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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Brasil’ Category

Mais uma empresa de games acreditando na América Latina: Proximo Games

proximogames

Você acompanha o Gamer.br, o blog do ídolo da galerê gamer brasileira, Pablo Miyazawa? Se não acompanha, talvez ainda não esteja sabendo da última notícia potencialmente boa para o mercado de games brasileiro: a chegada da Proximo Games — que bem podia trocar de nome, porque esse é muito feio.

Nem o Pablo conhecia tal empresa antes de ficar sabendo das intenções dela, então eu é que não vou ficar me culpando por não conhecer. Mas pelo que li, trata-se de uma rede de lojas querendo replicar o sucesso da GameStop em áreas onde a gigante do varejo ainda não tem presença (ou tem?). Como a América Latina, incluindo aí o Brasil.

O plano é oferecer às muitas lojas de games independentes do Brasil a chance de se tornarem franquias da Proximo, tendo como vantagem um tanto de coisas que o diretor da empresa explicou na entrevista que deu para o Pablo.

Em resumo, estamos falando da mera intenção de uma empresa que não tem nome de atuar com sucesso em mercado esquisito como o nosso. Tem tudo pra dar errado, mas o meu otimismo me impulsiona a acreditar. Vai, Proximo Games!

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  • MEMEMEUS brinquedos gamers

    minqueduxx

    “Ui, ui, ui, ui! Brinquedos gamers! Que lixo, coisa de criança!” Não torra, mané. Gamer que é apaixonado de verdade certamente tem pelo menos dois ou três brinquedinhos, tranqueirinhas, enfeitinhos e demais diminutivos temáticos pela casa.

    Tanto que o Radóquen começou um simpático meme sobre o assunto. A manha é tirar um retrato das suas quinquilharias e postar, passando a bola para outrem.

    Na minha imagem temos, da esquerda para a direita:

  • Dois Pez Dispensers, um do Mario e outro do Donkey Kong (tenho um do Link também, mas não achei), cujas respectivas pastilhas Pez já devem estar resumidas a farelo tóxico, dado o tempo transcorrido entre o vencimento e a data atual. [zoom]
  • Uma cabeça de Yoshi de pelúcia, com abertura intracraniana desenvolvida com o propósito de ser um receptáculo para telefones celulares.
  • Bonecos Mario & Luigi: Partners in My Desk. São meus xodós. Primeira compra ever naquela perdição chamada eBay. Além disso são bem detalhados. Mataria igual Jeremias pra ter a Peach, o Toad e o Yoshi que completam o conjunto. [zoom, zois]
  • Ékchion Fíguiur do Altaïr, de Assassin’s Creed. Presente de um leitor do Continue. (Uma entidade coletiva que já foi mais generosa. :P)
  • Goomba de pelúcia, também com a abertura intracraniana supracitada.
  • Trio de Piñatas duras, conseguidas após o sacrifício de comer lanches infantis do Burger King. O cara precisa ter menos de quatro anos de idade pra se saciar com aquilo. [zoom]
  • Sim, eu sei que são predominantemente enfeites, e não brinquedos, mas EDAÍ? O importante é que as pessoas tenham inveja de mim a felicidade que eles trazem para a casa.

    Como o Radóquen já convidou praticamente toda a blogosfera gamer que eu acompanho, simplesmente ecôo os convites e acrescento o glorioso Fabão-san — que eu sei que tem uma coleção deveras queixoderrubante –, Vinícius Silva — que deve ter pelo menos um pinguim de pelúcia — e o afortunado e popular pessoal do Save Game — que certamente vai acabar perdendo esse trackback em meio aos milhares de outros que recebem.

    Toy ON!

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  • Ontem mesmo eu baixei a nova demo do Pro Evo 2009 pro 360. Os menus estão bem mais bonitos e a configuração do time tem boas opções de simplificação pra quem não tem saco de ficar mexendo no time todo antes da partida, mas o jogo em si é a merma merda. Ruim igual ao 2008, pelo que joguei. Foi o que bastava pra me convencer de uma vez por todas que a evolução da série mesmo está no Wii, doa a quem doer (e dói em muita gente).

    Para a versão 2009, a Konami está tentando melhorar o que já era muito bom. A segunda estrelinha acima do logo traz consigo melhorias no sistema de marcação (agora será possível usar a alavanca do Nunchuck para controlar o ângulo em que o seu jogador vai marcar o adversário) e chute a gol (agora também vai dar para chutar colocadinha, mirando o seu chute com o ponteiro e apertando B, em vez de chacoalhar o controle e esperar que o seu jogador não chute direto nas mãos do goleiro), entre outras coisas.

    Talvez a maior novidade seja o que eu estou chamando de “Modo Jogue com o Chorão que Não Quer Aprender Uma Nova Jogabilidade e Fica Reclamando Que no Prei 2 é Melhor”. É um modo co-op em que o segundo jogador pode usar um Classic Controller para jogar da maneira tradicional, controlando um jogador por vez (ou só um a partida inteira, não entendi), enquanto o primeiro controla o resto do time à moda Wii Remote.

    O trailer está ali em cima e mais imagens você vê nesta galeria do Kotaku.

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  • Novidades do Feirão de Usados

    De segunda-feira para cá tivemos uma ótima resposta inicial ao Feirão de Usados do blog, com bastante gente anunciando jogos e querendo comprar outros.

    Entre os novos anúncios estão God of War 2, Ninja Gaiden 2, Rock Band (sem instrumentos) e No More Heroes, entre muitos outros. Se você está com dinheirinho em mãos, dê uma passada ali e faça a festa!

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  • Apresentando o Feirão de Usados do Continue

    vende-se

    Eu estou com um problema. Quero vender uns jogos que tenho aqui pra fazer dinheiro pra diminuir o baque das compras dos novos que estão para sair. Só que, no caso, este foi um problema bom, porque gerou uma idéia.

    Anunciar na “frase engraçadinha” do MSN e do Google Talk não estava me levando muito a lugar nenhum, então pensei numa solução melhor e disso acabou nascendo a idéia do Feirão de Usados da comunidade do Continue.

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  • Perto de 9 bilhões de dólares, pra ser mais claro, lá em 2013, de acordo com dados da Parks Associates e do gráfico sem-graça acima.

    Mas não no Brasil, é claro.

    Engraçado eu cair nessa notícia justamente hoje, algumas horas depois de tentar — em vão — comprar o maldito Mega Man 9 na PSN.

    Nunca havia tentado comprar nada por lá, apesar de já ter considerado seriamente o PixelJunk Eden. Ontem à noite, enquanto aguardava a atualização da PSN que disponibilizaria o Mega Man 9, resolvi dar uma olhada em como funciona esse esquema de compra online de conteúdo baixável.

    Entrei na minha conta da PSN, e lembrei que ela está cadastrada como canadense. “Sem problemas” — pensei. “O que importa é a grana, dinheiro, bufunfa, tutu, os dados do cartão de crédito”. Ledo engano. Os dados do endereço do cartão de crédito devem bater com os dados da conta do PSN. Ou seja: preciso ter um cartão de crédito que esteja cadastrado com um endereço canadense.

    “Bom, então vou mudar minha conta pro Brasil”. Ahan, sei. Obviamente que na lista de países do cadastro da PSN não existe Brasil. Eu já sabia disso desde quando havia feito a conta, mas nunca achei que fosse ter alguma importância.

    Na minha cabeça não tem sentido algum essa história de venda de conteúdo baixável se você não pode usar de qualquer lugar do mundo. É a Sony invertendo e destruindo toda a lógica da facilidade da internet e do e-commerce.

    Se alguém souber como dar uma volta nessa história, por favor avise nos comentários. Mas uma coisa: Entropay não funciona mais, tá?

    [via videogame247]

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  • [Mãos-Nele] Warhammer Online: Age of Reckoning

    Tudo começou neste fim de semana. Eu, namorado e mais duas pessoas andávamos pelo Templo da Perdição Financeira, a.k.a. FNAC, quando de repente me entregam uma caixa. Era Warhammer Online. Eu, num, estado de extremo “WTF”, olho para a direção que me apontam. Era… uma prateleira, repleta de cópias originais com caixa e manual inteiramente em português de um MMORPG top de linha que foi lançado comercialmente semana passada!

    Sim, alguém lá da Electronic Arts olhou pra esse país de fim de mundo e disse “ah, uma colher de chá, vai”. Sendo vendido por 100 pilas, preço padrão de qualquer jogo de PC ultimamente, estava ali, Warhammer Online. O MMORPG mais esperado dos últimos tempos.

    Trouxemos uma cópia para “testar” durante o fim de semana.

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  • A minha paixão por videogames não começou quando comprei o meu primeiro console, um N64 com Super Mario 64, muito embora eu tenha ficado maravilhado com as possibilidades do novo universo 3D (e meio confuso com a alavanca analógica, praticamente o Wii Remote de dez anos atrás). Tampouco durante as tardes em que eu passava jogando PSX com meus vizinhos, mesmo que essas fossem deveras divertidas (aposto que ninguém nunca aproveitou o multiplayer de Medal of Honor como nós). O verdadeiro estalo só veio mesmo aos meus 9 anos, quando fui à banca e tomei coragem para gastar minhas preciosas economias na tal revista chamada Nintendo World. Eu não sabia — e estou correndo o risco de soar de piegas demais — mas essa decisão, bem à la Efeito Borboleta, desencadearia uma série de acontecimentos no meu insignificante futuro.

    Isso, caros leitores, foi para dizer que há cerca de 10 anos estava nascendo aquela que ficaria marcada como uma das maiores e mais duradouras publicações de games do país. Como mal tinha saído das fraldas, não posso dissertar sobre a ruptura que a revista causou no mercado editorial nacional ou como ela veio para elevar o nível de profissionalismo no meio da imprensa de videogame, mas eu sei que foi lendo aquelas páginas que descobri algumas coisas em mim; a fascinação pela indústria dos games, a vontade de ganhar a vida escrevendo sobre coisas que eu gosto, e a admiração por caras como Pablo Miyazawa são apenas algumas delas.

    É claro, os tempos mudaram. Hoje em dia a NW (assim como as publicações impressas em geral, para minha infelicidade) podem não possuir a mesma relevância de 10 anos atrás, e boa parte daqueles que ajudaram a construir o nome da revista já seguiram em frente, mas é inegável sua importância para boa parte daqueles que lêem o Continue e compõem boa parte da blogosfera gamer nacional. Por isso, deixo aqui registradas minhas insifgnificantes congratulações a todos que fizeram e fazem parte desta história de alguma forma. E como esse já é o post mais puxa-saco da história do blog, convido você a fazer o mesmo.

    [Nota do Bracht: a minha vida também mudou quando eu peguei aquela edição 13 na banca e li o detonado de Pokémon Red/Blue "por: Pablo Miyazawa". Deixo aqui os meus parabéns a todos os editores, redatores, colaboradores e todos em geral que contribuíram de alguma forma com esses 10 anos de história. Orlandão, continua tocando esse barco aí em velocidade máxima!]

    E vida longa à Nintendo World! \o/

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  • Se alguém ainda tem dúvidas de que o Brasil está no caminho certo para um futuro brilhante no mercado de videogames, esta dúvida deve ter se enfraquecido bastante nos últimos meses. Apesar de não ter rolado nenhum Megaton, as múltiplas boas novidades que aconteceram nos últimos, sei lá, 10 ou 12 meses são suficientes para concluirmos algo bem simples e direto: o mercado está aquecido.

    Tão aquecido quanto aquela panelinha cheia de água no fogão, quase burbulhando, só esperando o miojo (de tomate da Turma da Mônica, no meu caso). Se tudo correr bem, em breve teremos uma bela porção de macarrão para colocar neste mercado aquecido, e aí são só mais três minutos até termos um suculento miojo sabor Desenvolvimento do Mercado acompanhado de um temperinho chamado Games a Preço Justo.

    Estou viajando? Talvez. Mas se todo mundo estiver viajando como eu, essa viagem torna-se a única realidade possível.

    Por isso a discussão deste fim de semana pergunta: o que podemos fazer? Se o mercado está aquecido, nós podemos ser considerados o fogo, ou pelo menos o gás que o acende. Precisamos fazer a nossa parte. Mas como? Mandar emails para os homens de Brasília cobrando aquele projeto de lei? Comprar originais em lojas nacionais? Adotar um pirata e tentar “convertê-lo”? Tenho certeza que tudo isso ajuda, mas deve haver formas mais criativas. Vamos nos unir e pensar em ações concretas que todos possamos fazer, se é que elas existem.

    Alternativamente, um outro tópico que pode ser discutido é o bem menos positivo, mas talvez tão relevante quanto, “Vai mudar mesmo?”. Sempre tem quem ache que tudo é fogo de palha e que o Brasil ainda está bem mais longe do que a gente acha de se tornar um mercado decente. Eu gostaria de ouvir o argumento desses caras também, já que isso também rende assunto.

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  • A notícia mais interessante que já publicamos em muito tempo aqui no Continue, sem dúvidas, foi quando ficamos sabendo sobre o Pier Solar, um jogo completamente novo e inédito às portas do lançamento, 20 anos depois da estréia do velho console da SEGA (que também calha de ser o videogame que mais causa nostalgia a este blogueiro). 

    Como o jogo está sendo capitaneado por um brasileiro, corri atrás de tentar um contato com ele para que respondesse algumas perguntas. Muito simpático, o Tulio Adriano respondeu com detalhes todas as minhas perguntas. E o resultado do bate-papo você confere agora.

    » Pra começar, fale um pouco sobre o projeto. Como começou? Quando, onde e de quem surgiu a idéia?

    Há sete anos eu frequento um site chamado Eidolon’s Inn, que conheci no tempo onde achar emuladores e ROMs era extremamente difícil. Este site é frequentado por grandes mentes da emulação, especialmente relacionado à Sega. Em 2004 surgiu um tópico no fórum deste site, chamado The Tavern, onde alguns membros propunham juntar os conhecimentos e fazer um jogo para Mega Drive ou Sega CD. Eu tomei frente e escrevi um roteiro como se fosse um trailer do jogo… o pessoal adorou este roteiro (embora a história atual do jogo já não tenha mais nada a ver com este trailer) e me encorajaram a escrever a trama do jogo. Então algumas pessoas começaram a oferecer ajuda, dentre eles o Fonzie, um francês com excepcional habilidade para programar para Mega Drive… e ele começou a escrever a engine enquanto eu escrevia a história. Nomeamos o projeto Tavern RPG, por ter surgido no fórum do Eidolon’s Inn.

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