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Reloading!

Archive for the ‘Casual’ Category

IGN inaugura seu canal de webgames

O onipresente site IGN.com, cujas marcas d’água estampam 99% das telas de jogo disponíveis na Internet e 0,15% das capas dos jogos do Wii, agora também marca presença em outro campo, até então deixado de lado pelo portal: o dos joguetes gratís para web.

Os gringos inauguraram hoje seu canal Free Games. O conteúdo não é nem de longe tão vasto quanto de outros sites do ramo, mas compensa pela qualidade. O destaque é o jogo que ilustra essa nota, Portal: The Flash Version, mas há outras preciosidades, dentre as quais recomendo RagDoll Cannon 1.5 e o musical Super Crazy Guitar Maniac Deluxe 2 HD Remix. O bacana é que além dos usuários darem notas aos jogos, há comentários e análises dos editores do portal.

O canal Free Games do IGN oferece desde puzzles e RPGs até games de Tower Defense, gênero seminal dos web-games que vale um post só para ele. Fica aí mais uma opção para quem quer se divertir com algo novo, sem precisar gastar o que não tem para isso.

iphonegames-sonhabrasil

Eu não tenho um iPhone[bb] (ainda), então nem sabia dessa: para aproveitar a enorme variedade de games para o telefoninho bacana da Apple, o indivíduo precisa ter uma conta na iTunes Store americana. Pode não parecer nada demais para nós, brasileiros velhos de guerra, acostumados a ter contas americanas na Xbox Live, mas aqui rola uma diferença: ao contrário da Live, temos iTunes Store oficialmente no Brasil. Ela só não tem os jogos.

“Por quê?”, você pergunta, com mais do que genuíno interesse. A resposta é a mesma de sempre: culpe a legislação brasileira. A lei do nosso país exige que todo e qualquer jogo seja avaliado e devidamente classificado quanto à sua faixa etária pelo órgão DJCTQ. Uma lei nada absurda em teoria, mas, como muuuuitas outras neste país, torna-se impraticável frente a uma situação criada pelo avanço tecnológico.

Na App Store, desenvolvedores independentes têm liberdade de incluir seus jogos feitos em casa, e seria simplesmente impossível avaliar todos eles. De modo que a Apple prefere simplesmente não lançá-los em verde e amarelo. Com razão.

A descoberta foi feita pelo ótimo Blog do iPhone (vale a pena ler o post lá se você quer saber mais detalhes sobre essa história toda). Bom trabalho, caras! ;)

Rock Revolution vende DUAS cópias no Wii!

(Guitar Hero) [bb]

Muitos acharam que Wii Music tinha se saído mal ao vender pouco mais de 80 mil unidades no seu mês de estréia, apontando para a saturação do gênero de jogos musicais e mimimi. Adivinhe só, eles estavam certos: foram divulgados os números de vendas norte-americanas de Rock Revolution, o Clone de Rock Band - Konami Edition, e ele se ferrou.

Nos números originais constava que 2 cópias (não 2 mil, DUAS) da versão para Wii tinham sido vendidas, mas depois a NPD corrigiu seus dados dizendo que a edição para o console da Nintendo tinha sido adiada para o mês que vem. Infelizmente para a Konami, os números nos outros consoles não são muito mais animadores: somadas, as versões de Nintendo DS, PlayStation 3 e Xbox 360 não passaram de 3.000 unidades, caracterizando o melhor uso até então da categoria FAIL no Continue.

Não deixa de ser uma pena que a própria criadora de Guitar Freaks — arcade que originou o conceito adaptado por Guitar Hero — tenha acabado nessa situação. Para você ver como o mundo dá voltas…

[via Cubed3]

[Tube do Dia + Joguete] TubeRockers

tuberockers

Olha a lindeza dessas duas categorias se fundindo. TubeRockers é um Joguete, mas também serve como o nosso Tube do Dia, pois é um vídeo do YouTube. Ou melhor, vários. Na verdade é o seguinte: é um joguinho musical em flash como vários que você já viu por aí, cria de Guitar Hero, só que com algo diferente: você toca a música enquanto o clipe dela, passa atrás, extraído direto do site de vídeos mais popular que o Mickey e o Pikachu juntos.

A lista de músicas tem muita porcaria, mas compensa com Here It Goes Again, do Ok Go (aquela do clipe deles dançando nas esteiras), uma versão do tema do Mario, The Pretender, do Foo Fighters, Run To The Hills, do Iron Maiden, e Knights of Cydonia, do Muse, que inclusive figura em GHIII. Entre outras.

E a melhor parte é que tem um editor para você fazer os seus próprios “clipes jogáveis” – e é fácil de usar! Você só coloca o ID do vídeo, aí ele vai carregar e começar a tocar. Você vai jogando e inventando as notas, que depois ficam gravadas. Depois de uma rápida edição (opcional), pra arrumar qualquer cagadinha, você pode salvar as músicas. Como? Em formato de texto! Ele gera um caminhão de caracteres, quase maior que as passwords de Ronaldinho Soccer 97, que depois você só cola no campo “Custom Track” e joga.

Idéias geniais são coisa de gênio.

Jogos musicais ultrapassam jogos de esporte em popularidade

Créditos da foto: poopoorama @ Flickr

Jogos de ação sempre foram os mais jogados do mundo, desde que um ser humano colocou botões em um joystick e conseguiu usá-los para controlar pixels na tela de uma TV. O segundo lugar nunca foi tão incontestável, mas vinha há um bom tempo pertencendo aos jogos de esporte (razão por que a EA é tão massivamente gigante).

Agora, com a absoluta ascensão dos jogos de guitarrinha de plástico e derivados, o gênero “Musical” desbanca o esportivo dessa vice-liderança.

De acordo com uma pesquisa feita por uns pesquisadores que pesquisam esse tipo de coisa, a quantidade de pessoas que alegaram jogar jogos de esporte caiu de 62% em 2005 para 50% em 2008. Enquanto em 2005 os jogos musicais nem eram um gênero auto-suficiente, em 2008 foi apurado que 58% das pessoas os jogam. Jogos de ação? 65%.

É claro que esses números são válidos lá para o hemisfério norte, já que por aqui a proporção deve ser tipo uns 93% Winelévi contra 5% Guitarrêro pirata, jogado no DualShock e com scores baixos porque o R1 tá sempre zoado você sabe por quê.

[via VentureBeat]

[Joguete] Não atire no cachorrinho

dontshootthepuppy

Ok, vamos ver quem aí tem paciência. O cachorrinho é bonitinho demais. Não atire nele. Quero ver quanto tempo você aguenta.

Eu aguentei até o Level 10. Mas juro que foi sem querer!

Preparado para as primeiras expansões de Spore?

(spore jogo) [bb]

Vou confessar uma coisa: Spore é um jogo tão estranho que eu simplesmente não consegui me decidir até agora sobre o que eu acho dele. Tanto é que não rolou resenha. Ele tem muitas coisas boas, que o caracterizariam como “jogão”, mas para cada uma dessas coisas legais há pelo menos uma outra horrível e característica de um jogo que eu não recomendaria. Eu não consigo nem decidir se me arrependo ou não ter ter comprado a porcaria do jogo! Por um lado, sinto que ele durou muito pouco para ter valido o preço; por outro, é um jogo histórico e digno de estar em qualquer coleção de games de PC.

Bom, mas nada disso tem a ver com a notícia que justifica este post: a EA já anunciou as primeiras expansões de Spore.

Primeiro teremos o Creepy and Cute Parts Pack, logo ali em 18 de Novembro. Já está inclusive disponível em pre-load na EA Store. Como o nome entrega, não passa de um pacote com partes extras para o Criador de Criaturas (de modo que pode ser comprado também pelos que só têm o Criador e não o Spore completo – sim, a EA sabe ganhar dinheiro).

Depois, em “Spring 2009” (traduzindo: segundo trimestre), teremos uma expansão propriamente dita. Ela ainda não tem nome, mas parece bem promissora: suas criaturas poderão descer da espaçonave em qualquer planeta visitável na fase espacial do jogo para interagir com os nativos e completar mais missões “a pé”.

Nesta mesma expansão também haverá um novo Criador, o Criador de Aventuras. Com ele, você pode criar missões que então passam a aparecer nos jogos de outras pessoas. Se isso for bem feito, poderá dar uma bela revitalizada em Spore, já que a fase espacial sofre muito de repetitividade aguda.

Você comprou Spore? Gostou? Pretende pegar alguma dessas expansões?

Guitar Hero não pensou nisso antes? FAIL!

AIrG, Air Guitar... Sacou? Hã, hã?

O que você vê acima é o AirG, o periférico para o joguinho de guitarra PopStar Guitar, que ninguém vai jogar mas que já se mostrou mais inteligente que Guitar Rock Hero Band.

Sim, só tem quatro botões e ninguém aqui está dizendo que é mais legal jogar com isso do que com uma guitarra (ainda que seja uma de plástico com cara de brinquedo), mas certamente a Harmonix/Activision conseguiria pensar num jeito de fazer isso com cinco botões e oferecer como uma opção em um “pacote econômico” dos seus jogos.

Além do mais, nada nesse mundo pode ser pior do que jogar GH só com o Wii Remote. Nem os mais safados pirateadores deveriam ser obrigados a suportar aquilo.

[via Gizmodo Brasil]

Peggle Nights? Ah, esse sim é supimpa.

Eu acho muita mancada quando uma empresa manda aos críticos “instruções” sobre como analisar os seus jogos. O trabalho das empresas é fazer os jogos, o nosso é o de dar a nossa opinião sobre eles aos consumidores. Mas a carta do Peter “Pedrinho Molinete” Molyneux aos críticos até que traz um ponto interessante:

“Eu tenho um favor a pedir a você: nós fizemos este jogo não apenas para ser legal para gamers como você, mas para qualquer pessoa. Então por favor, por favor, por favor, por favor, por favor encontre alguém que não joga videogame, assista a esta pessoa jogar e veja como o seu mundo acaba ficando, pois eu acredito que apenas quando você enxerga essas diferenças é que você percebe o quão única a experiência é.”

Eu acho que isso é vital hoje em dia. Frequentemente os críticos de games hoje em dia precisam se colocar na pele do jogador casual para avaliar os títulos que são feitos para este nicho cada vez mais importante, e isso só se consegue através de observação. Todo jogo que se diz casual, mesmo que em parte, eu coloco a minha namorada para jogar e observo as dificuldades dela e o que ela considera divertido, e é sempre tudo muito diferente da minha experiência.

Você já observou um gamer completamente casual jogando? Quais foram as suas conclusões?

Let’s Tap. Vamos dar umas batidinhas. “O jogo que até um pinguim joga”, como é uma das suas descrições oficiais. É um jogo de Wii que você joga sem o controle. Sem o Wii Remote, sem o Nunchuck, sem nenhum acessório extra. Você coloca o Wii Remote em uma caixa, ou alguma superfície não muito rígida (uma pia de mármore provavelmente não funcionaria, mas eu também não consigo imaginar alguém pensando em jogar Let’s Tap usando uma pia de mármore — até porque pias normalmente são molhadas e o controle correria riscos de pegar umidade), e bate. Na superfície, não no controle. Assista ao trailer para entender.

Alguns podem dizer que isso não é nada que os bongôs de Donkey Konga não consigam fazer. Claro que é. Os bongôs nada mais eram do que dois botões e um microfone que captava palmas. Isso aqui trabalha com vibrações sensíveis.

Também é de se notar que Let’s Tap é o primeiro jogo da Prope anunciado desde a sua abertura, em 2006. “Quem é a Prope?”, pergunta o leitor que não clicou no link. É o estúdio do Yuji Naka, simplesmente o cara creditado por dar vida ao Sonic. Lembre-se: houve uma época em que o Sonic era realmente bom.

Eu só tenho minhas dúvidas quanto ao fato dele ser vendido em disco. Pela simplicidade, deveria ser WiiWare… Ou então ele é mais complexo do que parece.

PS.: Aproveitando o ensejo, a Prope também anunciou Let’s Catch (este sim para o WiiWare), um simpático joguinho de… bem, eu não entendi muito bem sobre o que ele é, mas o site é esse. :P


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