira aqui em cima o primeiro trailer de Kororinpa 2!
Kororinpa: Marble Mania não é nada de especial, na verdade, mas eu simplesmente adoro o modo como o sensor de movimentos foi lindamente implementado. Pra quem não conhece, trata-se de um daqueles joguinhos estilo Monkey Ball, no qual você controla a inclinação do cenário para rolar uma bolinha por um percurso até chegar ao final dele. Mesmo sem Wii MotionPlus, o jogo consegue transportar os movimentos do Wii Remote praticamente em proporção 1:1 para o que acontece na tela.
Que eu saiba, Kororinpa não fez lá muito sucesso, nem no Japão nem no ocidente, por isso me surpreende a notícia de que teremos uma continuação. Mas ao mesmo tempo que me surpreende, me faz rir como uma colegial de trancinhas. Hihihihi!
Como diziam lá no Fórum NGM, na época que eu participava: “esse é cofre!”
[via GoNintendo]

Esse post é meio nada a ver, já admito, mas eu simplesmente fiquei com vontade de passar adiante a dica. ClubHouse Games é um jogo de Nintendo DS que é simplesmente muito legal. O portátil dá Nintendo está com ótimos jogos anunciados, prestes a sair, mas nesse exato momento, se você, como eu, não curte remakes de Final Fantasy, deve estar sem muito o que jogar. ClubHouse Games é a solução. Ele foi inclusive lançado oficialmente no Brasil (daquele jeito Nintendo de lançar as coisas oficialmente por aqui), e era o jogo mais barato de todos. Se não me engano, custava R$79,00. Pena que hoje está super difícil de encontrar o maldito nas grandes lojas e sites.
Apesar de ser muito legal, o jogo não é muito conhecido, e quem já ouviu falar costuma ter um pequeno preconceito no primeiro momento. E não é sem motivo, já que se trata de uma coletânea de minigames (”argh!”), que ainda por cima são jogos de tabuleiro (”yuck!”) e cartas (”gnah!”). Mas, correndo o risco de soar repetitivo, eu repito: é muito legal!

O QUÊ? Uma resenha de jogo de celular?! Eu sei, eu sei, a primeira coisa você (provavelmente) pensou foi: “mas jogar em celular é um lixo!”
Não será hora de deixar esse preconceito de lado? Pense: quando e onde você joga com o celular? Ele não é perfeito nos momentos de fila de banco, ônibus no caminho do trabalho, onde você só tem cinco minutos disponíveis e quer entretenimento rápido?
Para um jogo de celular ser legal, ele basicamente precisa ser rápido, curto, ter um bom fator de replay e, acima de tudo, ser instantaneamente divertido. Se tem um jogo que consegue ter sucesso em todos estes quesitos, esse jogo é o Super Action Hero, da coreana Com2uS, com tradução e distribuição no Brasil feita pela Tectoy Mobile.
O que faz dele um jogo especial? Continue…
[Seja bem-vindo(a) à Semana das Resenhas no Continue! Como tem um monte de jogos na fila para serem avaliados, resolvemos dar um gás sobrehumano aqui e vamos avaliar um jogo por dia até sexta ou sábado. Se tudo der certo. Esperamos que dê.]
Com tudo que tem se falado sobre casuais e hardcores, especialmente no Wii, fica fácil colocarmos cada jogo em seu suposto saco antes mesmo de jogarmos. Basta olhar para a capa e uma ou duas telinhas e já achamos que sabemos do que se trata.
O problema é que as aparências muitas vezes enganam. Todo “hardcore” que olha um jogo como Kororinpa: Marble Mania, por exemplo, sente-se tentado a deixar o jogo de lado, classificando-o como casual, fácil e sem graça. E aí ficam sem saber dos desafios quase impossíveis de um jogo tão cuticuti. Coisas que deixariam até o mais l33t se sentindo como um noob. Experiência própria.
E esse é só um exemplo. Do lado contrário, temos o próprio Mario Galaxy, que é considerado por todos os “jogadores de alto mercado” um dos poucos jogos “de verdade” do Wii. Ora, minha namorada discorda! Ela não sabe nem apertar corrida + pulo em um Mario 2D, mas pegou dezenas de estrelas no Galaxy.
Onde entra Boom Blox nessa história? Pra saber, você vai ter que continuar lendo.