
Religião é um assunto complicado. Você tem a sua, eu tenho a minha, e cada um tem o direito de ter uma e de não ver ninguém tentando diminuir outra em favor da própria. Mas é impossível não tirar um barato, não morrer de rir, disso. Religião é uma coisa, babaquice é outra.
Trata-se de uma página falando sobre games sob o ponto de vista religioso. Claro, porque a igreja tem que ir até onde o jovem está, senão ele é que não vai ir até a igreja, certo? É a mesma história daquelas igrejas que colocavam Halo 3 pra gurizada jogar, só pra fazê-los entrar na roda espiritual.
Na primeira metade da página, além de umas enquetes hilárias, têm uns textinhos sobre jogos inofensivos, que podem ser jogados livremente sem medo de estar cometendo algum pecado. Mas o que tem na segunda metade chega a pôr em dúvida a seriedade do negócio. São mini-reviews de jogos “seculares“, ou seja, DUMAL, MANO. Jogos do demo, por assim dizer.
Como todo bom religioso bitolado, Kyle Goldman (o religioso bitolado que escreve a página) não hesita em exagerar fatos, extrapolar detalhes e achar significados ocultos em tudo. E o melhor é que ele nem joga muitos muitos dos jogos que ele “analisa”, sob a justificativa de que têm “classificação M e, por isso, não são permitido no campus”.
Não vou ficar colocando aqui tudo que foi escrito lá. Já dei o link e você sabe clicar. Mas não dá pra deixar passar algumas frases mais infelizes. Dessas eu faço um apressado Top 5 depois do Continue.

Depois do Mega Man, eu ia reclamar aqui sobre o novo Prince of Persia e o novo Castlevania. Mas, sinceramente, o Lucas Patrício escreveu exatamente o que eu queria, melhor do que eu poderia.
Não acho o Prince tão catastrófico assim, na verdade, mas o Castlevania… aiaiai. Ainda bem que eu não acompanho muito nenhuma das duas séries.
Você já deve ter lido por aí. Mega Man 9, o novo jogo da série principal de um dos mais tradicionais e adorados personagens de videogame de todos os tempos, só terá de “novo” o número, porque os gráficos… serão ao estilo Nintendinho de ser. Sim, um jogo de 8 bits será lançado em 2008! As scans da Nintendo Power (que deu o furo e deve ter adorado) e mais algumas screenshots estão no site Rockman Perfect Memories.
Em uma jogada surpreendente, a Capcom resolveu apostar no retrô (e no moderno ao mesmo tempo: o jogo vai ser vendido exclusivamente por meio de distribuição digital, no WiiWare). Em um primeiro momento, fiquei estupefato com a ousadia da empresa de fazer isso. Um jogo com cheiro de mofo em plena era da High Definition?! Mas depois de pensar um pouco, a suposta ousadia foi ficando mais e mais com jeito de preguiça ou falta de criatividade.
Mas o que eu estou falando? Eu nem joguei algum Mega Man anterior ao X na época certa! Definitivamente, não tenho propriedade para opinar sobre isso. Mas conheço quem tem, e fiz uma pesquisa de opinião com o pessoal mais oldschool que eu conheço. Perguntei o que eles acharam dessa surpreendente decisão, e as opiniões foram as mais diversas e surpreendentes possíveis. Tudo o que me disseram está a um clique de distância. Depois do continue, como sempre.

Depois de muitas partidas de Team Fortress 2, eu acabei criando uma pequena impressão, guardada no fundo da minha mente, de que o time vermelho sempre ganha. Sempre achei, porém, que fosse aquele tipo de impressão como a de que, num congestionamento, a pista ao lado sempre está andando mais. Mas não é que a minha impressão pode estar certa, afinal?
Pesquisadores da University of Copenhagen, na Dinamarca, fizeram a experiência com Unreal Tournament 2004, que, assim como Team Fortress, Halo, e alguns outros FPSs multiplayer, também diferencia os times entre vermelho e azul. Depois de monitorarem os resultados de 1.347 partidas do jogo, eles descobriram que os vermelhos venceram 55% das vezes.
Há pesquisas que indicam o mesmo efeito em competições esportivas, e a teoria para isso é a de que “a cor vermelha pode agir como uma distração psicológica para os homens, possivelmente porque os homens ficam vermelhos quando sentem raiva”.
Conversando aqui com o gremista fanático Gustavo Petró, editor da revista GameMaster, ele confirmou pra mim que no histórico de partidas entre o Internacional de Porto Alegre (cujo uniforme oficial é vermelho) e o Grêmio (que tradicionalmente joga de azul), o Inter venceu mais vezes. Aproximadamente seis de cada dez, disse ele. E eu acredito, visto que não entendo picas de futebol.
Mas agora fiquei com isso na cabeça. Será que faz sentido? (Ou será que os times azuis testados simplesmente tinham mais daltônicos?)
[via AP]
O jogo? Chaos Wars, RPG tático para PS2. A dublagem? EX-CE-LEN-TE. Clique ali em cima e comprove.
Querendo saber saber de onde veio tamanha genialidade em formato de dubladores, o pessoal do InsertCredit fez uma pequena pesquisa e descobriu a causa. Em vez de te contar, vou deixar você descobrir baseado em alguns nomes que aparecem nos créditos (que constam no manual do jogo; não há evidência de que alguém tenha terminado o jogo sem ter crises histéricas de risos). Segundo eles:
O CEO da O3 Entertainment [produtora do jogo] é Chris Jelinek. Entre os Voice Actors estão Quest Jelinek e Tyler Jelinek, com agradecimentos especiais a Kay Jelinek e Lee Jelinek. Que curioso.
Realmente, que curioso.
Continue lendo! (AVISO: Mais um vídeo de dublagem extremamente genial à frente)
A redação do GamesRadar deve ser a coisa mais divertida do mundo. Pela quantidade de pautas malucas que esse site põe no ar, eu só imagino como deve ser o clima do pessoal que bola isso. A cada minuto um deles deve soltar uma idéia mais bizarra do que a outra.
O que eles aprontaram agora foi digno de nota: manja quando você está escrevendo no Word e digita uma palavra que o programa não reconhece? Ele coloca uma linha vermelha em baixo e sugere outras palavras, certo? O GR digitou alguns nomes de jogos e substituiu pelas sugestões do Word, e até fizeram box arts para cada jogo “novo” surgido dessa brincadeira. Ficou muito divertido!
Acima você confere a que eu curti mais, e pra ver as outras é só clicar aqui.
Foi-se o tempo em que a gente tinha mesmo que ficar rezando para as produtoras fazerem o nosso jogo favorito para o nosso console favorito. Hoje, com os homebrews, a gente mesmo faz (pelo menos quem sabe fazer). Um exemplo é o interessante Still Alive DS, feito por e para quem gostaria de ver o já clássico da Valve nas duas telinhas do portátil da Nintendo. Vi a dica lá no MeioBit Games e resolvi testar.
Uma coisa é certa: o joguinho tem estilo. Em vez de tentar emular o feeling da versão original, o tal do zeblackos (cara responsável pelos gráficos; o código ficou por conta de um mano que se autodenomina t4ails) desenhou tudo numa vibe meio Laboratório de Dexter. Ficou bem bacana. O problema é na hora de jogar. Com o direcional (ou os botões, para os canhotos) você anda e pula. Para colocar os portais, você clica na tela enquanto pressiona L (ou R) ou baixo. Explicando assim pode não parecer, mas fica bem desconfortável.
As fases são tão boas quanto às do webgame do Portal, mas tudo ocorre na tela de baixo (a de cima fica só para a explicação da fase, que ao menos no início vive entregando a solução) e a falta de um zoom traz o pior defeito do jogo. Falta de precisão. Eu larguei o jogo na quinta ou sexta fase porque ela exigia a colocação de um portal em um exato pixel, e eu não consegui. A stylus simplesmente não tem essa precisão.
Still Alive DS vale para matar a curiosidade de quem é muito fã do original (afinal, você coleciona pedaços de bolo pelas fases e, ao passar de uma, rola a voz da GLaDOS falando alguma palavra), mas não é muito bom e dificilmente você vai jogar até o final.

Age of Conan é o mais novo lançamento a bombar nas paradas de sucesso dos MMORPGs, tendo mulheres mostrando mamilos (caraca!) e homens parrudões com barbas sujas de cerveja como todo bom MMO de fantasia deve ter.
Mas um concorrente à altura foi lançado nesta semana, sendo tão fantástico que recebeu em antemão uma tirinha de homenagem do Penny Arcade: Ponystars! É tão bom que nem tem screenshots na internet!
Criado na intenção de agradar um nicho específico dos gamers, em Ponystars você vive em cidades bucólicas e tranquilas criando criaturas com poderes cósmicos e fenomenais chamadas Pôneis. Você pode escolher entre várias cores embasbacantes e equipar seu pônei com acessórios super radicais tal qual pintura de cascos, laços na crina, entre outros!
Além disso, você poderá:
Nada de problemas de balanceamento de classes (rangers malditos)! Nada de homens peladinhos e mulheres gostosas! Tudo o que precisamos é passar o dia escovando pôneis e encontrando as relíquias “fadais”, você não acha?
Esse sim é o lançamento mais genial do ano.

Saiu no Nintenerds na semana passada e eu só vi (e fiquei de boca aberta) hoje: segundo um dos leitores do blog, o Tiago Pádua, um amigo dele comprou um Wii bonitinho, original e pãns, do Submarino, pagou R$1.700,00 e recebeu uma grande caixa de incomodações. Sei lá se é verdade mesmo, mas como estamos longe do primeiro de Abril, resolvi acreditar.
Você pode ver as fotos do produto clicando no link que inicia esse post, e segundo o texto enviado pelo Tiago Pádua ao Nintenerds, a coisa foi feia mesmo. O Wii:
Eu obviamente me recuso a acreditar que o Submarino tenha qualquer culpa nessa história. É claro que esse Wii foi adulterado antes de chegar ao estoque do site e tal, mas duas coisas não dá pra negar. A primeira é que alguém deveria ter notado que a caixa já havia sido aberta (por mais que tenham lacrado de novo, duvido que não dê pra perceber) e a segunda e mais importante é que o serviço de atendimento ao consumidor do Submarino tem uma missão especial nas mãos. Eles precisam resolver este problema de maneira exemplar, senão a coisa vai ficar feia pro lado deles sob a ótica do mercado gamer. Segundo relatos da vítima, não é isso que está acontecendo, e é por isso que é importante espalhar o fato em blogs e sites por aí.
O mais impressionante é que essa não é a primeira vez que isso acontece. Há não muito tempo, um carinha comprou um PS3 no mesmo Submarino e recebeu um tijolo rebocado. E não foi tão bem atendido.

Todos sabemos que consoles e MMOs têm formado uma combinação bastante indigesta… até agora. Paul Barnett, da EA, acredita a situação possa mudar num futuro próximo graças a ninguém mais ninguém menos que a… Nintendo! o_O
Você teria que construir algo bastante específico para o console desde o começo. Eu acho que a melhor chance de ver alguém fazendo isso é com a Nintendo — inventando algo maluco que ninguém espera.
Será mesmo? Pra mim, a maior probabilidade de algo assim acontecer é com o Animal Crossing de Wii, mas, para ser sincero, não acho lá muito provável. A não ser que fosse um gênero novo de MMO — um no qual nós não pudéssemos nos comunicar com ninguém –, a Nintendo teria que mudar sua política online muito drasticamente.
E você, o que acha?