Não, você não leu errado. E eu também não estou bêbado, apesar de ter algumas dúvidas quanto à equipe de desenvolvimento de Soul Calibur IV. Bem, imagens falam mais que palavras, então:


O furo é do 1up, e você pode conferir várias fotos inéditas aqui. Apesar de achar extremamente non-sense, eu gostei da idéia. Seria Super Smash Bros. fazendo escola?
A produtora Activision e a fabricante de brinquedos Jada anunciaram a mais nova “versão” de Guitar Hero. É o Guitar Hero: Air Guitar Rocker, que, como o sugestivo nome já entrega, possui uma diferença essencial: não é um simulador de guitarra, mas sim de air guitar. E você não precisa nem de um videogame, muito menos do controle: basta usar a sua imaginação!
(Ah, e um pequeno aparelho de 30 dólares que vai estar disponível a partir de 1º de março nos EUA.)
O funcionamento do tal acessório é bastante curioso, mas igualmente inútil. É só ver como a mágica acontece no vídeo. E apesar de pensar em alguém usando isso para mostrar aos amigos ser bem ridículo, você pode querer saber que o tal do Air Guitar Rocker vem com diferentes riffs de músicas famosas da série Guitar Hero e até algumas inéditas.
Pelo menos é mais fácil de carregar…
[via Destructoid]
E aí, como foram de fim de semana? O que fizeram de bom, além de me deixarem muito orgulhoso com os comentários do [Discussão de Fim de Semana]?
Não importa o quanto você tenha se divertido, a esta hora eu chuto que você deve estar entediado na frente do computador, lutando com as primeiras horas da segunda-feira. Que bom então que eu fiquei acordado até tarde no domingo para escrever este post e te recomendar os quatro joguetes mais iraaaaaadosh que eu pude encontrar. Na verdade, os primeiros quatro bacanas que eu lembrei.
Ah, sim! Como eu tenho uma fila bem grande de jogos bons para citar, resolvi que às vezes vou postar quatro em vez de apenas três. Mas não se acostumem — semana que vem eu posso voltar a postar só três.
Sem mais delongas, eu lhes dou a segunda edição do Joguetes, que você só encontra aqui no Continue!
Esta “notícia” já saiu aqui e ali e talvez em Internet Time já seja considerada OLD, mas é tão bizarra, boba e divertida que eu não resisti e tive que postar aqui também. Aparentemente uma massa de usuários “bem intencionados” resolveu digitar “Nintendo Wii” no Google Translate e depois “sugerir uma tradução melhor”. O resultado você confere se fizer o teste em Inglês para Italiano/Português/Espanhol ou Espanhol para Inglês. “Nintendo Wii” vira “PlayStation”.
E não é só isso: dependendo da frase (ou não, não fiquei tanto tempo assim testando), também pode virar “PC”.
Agora me responda: como a gente se divertia há alguns anos atrás, sem internet?

Fogo molhado. Loira inteligente. Preto claro. Música silenciosa. Pirataria legalizada. Essas coisas não existem porque são negações entre si. Mas as regras do universo são diferentes agora em Antigua e Barbuda, uma pequena nação caribenha. Não que vá chover a seco, imagine.
É um bom dia para ser um Pirata do Caribe, pois agora é legal (do verbo “dentro da lei”) infringir leis de copyright de propriedades intelectuais americanas em território antiguabarbudenho. E isto, claro, inclui piratear jogos e vendê-los. Embora eu esteja quase certo de ter inventado a a palavra “antiguabarbudenho”, eu não inventei o fato. É verdade. Só tem um detalhe: o país pode lucrar no máximo um valor equivalente a U$21 milhões de dólares por ano com os falsiês, ou a parada volta a ser ilegal.
A bizarrice em forma de lei é resultado de uma pendenga judicial do país com os US and A envolvendo apostas e jogos de azar na internet. Como chegou a isso, eu sei tanto quanto você. Só fico me perguntando se um treco desses acontece no Brasil. Será que veríamos alguma diferença? Eu acredito que não. Pra você ver o estado que as coisas estão neste país.
[The Hollywood Reporter, via Kotaku]

Mais uma da série Idéias Geniais Que Só As Pessoas Inteligentes Têm: um casal nova-iorquino de artistas estava na seca para comprar uma porrada de coisas e não tinha grana. Como a quantidade de talento disponível era inversamente proporcional à quantidade de grana, eles começaram a pintar os seus desejos. Por exemplo: eles queriam uma guitarra extra para poder jogar Guitar Hero em multiplayer, aí pintaram este lindo quadro que você vê acima.
Mas aí você faz o sarcástico comentário “boa sorte pra eles quando forem tentar jogar com um quadro”. NÃO! O que acontece é que é, depois de pintar, eles vendem o quadro pelo exato preço que o item custaria (no caso U$64,98) e vão direto comprá-lo. Uma hora, por exemplo, eles resolveram que queriam uma boa noite de sono. Aí pintaram um quadro com alguns “ZzZzZz” e venderam de graça. Afinal, sono não se compra. Mas, por outro lado, tem um quadro que eles pintaram quando quiseram estabilidade financeira. Ele mostra uma uma enorme pilha de grana e está à venda por um milhão de dólares. Genial, né? Parece no Okami, quando aquilo que tu pinta, acontece.
E tem várias coisas relacionadas a games na lista. Querendo dar uma olhada, aqui está.

Há alguns meses, alguns de vocês devem ter ficado sabendo, um rapazinho brasileiro foi vítima de um “mal-entendido” por parte do Submarino. Ele comprou um PS3 e recebeu uma caixa com um tijolo rebocado dentro. A história você confere (ou relembra) aqui.
E agora um molequinho lá na Califórnia teve um destino parecido — só que mais cruel, porque foi em pleno natal. Ao abrir a caixa do seu novo videogame, provavelmente ainda na frente na árvore, percebeu que alguma coisa não estava ligando. Da última vez que ele havia se informado, o PS3 não tinha números de telefone escritos em páginas amarelas. No entanto, o que ele recebeu tinha. Apenas uma explicação: ele havia recebido uma lista telefônica gigante ao invés do console gigante da Sony!
Dizem as más línguas que o cara até levou na esportiva, deu risada e tudo, mas é óbvio que os pais dele correram atrás do prejuízo. Ah, detalhe: o videogame-lista foi comprado em um shopping, não online, e supostamenre retirado em mãos.
Pra vocês verem que não é só no Brasil que acontecem essas bizarrices.

Parece que o pessoal do New York Times andou fumando banana, bebendo no expediente, ou cheirando gatinhos demais. Em sua premiação anual dos maiores destaques do mundo dos games, eles não economizaram elogios a títulos aclamados como Bioshock, Mass Effect, e até Ratchet & Clank: Tools of Destruction. Até aí, nenhum problema. A coisa fica absurda ao chegar nos “vencedores” na categoria “Best unambitious representations of the state of the art” (que pode ser adaptado para algo como “Representações artisticamente menos ambiciosas”), que são nada menos que Halo 3 e… Super Mario Galaxy!
Halo 3 é um belo shooter de ficção científica. Mas é só isso. Ele possui gráficos bastante robustos, e alguns de seus recursos online são adições bem-vindas. Mas ele é um refinamento da já testada fórmula Halo, em vez de uma tentativa de oferecer um tipo de experiência novo. Isso é o suficiente para gerar centenas de milhões de dólares, mas não é o bastante para inspirar.
Não joguei o terceiro Halo, mas, sinceramente, não acho que o NYT esteja errado no modo em que descreveu o famoso FPS. Pelo que ouço falar, o jogo não parece ser uma revolução na série, muito menos no modo como vemos os FPS hoje em dia. Mas há de se convir que há muitos jogos bem menos inspirados que Halo 3 - EA, estou pensando em vocês - e não acho que a trupe do Master Chief seja merecedora de tamanho “prêmio”.
Mas isso não se compara ao absurdo-mór que segue a seguir e dá continuidade ao artigo do New York Times:
Galaxy é, de alguma forma, simplesmente uma reinvenção dos modos de jogo clássicos. Em Halo, isso significa batalhar aliens assassinos. Em Mario, isso significa pular e libertar a princesa que (há mais de 20 anos) está trancada num castelo cartunesco.
Ora, fala sério! Eles queriam o quê, que Mario se envolvesse com o tráfico ou desse início a Terceira Guerra Mundial? Pode me chamar de fanboy, mas pra mim Mario foi sim um dos jogos (se não O) mais inovadores de 2007. A equipe teve coragem de fazer o que muita gente não teve: revirar tudo de cabeça para baixo e refazer tudo do zero.
É claro que coragem tem limite, e, como pudemos constatar, a Nintendo não é nossa amiga. Logo, é preciso manter um certo padrão para fazer as pessoas se interessarem por comprar um jogo que tenha idéias tão malucas e chocantemente inovadoras: logo, por que não deixar inalterado um dos aspectos menos relevantes - no caso de Mario, o enredo - de uma das séries mais duradouras da indústria dos games?
Eu não me incomodo, aposto que você também não se incomoda e o New York Times não deveria se incomodar. Humpf!
[via New York Times]

O Windows Media Player sempre foi, pra mim, um objeto de completa inutilidade. Desde que eu me conheço por gente, eu nunca precisei dele. Para ouvir música, comecei no Sonique, depois pulei pro Winamp e hoje uso o iTunes. Nunca fui de assistir muitos vídeos, mas hoje uso o BSPlayer que abre qualquer coisa. E ainda bem que eu não jogo World of Warcraft, senão iria ter que começar a usar o WMP.
Primeiro foi o pessoal dos fóruns europeus, depois o negócio se espalhou e os americanos também ficaram sabendo. Mas quando o WoW Insider testou o negócio e viu que funcionava, aí virou oficial: deixar o Windows Media Player aberto no background enquanto joga WoW acelera os tempos de loading! Não é bizarro?
Assim escreve NEX (Earnest Cavalli), antigo Destructoider que agora escreve para o Game|Life:
Depois de notar que os cidadãos do WoW Insider ofereciam suas próprias evidências anodotais para a viabilidade dessa hipótese, eu tentei o método por mim mesmo. Por abrir o Windows Media Player, deixá-lo em repouso, minimizado, e então jogar WoW, eu de fato percebi tempos de loading mais curtos, especificamente em seções de alto tráfego do jogo.
E a Blizzard já anunciou que está “de olho na questão”. Eu me pergunto, pra quê?

Observe a imagem acima. Umas piñatas, uma lareira, Banjo, Kazooie, presentes no chão e uma decoração de natal. Nada além do que se poderia esperar de um cartão natalino vindo da Rare. Mas olhe de novo. Com atenção.
Para as meias.
Enquanto uma delas diz “Grunty”, o apelido carinhoso da arqui-inimiga da dupla de animais que teve dois sensacionais jogos no Nintendo 64, e a outra simplesmente esconde-se atrás da crina de Horstachio, a do meio traz claramente a sigla KI3. Killer Instinct 3. Ou a Rare está tramando alguma coisa, ou é muito espírito-de-porco.
Quero aproveitar e externar o meu pedido ao bom velhinho: eu quero Killer Instinct 3. Porque na época do Super NES, pra mim, KI quebrava de porrada tanto Mortal Kombat quanto Street Fighter. Pronto, falei. E já que eu tô pedindo mesmo, quero que demitam toda a equipe de arte responsável por essa bizarrice topetuda e de nariz quadrado que se tornou o Banjo. Sério, não tá assustador?