Em uma manobra digna de Jaca Paladium, os caras do ShackNews alegaram na semana passada já terem jogado uma versão de Duke Nukem Forever Never! Rolou até um esquema de terem duvidado dos caras, que então fizeram questão de confirmar que foram mesmo, jogaram mesmo etc e tal.
Sabe o que é? Eu não quero que ele seja lançado. Mesmo se ele acabar sendo melhor do que o melhor jogo do mundo, ainda não vai ser tão divertido quanto ficar tirando barato de um vaporware de onze anos de idade.
Depois do Mario, do Homer e da Jessica Rabbit serem “descartunizados” pelo Pixeloo, veio um magrão qualquer aí e fez um Bowser “real”. Nice try, champs, mas ficou bem sem graça. Agora me aparece esse (essa) Pikachu aí em cima, em toda a sua glória mamífera, e… bem, é bizarro. Sei lá, meio que destrói a fantasia das crianças.
Me deu uns arrepios, e em você?

O que um artista nascido 110 anos atrás diria se lhe perguntassem sobre os jogos eletrônicos da atualidade? Se esse artista fosse M.C. Escher e o game em questão o puzzle Echochrome, aposto que a opinião dele seria algo mais ou menos assim: “LOL!”
Brincadeiras à parte, jogar Echochrome envolve ajudar um manequim a atravessar labirintos tridimensionais controlando, para isso, os ângulos de câmera, desafiando o jogador a valer-se de mudanças na perspectiva para resolver os quebra-cabeças e conseguir avançar pelas plataformas do cenário.
Fica mais fácil de entender assistindo o vídeo e lendo o resto da prévia depois do continue.

Simples assim: pegue o seu Wii, enfie (ui) no volante do Xbox 360 e voilà! Está pronto o seu Wii60Wheel. Você não precisa ficar jogando com o controle no ar e nem precisa de fita adesiva! \o/
[via GoNintendo]

Sim, meus amigos, por incrível que pareça! Em entrevista à revista inglesa Edge, Hideo Kojima falou sobre o aguardado Metal Gear Solid 4 e, para a surpresa geral, afirmou que está desapontado com o resultado.
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O designer disse que os gráficos, a movimentação e o tamanho do mapa, por exemplo, não acompanharam a sua visão original, e que isso o deixou insatisfeito. Hideo Kojima culpa as limitações do hardware do PS3 (!!) pelo resultado abaixo do esperado, assim como a expectativa dele e de sua própria equipe com relação ao console da Sony.
Mesmo usando o processador Cell até o limite e enchendo um disco de Blu-ray até o limite, o criador de Solid Snake afirma que não conseguiu produzir o game revolucionário que gostaria. Nas palavras dele, sua visão original do quarto episódio de Metal Gear Solid está uns dez passos à frente do game que chega ao Playstation 3.
Kojima-san é conhecido por ser perfeccionista. Mas mesmo assim, parece impressionante que ele não esteja satisfeito com o jogo. Quero dizer, vejam as imagens, trailers e tudo o que já foi divulgado sobre MGS 4. É o ápice da série e tem tudo pra ser uma obra prima dos videogames. A pergunta que não quer calar é: o que mais Hideo Kojima queria fazer?
[via Kotaku]

Mini-monitor LCD. De 7 polegadas. Da Clearvision. Não é… genial?
Falando sério: por que alguém, em são consciência, se esforça para fazer algo assim? Na necessidade de uma jogatina portátil com um PS3, garanto que a sua menor preocupação vai ser com o monitor…
[via Kotaku]

O Playstation 2 se recusa a morrer. O que não é de se estranhar. Com a invejável base instalada que o console possui, as produtoras continuam lançando games para o velho guerreiro da Sony. Por outro lado, a imensa maioria são jogos de qualidade duvidosa, versões pobres de franquias esportivas da nova geração ou remakes de jogos do seu irmão menor, o PSP.
Mas de vez em quando uma luz surge no horizonte e os proprietários do PS2 são brindados com exclusividades excelentes. É o caso de Shin Megani Tensei: Persona 3 FES.

Karma é mesmo uma coisa engraçada. O seu conceito (como bem exemplificado pelo Earl Hickey acima) é simples: você é uma pessoa legal e faz coisas boas, coisas boas acontecem para você; você é um filho xarope que não quer fazer suas tarefas de casa, a sua mãe pega o seu Xbox e vende pra você deixar de ser um babaca mimado.
Conteceu em Virginia, EUA, com o filho de 13 anos da supermãe Beth. O guri tinha uma listinha de coisas para fazer em casa (limpar o quarto, tirar o lixo, essas coisas que todo filho de 13 anos supostamente faz) e resolveu que não queria fazer nada disso. Queria ficar jogando. Qual a solução? Óbvio: quebrar o aspirador de pó!
Como a lição de que tudo na vida traz consequências é uma das mais importantes de se ensinar a um rebento, a mãe fez a coisa certa. Colocou o Xbox 360 e todos os jogos do piá à venda no eBay, de modo a arrecadar dinheiro para comprar um aspirador novo.
Depois, seja por coincidência ou não, a dona Beth deu uma olhadinha básica nos cookies do computador do filho e descobriu que o safado tinha decidido também que não queria esperar mais cinco anos para ver o que só se pode ver depois dos 18. Resultado? Senha de acesso na conexão e — saca só que mãe foda — substituição do MySpace do garoto por uma figura do Snoopy. Charles Schulz ficaria orgulhoso.
Se todos os pais fossem assim, não teríamos que proibir jogo nenhum. Em vez de ficar colocando a culpa no Manhunt, no GTA, no Bully, no Counter-Strike e, por Deus, no EverQuest, basta que os pais sejam firmes e ensinem aos seus filhos o que é bom e o que não é, o que pode e o que não pode, e o que acontece se você der uma de espertinho pra cima de uma mãe que sabe olhar os cookies no computador e colocar coisas à venda na internet.
[via Gizmodo]
Eu caio, morro, uso Phoenix Down, morro de novo… e ainda não vejo tudo!
Fiquei sabendo hoje de uma pequena “série” do canal americano Spike TV, a Hot Chicks With Cheat Codes. De vez em quando eles passam clipes de cerca de um minuto nos intervalos da programação, onde uma moça em trajes sumários dá uma dica (também conhecida como “macete” ou “manha” em alguns lugares desse país gigantesco) de algum jogo.
É o cúmulo da vergonha alheia: a coitada fica fazendo aquela voz sexy para falar sobre uma coisa que não excitaria nem o mais bizarro dos fetichistas, e o pior: ela fica com o olhar apontado sempre para um canto, onde duvido que não exista uma cartolina de onde ela lê a dica. (Teleprompter? Pra quê gastar um com isso?) Ha-ha!
Saca só ali em cima o vídeo onde uma das modelos dá uma dica que eu nem sei se funciona para o genial Portal (incluindo piadinhas de duplo sentido com o nome do jogo). E vamos todos mandar emails para a PlayTV sugerindo que adotem este incrível formato na televisão brasileira também!
(E depois ninguém sabe porquê mulher gamer é tão raro…)
Há vários jogos hoje em dia que não têm final, então os desenvolvedores precisam achar algum lugar pra enfiar os créditos. Os menos criativos colocam uma opção “ver os créditos” no menu principal; os mais, acham uma maneira realmente diferente de incluí-los no próprio jogo.
Um destes é Animal Crossing: Wild World, que tem uma das soluções mais criativas que eu já vi. Todo sábado à noite, o cachorro K.K. Slider puxa um banquinho e toca uma música para quem visitar o café da cidadezinha. Enquanto ele toca a música (que fica invariavelmente fofa com a voz de pato que aquele cachorro tem) os créditos rolam, e depois de terminar ele te dá a fita para que você ouça no radinho da sua casa.
K. K. tem um vasto repertório de músicas e dificilmente repete alguma. Nem toca duas de uma vez. Muito menos todas. Mas isso não impediu um maníaco de fazer isso e transformar algo bonitinho em horripilante. Dê o play aí em cima e ouça todas as músicas do K. K. Slider de uma vez só, ao mesmo tempo. Depois tente dormir à noite pensando nisso.