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Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes

Archive for the ‘Casual’ Category

O futuro dos games é a vida real?

O jogo mais bem-sucedido do mundo atualmente se chama FarmVille. Você muito provavelmente já ouviu falar. Talvez até jogue. Há mais jogadores de FarmVille no mundo do que pessoas cadastradas no Twitter, e o Twitter é tão famoso que até o Dalai Lama usa.

E o Wii Fit? Quando foi anunciado, lá em 2007, eu e todo mundo que eu conhecia na época coçou a cabeça e concluiu algo parecido com “é, talvez faça sucesso”. Hoje o Wii Fit é uma das marcas mais lucrativas dos games, tendo sido responsável pela impressão de mais de um bilhão de fuckin dollars à Nintendo. De Guitar Hero pode-se dizer algo bem parecido. Um jogo com musiquinhas e uma guitarra de brinquedo. Ok, legal. Mas ninguém esperava, até saírem talvez os primeiros reviews, que a marca Guitar Hero e o gênero de “jogos musicais com instrumentos” chegaria onde chegou.

O que o FarmVille (e o Wii Fit, e o Guitar Hero, e o Mafia Wars, e os Achievements do Xbox 360, entre outras coisas) pode nos ensinar sobre o futuro dos games? O vídeo acima fala exatamente sobre isso e, apesar de longo, todos os seus 28 minutos são extremamente interessante. Você realmente deveria assistir.

Mas se você está com preguiça, falta de tempo, ou não entende inglês o suficiente para entender muito bem, vou resumir e comentar aqui o que o Professor Jesse Schell, da Carneggie Mellon University, disse à sua plateia no DICE Summit 2010, na palestra sobre games mais discutida da atualidade, para que depois você mesmo possa dar a sua opinião. ;)

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Acabou a dor de cabeça para baixar músicas na Xbox Live

Era sempre um saco para baixar as últimas novidades do Rock Band 2: a loja interna do jogo era perfeita para visualizar o conteúdo de forma organizada e direta, mas baixar por lá era no mínimo inconveniente, porque o download ficava parando a cada segundo. A solução era voltar para a dashboard do Xbox e comprar as músicas pelo Marketplace, cuja interface definitivamente não foi pensada para esse tipo de conteúdo.

Não mais. Foram lançadas recentemente três lojas de música para games dentro da Xbox Live. Uma para Rock Band (compatível também com Beatles e LEGO), outra para Guitar Hero e ainda uma para Lips. Cada loja é um download à parte, obviamente grátis, mas pesando cerca de 80MB. Depois de baixado e acessado, você encontra uma interface familiar para baixar as músicas e ver o que há de novo, com a vantagem de não precisar estar com o disco do jogo jogando.

Ainda não é perfeito (ainda não consigo por nada no mundo ouvir o trecho de preview da maioria das músicas à venda para Lips), mas está muito melhor do que era antes.

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[7 Testers] Paciência!

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Se eu te perguntasse qual é o jogo eletrônico mais jogado no mundo inteiro, talvez você pensasse, sei lá, em Super Mario World ou Tetris. Mas na verdade estaríamos muito provavelmente falando de Paciência. Sim, Paciência. Aquele joguinho que você sempre vê os atendentes de repartições públicas jogando em vez de te atender.

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Joguinho brasileiro no iPhone: Undead Attack! Pinball

undeadeattackpinballEsses dias eu recebi um email. Vivo recebendo, aliás. Alguns até me pedem pra dar uma olhada em algum jogo que algum desenvolvedor iniciante criou, mas a grande maioria é genérica demais pra me chamar atenção.

Naquele dia, o email que eu recebi era assim, mas a premissa do jogo, que o autor incluiu no email, não era nada genérica:

O jogo é um misto de dois estilos: pinball e tower – no nosso caso “gate” – defense. Nós lhe colocamos sob o controle de uma mesa de pinball temática na qual vão aparecer vários mortos-vivos que tentarão vir em direção ao jogador e destruir o portão que os prende naquela mesa.

A sua função como jogador é jogar pinball, marcar a maior quantidade de pontos possível enquanto impede os zumbis de saírem do mapa utilizando a bola para esmagá-los ou a arma especializada de defesa do portão.

Ou seja: Undead Attack Pinball é um pinball normal, só que um onde você pode usar a bola para esmagar uma horda de zumbis apodrecidos que ficam tentando te atacar para fugir da mesa. Alguns deles deixam cair uma espécie de dinheiro, que você também precisa pegar com a bola para poder comprar upgrades e tal.

Como é um jogo de iPhone, é natural que se use o acelerômetro, e ele é usado em dois poderes bacaninhas. Um deles consiste em chacoalhar o telefone para fazer com que os zumbis percam o equilíbrio e parem de avançar por alguns momentos, e o outro traz uma espécie de roda que você tem que girar (tipo em Elite Beat Agents, só que com o seu dedo fazendo o papel de uma stylus muito mais difícil de deslizar pela tela) para recarregar e ativar o sistema de defesa do portão. Tudo isso enquanto a bola está rolando.

O mais legal é que o jogo é super bonito e bem feito. Não parece um jogo de um desenvolvedor independente. Além disso ele é difícil a ponto de ficar frustrante (o que pode ser considerado um elogio em pinballs), e tudo em partidas rápidas, como todo bom jogo de celular.

[PROMOÇÃO!] Temos dois códigos de download grátis para presentear os dois leitores que comentarem aqui com as duas melhores ideias de protagonistas diferentes para o jogo. Que tipo de coisa/pessoa/criatura/etc você gostaria de prender em uma mesa de pinball gigante para ser esmagada por uma bola de pinball gigante? As duas melhores sugestões que aparecerem nas próximas 6 horas ganham uma cópia do joguinho para os seus iPhones. [/PROMOÇÃO!]

O resto pode clicar aqui para visitar o site oficial e aqui para comprar o jogo direto da iTunes Store.

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Quando foi anunciado, o “kind code” virou polêmica logo de cara. Tratava-se de um modo no qual o jogador poderia apertar um botão e ver o jogo simplesmente jogando sozinho, para passar de todas as partes que ele não esteja conseguindo. Claramente, mais um dos “truques” da Nintendo para atrair o público casual. Afinal, o que é mais casual do que desistir como um franguinho reumático à frente de qualquer perigo?

Mas não é bem assim. Esta semana o Kotaku foi convidado pela Nintendo para ir testar o New Super Mario Bros Wii já com o curioso recurso implementado. No fim das contas, segundo o relato deles, não é nenhum bicho papão — é até um recurso de ajuda super bem vindo.

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OJE: joguetes em flash também são cultura (pelo menos em Pernambuco)

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Lembra quando sua mãe ficava mandando você largar o videogame e ir estudar? Então, ela provavelmente tinha toda a razão. Mas hoje em dia os viciados gamers têm em suas mãos um novo trunfo que promete  unir o útil ao agradável: os jogos educacionais.

Quero dizer, pelo menos na teoria. Na prática, ainda estamos para ver alguma investida no gênero que seja de fato interessante. Não ajudam muito os calafrios que a maioria de nós tem quando ouve a palvavra “educativo” associada a videogames, mas a verdade é que não têm acontecido muitos investimentos nesse sentido.

Pelo menos até agora.

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Guitar Hero 5 + Wii + DS = Roadie Battle

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Tá certo que Rock Band tem jogado pesado em termos de novidades substanciais, mas não dá pra negar que o pessoal da Activision tem se esforçado. Além de um punhado de músicas bacaninhas e a possibilidade de infernizar a vida do seu vizinho com duas baterias (ou ainda fazer um trio de guitarras à la Iron Maiden… ou ainda fazer um coro nos vocais meio Beatles -ignorando completamente o fato de que será muito mais divertido fazer isso no jogo dos Beatles propriamente dito), Guitar Hero 5 ainda tem uma novidade bem bacana nas mangas. Pelo menos para os donos de Wii — que, depois de pilhas de conversões porcas, poderão tirar algum sarro dos possuidores de consoles HD. Isso é, se pelo menos um DS eles tiverem.

Estou falando do novíssimo modo multiplayer Roadie Battle, cuja premissa humilha infinitamente games como Pokémon Battle Revolution e FFCC Echoes of Time.  Isso porque ele usa a conectividade entre o Wii e o DS de forma realmente criativa, a ponto de realmente entendermos que a experiência não poderia ser reproduzida sem ambos os aparelhos.

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Step & Roll: Super Monkey Ball mais divertido (e impossível) que nunca?

Quando vazou o nome Super Monkey Ball: Step & Roll, não precisamos de profundas investigações para imaginar que poderíamos controlar o caminho do macaquinho AiAi com a Balance Board no Wii. Agora veio a confirmação, através de um divertidíssimo trailer que a Sega liberou com o anúncio oficial.

Tudo bem que ele não é de particular ajuda para descobrir detalhes particularmente surpreendentes sobre o jogo, mas dá pra imaginar uma coisa: vai ser divertido pra caramba.

(E virtualmente impossível pras pessoas que, como eu, têm o equilíbrio de um canguru sem rabo.)

Kind Code? Que tal Coward Mode?

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discutimos aqui o Kind Code que vai ser introduzido em alguns jogos da Nintendo, começando com New Super Mario Bros Wii. Um jogo a ser lançado na Live agora no meio do ano chamado ‘Splosion Man utiliza algo… parecido.

Depois de você morrer várias vezes, aparece uma tela propondo que você siga “O caminho do covarde”. A tela diz o seguinte: “Você morreu um monte. Agora você pode selecionar ‘O Caminho do Covarde’ no menu de pause e pular para a próxima fase, se quiser”.

Mas é claro que uma escolha dessas não passa impune. Caso você resolva MESMO ir pelo Caminho do Covarde, eles vão além na punição. Te humilham na frente dos teus amigos e dos teus pais: teu personagem (essa coisinha esquisita meio feita de lava da imagem acima) continua o jogo vestindo uma saia de bailarina rosinha, daquelas bem rodadas. Mais legal que isso, só se os inimigos morressem de rir da sua cara.

[via Destructoid]

[Capitão Óbvio] Miyamoto x 3

Na última edição da Nintendo Power o japa falou sobre alguns dos próximos jogos da Nintendo, entre eles o novo New Super Mario Bros Wii Turbo Linha Dois Alpha Revenge, Super Mario Galaxy 2 A Vingança de Peach e, é claro, o novo Zelda Wii.

Sobre o novo Super Mario Bros, a novidade é que a Nintendo está trabalhando para deixar o jogo o mais casual possível. Como? Tornando a morte no modo multiplayer completamente irrelevante. Você morre e aparece no mesmo lugar. Simples assim. Sem perder vida, sem perder pontos, nada.

Além disso, foi perguntado sobre a ausência da Princesa Bitch Peach no jogo e Miya disse só que “bom, é isso”.

Já o novo Mario Galaxy 2 O Retorno de Baby Bowser parece estar sendo tratado com carinho. Será mais difícil, terá novas galáxias e um efeito de câmera lenta. Não consigo imaginar pra que Mario Galaxy precisaria de um efeito de câmera lenta, mas se você consegue, compartilhe nos comentários. Talvez para usar o tal Demo Mode Kind Code?

Mas a maior revelação de todas dessa entrevista foi, sem sombra de dúvida, o comentário sobre o novo Zelda. Abre aspas:

Não acho que vá ser tão radicalmente diferente.

Ah, esse Miyamoto!

[via VG247]

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