
Depois de muitas partidas de Team Fortress 2, eu acabei criando uma pequena impressão, guardada no fundo da minha mente, de que o time vermelho sempre ganha. Sempre achei, porém, que fosse aquele tipo de impressão como a de que, num congestionamento, a pista ao lado sempre está andando mais. Mas não é que a minha impressão pode estar certa, afinal?
Pesquisadores da University of Copenhagen, na Dinamarca, fizeram a experiência com Unreal Tournament 2004, que, assim como Team Fortress, Halo, e alguns outros FPSs multiplayer, também diferencia os times entre vermelho e azul. Depois de monitorarem os resultados de 1.347 partidas do jogo, eles descobriram que os vermelhos venceram 55% das vezes.
Há pesquisas que indicam o mesmo efeito em competições esportivas, e a teoria para isso é a de que “a cor vermelha pode agir como uma distração psicológica para os homens, possivelmente porque os homens ficam vermelhos quando sentem raiva”.
Conversando aqui com o gremista fanático Gustavo Petró, editor da revista GameMaster, ele confirmou pra mim que no histórico de partidas entre o Internacional de Porto Alegre (cujo uniforme oficial é vermelho) e o Grêmio (que tradicionalmente joga de azul), o Inter venceu mais vezes. Aproximadamente seis de cada dez, disse ele. E eu acredito, visto que não entendo picas de futebol.
Mas agora fiquei com isso na cabeça. Será que faz sentido? (Ou será que os times azuis testados simplesmente tinham mais daltônicos?)
[via AP]
O jogo? Chaos Wars, RPG tático para PS2. A dublagem? EX-CE-LEN-TE. Clique ali em cima e comprove.
Querendo saber saber de onde veio tamanha genialidade em formato de dubladores, o pessoal do InsertCredit fez uma pequena pesquisa e descobriu a causa. Em vez de te contar, vou deixar você descobrir baseado em alguns nomes que aparecem nos créditos (que constam no manual do jogo; não há evidência de que alguém tenha terminado o jogo sem ter crises histéricas de risos). Segundo eles:
O CEO da O3 Entertainment [produtora do jogo] é Chris Jelinek. Entre os Voice Actors estão Quest Jelinek e Tyler Jelinek, com agradecimentos especiais a Kay Jelinek e Lee Jelinek. Que curioso.
Realmente, que curioso.
Continue lendo! (AVISO: Mais um vídeo de dublagem extremamente genial à frente)
A redação do GamesRadar deve ser a coisa mais divertida do mundo. Pela quantidade de pautas malucas que esse site põe no ar, eu só imagino como deve ser o clima do pessoal que bola isso. A cada minuto um deles deve soltar uma idéia mais bizarra do que a outra.
O que eles aprontaram agora foi digno de nota: manja quando você está escrevendo no Word e digita uma palavra que o programa não reconhece? Ele coloca uma linha vermelha em baixo e sugere outras palavras, certo? O GR digitou alguns nomes de jogos e substituiu pelas sugestões do Word, e até fizeram box arts para cada jogo “novo” surgido dessa brincadeira. Ficou muito divertido!
Acima você confere a que eu curti mais, e pra ver as outras é só clicar aqui.
Foi-se o tempo em que a gente tinha mesmo que ficar rezando para as produtoras fazerem o nosso jogo favorito para o nosso console favorito. Hoje, com os homebrews, a gente mesmo faz (pelo menos quem sabe fazer). Um exemplo é o interessante Still Alive DS, feito por e para quem gostaria de ver o já clássico da Valve nas duas telinhas do portátil da Nintendo. Vi a dica lá no MeioBit Games e resolvi testar.
Uma coisa é certa: o joguinho tem estilo. Em vez de tentar emular o feeling da versão original, o tal do zeblackos (cara responsável pelos gráficos; o código ficou por conta de um mano que se autodenomina t4ails) desenhou tudo numa vibe meio Laboratório de Dexter. Ficou bem bacana. O problema é na hora de jogar. Com o direcional (ou os botões, para os canhotos) você anda e pula. Para colocar os portais, você clica na tela enquanto pressiona L (ou R) ou baixo. Explicando assim pode não parecer, mas fica bem desconfortável.
As fases são tão boas quanto às do webgame do Portal, mas tudo ocorre na tela de baixo (a de cima fica só para a explicação da fase, que ao menos no início vive entregando a solução) e a falta de um zoom traz o pior defeito do jogo. Falta de precisão. Eu larguei o jogo na quinta ou sexta fase porque ela exigia a colocação de um portal em um exato pixel, e eu não consegui. A stylus simplesmente não tem essa precisão.
Still Alive DS vale para matar a curiosidade de quem é muito fã do original (afinal, você coleciona pedaços de bolo pelas fases e, ao passar de uma, rola a voz da GLaDOS falando alguma palavra), mas não é muito bom e dificilmente você vai jogar até o final.

Age of Conan é o mais novo lançamento a bombar nas paradas de sucesso dos MMORPGs, tendo mulheres mostrando mamilos (caraca!) e homens parrudões com barbas sujas de cerveja como todo bom MMO de fantasia deve ter.
Mas um concorrente à altura foi lançado nesta semana, sendo tão fantástico que recebeu em antemão uma tirinha de homenagem do Penny Arcade: Ponystars! É tão bom que nem tem screenshots na internet!
Criado na intenção de agradar um nicho específico dos gamers, em Ponystars você vive em cidades bucólicas e tranquilas criando criaturas com poderes cósmicos e fenomenais chamadas Pôneis. Você pode escolher entre várias cores embasbacantes e equipar seu pônei com acessórios super radicais tal qual pintura de cascos, laços na crina, entre outros!
Além disso, você poderá:
Nada de problemas de balanceamento de classes (rangers malditos)! Nada de homens peladinhos e mulheres gostosas! Tudo o que precisamos é passar o dia escovando pôneis e encontrando as relíquias “fadais”, você não acha?
Esse sim é o lançamento mais genial do ano.

Saiu no Nintenerds na semana passada e eu só vi (e fiquei de boca aberta) hoje: segundo um dos leitores do blog, o Tiago Pádua, um amigo dele comprou um Wii bonitinho, original e pãns, do Submarino, pagou R$1.700,00 e recebeu uma grande caixa de incomodações. Sei lá se é verdade mesmo, mas como estamos longe do primeiro de Abril, resolvi acreditar.
Você pode ver as fotos do produto clicando no link que inicia esse post, e segundo o texto enviado pelo Tiago Pádua ao Nintenerds, a coisa foi feia mesmo. O Wii:
Eu obviamente me recuso a acreditar que o Submarino tenha qualquer culpa nessa história. É claro que esse Wii foi adulterado antes de chegar ao estoque do site e tal, mas duas coisas não dá pra negar. A primeira é que alguém deveria ter notado que a caixa já havia sido aberta (por mais que tenham lacrado de novo, duvido que não dê pra perceber) e a segunda e mais importante é que o serviço de atendimento ao consumidor do Submarino tem uma missão especial nas mãos. Eles precisam resolver este problema de maneira exemplar, senão a coisa vai ficar feia pro lado deles sob a ótica do mercado gamer. Segundo relatos da vítima, não é isso que está acontecendo, e é por isso que é importante espalhar o fato em blogs e sites por aí.
O mais impressionante é que essa não é a primeira vez que isso acontece. Há não muito tempo, um carinha comprou um PS3 no mesmo Submarino e recebeu um tijolo rebocado. E não foi tão bem atendido.

Todos sabemos que consoles e MMOs têm formado uma combinação bastante indigesta… até agora. Paul Barnett, da EA, acredita a situação possa mudar num futuro próximo graças a ninguém mais ninguém menos que a… Nintendo! o_O
Você teria que construir algo bastante específico para o console desde o começo. Eu acho que a melhor chance de ver alguém fazendo isso é com a Nintendo — inventando algo maluco que ninguém espera.
Será mesmo? Pra mim, a maior probabilidade de algo assim acontecer é com o Animal Crossing de Wii, mas, para ser sincero, não acho lá muito provável. A não ser que fosse um gênero novo de MMO — um no qual nós não pudéssemos nos comunicar com ninguém –, a Nintendo teria que mudar sua política online muito drasticamente.
E você, o que acha?
Responda rápido: de zero a dez, qual a sua vontade de controlar um jogo onde a personagem principal consegue meter um chute bem no meio da face de um inimigo e, sem mover nenhum músculo extra, estourar aquilo que o infeliz chama de cara disparando uma espécie de “trezoitão tunado” acoplado ao calcanhar? E tudo isso usando roupa de couro e um daqueles sapatos de salto altíssimo que só as mulheres mais sexies do mundo conseguem usar!
Como você pode ver no trailer acima, é exatamente isso é o que você vai conseguir fazer no jogo Bayonetta, que foi anunciado esta semana e será dirigido pelo criador de Devil May Cry, Hideki Kamiya. Trata-se de um Action Shooter cuja protagonista é uma espécie de bruxa moderna que caça anjos. Mas quem se importa com isso quando a menina tem pistolões amarrados aos pés, cáspita?
E não é só pelo fator cool que você vai querer jogar esse jogo, amigo. Pra quem não sabe, ele é um dos três projetos anunciados esta semana pela Platinum Games (formada pelos cabeças da extinta Clover Studios, do genial Okami). Só isso já bastaria para elevar a ansiedade de muitos a níveis quase MetalGearSolidianos. Você vai conhecer tudo que se sabe sobre os outros dois assim que clicar no continue!

Eu ia colocar isso como uma simples atualização no post anterior, mas aí eu acabaria falando só sobre as screens e não sobre o recadinho da Rare que as acompanha.
É o seguinte: como bem apontado pelo nosso leitor Marcus Oliveira, enquanto eu dormia, saíram novas imagens de Banjo-Kazooie 3. O jogo que, por melhor que seja, não vai agradar a todos os fãs da série nem ferrando. Pelo simples fato de que muitos desses fãs ainda se sentem traídos pelo fato da empresa não ser mais uma desenvolvedora exclusiva da Nintendo. Para alguns, o lugar de B-K3 seria o Wii e pronto.
Mas mesmo aqueles que têm fé que o jogo venha a ser muito bom (eu, por exemplo), ficaram com uma ou duas patas de urso atrás depois de ver essas novas screenshots. O que são esses veículos toscos? O jogo vai ser de corrida? Cadê as milhares de notinhas musicais pra colecionar? Entre a dúzia de imagens liberadas nas últimas 48 horas, em apenas uma (esta que ilustra o post) nós vemos o Banjo caminhando, a pé, ao natural, fora de um veículo, do jeito que deveria ser. Isso é preocupante, não me venha dizer que não.
No entanto, eu estou disposto a dar à Rare o benefício da dúvida. Ainda mais depois das meigas palavras que George Kelion, da empresa, disse a Jim Sterling, do Destructoid. De acordo com Sterling:
[Ele] contou ao Destructoid que a especulação desenfreada a respeito de Banjo mal chega perto de explicar como será o jogo. “Nós preferiríamos que as pessoas não tirassem conclusões precipitadas”, afirma Kelion. “Esperem até amanhã, pois vocês não viram nem metade do que há para ver, e nós temos muito mais para contar a vocês do que o que vocês já viram”.
Ou seja: amanhã, pessoas. Amanhã é o dia de reclamar que o jogo vai ficar horrível. Ou não.
Quando escrevi o post anterior eu tinha fé, agora já não sei mais.

Alguns leitores do Continue devem ser novos demais para lembrar, mas Mike Tyson já foi um pugilista peso-pesado, dos bons. Reinou sozinho nos ringues por muitos anos. O cara batia pesado e muitas de suas lutas não passavam do primeiro assalto. O boxeador tem também um histórico muito próximo com os videogames. Tyson foi até chefão do jogo de boxe do Nintendinho, Punch-Out!! lançado em 1987.
Por causa dele — do Tyson, não do Punch-Out!! — os nomes dos chefes de Street Fighter 2 são diferentes nas versões japonesa e norte-americanas do clássico de luta da Capcom. Além de muito parecidos entre si, o nome do pugilista de SF2 era M.Bison, uma alusão ao peso-pesado. Para não ter problemas com direitos autorais, reza a lenda que a Capcom teria trocado o nome do personagem com os outros chefes… Bison acabou se tornando o ditador líder da Shadaloo e o espanhol Balrog passou a se chamar Vega.
Depois dessa confusão toda, Mike Tyson não se meteu mais com os videogames e passou a causar encrenca nos ringues e fora deles… Agora, não exatamente no auge de sua carreira, o lutador com a tatuagem na cara está de volta aos ringues virtuais, no recém-anunciado Fight Night Round 4, da EA Sports, que deve chegar em 2009 para Xbox 360 e PlayStation 3.
A Eletronic Arts promete que o jogo será ainda mais realista do que o anterior, um dos primeiros títulos de sucesso no começo da nova geração. Também terá maior variedade de estilos de luta e uma diferenciação mais profunda entre os pugilistas. Claro que terá muita propaganda in-game, novas tatuagens e lutadores famosos, entre eles, claro, Mike Tyson.
Será que veremos também novos golpes baixos, como por exemplo, “Mordida na Orelha”? Desculpa, foi inevitável.