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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Brasil’ Category

América Latina: HOT or NOT?

Saiu um belo artigo no site da revista EDGE (que eu tô louco pra assinar, mas sai quase 250 reais por ano!) falando sobre a “importância cada vez mais importante” da América Latina para o mercado de games mundial. É interessante ler um texto desses, escrito por e para as pessoas de fora, pra ver mesmo como a gente não existe.

Está no próprio texto: “É simples assim, as fabricantes e publishers third-party não têm representação oficial do México para baixo”. Apesar de ser um certo exagero — afinal, a Microsoft tem representação oficial no Brasil e em outros países aqui nas adjacências continentais –, na prática é isso mesmo. O problema dos altos impostos do Brasil foi citado explicitamente, o que é sempre bom:

“Quando eu estava [trabalhando] na Lik Sang, nós éramos bem reconhecidos nos círculos gamers brasileiros. Mas isso nunca se traduziu em vendas semelhantes às de, digamos, algum país da Europa Ocidental (eu não estou comparando com mercados como Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Sudeste Asiático ou Europa Ocidental porque não faria o menor sentido). A razão principal era simples: quando um brasileiro encomendava algo eletrônico de Hong Kong, ele podia contar com uma mordida de 60% do leão dos impostos mais tarde no processo. Dos 105 países para os quais a Lik Sang já entregou, as costas sul-americanas eram um dos destinos mais caros para que os nossos carregamentos chegassem.

O autor ainda comenta sobre o problema da pirataria e até mesmo dá idéias para as empresas tirarem vantagem dele. Ele tem um argumento muito bom e um tanto óbvio: a pirataria desenfreada nos países pobres dá a marcas como PlayStation um marketing gratuito massivo, fazendo com que a Sony praticamente não precise se focar em propaganda e ações para introduzir e apresentar a marca aos consumidores, mesmo que seja uma marca que nunca esteve realmente naquela região. É como se eles já estivessem presentes lá, mas sem gastar nenhum tostão (e sem ganhar também, claro).

É uma leitura muito interessante e recomendada para o povo brasileiro, especialmente para o pessoal de Brasília.

Falaí, pessoal de Brasília! Eu sei que vocês lêem o Continue, então, ó, tá na hora de ficar esperto e diminuir esses impostos, hein? Aposto como vocês querem o progresso do Brasil, né?

Né?

[EDGE Online - Gaming in Latin America]

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  • Locadora online: vale a pena? Testamos a Game em Casa

    Há alguns meses publicamos uma série especial aqui no Continue, falando sobre as locadoras online (é só procurar por “Locadoras 2.0″ ali no campo de busca). Sites que, mediante o pagamento de uma mensalidade, enviam e retiram games na sua casa, sendo que você pode ficar com eles o tempo que desejar. Os serviços pareciam promissores, mas os nossos posts não foram baseados em experiências próprias, limitando-se apenas ao que conseguimos na ocasião: entrevistas com os responsáveis pelos três maiores players desse novo mercado.

    Mas recentemente tive a oportunidade de conferir por dentro o funcionamento de um destes serviços, a Game em Casa (confira aqui a entrevista que o presidente Alex Levorin concedeu para nós à época). O site ofereceu um mês de teste grátis para mim, em troca de um post a respeito. Uma verdadeira situação onde todo mundo ganha, certo? Eu faturo um mês grátis, você se informa sobre o assunto e eles ganham  visibilidade e recebem um feedback honesto.

    Continue lendo!

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  • O homem da imagem acima tem um desejo: chutar bundas no Brasil. Mas há uma bunda que nem mesmo ele pode chutar — a do governo. Em entrevista exclusiva ao UOL Jogos, no evento NEX (Nintendo Experience), no Panamá, o presidente da Nintendo of America foi o mais mais claro possível:

    Graças à estrutura tributária, que transforma um produto viável em qualquer lugar do mundo em algo muito caro, nosso negócio é muito pequeno no Brasil.

    Sentar e reclamar dos impostos, no entanto, não é o que a Nintendo faz. Há milhões a serem lucrados neste país selvagem, e a empresa os quer e está se esforçando para tê-los.

    Estamos discutindo com alguns membros do governo brasileiro mudanças nos impostos e, obviamente, ainda não funcionou. Vamos continuar com tais esforços e parte do que estamos compartilhando [com eles] é, primeiro, que o mercado de videogames é enorme e vibrante, (…) e, em segundo lugar, que é algo que pode gerar emprego para milhares de pessoas, mas enquanto os impostos não mudarem isso não vai acontecer.

    Aí está, gurizada. A Nintendo quer entrar no Brasil, mas quer fazer a coisa direito. O nosso governo, por mais [insira o adjetivo pejorativo de sua preferência] que seja — e É –, não vai deixar de apoiar empresas gigantescas como a Nintendo e a Microsoft por muito tempo. E está escrita a receita de um futuro com games mais baratos e impostos que não sejam dignos de se bater com a cabeça na parede em descrença.

    O único problema é que ninguém sabe quando esse diabo de futuro vai chegar.

    [via UOL Jogos -- leia ou assista à entrevista completa]

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  • [Retroatividade #08] Phantasy Star - um RPG à frente de seu tempo

    [Aproveitando a notícia do lançamento do modelo revisado de Master System, o nosso leitor André Breder nos mandou um tratado sobre um dos maiores e mais atemporais clássicos do console. Confira!]

    Lançado para o Master System em 1988, Phantasy Star foi um jogo revolucionário para a sua época. Tudo nele estava muito acima dos RPGs lançados até então.

    O jogo trazia uma história simples mas cativante, gráficos maravilhosos, músicas bacanas e acima de tudo, proporcionava muitas horas de diversão. Com tantas qualidades, não era preciso ser vidente para prever o que aconteceu: Phantasy Star conseguiu uma legião de fãs ao redor de todo o mundo, e foi o grande rival da série Final Fantasy, que na época era exclusividade da Nintendo.

    Continue lendo!

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  • Quer um emprego na Ubisoft Brasil?

    Quer um emprego na Ubisoft Brasil? Tenho uma notícia boa e uma ruim. A boa é que a empresa publicou uma página com a listagem das suas vagas abertas aqui.

    A ruim é esta.

    [dica do leitor Marco Túlio, valeu!]

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  • Você sabia que o Brasil é um dos países no qual o Master System fez mais sucesso no mundo inteiro? É claro que sabia, afinal, qual outro país tem tantas versões e relançamentos de um videogame que recebeu seu sucessor em 1989?! Qual outro país tem uma seção especial no verbete do Master System na Wikipedia?

    E hoje vi no GameTV (com dica do amigo Luck) que a loucura não dá sinais de parar. Mais uma versão nova do aparelho está para ser lançada, com 131 jogos na memória, dois controles e um design novo que, sinceramente, quase me fez ter vontade de comprar um. Ô trequinho bonito! Quase dá pra esquecer que o Sonic é um senil decadente hoje em dia.

    Atrás de mais informações — como lista de jogos — dirigi-me ao bonito site da Tectoy, onde nada pude encontrar além de um outro modelo, 800 vezes mais feio, mas também com 131 jogos na memória (incluindo o fantástico Golden Axé, estrelando Cláudia Leitte — é sério, vê lá). O que me faz suspeitar que esse modelo novo é só um relançamento mais bonito desse modelo. E sendo assim, a lista de jogos tem muita porcaria. Só se salvam uma meia dúzia, entre os quais dá pra citar Cyber Shinobi, Golden Axe, Hang On, Shadow Dancer, Sonic, Sonic Drift e os quatro Alex Kidd (Miracle World, High Tech World, Shinobi World e Lost Stars).

    Mesmo assim, não seria muito style ter um?

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  • [Resenha (de celular?!)] Super Action Hero

    O QUÊ? Uma resenha de jogo de celular?! Eu sei, eu sei, a primeira coisa você (provavelmente) pensou foi: “mas jogar em celular é um lixo!”

    Não será hora de deixar esse preconceito de lado? Pense: quando e onde você joga com o celular? Ele não é perfeito nos momentos de fila de banco, ônibus no caminho do trabalho, onde você só tem cinco minutos disponíveis e quer entretenimento rápido?

    Para um jogo de celular ser legal, ele basicamente precisa ser rápido, curto, ter um bom fator de replay e, acima de tudo, ser instantaneamente divertido. Se tem um jogo que consegue ter sucesso em todos estes quesitos, esse jogo é o Super Action Hero, da coreana Com2uS, com tradução e distribuição no Brasil feita pela Tectoy Mobile.

    O que faz dele um jogo especial? Continue…

    …lendo!

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  • O guia definitivo para quem vai comprar um PS3

    O Dadah, lá do blog Portallos, fez um post que me deixou morrendo de vontade que tivesse sido escrito para o Continue. É um guia completo com tudo que você precisa saber sobre os diferentes modelos de PS3, antes de comprar o seu. Ele não ensina como ou onde comprar, mas sim o que realmente faz a diferença entre os diferentes modelos. Se você pretende comprar um PS3 em breve, não deixe de ler.

    E espere que ele já vai fazer um de 360 também. É a blogosfera brasileira criando conteúdo útil e de qualidade! ;)

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  • Kit Oficial brasileiro do Xbox 360 ganha mais jogos

    Já faz algum tempo que se fala em alterações no kit nacional do Xbox 360. E os rumores se confirmaram, embora a própria Microsoft não tenha se manifestado oficialmente até agora.

    Basta observar os kits à venda na internet e nos pontos de venda oficiais para notar as mudanças. Os preços continuam os mesmos, mas há mais jogos no conjunto. O kit oficial brasileiro, que contém um console com HD de 20GB, um controle remoto, um controle sem fio, uma faceplate meia-boca e os jogos Project Gothan Racing 3, Perfect Dark Zero e Kameo: Elements of Power, agora foi acrescido do jogo Kingdon Under Fire: Circle of Doom e teve seu PGR3 substituído por Project Gothan Racing 4.

    Sim, uma caixa com quatro jogos, sendo que dois são novidades! Não é a Xbox Live nem uma redução radical de preços, mas são dois jogos a mais no pacote. Provavelmente é só o que a Microsoft pode fazer sem ter que lidar com os impostos absurdos e a irracionalidade da política deste país.

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  • A Imagine Cup é uma competição anual de tecnologia realizada pela Microsoft. A empresa do Bill Gates anunciou os vencedores da edição 2008 e não é que uma equipe brasileira ganhou na categoria “Desenvolvimento de Jogos”?

    Trata-se da Mother Gaia Studios, que levou o caneco com o game City Rain, uma criativa combinação de puzzles clássicos com simuladores de cidade estilo Sim City.

    O jogo para PC foi desenvolvido em XNA (esse é o pré-requisito para participar da Imagine Cup) e seu diferencial está no foco da educação ambiental: é preciso desenvolver a cidade de forma ecologicamente correta e resolver os problemas ambientais que surgem durante a partida. A Mother Gaia fez um jogo educativo que não é chato. Pelo contrário, é criativo e capaz de ensinar enquanto entretém. Quer experimentar? Faça o download de City Rain no site oficial do jogo.

    O estúdio brasileiro é formado por estudantes da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) de Bauru. São eles: Guilherme Oliveira Campos, Túlio Marques Soria, Helena Van Kampen e Rafael Fantini da Costa. Além do reconhecimento e do troféu, a Mother Gaia também recebeu um prêmio em dinheiro no valor de vinte cinco mil dólares que, segundo eles, será usado para desenvolver um segundo jogo ainda melhor.

    [via Kotaku]

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